Dr. Bernad Nathanson, foi conhecido como Dr. morte ao compor o grupo que conseguiu a legalização do aborto nos EUA e também ao dirigir a maior clínica abortista americana na época.

Ele se fez milhares de abortos, incluindo um em sua própria esposa.

Dr. Nathanson se converte ao cristianismo e se torna o maior ativistas pró-vida dos EUA, autor do famoso filme “O grito silencioso”.

Ele dedicou o restante de sua vida para reparar o erro que cometeu e o prejuizo moral que causou a mundo. veja na foto uma revelação surpreendente que ela faz de como as instituições abortistas agem para legalizar o aborto nos países.

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Uma visão geral sobre a

implantação do aborto.

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Apresentação

Prepare-se para o que você vai ficar sabendo agora, tenho convicção que depois de ler este artigo você nunca mais vai ver a questão do aborto da mesma forma.

De forma bem resumida e acompanhando uma linha histórica você vai saber tudo sobre os reais motivos da implantação do aborto no mundo.

Vinculado ao conhecimento sobre a real intenção abortista, proponho às pessoas de boa vontade, uma organizada, entusiasmada e sistemática defesa da vida humana.

Considerando a trama orquestrada abortista,  cito aqui um trecho do documento Evangelii Nuntiandi do Papa Paulo VI : “A Igreja se sentiria culpada diante do seu senhor se ela não lançasse mão desses meios potentes que a inteligência humana torna a cada dia mais aperfeiçoados. É servindo-se deles que ela ‘proclama sobre os telhados’ a mensagem de que é depositária”

O que faz toda a trama promotora do aborto ser ainda mais nociva é a quase total ignorância por parte da sociedade a respeita dela. Continue lendo…

O espetacular pronunciamento do Dep. João Dado no plenário da Câmara Federal ontem sobre o aborto

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O Sr. JOÃO DADO (PDT-SP) pronuncia o seguinte discurso na sessão ordinária do dia 08 de fevereiro de 2012.

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados:

O fundamento do Direito no Brasil é o Direito à Vida. Esse princípio está na Constituição, está nas leis infraconstitucionais, está nos tratados internacionais; está, principalmente, na opinião popular.

Com base nas leis, na opinião dos eleitores, e na minha própria opinião, tenho me posicionado contra os Projetos de Lei que tentam descriminalizar o aborto. No Brasil, tamanha é a rejeição da sociedade a essa prática, que o Código Penal a tipifica como criminosa em qualquer caso, apenas desautorizando sua punição quando realizada por médico para salvar a vida da mãe ou interromper uma gravidez resultante de estupro.

A Constituição Federal, no caput de seu artigo 5º, estabelece a inviolabilidade do direito à vida; nosso Código Civil, já no seu artigo 2º, estabelece a proteção jurídica aos direitos da criança, desde a fecundação do óvulo pelo espermatozoide. O artigo 7º do Estatuto da Criança e do Adolescente garante o direito à vida mediante a efetivação de políticas públicas que permitam o nascimento. Nesse sentido, há também acordos internacionais, como o assinado em 1992, pelo qual o Brasil ratificou a Convenção Americana de Direitos Humanos, que protege o direito à vida desde sua concepção.

No caso de fetos anencéfalos, o aborto chegou a ser liberado em 2004 pelo Supremo Tribunal Federal, sob o argumento que aqueles fetos não poderiam viver fora do útero; entretanto, esse tipo de aborto voltou a ser proibido no mesmo ano pelo mesmo STF, embora o processo até hoje não tenha sido julgado em definitivo.

O movimento feminista pressiona para que se considere a decisão sobre o aborto um direito das gestantes, até certo período de gravidez. Mas as teses feministas não são populares em nosso País, e nunca conseguiram reverter a ilegalidade do ato.

Em 2007, ocorreu em Brasília a 13ª Conferência Nacional de Saúde, que rejeitou a proposta de legalização do aborto, com o voto de aproximadamente 70% dos cinco mil delegados estaduais. Assim, o aborto ficou fora do relatório final da Conferência, pela segunda vez, já que o Executivo também tentou aprovar a ideia na 12ª Conferência, realizada em 2003.

