ideologia de gêneroMensagem longa, mas importantíssima para quem se preocupa com a educação das crianças brasileiras. A Câmara dos Deputados pretende aprovar a ideologia de gênero como diretriz da educação nacional na quarta-feira, dia 19 de março. Não faz ideia do que é ideologia de gênero? Leia a mensagem abaixo e se manifeste aos deputados relacionados no final dessa mensagem! O que eu tenho a ver com isso? Tudo… a conquista de “direitos” de uma minoria não ocorrerá sem a supressão do direito de educar o seu filho! Continue lendo

Pronunciamento do Deputado Eros Biondini contra o aborto

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09. fevereiro 2012 · 14 comments · Categories: Formação · Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Por trás do projeto para implantar o aborto estão basicamente dois interesses:

A Política Internacional de Controle de População, uma nova forma de colonialismo que os países do norte -países ricos – querem impor aos países do sul – paíseem desenvolvimento;

E o interesse financeiro na lucrativa Indústria do Aborto.

.       Existe de fato um esquema armado, bem estruturado com projetos e metas que envolvem Milhões de dólares visando o controle populacional; Estes projetos comportam organizações com representações em diversos países, inclusive no Brasil com o nome de “BEMFAM”, “Católicas Pelo Direito de Decidir”, “CEPIA”, entre outras.

Na cabeça da campanha está o Conselho Populacional da Organização da Nações Unidas (ONU) e uma série de instituições que apoiam e promovem as ações de grupos militantes disfarçados de ONGs. Assim como também é sistematicamente planejada e armada a conquista da lucrativa indústria do aborto.

No Brasil o esquema funciona da seguinte forma:

Grupos Eugenistas internacionais interessados na “melhoria da raça humana” (por isso o motivo do “controle demográfico” sobre os países pobres) e grupos interessados na lucrativa indústria do aborto, são financiados por instituições que abraçaram a causa.

No Brasil criou-se em 1990 a ONG “CEPIA”(Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação), que tem recebido apoio e verbas de diversas instituições, a maioria internacionais; São elas:

*Fundação Ford

*Fundação Rockefeller

*Fundação MacArthur

*ONU (Unicef, FNUAP e Unifem)

*O Programa de DST/AIDS do Ministério da Saúde

*SPM (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres)

*Global Fund for Women

*OAK Fundation

São instituições que não desistem da idéia de um mundo dominado por poucos.

Para conquistarem seus objetivos, eles investem nas seguintes estratégias:

*Legalização do Aborto

*Esterilização

*União homossexual

*Contracepção

*Cultura de poucos filhos

*Educação Sexual Hedonista

Enfim, tudo que não gera filhos.

No Brasil a taxa de 6 filhos por mulher caiu para menos de 2, da década de 60 até 2006, ou seja, taxa incapaz de repor a própria população existente (“Indicadores Sociodemográficos e de Saúde no Brasil – 2009”. IBGE )

Todo esse projeto que visa o Aborto legalizado, passou a ser conhecido à fundo após o documento do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, até então CONFIDENCIAL, ter sido rejeitado pela Casa Branca em 1989;

O Documento foi chamado de Relatório Kissinger e foi a grande cartada na tentativa de implantar, de uma vez por todas, a ideologia da eugenia nazista(sem aspas) em nome do Controle Demográfico visando os interesses dos países ricos.

Este relatório veio à luz porque foi rejeitado pela Casa Branca, mas ganhou força após investimentos privados e se estruturou tornando-se assim uma grande máfia.

O documento, conhecido como Relatório Kissinger foi apresentado para o Governo Americano com o nome de “Implicações de crescimento da população mundial para a segurança e os interesses externos dos Estados Unidos”.

Esse Relatório, assinado pelo então Secretário de Estado Henry Kissinger, foi encaminhado para todas as embaixadas dos Estados Unidos, como instrumento de trabalho para que agentes pudessem pressionar os governos.

