Todos nós temos conflitos que necessitam de soluções… Faça isso: entregue o conflito que você está vivendo para Maria, a mãe de Jesus e nossa mãe!

 

O dias estão passando muito rápido, mas, também podemos pensar desse jeito: estamos passando pelo tempo, e em cada tempo, estamos aprendendo.  No dia 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, celebro o dom da minha vida, 49 anos de idade.

 

 

Quero agradecer a Nossa Senhora Aparecida por tudo que Ela é na minha vida… Eu nasci dia 12 de outubro de 1968. E, rumo aos cinquentão, quero deixar registrado que sou resultado da intercessão da minha mãe, que por vários anos rezou o rosário diante da imagem de Nossa Senhora Aparecida pela minha conversão. E além da transformação da minha vida, acredito que o meu casamento com a Carla Astuti, os nossos três filhos, e a minha vocação missionária na Canção Nova têm as mãos de Maria!

 

 

Celebrar a Santa mãe de Deus lembra-nos que temos mãe, não somos órfãos, temos uma mãe. E reconhecer a maternidade de Maria nos ajuda a caminhar PRA FRENTE, pois, A VIDA CONTINUA… Foi isso que Ela fez, continuou a vida e não ficou parada na morte do seu filho Jesus.

 

Com Maria aprendemos a dar respostas de esperança diante da desesperança, afinal, a sociedade está necessitada de homens e mulheres de fé que semeiam a esperança.

 

Sim, que Maria nos ajude a reavivar a fé, viver o amor e conservar o bom humor!

 

     

 

Encontrar com o Cristo é encontrar com a esperança!

 

 

Jesus nos conhece. Sim, Ele sabe das qualidades e limites do ser humano, sabe das coisas boas e ruins que cada pessoa tem no coração. Saber dessa verdade, nos ajuda a viver o conflito relacionado ao tempo: presente, passado e futuro. Afinal, “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e sempre” (Hebreus 13,8)

 

 

Olhar com gratidão o passado – Quando temos consciência de que no passado aconteceram coisas boas e ruins, isto é um bom começo para não ficarmos presos nem nas coisas boas e nem nas coisas ruins que ocorreram, pois o passado não volta mais. Portanto, precisamos olhar para o passado com um olhar de aprendizado e gratidão. Aprender com o passado para viver o tempo presente. 

 

O passado passou, e o futuro ainda não temos, então, o que fazer?

 

Viver com paixão o presente – Temos o tempo presente, o hoje… E no agora da nossa vida é essencial nos encher de esperança, pois, o entusiasmo pela vida é vital. É preciso pôr-se em ação para que a alegria não seja sufocada por algo que aconteceu no passado, e nem eliminada pela inquietação do futuro que ainda não chegou.

 

Abraçar com esperança o futuro – Pensar num mundo encantado é ilusão, pois temos as aflições do dia a dia. Mas é possível transformar o nosso mundo interior, a partir do entendimento de que o futuro começa agora… Agora é a hora da guinada em todos os aspectos da vida… A primeira mudança que precisa acontecer é interiormente. Pois, não temos só coisas ruins, temos também qualidades e coisas boas dentro da gente, e são essas coisas boas que precisamos por pra fora Agora

 

Agora, a humanidade está necessitada de esperança, e sempre tem alguém na expectativa de que o milagre pode acontecer. Por isso, precisamos ser anunciadores da esperança, e acreditar que transformações podem acontecer agora!

 

Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e eternamente.

 

Não podemos deixar que o assédio sexual e a violência sexual se tornem normal…

 

Eu e minha esposa, acreditamos que é possível ter um casamento fortalecido, e temos levantado essa bandeira. Nas palestras que damos para casais e famílias, além dos vários conteúdos que abordamos, também falamos da beleza que é a sexualidade humana, criada por Deus. Se por um lado estamos rompendo com o silêncio para falar que o sexo é belo, puro e sagrado, por outro, é preciso romper com o silêncio para denunciar sobre a violência sexual que acontece, e por vários motivos, a vítima guarda no silêncio do seu coração a dor da violência sexual.

 

 

E quem são as vítimas? Sim, anualmente no Brasil são mais de 500.000 mil, sendo que o maior número das vítimas se encontra entre: crianças, adolescentes e mulheres. E quem comete? Parece inacreditável, mas são pessoas próximas que se tornam agressores: pais, padrastos, amigos, conhecidos, parentes, namorados. Enfim, isto mostra que a violência sexual surge dentro das casas, e a vítima sofre no silêncio

 

 

“Quando alguém é assediado com intenções sexuais, isso pode ter consequências para a vida toda – tristeza, aborrecimento, desgosto, dor, infelicidade” (livro Casamento Fortalecido). Não podemos deixar que o assédio sexual e a violência sexual se tornem normal, ao contrário, ao invés de silenciar, é hora de se posicionar. Então, o que fazer? Acreditar que é possível mudar essa cultura de morte que habita dentro dos lares, e para isso acontecer, precisamos unir forças.

