18. fevereiro 2020 · Comentários desativados em Óleo de Coco – um grande vilão para a saúde cardiovascular! · Categories: Sem Categoria

Novas evidências estão contrariando algumas das alegações positivas de saúde feitas sobre o óleo de coco. Combinando as descobertas de 16 estudos publicados, os pesquisadores descobriram que o uso de óleo de coco estava associado a aumentos na lipoproteína de baixa densidade (LDL) e nos níveis de colesterol total, potencialmente colocando as pessoas em maior risco de doença cardiovascular (DCV).

Comparado ao óleo de oliva, soja ou canola não tropical, o alto consumo de óleo de coco aumentou substancialmente o colesterol LDL. O consumo diário de 3 a 4 colheres de sopa de óleo de coco foi associado a um aumento estimado de 10 mg/dL – um salto de cerca de 9% – nos níveis de LDL.

Os defensores dos benefícios à saúde do óleo de coco apontam que os ácidos graxos de cadeia média são normalmente absorvidos pela veia porta, em vez de usados ​​para produzir colesterol no corpo. No entanto, um ácido graxo de cadeia média no óleo de coco, o ácido láurico, pode ser metabolizado de maneira diferente, sendo absorvido e transportado como ácidos graxos de cadeia longa, e consequentemente formando mais LDL colesterol.

Em outras palavras, o óleo de coco pode não ser tão saudável quanto algumas pessoas acreditam. Além disso, cerca de um quarto da gordura de coco consiste em ácidos graxos saturados de cadeia longa, ácido mirístico e ácido palmítico.

Os resultados atuais contrastam com uma metanálise anterior que não relatou aumentos significativos no colesterol LDL associado ao óleo de coco versus óleos não tropicais. No entanto, nessa metanálise os autores incluíram apenas 6 ensaios com óleo de coco.

Os resultados de outros estudos sobre o consumo de óleo de coco e os níveis séricos de colesterol são variados, afirmam os pesquisadores. Alguns sugerem que, além dos níveis lipídicos, o óleo de coco pode aliviar a inflamação, melhorar a homeostase da glicose e reduzir a gordura corporal.
Procurando uma resposta mais definitiva, Van Dam e seus colegas, com a autora principal Nithya Neelakantan, PhD, conduziram uma pesquisa que identificou 873 artigos potencialmente relevantes. Sua análise incluiu 16 artigos, com um total de 17 estudos que envolveram 730 participantes.

Os resultados da revisão sistemática e da metanálise demonstram que não há boas razões para consumir óleo de coco para melhorar a saúde. Por outro lado, o alto consumo de coco aumenta as concentrações sanguíneas de colesterol LDL e pode, portanto, aumentar o risco de doença cardíaca.

Sendo assim, com base nas novas evidências, o óleo de coco não tem efeito benéfico no emagrecimento, como anti inflamatório e como protetor cardiovascular

O óleo de coco pode ser visto como um dos óleos de cozinha “mais deletérios” pois aumenta o risco de DCV e deve ser substituído por óleos vegetais insaturados, especialmente os ricos em gordura poli-insaturada.

Fonte:https://www.medscape.com/viewarticle/923978?src=mkm_200206_mscpmrk_cardio_feature&uac=176792CR&impID=2268642&faf=1#vp_2

12. fevereiro 2020 · Comentários desativados em Entendendo o Coronavírus · Categories: Sem Categoria

A família dos coronavírus, descrita em 1960, tem esse nome porque tem o aspecto de uma coroa. Existem vários coronavírus, muitos já foram causadores de algumas endemias na Ásia e China. O novo agente do coronavírus, chamado de novo coronavírus – nCoV-2019, foi descoberto no fim de dezembro de 2019 após ter casos registrados na China. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são 14,5 mil casos registrados em 18 países, com 305 mortes, o que mobilizou organismos internacionais e a comunidade científica na busca por respostas sobre prevenção, transmissão e tratamento desse novo tipo de coronavírus.No Brasil, até 03 de fevereiro de 2020, são 15 casos suspeitos em investigação para o coronavírus (nCoV-2019) em sete estados, mas nenhum deles foi confirmado. São Paulo é o que, neste momento, apresenta mais casos suspeitos: são 7 em investigação.