No Relatório Kissinger encontramos:

A condição e a utilização das mulheres nas sociedades dos países subdesenvolvidos são particularmente importantes na redução do tamanho da família… As pesquisas mostram que a redução da fertilidade está relacionada com o trabalho fora do lar(NSSM 200, Pag.151)

Ter como prioridade educar e ensinar sistematicamente a próxima geração a desejar famílias menos numerosas (idem pag.111)

A grande necessidade é convencer a população que é para seu benefício individual e nacional ter em média, só 3 ou então dois filhos” (idem pag.158)

…devemos mostrar nossa ênfase no direito de cada pessoa e casal determinar livremente e de maneira responsável o número e o espaçamento de seus filhos e no direito a terem informações, educação e os meios para realizar isso, e mostrar que nós estamos sempre interessados em melhorar o bem-estar de todos (idem pag.22, §34)

Há também o perigo de que alguns líderes dos países menos desenvolvidos vejam as pressões dos países desenvolvidos na questão do planejamento familiar como forma de imperialismo econômico e racial; isso bem poderia gerar um sério protesto” (idem pag.106)

Prestar serviços de planejamento familiar integrados aos serviços de saúde de maneira mais ampla ajudaria aos EUA a combater a acusação ideológica de que os EUA estão mais interessados em limitar o número de pessoas dos países menos desenvolvidos do que em seu futuro bem-estar (idem pag.177)

A assistência para o controle populacional deve ser empregada principalmente nos países em desenvolvimento de maior e rápido crescimento nos que os EUA têm mais interesses políticos e estratégicos especiais. Esses países são Índia, Bangladesh, Paquistão, Nigéria, México, Indonésia, Brasil, Filipinas, Tailândia, Egito, Turquia, Etiópia e Colômbia (idem, pag.14/15, §30)

Quanto diretamente ao aborto diz o documento:

Certos fatos sobre o aborto precisam ser entendidos:

Nenhum país já reduziu o crescimento de sua população sem recorrer ao aborto.

-As leis de aborto de muitos países não são estritamente cumpridas e alguns abortos por razões médicas são provavelmente tolerados na maioria dos lugares. É sabido que em alguns países com leis bastante restritivas, pode-se abertamente conseguir aborto de médicos, sem interferência das autoridades.

…sem dúvida nenhuma, o aborto legal ou ilegal, tem se tornado o mais amplo método de controle da fertilidade em uso hoje no mundo (idem.pag. 182/184)

A sanha para legalizar o aborto no Brasil não é porque estão interessados na tal “liberdade para as mulheres”, mas porque querem eliminar o números de pobres no país a preço de sangue e claro, implantar uma rede de clínicas de aborto, que no mundo é o segundo mais lucrativo mercado, ficando atrás apenas da indústria do sexo.

Nos EUA já conseguiram, pois a IPPF (a maior instituição que lutou a favor da legalização do aborto) hoje é a dona de 20% de todas as clínicas de aborto dos EUA, faturando Bilhões com a indútria abortista.

.      O absurdo não termina por aí, a insensibilidade é tanta que hoje já se encontra nos países onde o aborto é legalizado, a comercialização de Sopa de Feto, venda dos fetos para aproveitamento de órgãos e a venda dos fetos abortados para a indústria de Cosméticos.

Não podemos compactuar com o crime organizado mais terrível dos últimos tempos, e nem nos omitir

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O espetacular pronunciamento do Dep. João Dado no plenário da Câmara Federal ontem sobre o aborto

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O Sr. JOÃO DADO (PDT-SP) pronuncia o seguinte discurso na sessão ordinária do dia 08 de fevereiro de 2012.

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados:

O fundamento do Direito no Brasil é o Direito à Vida. Esse princípio está na Constituição, está nas leis infraconstitucionais, está nos tratados internacionais; está, principalmente, na opinião popular.

Com base nas leis, na opinião dos eleitores, e na minha própria opinião, tenho me posicionado contra os Projetos de Lei que tentam descriminalizar o aborto. No Brasil, tamanha é a rejeição da sociedade a essa prática, que o Código Penal a tipifica como criminosa em qualquer caso, apenas desautorizando sua punição quando realizada por médico para salvar a vida da mãe ou interromper uma gravidez resultante de estupro.

