O que a Igreja diz sobre a união civil homossexual

O que a Igreja diz sobre a união civil homossexual

Se faz urgente tratar desse tema, uma vez que, não raro, nos deparamos com opiniões completamente equivocadas sobre o assunto. Até aí sem novidades… se não viessem de pessoas muito “esclarecidas”. Temos que reconhecer, muitos cristãos ficam desorientados quando precisam emitir uma opinião sobre a união civil homossexual, por incrível que pareça.

É de conhecimento de todos que em 2011, no Brasil, houve a aprovação, pelo STF, da união civil homossexual e que representantes da Igreja se pronunciaram terminantemente contra essa decisão, porém, outros membros da Igreja, entre eles, alguns de grande expressão, se pronunciaram dizendo que não viam problema algum nessa aprovação pois eram apenas leis civis.

Ainda outros se posicionaram claramente a favor, fazendo a observação de que esse fato seria um direito dos homossexuais, o direito de reconhecerem a sociedade que existe entre eles, e que essa união precisaria estar civilmente amparada para que os homossexuais pudessem garantir seus direitos e que essa questão não era uma questão religiosa.
Não vou dizer o que eu, Tiba, acho, recorro ao posicionamento da Igreja, emitido por alguém um pouco mais capacitado que eu: Cardeal Joseph Ratzinger, quando Prefeito da Congregação Para a Doutrina Da Fé, em documento de publicação oficial da Congregação sob o Pontificado do Beato João Paulo II, com o título:
“CONSIDERAÇÕES SOBRE OS PROJETOS DE RECONHECIMENTO LEGAL DAS UNIÕES ENTRE PESSOAS HOMOSSEXUAIS”

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Este documento é a cronologia de toda implantação do aborto no Brasil

Você vai saber toda a trajetória dessa trama que começa com romance e termina em terror.

Este post é considerado uma das grandes riquezas que se encontra raramente porque foi elaborado por queles que pesquisam à fundo o tema e não medem esforços pra desmascarar a cultura de morte no Brasil que aos poucos vai se instaurando no Brasil.

Chamada por especialistas de “Cavalo de Tróia” a Lei nº 12.845/2013 é apresentada como um homenagem à mulheres mas o que de fato faz é coisificar o nascituro em nome de todo tipo de interesses escusos.

CLIQUE AQUI: http://www.documentosepesquisas.com/cavalodetroia.pdf

A Lei que criminaliza a mãe e o pai, também conhecida como “Lei da Palmada” é papo sério, estão querendo aprovar uma lei que tornaria crime a palmada nos filhos.

Bom, a princípio pode-se pensar que existe uma causa nobre por trás disso, a proteção infantil.

Poderiamos achar que envolvidos nisso estão apenas os interessados que as criancinhas sejam preservadas dos pais malvados, seria inocência demais. Então você me diz: “Mas Tiba, entre os defensores do projeto está inclusive a Fundação Xuxa Meneghel”. Sim,  com anúncios publicitários, mostrando criancinhas sofridas, tristes e claro uma declaração xuxística da Maria Meneghel, com o jeitinho cuti-cuti próprio.

Porém, as ONGs e Fundações que estão por trás disso, tem posteriormente um segundo plano: Após a lei aprovada, divulgar o direito do filho de denunciar a mãe ou o pai que lhe derem uma palmada,um beliscão ou apenas ameaça-los, fomentando uma série de denúcias de filhos contra os pais; e é o que de fato vai acontecer se a lei for aprovada. Os pais então seriam enquadrados como criminosos e poderiam até perder a guarda de seus filhos, isso é o que a lei contempla.

Eu particularmente não defendo a palmada, não acho que seja a única opção ou a melhor para se educar, porém, a liberdade e a responsabilidade de cada família na educação dos filhos é radicalmente eliminada com essa lei; Não existe nesta lei, distinção entre agressão física e uma palmada, é tudo a mesma coisa. Não se pode enquadra uma mãe como criminosa porque ela deu uma palmada no seu filho, é disso que estamos tratando aqui.