Senhoras e Senhores, o último debate eleitoral mostrou que a população é contrária à legalização do aborto, e a atual Presidenta comprometeu-se a não tomar nenhuma iniciativa no sentido de mudar a atual legislação.

Nesta casa, tramitou por 17 anos um Projeto de Lei que previa a extinção dos artigos do Código Penal que criminalizam o aborto. A Comissão de Seguridade Social e Família rejeitou o projeto em 2008, por 33 votos contrários e nenhum a favor. Depois disso, o Projeto foi para a Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça, onde foi rejeitado por 57 votos a 4. Em 2010, a Comissão de Seguridade Social e Família aprovou o Estatuto do Nascituro, que visa proibir o aborto em todas as circunstâncias.

Em 2007, um estudo estatístico do instituto de pesquisas Datafolha realizou uma pesquisa na qual se revelou que 65% dos brasileiros consideram que a legislação sobre o aborto não deve ser alterada. Em 2010, na última pesquisa sobre o assunto, a rejeição à legalização do aborto aumentou: 82% dos brasileiros acham, como eu, que a atual legislação não deve ser alterada, e apenas 14% manifestaram-se favoráveis à descriminalização.

Em sintonia com a opinião da imensa maioria dos brasileiros, termino meu pronunciamento com as palavras do poeta Mário Quintana:

O aborto não é, como dizem, simplesmente um assassinato. É um roubo… Nem pode haver roubo maior. Porque, ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo. O aborto é o roubo infinito”.

Muito obrigado.

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Um breve histórico da trama para legalizar o aborto no Brasil

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Brasil, um país de todos e de todas?

Se é de todos é também dos que estão nos ventres maternos.

De todas? Em média 50% das crianças abortadas são mulheres!

O argumento mais usado na tentativa de legalizar o aborto é que seria uma defesa dos direitos da mulher.

E a defesa da menina abortada? Onde estão os direitos dela? Onde estão as movimentos feministas agora?

Contrariando as pesquisam que mostram que apenas 3% da população brasileira acha o aborto moralmente aceitável, o  governo Lula decidiu agir assim mesmo, fomentando a maior movimentação pró-aborto da história do Brasil.

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Histórico

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* Em Abril de 2005 o governo Lula comprometeu-se com a ONU, em legalizar o aborto no Brasil.

Registrado no IIº Relatório do Brasil sobre o Tratado de Direitos Civis e Políticos, apresentado ao Comitê de Direitos Humanos da ONU (nº45).

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* Em Agosto de 2005, o governo reconhece o aborto como Direito Humano da Mulher. Entregou ao comitê da ONU para a Eliminação de todas as Formas de Descriminalização contra a Mulher (CEDAW) documento confirma a declaração.

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* Em Setembro de 2005, o governo apresentou ao Congresso o Projeto de Lei 1135/91 de autoria do Dep. José Genoíno, que propõe descriminalizar o aborto até o 9º mês de gestação e por qualquer motivo.

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* Em Setembro de 2007, o PT assumiu a descriminalização do aborto e o atendimento de todos os casos no serviço público, como programa do Partido, sendo o primeiro partido no Brasil a assumir a causa como programa.

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* Em Setembro de 2009 o PT puniu os dois deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso por serem contrários à legalização do aborto.

Com o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, o governo Lula emplacou o discurso: “legalizar o aborto é questão de saúde pública.” Então faço a pergunta: O sistema de saúde que não atende nem as mães que querem dar a vida aos filhos, irá atender as que querem matá-los? A saúde é um caos! Falta hospitais, macas, aparelhos, leitos, remédios, médicos…e agora querem que o sistema de saúde dê aborto seguro à população? É uma piada!