A Constituição Federal, no caput de seu artigo 5º, estabelece a inviolabilidade do direito à vida; nosso Código Civil, já no seu artigo 2º, estabelece a proteção jurídica aos direitos da criança, desde a fecundação do óvulo pelo espermatozoide. O artigo 7º do Estatuto da Criança e do Adolescente garante o direito à vida mediante a efetivação de políticas públicas que permitam o nascimento. Nesse sentido, há também acordos internacionais, como o assinado em 1992, pelo qual o Brasil ratificou a Convenção Americana de Direitos Humanos, que protege o direito à vida desde sua concepção.

No caso de fetos anencéfalos, o aborto chegou a ser liberado em 2004 pelo Supremo Tribunal Federal, sob o argumento que aqueles fetos não poderiam viver fora do útero; entretanto, esse tipo de aborto voltou a ser proibido no mesmo ano pelo mesmo STF, embora o processo até hoje não tenha sido julgado em definitivo.

O movimento feminista pressiona para que se considere a decisão sobre o aborto um direito das gestantes, até certo período de gravidez. Mas as teses feministas não são populares em nosso País, e nunca conseguiram reverter a ilegalidade do ato.

Em 2007, ocorreu em Brasília a 13ª Conferência Nacional de Saúde, que rejeitou a proposta de legalização do aborto, com o voto de aproximadamente 70% dos cinco mil delegados estaduais. Assim, o aborto ficou fora do relatório final da Conferência, pela segunda vez, já que o Executivo também tentou aprovar a ideia na 12ª Conferência, realizada em 2003.

Senhoras e Senhores, o último debate eleitoral mostrou que a população é contrária à legalização do aborto, e a atual Presidenta comprometeu-se a não tomar nenhuma iniciativa no sentido de mudar a atual legislação.

Nesta casa, tramitou por 17 anos um Projeto de Lei que previa a extinção dos artigos do Código Penal que criminalizam o aborto. A Comissão de Seguridade Social e Família rejeitou o projeto em 2008, por 33 votos contrários e nenhum a favor. Depois disso, o Projeto foi para a Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça, onde foi rejeitado por 57 votos a 4. Em 2010, a Comissão de Seguridade Social e Família aprovou o Estatuto do Nascituro, que visa proibir o aborto em todas as circunstâncias.

Em 2007, um estudo estatístico do instituto de pesquisas Datafolha realizou uma pesquisa na qual se revelou que 65% dos brasileiros consideram que a legislação sobre o aborto não deve ser alterada. Em 2010, na última pesquisa sobre o assunto, a rejeição à legalização do aborto aumentou: 82% dos brasileiros acham, como eu, que a atual legislação não deve ser alterada, e apenas 14% manifestaram-se favoráveis à descriminalização.

Em sintonia com a opinião da imensa maioria dos brasileiros, termino meu pronunciamento com as palavras do poeta Mário Quintana:

O aborto não é, como dizem, simplesmente um assassinato. É um roubo… Nem pode haver roubo maior. Porque, ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo. O aborto é o roubo infinito”.

Muito obrigado.

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Esta é uma foto de um velório.

Uma mãe que segura em seus braços o filho assassinado. Você não entendeu errado não, de fato essa criança foi assassinada nos EUA.

Agora, o surpreendente: As autoridades identificaram e prenderam o assassino, porém, o assassino não foi condenado por assassinato.

O que você vai ler agora revela o maior e mais nojento descaso com a vida humana, e  que estamos prestes a ver também no Brasil caso o aborto seja legalizado no país.

A própria mãe relata o caso:

“Meu nome é Tracie Marciniak.

Na foto, tenho no meu colo o corpo do meu filho morto, Zachariah, no seu funeral.

No nono mês da minha gravidez, eu fui golpeada brutalmente por um homem que sabia o quanto eu queria meu bebê.

Este homem me deu fortes golpes no abdômen. Zachariah sangrou até morrer dentro do meu ventre.

Esse homem que me atacou foi sancionado pelas feridas que me causou mas não pela morte de Zachariah, que não foi juridicamente reconhecido como vítima de um crime”.

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. Olhando para a fotografia desta criança, existe alguém de bom senso, que ainda negue que é um ser humano que alí está?

Alguém de bom senso que negue que aquela criança morta brutalmente no ventre de sua mãe é uma vida humana?

Ao assassinar aquela criança aos nove meses de gestação, o assassino foi julgado apenas como agressor da mãe.

