10. março 2020 · Comentários desativados em Coronavírus, motivo de preocupação? · Categories: Sem Categoria

Desde 8 de dezembro de 2019, vários casos de pneumonia de etiologia desconhecida foram relatados em Wuhan, província de Hubei, China. A maioria dos pacientes trabalhava ou morava no mercado atacadista local de frutos do mar de Huanan, onde também eram vendidos animais vivos. Nos estágios iniciais dessa pneumonia, ocorreram sintomas graves de infecção respiratória aguda, com alguns pacientes desenvolvendo rapidamente a síndrome do desconforto respiratório agudo, insuficiência respiratória aguda e outras complicações graves. 

Em 7 de janeiro, um novo coronavírus foi identificado pelo Centro Chinês para Controle e Prevenção de Doenças a partir da amostra de esfregaço na garganta de um paciente e, posteriormente, foi nomeado Covid-19 pela Organização Mundial de Saúde.

Os coronavírus podem causar infecções em vários locais do organismo, além da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), quadros graves que podem levar a morte. Felizmente, a maioria dos pacientes infectados pelo coronavírus, apresentam sintomas leves e a doença tem um bom prognóstico.

Pessoas com doenças cardiovasculares e idosos no entanto, são mais propensos a desenvolver complicações do Covid-19. Segundo dados do American College of Cardiology, de fevereiro de 2020, 40% dos hospitalizados com resultado positivo para essa infecção apresentavam alguma patologia cardiovascular ou cerebrovascular prévia. Além disso, 6,7% dos pacientes manifestaram arritmia e 7,2%, uma lesão no miocárdio.

De acordo com relatos, além de insuficiência respiratória, o desenvolvimento de insuficiência cardíaca contribuiu para a primeira morte registrada associada ao Covid-19. 

No Brasil já existem alguns casos confirmados da infecção pelo Covid-19, sendo que o primeiro deles era um homem de 61 anos portador de hipertensão arterial e cardiopata.

É bem provável que a susceptibilidade para a infecção do Covid-19 dos idosos e cardiopatas esteja relacionada a baixa imunidade que esses pacientes apresentam. Uma vez infectados, eles correm um maior risco de apresentarem complicações sérias. No entanto, isso não acontece apenas com o coronavírus, pois qualquer infecção terá mais chances de afetar gravemente pacientes com enfermidades que comprometem as defesas do corpo. A gripe, virose comum e sazonal, quando afeta idosos e portadores de doenças crônicas, tem mortalidade aumentada nesses pacientes. 

Por conta de ser recente, a infecção pelo coronavírus ainda não esta totalmente esclarecida, mas tendo em vista o conhecimento do comportamento das viroses de maneira geral, é bem possível que o Covid-19 possa afetar o coração de uma forma direta, levando a miocardite viral, como pode acontecer com a dengue.

Como ainda não existem vacinas e tampouco medicamentos específicos para essa virose, a solução é a prevenção, adotando-se:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
  • Ficar em casa quando estiver doente.
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.
  • Evitar procurar serviços de saúde sem necessidade.

Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

27. fevereiro 2020 · Comentários desativados em O Médico que presenciou um milagre em Lourdes - França · Categories: Sem Categoria

O Médico que presenciou um milagre de Nossa Senhora de Lourdes

            Um dos casos mais significativos já registrados em Lourdes foi a cura de Marie Bailly, testemunhada por um médico então agnóstico, o Dr. Alexis Carrell. Ele próprio acabou se convertendo à fé católica depois de estudar a inexplicável cura que tinha presenciado 

            Em 1902, um amigo médico do Dr. Carrell o convidou para ajudar a cuidar de pacientes doentes que eram transportados por trem de Lyon até Lourdes. Carrell, na época, não acreditava em milagres, mas concordou em acompanhar os peregrinos, pela consideração que tinha com o colega e também porque estava interessado  em descobrir as causas naturais que permitiam curas tão rápidas como as que aconteciam em Lourdes.

            No trem, ele encontrou uma mulher chamada Marie Bailly, que sofria de peritonite tuberculosa aguda. Seu abdômen estava consideravelmente distendido, com grandes massas duras. Marie estava apenas parcialmente consciente. Carrell acreditava que ela morreria muito rapidamente depois de chegar a Lourdes – ou até antes. Outros médicos presentes no trem concordaram com esse diagnóstico.