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* Em Fevereiro de 2010 o Partido dos Trabalhadores, o presidente Lula e a então Ministra Dilma Rousseff, firmaram oficialmente, através, inclusive de assinaturas de próprio punho, o apoio incondicional ao 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, o controle de imprensa, a retirada de símbolos religiosos das repartições públicas, a união civil homossexual, comissão que privilegie grupos invasores de terra,inclusive terrasprodutivas, etc…etc…etc…

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* Em junho de 2010 o PT e os aliados boicotaram a criação da CPI do Aborto que investigaria as origens dos financiamentos por parte de organizações internacionais para a legalização e a promoção do aborto no Brasil. Por temerem ser revelado a existência de empresas privadas internacionais que investem para que o aborto seja legalizado no Brasil, entre elas a Fundação Ford, Fundação Rockfeller, Fundação MacArthur, etc.

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O  partido do governo não respeitou a própria constituição do país que declara o direito de todos à vida, não respeitou o Pacto de São José da Costa Rica do qual é signatário, onde se confirma a vida começando na concepção.(obs: o pacto é um compromisso abaixo da constituição, porém, acima das leis)

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* Em Julho de 2010, exatamente dia 16, o governo Lula assinou um documento chamado “Consenso de Brasília” que propõe a liberação completa do aborto para todos os governos da América Latina.

E apesar do nome “Consenso”, ele só representa o consenso entre os próprios promotores do aborto.

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Senado brasileiro recebe proposta de legalização do aborto

Pois é, exatamente como eu havia alertado aqui: Após a movimentação de uma minoria para impor um adestramento da cultura homossexual nas escolas através do “Kit Gay”, e da movimentação que culminou na aprovação da união civil homossexual pelo STF, eles voltaram com tudo para tentar fazer do Brasil um país abortista; Aliás,eles andam sempre juntos, um grupo dando força para o outro, os que querem um país de cultural homossexual e os que querem um país abortista. Veja a notícia:

BRASILIA, 25 Ago. 11 / 03:03 pm (ACI)

O Movimento em Defesa da Vida no Brasil (MDV) denunciou que na quinta feira, 18 de agosto, a Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto, reuniu em Brasília representantes de diversas ONGs que promovem a legalização do aborto no país para a realização de uma plenária após a qual representantes destas organizações tiveram uma audiência pública no Auditório Petrônio Portela do Senado Federal para apresentar um documento favorável à despenalização do aborto no Brasil.

A audiência no senado foi convocada pela Senadora Lídice da Mata, do PT da Bahia, com o apoio da senadora Ângela Portela, do PT de Roraima, e da senadora Ana Rita, do PT do Espírito Santo.
O tema da reunião, conforme a convocação oficial, era um “debate sobre os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.”

Conforme havia sido anunciado pela Senadora Marta Suplicy, as organizações que promovem o reconhecimento do aborto como um direito humano no Brasil, pesadamente financiadas por um conglomerado de fundações norte americanas, estão voltando o foco de suas atenções para o Senado Federal.

Dois dias após o término das eleições de 2010, ao ser questionada por uma repórter sobre “as chances, depois do que aconteceu nas eleições de 2010, do PT retomar bandeiras históricas como o direito ao aborto e ao casamento gay”, a senadora Suplicy respondeu: “certamente a prioridade do governo passará longe disso, e a presidente Dilma se comprometeu e não fará nenhum gesto neste sentido. Porém o congresso é outra coisa, e provavelmente deverá recuperar [o tema]”.

Segundo o MDV, durante a mencionada audiência no Senado, representantes de várias ONGs, entre as quais entre as quais está a Articulação de Mulheres Brasileiras, a Marcha Mundial de Mulheres, a Liga Brasileira de Lésbicas, a União Nacional dos Estudantes e a Central Única dos Trabalhadores, apresentaram aos senadores o documento da plataforma para legalização do aborto no Brasil.

O documento, distribuído no Senado, mas não divulgado pelos meios de comunicação, afirma, entre outras coisas que pretende-se retomar, no Brasil, “a proposta de legalização elaborada pela comissão tripartite, instituída em 2005 pela secretaria de políticas para as mulheres, retirando a prática de abortamento do código penal”.