Mas então por quê ele não respondeu por assassinato?

Explico:

Se a lei americana, que defende o aborto até aos nove meses, reconhecesse o assassinato daquela criança, teriam então que reconhecer que todo aborto é um crime, e isso não querem!

Mas a verdade não precisa se impor, ela por si mesma se revela; ao olharmos para essa foto, percebemos claramente que se trata de uma vida humana, inocente e indefesa, atacada e eliminada por seu agressor, mas antes, pela lei que não a defendeu.

E o que nós temos com isso? Explico:

Se no Brasil o aborto for legalizado, como querem alguns parlamentares, instituições e indústrias interessadas no lucro do aborto, uma mãe grávida que for agredida, espancada brutalmente e por esse motivo perder seu filho, o assassino daquela criança não será condenado por tal crime, apenas por agressão à mulher.

O tema: ABORTO, vai voltar às “discuções públicas”, que de públicas não tem anda, mais cedo ou mais tarde, estejamos atentos.

TV Cultura e “O fim do silêncio”

Ontem à noite, dia 1 de Setembro/09, a TV Cultura exibiu um documentário com o título “O fim do silêncio”.

Um vídeo encomendado pelo Ministério da Saúde, feito pela Fiocruz, que claramente promove e defende o aborto. Detalhe: produção paga com dinheiro público e exibida em rede nacional.

Só para a produção do documentário foram R$80.000,00 (oitenta mil reais) dos cofres públicos gastos para se defender a insana idéia do ministro da saúde, Gomes Temporão, de que o aborto precisa ser legalizado no Brasil.

O documentário mostra depoimentos de várias mulheres que fizeram o aborto e hora nenhuma mostra-se imparcial na questão, nem revela as profundas e graves sequelas do aborto pra mulher (confira aqui) e/ou a vida humana já concebida que se mata com o aborto.

Assisti até o fim o documentário, e ficou nítido, o tempo todo, a parcialidade do filme, que além de promover a legalização de assassinatos de fetos, divulgou informações mentirosas e dados falsos sobre números de abortos provocados, mortes maternas decorrente de aborto e abortos clandestinos.

Os abortistas são assim mesmo; covardes boçais, incapazes de pelejar sem fraudes e pilantragens.

Faz parte do show deles.

No documentário, de maneira covarde, tentam colocar a posição de quem é contra o aborto apenas como posição religiosa, acusando a religiosidade de ser a grande besta estúpida que só atrapalha o “avanço social e científico” tão almejado pelos abortistas.

Esqueceram que os maiores avanços científicos e sociais na história da humanidade se deu nos preâmbulos religiosos do cristianismo – (confira aqui).

Esqueceram que a Igreja é contra o aborto porque a ciência provou que a vida começa na concepção – (confira aqui); E que a Teologia só confirma o que a Biologia, amparada pela Embriologia e pela Medicina Fetal já disseram.

Exibir um documentário como esse em rede nacional e ainda patrocinado e promovido pelo Ministério da Saúde? É ousadia demais para o meu gosto. É coragem que eu gostaria de ver sendo usada para o bem.

Enquanto isso os bons, assistem e não fazem nada, ou muito pouco.

Espero que não seja tarde demais quando a nação brasileira acordar para o que está acontecendo.

A audácia dos maus se alimenta da covardia e da omissão dos bons”

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A Marcha Nacional da Cidadania pela Vida liderada pelo Movimento Brasil Sem Aborto, reuniu cerca de três mil pessoas, neste domingo, 30, em Brasília (DF). Depois de percorrer cinco quilômetros ao som de três trios elétricos, o ponto culminante do evento foi na Esplanada dos Ministérios com um show da cantora Elba Ramalho.

Seguidores de várias religiões, artistas, juristas, jornalistas e simpatizantes da causa vieram de vários estados como São Paulo e Goiás. Um dos organizadores da caminhada, Jaime Ferreira Lopes, acredita que o aborto é a “matriz mais forte” de todos os tipos de violência, por isso a necessidade de manifestações coletivas contra a prática.

A marcha se tornou também um ato de protesto contra o governo federal que boicotou a verba de patrocínio do evento depois ter sido liberada e depositada em conta.

