diabetes

 

 

 

 

 

 

Diabetes melito  é uma síndrome decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade da insulina para exercer adequadamente suas ações. Caracteriza-se por excesso de açúcar no sangue (hiperglicemia crônica), com alterações no metabolismo de açucares (carboidratos), gorduras (lipídeos) e proteínas. Representa um grupo de distúrbios metabólicos nos quais existe uma menor utilização de glicose, induzindo a hiperglicemia. A insulina é a principal responsável pelo aproveitamento e metabolização da glicose pelas células do nosso organismo, com finalidade de gerar energia. É produzida pelo pâncreas e sua falta ou ação deficiente acarreta modificações importantes no metabolismo das proteínas, das gorduras, dos sais minerais, da água corporal e principalmente da glicose.

O diabetes melito é um dos mais importantes problemas de saúde pública do mundo, principalmente em países em desenvolvimento. No Brasil, calcula-se que existam 5 milhões de diabéticos, dos quais a metade não sabe que tem a doença. De acordo com dados governamentais, 7,6% da população brasileira, com idades entre 30 e 69 anos é portadora de diabetes tipo 2. O aumento de casos de diabetes no Brasil deve-se a fatores como a urbanização e a industrialização, o aumento do sedentarismo, o aumento do número de obesos e da expectativa de vida da população em geral, além da maior sobrevida dos pacientes diabéticos.

O risco de mortalidade por doença aterosclerótica nos portadores de diabetes chega a ser 2,5 maior em homens e quatro vezes maior em mulheres, quando comparados com não diabéticos. O processo aterosclerótico manifesta-se de forma mais agressiva nos diabéticos, de modo que o grau de comprometimento das artérias é  muito maior do que para os não diabéticos. O diabético com infarto do miocárdio tem maior chance de morrer durante a sua internação do que o não diabético. Os portadores da síndrome têm maior chance de ter o infarto silencioso, isto é, infarto sem sentir dor, situação que é muito perigosa pois retarda o tratamento do problema e ocasiona piora do prognóstico do paciente.

Em um estudo realizado na população  de São Paulo, em 2005, demonstrou-se que os diabéticos do sexo masculino têm 2 vezes mais chance de desenvolver infarto do miocárdio do que os não diabéticos. Já para as mulheres diabéticas o risco é  mais elevado: três vezes mais chance de ter infarto do miocárdio do que as não diabéticas.

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