A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como: gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

O vírus pode ficar incubado por duas semanas, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção. Os sintomas iniciais da infecção pelo coronavírus são muito parecidos com os de uma gripe forte, ou seja febre alta, tosse produtiva e mal estar. Em alguns casos a doença evolui para síndromes respiratórias agudas que obrigam a internação dos pacientes em regime de UTI. O vírus pode ficar incubado por duas semanas, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

  • evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;
  • realizar lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;
  • utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  • cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  • evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  • não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • manter os ambientes bem ventilados;
  • evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;
  • evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.

Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como entubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.

O mais importante é que não existem motivos que justifiquem grandes preocupações com esse vírus aqui no Brasil, lembrando que a pessoa só pode se infectar se estiver em contato com alguma pessoa doente ou se for a China. O Ministério da Saúde vem tomando medidas preventivas importantes de modo a evitar que esse vírus se alastre pelo nosso pais.

Fonte : https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus#prevensao

No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher,
a melhor forma de comemorar é cuidando de você.

Fique atenta para alguns cuidados importantes.

A prevenção de doenças envolve uma séria de fatores, entre eles a realização de exames para diagnóstico precoce e acompanhamento médico periódico. Abaixo as recomendações para realização de exames:

Papanicolau:
A recomendação é realizar anualmente o exame até que se obtenha dois resultados negativos, caso em que o período entre exames recomendado é de três anos. O início da coleta deve ser aos 25 anos de idade para as mulheres que já tiveram atividade sexual. Os exames devem seguir até os 64 anos e serem interrompidos quando, após essa idade, as mulheres tiverem pelo menos dois exames negativos consecutivos nos últimos cinco anos.

Mamografia e exame clínico da mama:
• Mulheres de 40 a 49 anos devem fazer o exame clinico da mama anual,
e se forem encontradas alterações realizar a mamografia.
• Mulheres entre 50 a 69 anos devem fazer o exame clinico da mama anualmente
e a mamografia a cada dois anos.
• Mulheres com fatores de risco associados ao câncer de mama devem começar
a fazer a mamografia anualmente, a partir dos 35 anos de idade.

Visite seu médico regularmente. Ele é o profissional mais indicado para acompanhar a sua saúde e pode estabelecer prazos diferentes para realização destes exames.

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FASE I- ESTIMULAÇÃO INICIAL

Midríase( pupila dilatada) , dor de cabeça,bruxismo, náuseas,vômitos,vertigens, tremores nas mãos e na face, tiques, movimentos descoordenados, alucinações;

Aumento da pressão arterial, diminuição ou aumento do pulso, arritmia e palidez, respiração rápida e profunda e aumento da temperatura corporal.

Euforia, agitação, apreensão, excitação , labilidade emocional, elação, proselitismo, liberação total de pensamentos, palavras, atitudes, ou seja de tudo que estava preso.

FASE II – ESTIMULACAO AVANCADA

Encefalopatia maligna, estado epiléptico, diminuição da resposta aos estímulos , grande aumento dos reflexos tendíneos e incontinências.

Hipertensão arterial , taquicardia e arritmias graves, fraqueza, cianose, respiração curta e rápida, hipotermia com progressão para hipotermia grave.

FASE III- DEPRESSAO E ESTADO PRÉ MORTE

Coma, arreflexia, pupilas fixas e dilatadas, flacidez , paralisia e perda das funções vitais funcionais.

Parada cardíaca por arritmia grave ou por assistolia, falência respiratória, edema de pulmões , cianose , respiração agônica e MORTE.

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