Na última sexta-feira, o Ministério da Cultura suspendeu o repasse de R$ 113 mil alegando que houve “omissão de informação na apresentação do projeto”, pois não deixou claro que a marcha se tratava de uma manifestação contra o aborto.

A organização do evento se defendeu afirmando que o projeto estava claro ao propor ações culturais em defesa da vida, além de ter sido aprovado sob os aspectos técnicos e jurídicos pelo mesmo Ministério da Cultura.

Na avaliação do Movimento Brasil sem Aborto, a suspensão do patrocínio foi cerceamento da liberdade de expressão e demonstrou parcialidade do governo em relação ao tema. Eles lembraram que em 2008 um filme pró-aborto, produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi financiado com verba pública.

Elba Ramalho começou o show cantando a Oração de São Francisco. Apesar de já ter praticado aborto, a cantora se tornou engajada na campanha e diz que hoje não abortaria mais, defendendo a vida em todas as circunstâncias.

Elba teve sua participação questionada no evento por grupos feministas, mas disse que o maior equívoco que a sociedade pode cometer é aprovar o aborto. “Vim colocar minha assinatura nesta luta. Sou católica praticante de comunhão e Missa frequente e se tiverem que me metralhar neste palco morrerei feliz, mas não mudo minha opinião”, declarou.

A cantora revelou ainda que o próprio ministro da Cultura, Juca Ferreira, telefonou para ela antes de cancelar a verba do evento, explicando que ele próprio é contra o aborto, mas recebeu orientação para não apoiar a manifestação. “Eu disse a ele que não concordava com essa atitude do governo e que isso era censura à livre manifestação”. E concluiu: “Infelizmente, estamos neste fim dos tempos percebendo que seremos cada vez mais perseguidos por nossas posições que defendem os valores. O mundo está cada vez mais dominado por forças estranhas”.

O protesto buscou mobilizar a sociedade contra projetos que tramitam no Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF) visando a legalização do aborto no país.

PROTESTE CONTRA O ABORTO NO BRASIL, manifeste sua posição.

Obs: é importante se manifestar sem proposições religiosas, mas como cidadãos brasileiros.

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A audácia do maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.

Outra opção é a Central de Comunicação Interativa/Câmara dos Deputados

Disque-Câmara: 0800-619619 e-mail: cidadao@camara.gov.br

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.       Em 7/10/2007 o jornal Folha de São Paulo anunciou em reportagem anunciada na primeira página que o Datafolha, em pesquisa, constatou que nos últimos anos aumentou de 61% para 71% o número dos brasileiros que acham que a prática do aborto é “muito grave” e que HOJE APENAS 3% DOS BRASILEIROS PENSAM QUE O ABORTO É MORALMENTE ACEITÁVEL.

87% DOS BRASILEIROS E BRASILEIRAS DECLARARAM QUE O ABORTO É MORALMENTE INCORRETO, apenas 3 % dizem que o aborto é moralmente aceitável”

EM 1998 61% DOS BRASILEIROS DIZIAM QUE O ABORTO ERA ALGO “MUITO GRAVE”, E EM 2007, 71% DECLARAM QUE O ABORTO É “MUITO GRAVE”.

Agora o mais interessante:

Na Declaração Universal dos Direitos Humanos está escrito:

Artigo III.

“Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.”

obs: ser e humanidade são inatos, não são adquiridos; nenhum ser vivo pode ser pessoa se já não for em essência.

Artigo XXI.

  1. “A vontade do povo será a base da autoridade do governo;”

  2. .

Portanto, senhores políticos brasileiros, façam o favor de representar o povo que elegeu cada um de vocês !

Não é aborto legalizado que queremos no país, mas, hospitais, escolas, projetos sociais, postos de saúde, médicos, remédios para o povo, saneamento básico, tudo o que hoje falta no país.

Você sabia que é cobrada do brasileiro uma das taxas mais altas em impostos do mundo?

O brasileiro trabalha 5 meses por ano só pra pagar impostos ao governo; eu disse 5 MESES !

Isso é 47% do que o povo gera economicamente. E em 20 anos a arrecadação foi aumentada em 80%.

Pagamos esse absurdo,e ainda não somos representados? Continuam querendo legalizar o aborto no Brasil!  Isso tem nome, se chama ditadura.