Isto é, afirma o boletim do MDV, “o infame projeto elaborado pelo Governo Lula, apresentado sob a forma do substitutivo do PL 1135/91, que pretendia tornar o aborto legal durante todos os nove meses da gravidez, uma vez que, removido do Código Penal todas as figuras do crime de aborto, não haverá, no ordenamento jurídico brasileiro, qualquer tipificação de crime contra a vida antes do nascimento”.

A Plataforma insiste, porém, paradoxalmente, em “refutar a tese de que se pretende legalizar o aborto até o nono mês de gestação”.

A Plataforma afirma também que o aborto é apenas “o resultado da interrupção da gravidez até a 22ª semana de gestação e cujo produto pesa até 500 gramas”, discriminando o nascituro e ignorando que se trata de um ser humano completamente formado, dotado do mesmo direito inalienável à vida que qualquer outro ser humano, e não um simples produto que pesa até 500 gramas.

Ademais a Plataforma pretende “impedir que organizações religiosas participem na elaboração e controle social das políticas públicas, ou recebam recursos públicos para ação social que seja orientada por princípios religiosos”.

Segundo o MDV o documento pretende também “garantir a orientação sexual” nas escolas e “impedir a prática do ensino religioso na rede pública de educação”.

Para ver a notícia da reunião pró-aborto feita pela Agência Senado, visite:
http://www.senado.gov.br/noticias/movimento-de-mulheres-critica-projetos-de-lei-contrarios-a-interesses-femininos.aspx

Para entender os desafios relacionados à defesa da vida no Brasil recomendamos também:
http://www.votopelavida.com/defesavidabrasil.pdf

Os Abortista não param de trabalhar, inventando desculpas para defenderem o aborto.

Algumas argumentações chegam a ser ridículas, como: “Acontecem tantos abortos clandestinos no Brasil, temos que aprovar, pra sair da clandestinidade”

Somente, que só no estado do Rio de Janeiro tem mais de 800 mil dependentes químicos. Aí eu proponho: Vamos legalizar a cocaína? Quantos assaltos acontecem no Brasil todos os dias? Então eu faço uma proposta: Vamos aprovar o assalto? já acontece clandestinamente mesmo, aprovando sai da clandestinidade.

Vamos aprovar a agressão física? já acontece tantas agressões clandestinas mesmo!

Não se pode aprovar crime, só porque já acontece.

Não se pode aprovar o aborto, porque aborto é crime, é matar uma pessoa.

O Conselho Europeu expediu, em 1986, uma recomendação sobre “Os direitos do Embrião Humano”. Nela se lê:

5” Considerando que desde o momento da fertilização dos óvulos a vida humana se desenvolve como um projeto contínuo,(…)

8” Tendo a convicção de que, em vista de um progresso científico que torne possível intervir no desenvolvimento da vida humana desde o momento da fertilização, é motivo de urgência definir a extensão de sua proteção legal

10” Considerando que os Embriões e os Fetos devem ser tratados em todas as circunstâncias com o respeito devido à dignidade humana,(…)

Diz o abortista: “Como resolver o problema então? O aborto está aí, e o povo está fazendo”

Primeiramente, o povo “vírgula”, pesquisas do Datafolha mostram o povo brasileiro em sua imensa maioria é contra aborto. Então, o povo, “vírgula”. A verdade e´que uma minoria é a favor.

Por que não ensinar nas escolas os problemas provenientes de uma gravides fora da hora? Por que não fazem um trabalho educacional, formativo coerente, em vez de ensinar promiscuidade.

Querem curar câncer com aspirina! Mas problemas complicados não se resolvem de maneira simplista.

Estimulam uma sexualidade promíscua o tempo todo, através da mídia, panfletos e projetos do próprio governo, com todo tipo de erotização e depois querem matar as crianças que se originam da própria relação sexual que eles estimularam? Quanta hipocrisia!

As novelas, filmes, propagandas, jornais, revistas e até o próprio governo só fizeram aumentar a taxa de adolescentes grávidas quando estimularam o sexo livre com “responsabilidade”,quando permitiram a livre veiculação da pornografia e omitiram a fragilidade do látex da camisinha ou a porcentagem de ineficiência dos anti-concepcionais. E agora querem legalizar o aborto? Querem matar as crianças geradas pela irresponsabilidade ensinada por eles próprios?