Uma mãe que der uma palmada no filho mais velho que, por exemplo, enfiou um garfo nas costas do irmãozinho, será enquadrada como criminosa e passa a ter ficha na polícia.
Para a agressão física contra crianças existem leis para serem cumpridas, extranho as tais instituições não fazerem propagandas para que essas leis sejam cumpridas! não acha?

O caminho é inverso, precisamos fazer com que as leis que protegem  as criança sejam cumpridas e não cunfundir palmada com agressão física.

E o pior é que muitos não estão levando isso a sério. O pensamento: “seria ruim demais pra ser verdade”, ainda impera; Enquanto isso, tentam arrancar dos pais a outoridade, o dever e a liberdade de educar, com o pretexto de estar protegendo a criança.

Então pergunto:Esse grupo está interessado em proteger as crianças? Se assim fosse, por que a sanha em querer legalizar o aborto a todo custo? Que é assassinato contra os mais indefesos e inocentes seres humanos.

Tudo isso é o traço inconfundível de uma parte governista totalitária e ditatorial que quer tomar as rédias da educação dos nosso filhos, a exemplo de países que já adotaram essa postura.

Há quem duvide que parte do governo quer educar pra valer, alegando que pessoas burras são mais fáceis de manipular. E a questão está aberta, seria melhor não formar para que não pensem e por consequência não perube os projetos deles? Então começa a fazer sentido um bando de mau educados ocupando a nação.

E você pensa que isso vai acabar por aqui? Num futuro próximo, os pais que insistirem numa educação fora dos padrões do governo, poderão ser presos. Estou exagerando? veja o que já acontece na Alemanha: CLIQUE AQUI

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Está rolando em algumas mídias a notícia de que a CNBB (Conferência dos Bispos do Brasil) fez um acordo com a Senadora Marta Suplicy sobre o projeto de lei que visa a criminalização da “homofobia”, projeto esse conhecido como PL122.

O PL122 é uma projeto de lei que ameaça a liberdade de expressão, enquadrando como crime a opinião contrária à prática homossexual, concede privilégios aos grupos gays os tornando assim o único grupo incriticável da sociedade.

O PL122 na verdade não tem como objetivo proteger um grupo ameaçado, mas amordaçar os que não concordem com a prática homossexual e as classificam como imoral.

Não existe no Brasil uma onda “homofóbica”(ódio irracional e violento contra homossexuais) como afirmam os que defendem a PL122; a tentativa de implantar o privilégio aos grupos gays é movido por  interesses exclusivamente  ideológicos  e financeiros.

Não é a primeira vez que o nome da CNBB é usado por grupos sem compromisso com a verdade, para causar polêmicas em cima de assuntos  de mobilização popular.

Não é característica da CNBB assumir a postura do ataque iracível sobre os que lutam contra seus valores , mas acredita que a força se dá primeiramente pela VERDADE defendida com convicção e no DIÁLOGO maduro.

O Beato João Paulo II nos ensinou muito bem essa postura, quando recebeu em sua presença líderes ateus, marxistas e ditadores, mas nem por isso estes encontros significaram um acordo com suas ideologias.

Veja a nota oficial da CNBB:

Nota de esclarecimento sobre projeto de criminalização da homofobia

O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Raymundo Damasceno Assis emitiu nota de esclarecimento sobre o que parte da imprensa chamou de “acordo” entre a senadora Marta Suplicy e a CNBB a respeito do Substitutivo do PL 122/2006 que trata da questão da criminalização da homofobia.

Confira a nota:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Brasília, 07 de dezembro de 2011

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por fidelidade a Cristo e à Igreja, no firme propósito de ser instrumento da verdade, vem esclarecer que, atendendo à solicitação da senadora Marta Suplicy, a recebeu em audiência, no dia 1º de dezembro de 2011, e ouviu sua apresentação sobre o texto substitutivo para o PL 122/2006.

A presidência da CNBB não fez acordo com a senadora, conforme noticiou parte da imprensa. Na ocasião, fez observações, deu sugestões e se comprometeu com a senadora a continuar acompanhando o desenrolar da discussão sobre o projeto. Reiterou, ainda, a posição da Igreja de combater todo tipo de discriminação e manifestou, por fim, sua fraterna e permanente disposição para o diálogo e colaboração em tudo o que diz respeito ao bem da pessoa humana.