Assim que o trem chegou a Lourdes, Marie foi levada até a gruta, onde três jarros d’água foram derramados sobre seu abdômen distendido. Após o primeiro derramamento, ela sentiu uma dor lancinante, que diminuiu depois do segundo. Após o terceiro derramamento d’água, ela experimentou o que descreveu como uma sensação agradável. Seu estômago começou a se achatar e seu pulso voltou ao normal.

Carrel estava em pé logo atrás de Marie, junto com outros médicos, tomando notas enquanto a água era derramada sobre seu abdômen. Ele escreveu:

“O abdome, enormemente distendido e muito duro, começou a se achatar. Em 30 minutos [a protuberância] havia desaparecido completamente. Nenhuma descarga foi observada do corpo”.

Marie, pouco depois, se sentou na cama, jantou (sem vomitar) e, no dia seguinte, saiu da cama sozinha e se vestiu. Embarcou no trem, sentou-se em um dos bancos duros e chegou a Lyon revigorada.

A cura de Marie Bailly se mostrou tão evidentemente milagrosa, por ter sido tão rápida, tão completa e tão inexplicável, que acabaria se tornando pública na mídia da França e do mundo todo. Um  jornal de Lyon , local onde o Dr Carrel trabalhava,  publicou uma declaração dele, admitindo o milagre. Esse artigo repercutiu negativamente na classe médico científica local, motivo pelo qual ele teve que se mudar para o Canadá, onde conheceu o magnata Rockefeller, que o convidou para fazer parte do lançamento de sua nova  fundação: The Rockefeller Institute for Medical Research em New York. Nessa instituição  Alexis Carrel fez uma brilhante carreira científica que lhe deu o Prêmio Nobel de Medicina em 1912.Converteu-se ao catolicismo deixando escrito alguns livros, entre eles :La Prière, 1944 e Voyage à Lourdes, (1959, póstumo).8

Não foi Carrel o único Premio Nobel que reconheceu os milagres de Lourdes. Recentemente, Luc Montagnier, Premio Nobel de Medicina em 2008 e descobridor do vírus do HIV, no seu livro: “O  Nobel e o Monge” no qual ele faz um diálogo com um monge cisterciense, afirma: 9

“Muitos cientistas cometem o erro de rejeitar o que não entendem. Não gosto dessa atitude. Frequentemente cito a frase do astrofísico Carl Sagan: ‘A ausência de prova não é prova de ausência’ (…) Quanto aos milagres de Lourdes que eu estudei, creio que realmente se trata de algo inexplicável (…) Não consigo entender esses milagres, mas reconheço que há curas que não estão previstas no estado atual da ciência”.

18. fevereiro 2020 · Comentários desativados em Óleo de Coco – um grande vilão para a saúde cardiovascular! · Categories: Sem Categoria

Novas evidências estão contrariando algumas das alegações positivas de saúde feitas sobre o óleo de coco. Combinando as descobertas de 16 estudos publicados, os pesquisadores descobriram que o uso de óleo de coco estava associado a aumentos na lipoproteína de baixa densidade (LDL) e nos níveis de colesterol total, potencialmente colocando as pessoas em maior risco de doença cardiovascular (DCV).

Comparado ao óleo de oliva, soja ou canola não tropical, o alto consumo de óleo de coco aumentou substancialmente o colesterol LDL. O consumo diário de 3 a 4 colheres de sopa de óleo de coco foi associado a um aumento estimado de 10 mg/dL – um salto de cerca de 9% – nos níveis de LDL.

Os defensores dos benefícios à saúde do óleo de coco apontam que os ácidos graxos de cadeia média são normalmente absorvidos pela veia porta, em vez de usados ​​para produzir colesterol no corpo. No entanto, um ácido graxo de cadeia média no óleo de coco, o ácido láurico, pode ser metabolizado de maneira diferente, sendo absorvido e transportado como ácidos graxos de cadeia longa, e consequentemente formando mais LDL colesterol.

Em outras palavras, o óleo de coco pode não ser tão saudável quanto algumas pessoas acreditam. Além disso, cerca de um quarto da gordura de coco consiste em ácidos graxos saturados de cadeia longa, ácido mirístico e ácido palmítico.

