{"id":1279,"date":"2015-01-29T10:00:11","date_gmt":"2015-01-29T13:00:11","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/familiasnovas\/?p=1279"},"modified":"2023-01-24T16:33:59","modified_gmt":"2023-01-24T19:33:59","slug":"comunicacao-intrauterina-falando-com-o-bebe-parte-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/saudesexualreprodutiva\/sexualidade\/comunicacao-intrauterina-falando-com-o-bebe-parte-1\/","title":{"rendered":"Comunica\u00e7\u00e3o intrauterina"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left\"><a href=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/familiasnovas\/files\/2015\/01\/comunica\u00e7\u00e3o-intra-uterina.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1280 aligncenter\" src=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/familiasnovas\/files\/2015\/01\/comunica\u00e7\u00e3o-intra-uterina.jpg\" alt=\"comunica\u00e7\u00e3o intra uterina\" width=\"408\" height=\"310\" srcset=\"https:\/\/blog.cancaonova.com\/saudesexualreprodutiva\/files\/2015\/01\/comunica\u00e7\u00e3o-intra-uterina.jpg 1500w, https:\/\/blog.cancaonova.com\/saudesexualreprodutiva\/files\/2015\/01\/comunica\u00e7\u00e3o-intra-uterina-300x228.jpg 300w, https:\/\/blog.cancaonova.com\/saudesexualreprodutiva\/files\/2015\/01\/comunica\u00e7\u00e3o-intra-uterina-768x584.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 408px) 100vw, 408px\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"text-decoration: underline\">Comunica\u00e7\u00e3o intrauterina.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif\"><span style=\"font-size: small\"> Fui convidada para discorrer sobre esse assunto com muita alegria, sendo que usarei de conhecimentos da literatura cient\u00edfica, mas tamb\u00e9m de tudo aquilo que me foi proporcionado quando fui gestante no Jap\u00e3o. Hoje como enfermeira e como instrutora do M\u00e9todo de Ovula\u00e7\u00e3o Billings, vejo como \u00e9 fundamental oferecer conhecimentos sobre a import\u00e2ncia da Comunica\u00e7\u00e3o intrauterina desde que a futura mam\u00e3e e o futuro papai estejam conscientes da sua gravidez.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif\"><span style=\"font-size: small\"> Existem muitos mitos que cercam essa fase e esse artigo tem como finalidade esclarecer alguns pontos importantes evidenciando a import\u00e2ncia de estabelecer a comunica\u00e7\u00e3o da mam\u00e3e e do papai que est\u00e3o no mundo externo, para que partilhem de modo integral as suas vidas, suas emo\u00e7\u00f5es, suas perspectivas com a nova vida que se desenvolve no ventre da m\u00e3e. Este novo ser em todas as suas dimens\u00f5es deve ser reconhecido como um ser desejado, amado e portanto como integrante de uma fam\u00edlia.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif\"><span style=\"font-size: small\"> Com o advento dos exames de ultrassonografia no fim da d\u00e9cada de 60, muitas pesquisas come\u00e7am a evidenciar a vida uterina e o desenvolvimento do beb\u00ea, tanto f\u00edsico como emocional. Cientistas come\u00e7am a perceber in\u00fameros dados reais antes apenas relatados em hip\u00f3teses, como por exemplo o chupar o dedo, apalpar e soltar o cord\u00e3o umbilical, solu\u00e7ar, entre outros eventos.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif\"><span style=\"font-size: small\"> Sabemos portanto, no tempo presente a import\u00e2ncia da comunica\u00e7\u00e3o intrauterina para que o feto possa desenvolver toda a sua capacidade f\u00edsica, emocional e porque n\u00e3o dizer intelectual?<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif\"><span style=\"font-size: small\"> <span style=\"color: #000000\">Pesquisas cient\u00edficas conclu\u00edram que m\u00fasicas de Mozart, Bethoven e Vivaldi, promovem no feto harmonia e equil\u00edbrio emocional. <\/span><span style=\"color: #000000\">Crian\u00e7as entre 5 e 6 anos, que durante toda a fase gestacional foram estimuladas atrav\u00e9s da comunica\u00e7\u00e3o intrauterina e ouviam m\u00fasica cl\u00e1ssica, escolheram a flauta e o violino como instrumento musical. Outra pesquisa interessante \u00e9 da Universidade de Washington, que relata que desde a vida intrauterina o feto \u00e9 capaz de reconhecer o idioma de seus pais e que crian\u00e7as que est\u00e3o envolvidas em outro contexto em que haja outro idioma, aprendem esse outro idioma com muita facilidade, pois a partir da 32\u00aa semana o feto \u00e9 capaz de memorizar tudo o que ele ouve. <\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif\"><span style=\"font-size: small\"><span style=\"color: #000000\"> Discorrendo sobre o par\u00e1grafo <\/span><span style=\"color: #000000\">a<\/span><span style=\"color: #000000\">nterior, como havia relatado, fui gestante no Jap\u00e3o e meu filho, foi sendo gerado nesse contexto, onde em casa eu, meu esposo e amigos fal\u00e1vamos a l\u00edngua portuguesa e fal\u00e1vamos japon\u00eas para subsistir no cotidiano no pa\u00eds que naquele momento opt\u00e1vamos em viver <\/span><span style=\"color: #000000\">e que seria o pa\u00eds de escolha para que nosso filho nascesse. Como mor\u00e1vamos em uma cidade com muita facilidade para que nosso filho falasse o portugu\u00eas, inclusive na escola, at\u00e9 os seis anos <\/span><span style=\"color: #000000\">de idade <\/span><span style=\"color: #000000\">ele foi crescendo num <\/span><span style=\"color: #000000\">ambiente<\/span><span style=\"color: #000000\"> onde <\/span><span style=\"color: #000000\">se <\/span><span style=\"color: #000000\">falava mais o portugu\u00eas do que o japon\u00eas. Por\u00e9m, com sete anos de idade, ele entrou para a escola japonesa e em menos de um m\u00eas j\u00e1 era fluente na l\u00edngua como se tudo aquilo que foi memorizado na vida intrauterina viesse a tona, de uma maneira natural. Assim tamb\u00e9m ocorreu quando ele come\u00e7ou a ter na escola, aulas de m\u00fasica. T\u00e3o logo come\u00e7ou as aulas, come\u00e7ou a tocar a flauta, depois piano e na adolesc\u00eancia viol\u00e3o de uma maneira tranquila e muito simples, como se a m\u00fasica sempre tivesse feito parte de sua vida. Fic\u00e1vamos admirados quando ele come\u00e7ava a solfejar as notas das m\u00fasicas. Muitas vezes nos pergunt\u00e1vamos de onde vinha tudo aquilo e sempre conclu\u00edamos que s\u00f3 poderia ser pelo est\u00edmulo que demos quando <\/span><span style=\"color: #000000\">ele existia dentro de meu ventre. <\/span><span style=\"color: #000000\">Nos<\/span><span style=\"color: #000000\"> tempos dispon\u00edveis amava ouvir m\u00fasica e at\u00e9 escolhemos um tema de m\u00fasica que desde o ventre faz parte de sua vida. Relatando <\/span><span style=\"color: #000000\">esses fatos <\/span><span style=\"color: #000000\">a ele desde crian\u00e7a, consegue perceber o quanto foi querido e amado por seus pais.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif\"><span style=\"font-size: small\"> <span style=\"color: #000000\">Assim a<\/span><span style=\"color: #000000\">trav\u00e9s da m\u00fasica, m\u00e3e e filho podem criar desde muito cedo uma rela\u00e7\u00e3o profunda e os sons podem ser uma das formas de a m\u00e3e (e o pai, por que n\u00e3o?) transmitirem ao filho emo\u00e7\u00f5es e sentimentos. Para al\u00e9m disso, acredita-se que escutar um tema especial ao longo da gravidez traz algumas vantagens, j\u00e1 que, para al\u00e9m de conseguir ouvi-lo, o feto consegue, a partir da 32\u00aa semana de gesta\u00e7\u00e3o, memoriz\u00e1-lo. Assim, a mesma m\u00fasica n\u00e3o s\u00f3 o acalma ao longo da sua vida uterina, como vai ter o poder de continuar a acalm\u00e1-lo quando sair c\u00e1 para fora e a tornar a ouvir, desta vez sem a barriga da m\u00e3e pelo meio.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #000000\"> <span style=\"font-family: Times New Roman,serif\"><span style=\"font-size: small\"> Luciane Ida<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif\"><span style=\"font-size: small\">Enfermeira e Instrutora do M\u00e9todo de Ovula\u00e7\u00e3o Billings\u2122<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"center\">Posto M\u00e9dico Pe. Pio<\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-family: Tw Cen MT,serif\"><span style=\"font-size: medium\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comunica\u00e7\u00e3o intrauterina. 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