história do aborto no Brasil

CRONOLOGIA DA LEI
DO CAVALO DE TRÓIA,
NO 12.845/2013
1988 – A Fundação MacArthur decide vir ao Brasil financiar um trabalho de controle de
crescimento populacional.

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1989 – Luiza Erundina, do Partido dos Trabalhadores, assume a prefeitura de São Paulo e
estabelece o primeiro serviço brasileiro de abortos em caso de estupro, no Hospital do Jabaquara,
na zona sul da cidade, iniciando uma rede que deveria ser o principal fundamento do projeto para
tornar o aborto completamente livre no Brasil.

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1990 – Em maio de 1990, a Fundação MacArthur chega ao Brasil e através da assessoria de
cidadãos como Elsa Berquó, Ruth Cardoso, Sonia Correa, Aníbal Faundes, Felícia Madeira e Marta
Suplicy, inicia seu programa de trabalho destinado, entre outros, a legalizar o aborto no país. continue lendo

Este documento é a cronologia de toda implantação do aborto no Brasil

Você vai saber toda a trajetória dessa trama que começa com romance e termina em terror.

Este post é considerado uma das grandes riquezas que se encontra raramente porque foi elaborado por queles que pesquisam à fundo o tema e não medem esforços pra desmascarar a cultura de morte no Brasil que aos poucos vai se instaurando no Brasil.

Chamada por especialistas de “Cavalo de Tróia” a Lei nº 12.845/2013 é apresentada como um homenagem à mulheres mas o que de fato faz é coisificar o nascituro em nome de todo tipo de interesses escusos.

CLIQUE AQUI: http://www.documentosepesquisas.com/cavalodetroia.pdf

28. abril 2010 · Comentários desativados em Brasil: Programa de Direitos Humanos aborda temática que não lhe compete · Categories: Formação · Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
Brasil: Programa de Direitos Humanos aborda temática que não lhe compete
Afirmação da Pastoral de Católicos na Política do Rio de Janeiro

RIO DE JANEIRO, terça-feira, 27 de abril de 2010 (ZENIT.org).- A Pastoral de Católicos na Política da Arquidiocese do Rio de Janeiro afirma que o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), lançado recentemente pelo governo brasileiro, “aborda uma temática que não lhe compete”.

Uma temática “que não foi submetida a um debate nacional, inclusive desrespeitando a autonomia do Congresso Nacional, agredindo a Constituição Federal e a legislação em vigor”.

A afirmação da Pastoral foi expressa em nota, divulgada esse sábado, após um encontro no Rio de Janeiro, que contou com a presença do arcebispo, Dom Orani João Tempesta.

Segundo o grupo, o PNDH-3 suscita “graves preocupações”. “Não apenas pela questão do aborto, do casamento de homossexuais, das adoções de crianças por casais do mesmo sexo, pela proibição de símbolos religiosos nos lugares públicos, pela transformação do ensino religioso em história das religiões, pelo controle da imprensa, a lei da anistia, etc, mas, sobretudo, por uma visão reduzida da pessoa humana”.

A questão em jogo é principalmente antropológica: que tipo de pessoa e de sociedade são propostos para o nosso País.”

No Programa de Direitos Humanos “se apresenta uma antropologia reduzida que sufoca o horizonte da vida humana, limitando-o ao puro campo social”.

Dimensões essenciais são negadas ou ignoradas: como a dignidade transcendente da pessoa humana e a sua liberdade; o valor da vida, da família e o significado pleno da educação e da convivência. A pessoa e os grupos sociais são vistos como uma engrenagem do Estado e totalmente dependentes de sua ideologia.”

A nota da Pastoral de católicos na política destaca que “nesta 3ª edição do PNDH, estamos diante de uma cartilha de estilo radical-socialista. Trata-se de um projeto reduzido de humanidade destinado a mudar profundamente a nossa sociedade”. “O programa do Governo é um claro ato de autoritarismo que enquadra os direitos humanos num projeto ideológico, intolerante, que fez retroceder o país aos tempos de ditadura”, afirma o texto. “Diante desse instrumento de radicalização, somos todos interpelados face às ameaças que dele derivam à eficácia de valores vitais, como os da vida, da família, da pessoa, do trabalho, da liberdade e da Justiça.”

Os membros da Pastoral de católicos na política “posicionam-se fortemente contra tal programa e desejam ver bem discutidas estas propostas de modo a transformá-las, de ameaça que são, em um esforço útil a todo o Povo Brasileiro”.

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