Os resultados atuais contrastam com uma metanálise anterior que não relatou aumentos significativos no colesterol LDL associado ao óleo de coco versus óleos não tropicais. No entanto, nessa metanálise os autores incluíram apenas 6 ensaios com óleo de coco.

Os resultados de outros estudos sobre o consumo de óleo de coco e os níveis séricos de colesterol são variados, afirmam os pesquisadores. Alguns sugerem que, além dos níveis lipídicos, o óleo de coco pode aliviar a inflamação, melhorar a homeostase da glicose e reduzir a gordura corporal.
Procurando uma resposta mais definitiva, Van Dam e seus colegas, com a autora principal Nithya Neelakantan, PhD, conduziram uma pesquisa que identificou 873 artigos potencialmente relevantes. Sua análise incluiu 16 artigos, com um total de 17 estudos que envolveram 730 participantes.

Os resultados da revisão sistemática e da metanálise demonstram que não há boas razões para consumir óleo de coco para melhorar a saúde. Por outro lado, o alto consumo de coco aumenta as concentrações sanguíneas de colesterol LDL e pode, portanto, aumentar o risco de doença cardíaca.

Sendo assim, com base nas novas evidências, o óleo de coco não tem efeito benéfico no emagrecimento, como anti inflamatório e como protetor cardiovascular

O óleo de coco pode ser visto como um dos óleos de cozinha “mais deletérios” pois aumenta o risco de DCV e deve ser substituído por óleos vegetais insaturados, especialmente os ricos em gordura poli-insaturada.

Fonte:https://www.medscape.com/viewarticle/923978?src=mkm_200206_mscpmrk_cardio_feature&uac=176792CR&impID=2268642&faf=1#vp_2

12. fevereiro 2020 · Comentários desativados em Entendendo o Coronavírus · Categories: Sem Categoria

A família dos coronavírus, descrita em 1960, tem esse nome porque tem o aspecto de uma coroa. Existem vários coronavírus, muitos já foram causadores de algumas endemias na Ásia e China. O novo agente do coronavírus, chamado de novo coronavírus – nCoV-2019, foi descoberto no fim de dezembro de 2019 após ter casos registrados na China. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são 14,5 mil casos registrados em 18 países, com 305 mortes, o que mobilizou organismos internacionais e a comunidade científica na busca por respostas sobre prevenção, transmissão e tratamento desse novo tipo de coronavírus.No Brasil, até 03 de fevereiro de 2020, são 15 casos suspeitos em investigação para o coronavírus (nCoV-2019) em sete estados, mas nenhum deles foi confirmado. São Paulo é o que, neste momento, apresenta mais casos suspeitos: são 7 em investigação.

A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como: gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

O vírus pode ficar incubado por duas semanas, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção. Os sintomas iniciais da infecção pelo coronavírus são muito parecidos com os de uma gripe forte, ou seja febre alta, tosse produtiva e mal estar. Em alguns casos a doença evolui para síndromes respiratórias agudas que obrigam a internação dos pacientes em regime de UTI. O vírus pode ficar incubado por duas semanas, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

  • evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;
  • realizar lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;
  • utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  • cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  • evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  • não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • manter os ambientes bem ventilados;
  • evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;
  • evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.

Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como entubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.

O mais importante é que não existem motivos que justifiquem grandes preocupações com esse vírus aqui no Brasil, lembrando que a pessoa só pode se infectar se estiver em contato com alguma pessoa doente ou se for a China. O Ministério da Saúde vem tomando medidas preventivas importantes de modo a evitar que esse vírus se alastre pelo nosso pais.

Fonte : https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus#prevensao

24. dezembro 2019 · Comentários desativados em COMER GORDURA NÃO DÁ INFARTO- FAKE NEWS · Categories: Hipertensão Arterial, Infarto, Obesidade · Tags: , , ,

A todo instante vemos na mídia eletrônica profissionais de saúde fazendo anúncios nem sempre calcados em bases cientificas, como por exemplo o que se está falando sobre a dieta com gorduras saturadas e doença cardiovascular.