Cardeal Raymundo Damasceno Assis

Arcebispo de Aparecida

fonte: http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/8262-nota-de-esclarecimento-sobre-projeto-de-criminalizacao-da-homofobia

No jornal Band News do dia 13 de junho/09 –exatamente às 21:41h, foi divulgado um número absurdo sobre a porcentagem de homossexuais no Brasil.

Naquela ocasião, prestei muita atenção nas informações que o jornal passou, inclusive no horário da reportagem, eu guardei as informações para um futuro post neste blog.

Penso que a hora oportuna é agora.

O Jornal afirmou que 10% da população brasileira é gay, e ainda citou como fonte de dados o IBGE.

Achei aquilo muito estranho, fui pesquisar e não é que achei!?

A verdade é que esta informação procede da Organização Gay Lawyers, a qual estima, que “quase 10% da população é gay.”

Obviamente uma informação baseada em fontes tendenciosas e totalmente não científicas.

Não se trata aqui de somente questionar dados que exageram porcentagens, mas se trata do que pode causar uma informação equivocada acompanhada de um idealismo.

Já faz tempo que estamos presenciando a imposição de uma cultura gay pela tentativa de implantar leis que privilegiam o grupo, KIT’s escolares que visam o adestramento de crianças, pela persuasão midiática e outros.

Eles estão de volta, a turma da intolerância, dos que não suportam os que pensam diferente deles, a turma que quer o direito de ser o único grupo incriticável da sociedade  humana, porque não as suportam . Aliás, o chavão do “respeito” que tantam clamam pra eles e só pra eles, na verdade tem outro nome, se chama privilégio; Querem ser privilegiados diante das leis e sustentam a idéia de que os “opressores mordacistas” são os que não concordam com a opinião deles.
Após uma derrota na justiça, os grupos que defendem a pseudo liberdade de expressão, tentam novamente retirar os crucifixos das repartições públicas.
Intolerantes que são, talvez não estão suportando mesmo ver o símbolo Daquele que não recuou diante das propostas imorais.
Entendo, porque olhar pra cruz, levando ideologias e idéias tão contrárias a natureza, a moral, a ética, ao bom senso, fica difícil não serem incomodados em suas consciências.

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ELDER OGLIARI, CORRESPONDENTE – Agência Estado
Seis grupos ligados à defesa de direitos de homossexuais e mulheres iniciaram mobilização pela retirada de símbolos religiosos de espaços públicos no Rio Grande do Sul, entregando petições à Câmara de Vereadores de Porto Alegre e ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, nesta segunda-feira.
O texto destaca que o Brasil não é um País teocrático e que a exibição do crucifixo em salas de audiências públicas viola o direito à liberdade religiosa e à igualdade, contradizendo o princípio constitucional da laicidade do Estado.
O documento é assinado pela Liga Brasileira de Lésbicas, Marcha Mundial das Mulheres, Nuances Grupo pela Livre Orientação Sexual, Rede Feminista de Saúde, Somos Comunicação Saúde e Sexualidade e Themis Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero.
A mobilização reacende uma polêmica já enfrentada pelo Judiciário gaúcho em 2005. Naquele ano, provocado por um juiz, o Congresso de Magistrados Estaduais analisou o assunto e optou pela manutenção do crucifixo por entender que o símbolo está em consonância com a fé da maioria da população.
Articuladora da Liga Brasileira de Lésbicas, Ana Naiara Malavolta, diz que a iniciativa “é um questionamento que a sociedade tem que fazer” em um tempo em que há um recrudescimento de tentativas de impor uma tutela religiosa sobre a moral coletiva.
Ela lembra que bancadas religiosas costumam obstruir discussões como a criminalização da homofobia, estudos de células-tronco embrionária e aborto no Congresso Nacional, mas não fala em represálias. “O que estamos fazendo é uma ofensiva para assegurar direitos que um Estado laico, separado da religião, deve garantir”, justifica.
A presidente da Câmara de Vereadores, Sofia Cavedon (PT), encaminhou a solicitação para avaliação da procuradoria da casa e mostrou-se disposta a dialogar. “Não queremos transformar essa petição numa guerra santa contra os movimentos sociais e sim reforçar sua luta”, afirmou. Representantes do Tribunal de Justiça não retornaram as ligações da reportagem até o fechamento desta edição.
O padre Leandro Padilha, ligado à Cúria Metropolitana de Porto Alegre, reconhece que o Estado é laico, mas destaca que os cidadãos não são. “Respeitar a Constituição é respeitar o cidadão”, afirma. “Se o crucifixo está em determinado lugar é porque é a manifestação de fé de uma comunidade, que deve ser respeitada”, reitera.

