Uma comissão pró-vida, esteve em audiência com o presidente do Congresso Nacional, Senador José Sarney – 16 de Maio – para pedir o impeachment do Ministro do STF, Marco Aurélio de Mello, que foi o relator da vergonhosa legalização do aborto de crianças anencéfalas.

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O STF, ao legalizar o aborto, extrapola sua função e toma uma decisão que seria do Poder Legislativo. Isso causou a indignação de muitos parlamentares e não só de parlamentares mas inclusive de dois Ministros do próprio STF, Ricardo Lewandowski e o presidente da corte, ministro Cezar Peluso. Continue lendo…

Na tentativa de revertar a vergonhosa decisão do STF que legalizou o aborto de crianças com anencefalia, deputados pró-vida estão se unindo e irão apresentar na próxima quarta-feira uma proposta de emenda constitucional para incluir na Carta Magna o termo “desde a concepção” no artigo que trata da inviolabilidade do direito à vida. Se aprovada pelo Congresso, a mudança poderia tornar ilegais toda forma de aborto.

A decisão do STF, além de vergonhosa, abriu margens para que num futuro próximo, o aborto seja totalmente legalizado no país, contrariando a opinião pública que na porcentagem de 82% rejeita o aborto legalizado no país (Vox Populi).

Já começou o recolhimento de assinaturas entre os deputados para a abertura do pedido de emenda constitucional, nesta quinta-feira (26), a proposta alcançou a marca de 175 assinaturas, 4 além do necessário para o protocolo.

Por falar em STF, incrível como esse “supremo” tem perdido a credibilidade hien! Consequência das últimas decisões nefastas que declarou, entre outras, constitucional cotas racistas e ñ sociais nas faculdades, que declarou a licitude de estupro de menina de programa e a pior de todas: declarou legal o aborto de crianças com anencefalia. É de repugnar e ter vergonha de tais ministros que concedem votos e dão vida à cultura de morte.

fonte: Estadão

04. abril 2012 · 8 comments · Categories: Aborto · Tags: , ,

No dia 11 de Abril o STF vai decidir se será permitido em todo o Brasil o aborto de crianças com anencefalia

Isso é muito sério, na prática irão decidir se é permitido eliminar uma vida humana pelo fato desta possuir uma anomalia grave.

O que está em jogo é uma cláusula pétrea da Constituição, que afirma que o direito à vida é inviolável. Diz o artigo 5º da Constituição: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida…”

Para ratificar esse direito o Brasil se tornou signatário do “Pacto de São José da Costa Rica“, que em seu artigo 4º prevê: “Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente” . O Pacto de São José da Costa Rica entrou para o Ordenamento Jurídico Brasileiro através do Decreto 678/1992 e tem status de norma constitucional.

Se o aborto for permitido nos casos de crianças com anencefalia estaremos rasgando a Constituição e jogando no lixo o Pacto de São josé e se abrirá precedente para a legalização total do aborto no país.

Os abortistas sabem disse, por isso estão empenhados.

Anencefalia se previne com a ingestão de ácido fólico durante a gravidez, um comprimidinho baratinho vendido em qualquer farmácia, em vez de combater a anencefalia matando os portadores dela. Uma campanha de concientização e distribuição de ácido fólico seria mais barato para o Estado, permitiria que mães não passassem por esse sofrimento além de promover uma vida normal para a criança.

Onde começa a vida?

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No dia 11 de Abril o Supremo Tribunal Federal (STF), irá analizar o pedido para legalizar o aborto de anencéfalos


Os que querem o aborto dos anencéfalos dizem que matando o feto antes de nascer seria um risco a menos pra mãe. Porém, hora nenhuma cogitam ser o feto um ser humano, independente do tempo de existência.

A questão é: Se eu posso matar alguém pelo fato desse alguém ter uma doença grave, fatal e que já estaria condenada a morte, então, o assassinato de doentes em fase terminal ou com alguma doença também fatal, estaria justificado.

A AIDS ainda é uma doença que, infelizmente, não tem cura; Pergunto: iriam permitir que se fosse um direito assassinar um portador de HIV?

Se você discorda e acha que minha comparação é radical demais, então deixe um comentário me explicando qual a diferênça entre um feto que possui uma anomalia grave e mortal de uma pessoa adulta com anomalia ou doença grave e mortal. Continue lendo…