O Estudo dos Sete Países , iniciado em 1956 e publicado originalmente em 1978, foi o primeiro estudo epidemiológico que examinou a relação entre dieta e doença cardiovascular em diferentes populações e partes do mundo. Seus resultados consolidaram a crença de que o aumento da ingestão de gorduras, especialmente aquela com níveis de ácidos graxos saturados elevados, esteve diretamente associada a maior prevalência de doenças cardiovasculares. Muitos estudos foram realizados nos anos subsequentes, sempre mostrando relação direta entre a mortalidade e a ingestão de gordura saturada e o papel protetor das gorduras insaturadas na prevenção das doenças cardiovasculares.

 Em 2017 , no entanto, após a  publicação do estudo Prospectivo Epidemiologia Urbana Urbana (PURE)  a crença sobre o papel adverso da gordura foi questionada. Esse estduo questionou as orientações relacionadas ao consumo de gordura ao avaliar a associação entre consumo de carboidratos, gordura total e cada tipo de gordura com doenças cardiovasculares  e mortalidade total. O estudo foi de grande dimensão epidemiológica, com mais de 135.000 pacientes matriculados em 18 países diferentes com diferentes status de renda nos 5 continentes. Os pacientes foram acompanhados por uma mediana de 7,4 anos. Os resultados incluíram mortalidade total e eventos cardiovasculares adversos importantes como morte por deonca cardiovascular, infarto do miocárdio não fatal, acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca. 

Maior consumo de carboidratos foi associado a um risco aumentado de mortalidade total, mas não com risco de doença cardiovascular ou mortalidade por doenças. Pelo contrário, a ingestão de gordura foi associada a um risco diminuído de mortalidade total, independentemente do tipo de gordura examinada, e a ingestão de gordura saturada foi associada a um menor risco de acidente vascular cerebral e mortalidade total . 

Em conclusão, o estudo PURE mostrou que a ingestão total de gordura apresentava pelo menos efeitos neutros ou mesmo benéficos efeitos na saúde cardiovascular, enquanto uma alta ingestão de carboidratos (> 60% da dieta) não teve impacto positivo na aterosclerose e doença cardiovascular.Também provou que a mortalidade aumenta quando os carboidratos  refinados substituem a gordura saturada na tentativa de minimizar o consumo de gordura. Finalmente, o estudo salienta que o maior benefício na mortalidade é observado quando os carboidratos refinados são reduzidos e substituído por gordura poliinsaturada . 

Esse estudo atraiu sérias críticas em alguns pontos. O fato de a maioria dos participantes do estudo ser de países de baixa renda aumenta a pobreza e  desnutrição, um sério fator de confusão em relação à mortalidade. Além disso, a confiabilidade da dieta foi questionada,  como na China, por exemplo, quando outras pesquisas mostraram uma média ingestão de cerca de 30% das calorias diárias da gordura, em comparação com 17,7% no PURE. 

 Finalmente, não foi qualificado o  tipo de carboidrato da dieta , não se sabendo se os participantes do estudo ingeriam carboidratos simples (com baixo índice glicêmico) ou complexo (rico em fibras e baixo índice glicêmico), que diferem significativamente em termos de incidência de eventos cardiovasculares .

 Esse estudo foi veiculado na mídia leiga causando uma enorme confusão pois , vem sendo sendo utilizado como base de muitas afirmações que temos visto no Instagram , Tweeter, Facebook etc.. Nesses posts, existem conclusões sem o mínimo conhecimento cientifico , verdadeiros FAKE NEWS, pois os seus autores não revelam ao público os viéses do estudo PURE, que colocaram em dúvida os seus resultados.

 É importante saber que as recomendações clássicas da ingestão de gorduras na prevenção das doenças cardiovasculares , publicadas pelas  associações medicas e nutricionais tanto europeias, americanas e brasileiras  ainda ressaltam o papel nocivo das gorduras saturadas na saúde, de modo a se recomendar que numa dieta não se consuma mais do que 35% de gorduras, sendo 10% de saturadas, sugerindo sempre a troca da gordura saturada pela mono ou poli-insaturada.

Dessa maneira, antes de você validar as informações que correm pela internet, principalmente com relação a sua alimentação, procure saber a origem das informações, se existe uma literatura de base , para evitar enganos que poderão ser prejudiciais a sua saúde.