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PROTESTE CONTRA O ABORTO NO BRASIL, manifeste sua posição.

Obs: é importante se manifestar sem proposições religiosas, mas como cidadãos brasileiros.

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“Senado enfrenta enxurrada de críticas por e-mail”

Este foi o título da reportagem do jornal GLOBO.COM do dia 08/04/09.

Explico porquê é tão importante esta notícia.

Quem assistiu o programa PHN do dia 24 de Março na TV Canção Nova, onde foi discutido o tema ABORTO, lembra que durante o programa, tanto o Dunga o entrevistado Paulo e eu, incentivamos o público a se pronunciar através de e-mails ao governo, se manifestando contra a legalização do aborto no Brasil.

Quando saí de dentro da geladeira eu não contei piada ,mas fiz um apelo às pessoas que eram contra o aborto a se posicionarem e a se manifestarem por e-mail ao Senado e à Câmara.

Foi enfatizado durante o programa que nós cristãos não podemos ficar calados diante desse absurdo que é a tentativa de legalizar o aborto no Brasil, e que os políticos estão no poder para nos representar.

O Brasileiro é contra o aborto e isso já foi comprovado por pesquisas sérias feitas pelo DATAFOLHA. Mas é uma maioria, muitas vezes, calada; E a minoria que é a favor do aborto é barulhenta.

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Em 7/10/2007 o jornal Folha de São Paulo anunciou em reportagem anunciada na primeira página que o Datafolha constatou que nos últimos anos aumentou de 61% para 71% o número dos brasileiros que acham que a prática do aborto é “muito grave” e que HOJE APENAS 3% DOS BRASILEIROS PENSAM QUE O ABORTO É MORALMENTE ACEITÁVEL.

“87% DOS BRASILEIROS E BRASILEIRAS DECLARARAM QUE O ABORTO É MORALMENTE INCORRETO, SOMENTE 3 % DIZEM QUE O ABORTO É MORALMENTE ACEITÁVEL.”

“E agora vem o mais importante:

EM 1998 61% DOS BRASILEIROS DIZIAM QUE O ABORTO ERA ALGO “MUITO GRAVE”, E EM 2007, 71% DECLARAM QUE O ABORTO É “MUITO GRAVE”.

O resultado do programa PHN foi a reportagem que coloco abaixo.

obs: é claro que a Globo não disse que a grande massa dos e-mails eram protestos contra o aborto, justamente por defender a legalização do mesmo.

“Senado enfrenta enxurrada de críticas por e-mail”

A administração do Senado vem enfrentando uma enxurrada de críticas por e-mail…

Número de reclamações saltou de seis em fevereiro para 181 em março…

As mensagens foram enviadas para o e-mail geral do Senado e encaminhadas aos 81 senadores. Trouxeram muitas críticas duras…

O Senador Renato Casagrande afirma: “Quando você vê que a sociedade está acompanhando a instituição, a gente ainda pode avaliar que a instituição tem jeito, que ela pode de fato representar os interesses dos brasileiros”…

A médica Isabel está entre os brasileiros que vão além de discutir os problemas com os amigos no trabalho ou na hora de folga. Se vê o que não gosta, vai para o computador e se manifesta. Ela explica: “Ficar prestando atenção, mas indignada apenas, não adianta nada. Eu tenho que me posicionar também, porque o país é da gente”,

Até quando nós cristãos vamos nos calar diante desta tentativa de legitimar este  massacre velado nos ventres de nossas mulheres ?

Se posicione também, mas como cidadão, não como religioso.

Não queremos enxovalhar de e-mails com críticas religiosas e condenações, mas como cidadãos seremos mais ouvidos.

E claro, a partir de hoje assuma esta intenção nas suas orações, pois a oração por essa causa movimenta o céu.

Entre no link abaixo e deixe registrado aos nossos representantes no governo a sua posição sobre a questão do aborto. Não queremos a legalização do aborto no Brasil. Faça-se ouvir.

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PROTESTE CONTRA O ABORTO NO BRASIL, manifeste sua posição.

Obs: é importante se manifestar sem proposições religiosas, mas como cidadãos brasileiros.

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Vídeo: O dia em que convocamos o povo a se manifestar

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