Aí os abortistas tentam atingir pelo emocional e perguntam: “mas e no caso de estupro?”

A verdade é que trazem a questão do estupro que não chega a 1% dos casos, para causar comoção pública, porque todos somos definitivamente contra o estupro.

Querem atacar o resultado e não trabalhar o preventivo que é a legítima educação.

Os abortistas jogam sujo, inventam pesquisas, criam dados, formulam pesquisas com perguntas tendenciosas.

O Grupo “Católicas Pelo Direito de Decidir”, é um exemplo dessa imundice; Se auto-intitulam “Católicas” para usar de argumentos de autoridade, promover o aborto e enganar a população mais inculta, utilizando de recursos internacionais proveniente de grupos que querem o controle populacional à preço de sangue.

sugiro um novo nome para o grupo “Católicas Pelo Direito de Decidir”: Diabólicas pelo direito de matar.

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PROTESTE CONTRA O ABORTO NO BRASIL, manifeste sua posição.

Obs: é importante se manifestar sem proposições religiosas, mas como cidadãos brasileiros.

E-mail Presidência da República: pr@planalto.gov.br

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Ministério da Saúde:——————–Clique Aqui.

A audácia do maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.

Outra opção é a Central de Comunicação Interativa/Câmara dos Deputados

Disque-Câmara: 0800-619619 e-mail: cidadao@camara.gov.br

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O vídeo que você verá agora, é a resposta aos abortistas que defendem a execução da criança(aborto) com anencefalia.

Você ficará impressionado com que vai ver.

Os abortistas tentam de todas as formas fazer com que o aborto seja legalizado.

Para isso eles fazem o que for preciso, passam por cima de tudo e de todos, manipulam informações, inventam pesquisas, omitem as consequências do aborto, forjam dados,etc.

Tudo isso porque precisam defender a ideologia e o lucro deles.

Para chegar ao objetivo que querem, que é o aborto livre e inconseqüente, a fim de controlarem a população e gerar lucros, eles precisam conquistar espaço.

Para o plano funcionar, começam com a defesa da despenalização do aborto, depois a defesa da descriminalização, depois alegando risco para a mãe, fruto de violência sexual, criança não planejada e entre as desculpas está a por anencefalia ( ausência total ou parcial do encéfalo)

Sabemos que nada justifica o assassinato de uma criança, a eliminação de uma vida indefesa e inocente, porém, querem justificar o crime a todo custo, porque conseguindo a liberação para o aborto no caso de anencefalia fica mais fácil deixar a população insensível em relação ao aborto e assim conseguirão um passo importante rumo ao aborto livre.

O argumento que usam para defenderem o aborto no caso de anencefalia é que “a criança irá morrer mesmo!” logo após o nascimento ou irá durar poucos dias; Logo é melhor matá-la logo no ventre de sua mãe porque assim a mãe não irá sentir tanto, embora a criança sinta as dores terríveis da execução do aborto.

Porém, esse é mais uma jogada suja dos abortistas, porque eles não querem somente a morte de uma criança, mas uma vitória política.

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. Sabemos e está comprovado que a vida começa na concepção, mas o fato da Federação Brasileira das Academias de Medicina, assim como a Convenção Americana sobre Direitos Humanos terem se pronunciado oficialmente sobre esta evidência, não acalmou o ímpeto dos abortistas em querer legalizar o aborto no Brasil a todo custo.

Um dos fraquíssimos argumentos pró-morte, ou pró-aborto, tanto faz, é que o aborto seria um mal necessário, um mal menor e que eles não teriam a menor intenção de que o aborto se tornasse um método contraceptivo.

Que os abortistas usam de mentiras, falsos dados, para defender seus interesses isso agente já sabia, porém, querer que acreditemos que não estão interessados no lucro do aborto, isso é novidade. Seria muita inocência da nossa parte pensar que não estão atrás disso.