 

 

 

Afinal, todos nós devemos romper com o silêncio, pois, tem jeito de transformar estes números assustadores, portanto, denunciar é preciso. O respeito da dignidade humana necessita ser resgatado urgentemente.

 

Você precisa ter a coragem de romper com o silêncio!

 

Como você tem olhado para cruz?

 

Os pecados humanos determinam uma dívida do homem para com a justiça divina. Mas, Jesus pagou a dívida com o preço do seu sangue, isto é, morrendo em lugar dos culposos. Olhar para cruz é ver a nossa libertação.

 

 

Sim, a cruz deve ser exaltada, pois, o valor pago por essa libertação foi o sangue de Jesus Cristo. “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida como resgate por muitos” (Mt 20,28). Olhar para cruz é ver o Bom Pastor que deu a sua vida por suas ovelhas (Jo 10,11). Jesus, além de dizer: Eu sou o Bom Pastor, Ele disse: Eu vou, e se entregou na cruz. Este gesto de amor revelou o Grande Projeto de Salvação.

 

 

“A fim de que todo o que nele crer tenha vida eterna” (Jo 3,15). Dar a vida eterna é a finalidade da mensagem de Jesus, essa é a esperança grande que precisa existir no coração de cada pessoa, afinal, Deus tem um desígnio glorioso para o ser humano. Olhar para cruz é ver o como aconteceu o nosso resgate, pois, somos “justificados gratuitamente, por sua graça, em virtude da redenção realizada em Cristo Jesus” (Rm 3,24).

O preço deste resgate e desta aquisição foi o sangue de Cristo. Deus Pai, mediante Cristo, libertou o novo Israel da escravidão da Lei e do pecado, adquirindo-o para si, tornando-o seu, comprando-o. Portanto, quando olhamos para cruz, precisamos observar a libertação e o resgate que o Bom Pastor realizou, enfim, Ele pagou um preço caro por mim, por você e por toda humanidade.   

 

A cruz é um bom lugar para depositar as nossas dores, misérias, fracassos e sofrimentos. Ao olhar para cruz podemos experimentar a cura e a salvação que vem do Cristo.

 

 

Você tem valor alto, você não tem cotação. Nenhuma moeda corrente no planeta Terra pode cobrir o preço que Jesus já pagou por você! Somos filhos de Deus. Os filhos de Deus também morrem! O nosso valor é de eternidade, viver sem essa noção é perder a visão! (trecho do livro Tem Jeito).

 

 

 

Não resolver as situações do dia a dia podem contribuir para enfraquecer o relacionamento.

 

 

Mas, quando resolvidos, ou pelo menos detectados, podem fortalecer o seu casamento. Poderíamos pensar em vários pontos, porém, vamos citar alguns exemplos:

 

  • O desgaste emocional é fato, então, marido e mulher precisam aprender a lidar com os momentos de stress. É importante que ambos tenham o apoio um do outro, e não a indiferença. Por isso, o conhecer o outro é tão necessário e exige tempo.

 

  • O não confiar no outro é prejudicial na vida conjugal, portanto, o relacionamento não deve ser construído no ciúme e na desconfiança. É fundamental exercitar o acreditar no outro. A partilha e a transparência não podem faltar…

 

  • O casal não tem vida sexual. É essencial que marido e mulher conversem sobre o porque não tem acontecido o sexo? Afinal, “a Igreja incentiva os cônjuges a procurarem um ao outro, pois, a sexualidade é fonte de alegria e de prazer” (CIC 2362). É onde o “uma só carne” acontece.

 

  • A desarmonia nas escolhas e nas decisões não é bom para o casamento. Ambos precisam respeitar a individualidade de cada um, mas é fundamental pensar de maneira coletiva e não só individual uma vez que são “casal”. Assim, faz bem para o casal e para toda a família. A harmonia nas escolhas é o caminho.

 

  • O mau humor precisa dar espaço para o bom humor. Leveza no relacionamento.

 

  • A auto suficiência… É difícil um relacionamento quando um dos dois se basta. Equilíbrio é essencial.

 

  • A dificuldade em abrir mão. Em todas as fases do casamento o perder para ganhar é um aprendizado para o marido e para a mulher, pois, tem situações que um dos dois precisará ceder para não quebrar a aliança matrimonial.

 

  • E Deus não pode resolver? Sim pode! Mas conta com o empenho dos cônjuges, pois, são livres em suas escolhas. Portanto, é preciso escolher resolver, e dar passos acreditando que em Deus encontrarão a solução.

 

Com Deus o seu casamento tem jeito!