Todos nós sabemos que existe uma indústria milionário por trás da legalização do aborto, quem nos revela isso é o Dr Bernad Nathanson, um dos responsáveis pela legalização do aborto no EUA ; ele foi o diretor da maior clínica de abortos do mundo, fez milhares de abortos.

Após a chegada do ultra-som e da embriologia, Dr Bernad verificou que o feto era realmente uma vida humana e por isso começou uma das maiores campanhas contra o aborto do mundo.

Dr Bernad Nathanson relata os números: US$ 300 dólares cada aborto. 1,55 milhões de abortos significam uma indústria de US$ 500.000.000 dólares anuais, dos quais a maior parte vai para o bolso do médico que faz o aborto…

A verdade é que eles bem sabem que o aborto legalizado vira método contraceptivo e gera lucro à preço de sangue; ou será que ignoram os dados.

Os números que vou citar agora referem-se aos Estados Unidos da América , país onde o aborto hoje é legalizado.(Brian Clowes,Abortion Statistics: Effective Eye-Opener, e cf.)

7.000 abortos em 1965,

9.500 abortos em 1966,

13.800 abortos em 1967,

18.000 em 1968,

73.000 em 1969),

Saltou para 193.500 abortos em 1970,

para 1.034.000 abortos em 1975,

1.553.900 abortos em 1980, e estabilizou nesse número aterrador.

Antes da legalização, nos EUA, havia 1 aborto para cada 45 nascimentos; atualmente há 1 aborto para cada 3 nascimentos.

As razões, segundo a pesquisa, que levam as mulheres a abortar nos EUA são as seguintes:

76% porque um bebê implica uma grande mudança de vida,

68% porque não têm dinheiro para o bebê,

51% têm problemas com o pai da criança,

31% querem evitar serem mães solteiras,

26% não querem ter mais filhos,

23% porque o pai da criança quer o aborto,

13% porque o bebê pode ter problemas de saúde,

7% por causa da sua própria saúde,

7% porque os pais da mulher querem o aborto,

1% por serem vítimas de violação ou incesto.

No período entre 1965 e 1992, houve 30 milhões de abortos nos EUA.

O aborto é agora a primeira causa de morte dos americanos, três vezes maior do que as doenças cardiovasculares.

E ainda querem nos convencer que o aborto não vai virar método contraceptivo no Brasil, assim como virou nos EUA?

Querem nos convencer de que não existe interesse financeiro e ideológico na questão?

O Nazismo implantou o aborto e a eutanásia no ano de 1935, quando começou a eliminar as crianças que não eram da raça ariana ou possuíam algum “defeito genético” como deficiência física ou mental.

Pouco mais tarde o projeto “evoluiu” e começou a alcançar também as crianças já nascidas até se transformar em um programa de eutanásia em larga escala

Milhares de crianças alemãs, mesmo consideradas racialmente “arianas”, foram enquadradas dentro do programa de eutanásia, muitas por razões sociais em vez de defeitos físicos

A morte das crianças era realizada principalmente pela fome ou por uma alta dose de drogas.

Nos primeiros anos de vigência do programa somente crianças portadoras de sérios defeitos congênitos foram mortas, mas à medida em que o tempo foi passando a idade das crianças submetidas à eutanásia foi aumentando e as indicações para as quais esta era recomendada foram se ampliando. Foram mortas crianças por apresentar orelhas deformadas, por urinar na cama e outras enquadradas como “difíceis de educar”.

A sociedade que elimina uma vida humana, pelo simples fato daquela vida não ser útil ou conveniente, está vivendo na prática os princípios Nazistas de Hitler.

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Pesquisa recente mostra maioria contra o aborto nos EUA.

Desde que o aborto foi aprovado nos EUA, cresceu o número de pessoas a favor do aborto, porém, constatando as consequências do aborto pra mulher, a opinião pública mudou de posição.

De acordo com a Instituto de Pesquisa GALLUP , 51% dos americanos se disseram contra o aborto (“Pro-Life”) enquanto 42% se mostraram a favor – um resultado inédito desde 1995, ano no qual o INSTITUTO GALLUP começou a realizar regularmente pesquisas sobre o assunto.

A campanha pró-aborto é UMA CAMPANHA QUE JOGA SUJO.

Os abortistas falam do exemplo dos países no qual o aborto é aprovado; falam que aprovar o aborto é moderno; que muitos países ditos do “Primeiro Mundo” liberaram e que precisamos liberar também; e que também aprovar o aborto é uma questão de SAÚDE PÚBLICA.

Porém, o que aqueles que defendem o aborto em nenhum momento mostram, são as consequências do aborto na vida da mulher e da criança;

Mas nós aqui queremos trazer estes dados que são dos países onde o aborto foi aprovado, países do Primeiro mundo; Trazemos aqui os dados ocultados pelos abortistas:

25% das mulheres que fizeram aborto freqüentam continuamente psiquiatria.

60% experimentam stress emocional pós aborto e desordem do stress pós traumático.

138% mais probabilidade de depressão comparando com as mulheres que mantem sua gravidez até o fim.

260% mais probabilidade em serem hospitalizadas para tratamentos psiquiátricos.

7 vezes mais propensas ao suicídio do que as outras mulheres.

– De 30% à 50% da mulheres que praticam o aborto ficam com alguma disfunção sexual.

Além de:

  • Perfuração do útero

  • Embolia

  • Necrose

  • Cancro da mama(nº altíssimo), da cervical, do fígado.

  • Complicações numa gravidez futura.

  • Pancreatite

  • Endometrite

  • lacerações

Etc.etc.etc….

ISSO SIM É QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA, e mais: Questões de Saúde Pública no país são:

– Hospitais sem médicos,

– Hospitais sem leitos, sem remédios,

– Filas enormes nos hospitais públicos,

– Incompetência em organizar o sistema de doação do órgãos, fazendo com que milhares morram sem assistência.

– Hospitais sem equipamento pra fazer radiografias.

  • -Filas de espera de 2 anos pra fazer cirurgia de mioma, pela rede pública.

– Etc,etc,etc…

O CAOS NA REDE PÚBLICA; ISSO SIM É QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA

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86% dos americanos querem restringir significativamente o aborto, revelou a enquete Moral Compass encomendada pelos Cavaleiros de Colombo e o Instituto Marista.

Os números refletem os resultados de pesquisas análogas.

79% apóia a objeção de consciência para os trabalhadores da saúde que não querem participar em um aborto.

69% acha que é apropriado que os líderes religiosos se pronunciem sobre o assunto, e 59% pensa que esses líderes devem desempenhar um papel central na polêmica sobre o massacre dos inocentes, informou LifeSiteNews.

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Querem legalizar o aborto no Brasil

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O Ministério da Saúde, Mentiu, Forjou pesquisa.

O Governo federal tem feito uma campanha objetivando a “Legalização do aborto no Brasil”; e sintetizando, vem trabalhando em seus argumentos os seguintes pontos :

(a) suposto elevado número de abortos clandestinos no Brasil;

(b) suposto elevado número de mortes maternas e complicações decorrentes;

(c) verba que é gasta no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde) com tais procedimentos.

Ao ser lançada a Política Nacional de Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, em 22 de março de 2005, a agência de notícias do Ministério da Saúde afirmou:


“Segundo estimativas da OMS (Organização Mundial de Saúde), no Brasil, 31% das gravidezes terminam em abortamento. Todos os anos ocorrem de acordo com as estimativas, cerca de 1,4 milhão de abortamentos espontâneos e/ou inseguros, com uma taxa de 3,7 abortos para 100 mulheres de 15 a 49 aos”

O  Ministro da Saúde referiu essa cifra, de “1,4 milhões de abortamentos espontâneos e/ou inseguros” em debate realizado no auditório do jornal “Folha de São Paulo” realizado no dia 7 de março de 2005.

O então Ministro da Saúde em 2005, Humberto Costa, que inclusive esteve envolvido em escândalos como o “Escândalo dos Vampiros”, e a crise gerada pela interrupção do fornecimento de remédios anti-AIDS (Governo Lula), estava à frente do Ministério

Todavia, não esclareceu o Ministro, nem esclarece o atual Ministro José Gomes Temporão, tampouco o Ministério da Saúde, qual o documento e/ou fonte da OMS em que consta tal número e qual a pesquisa e/ou estudo que o fundamentam.

Alarmada com os números que eram divulgados, a Drª Zilda Arns Neumann, coordenadora da Pastoral da Criança da CNBB, formulou consulta à repartição regional da OMS, a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), tendo recebido documentalmente resposta, que segue em tradução livre do espanhol:


“1. A Organização Mundial de Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde
não auspiciaram, financiaram nem realizaram qualquer estudo ou investigação sobre abortos no Brasil.


2. Tampouco temos conhecimento de algum
estudo ou investigação que tenha sido feito com bases cientificamente sólidas e cujos resultados possam extrapolar-se confiavelmente para todo o país. A Organização Mundial de Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde não auspiciaram, financiaram nem realizaram qualquer estudo ou.


3. Em algumas publicações oficiais da OMS ou da OPAS, publicam-se informações de fontes nacionais, também oficiais.
Porém, neste caso não temos conhecimento de se haver feito com informação referente ao Brasil e de âmbito nacional.


4. Faz três ou quatro anos, um professor brasileiro fez uma
publicação jornalística com dados sobre abortos, assinalando que era uma informação da Organização Mundial de Saúde. Nessa oportunidade nossa Representação enviou uma nota esclarecedora, no sentido do exposto nos pontos anteriores […].


5.
Lamentavelmente, não é a primeira vez que, levianamente, se toma o nome da Organização Mundial de Saúde e/ou da Organização Pan-Americana de Saúde para dar informações que não emanam dessas instituições.” (destacamos; o texto é subscrito pelo Dr. David Tejada-de-Rívero.)


Verifica-se, pois, que o suposto número de abortos espontâneos e/ou provocados no Brasil, que vem sendo divulgado pelo
Ministério da Saúde, deve ter sua fonte detalhadamente explicitada e analisada, devendo tal Ministério deixar de divulgar números inconsistentes em tão grave matéria, que importa em matar seres humanos (mulheres e homens) em suas fases iniciais de vida e/em afetar gravemente a saúde física psíquicas das mulheres que se submetem a um aborto provocado.

Como já foi denunciado,pelo Dr. Bernard Nathanson, os abortistas usam a tática de aumentar enormemente o número suposto de abortos provocados, bem como o de mortes maternas decorrentes para legalizar o aborto. Essa história é antiga e está se repetindo no Brasil.

O ministério da saúde patrocinou um vídeo promovendo o aborto, que custou $80.000 (oitenta mil reais) aos cofres públicos; dinheiro de impostos; e este vídeo circula na internet e é claramente promotor do aborto.

Além de inventar dados, usam o dinheiro do contribuinte para promover a publicidade pró-aborto.

Em uma entrevista concedida à revista “SUPERINTERESSANTE”, na edição Jun 07, O Ministro Temporão assim pronunciou:

Um percentual importante dos óvulos fecundados, acima de 30%, é eliminado naturalmente pelo corpo da mulher. Se a vida começa na fecundação, as mulheres assassinam milhares de seres humanos naturalmente.”

Como um MINISTRO da SAÚDE, tem a capacidade de dizer isso?

Só pode haver dois motivos:

  1. É ignorante quanto à embriologia e ao sistema reprodutor feminino

  2. Está mais um vez usando informações falsas para a promoção do aborto.

  3. .

E você vai ficar de braços cruzados?

PROTESTE CONTRA O ABORTO NO BRASIL, manifeste sua posição.

Obs: é importante se manifestar sem proposições religiosas, mas como cidadãos brasileiros.

E-mail Presidência da República: pr@planalto.gov.br

Senado:——————————–Clique Aqui.

Câmara do Deputados:—————–Clique Aqui.

Ministério da Saúde:——————–Clique Aqui.

A audácia do maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.

Outra opção é a Central de Comunicação Interativa/Câmara dos Deputados

Disque-Câmara: 0800-619619 e-mail: cidadao@camara.gov.br

Escolha o Deputado ———-Clique aqui.

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