Os últimos dados estatísticos provam aquilo que para muitos era óbvio, antes de se alterar a legislação: três anos depois da despenalização do aborto em Portugal, o número de abortos está a crescer de forma assustadora.


Este ano, foram feitos, em média, 53 abortos por dia.

Na análise a estes números, o director de obstetrícia do Hospital de Santa Maria lamenta que as mulheres não tenham compreendido a lei e que não haja mais medidas de prevenção da gravidez.

A realidade é de tal modo assustadora, com os especialistas e defensores da lei a reconhecerem que a prática do aborto é hoje um método anti-concepcional, que só por si deveria levar os responsáveis a reconhecer o erro das teses que defenderam em 2007.

Diante de uma tragédia destas dimensões, o pior que se pode fazer é persistir no erro. Três anos depois, está na altura de se reabrir uma discussão que nunca foi feita de forma honesta. Os que em 2007 defenderam com tanto calor os direitos das mulheres não podem agora ficar calados diante das estatísticas que, em 2010, são reais, ao contrário dos números ilusórios que se debateram há três anos.

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Os últimos dados estatísticos provam aquilo que para muitos era óbvio, antes de se alterar a legislação: três anos depois da despenalização do aborto em Portugal, o número de abortos está a crescer de forma assustadora.

Este ano, foram feitos, em média, 53 abortos por dia.

Na análise a estes números, o diretor de obstetrícia do Hospital de Santa Maria lamenta que as mulheres não tenham compreendido a lei e que não haja mais medidas de prevenção da gravidez.

A realidade é de tal modo assustadora, com os especialistas e defensores da lei a reconhecerem que a prática do aborto é hoje um método anti-concepcional, que só por si deveria levar os responsáveis a reconhecer o erro das teses que defenderam em 2007.

Diante de uma tragédia destas dimensões, o pior que se pode fazer é persistir no erro. Três anos depois, está na altura de se reabrir uma discussão que nunca foi feita de forma honesta. Os que em 2007 defenderam com tanto calor os direitos das mulheres não podem agora ficar calados diante das estatísticas que, em 2010, são reais, ao contrário dos números ilusórios que se debateram há três anos.

Esta é uma foto de um velório.

Uma mãe que segura em seus braços o filho assassinado. Você não entendeu errado não, de fato essa criança foi assassinada nos EUA.

Agora, o surpreendente: As autoridades identificaram e prenderam o assassino, porém, o assassino não foi condenado por assassinato.

O que você vai ler agora revela o maior e mais nojento descaso com a vida humana, e  que estamos prestes a ver também no Brasil caso o aborto seja legalizado no país.

A própria mãe relata o caso:

“Meu nome é Tracie Marciniak.

Na foto, tenho no meu colo o corpo do meu filho morto, Zachariah, no seu funeral.

No nono mês da minha gravidez, eu fui golpeada brutalmente por um homem que sabia o quanto eu queria meu bebê.

Este homem me deu fortes golpes no abdômen. Zachariah sangrou até morrer dentro do meu ventre.

Esse homem que me atacou foi sancionado pelas feridas que me causou mas não pela morte de Zachariah, que não foi juridicamente reconhecido como vítima de um crime”.

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. Olhando para a fotografia desta criança, existe alguém de bom senso, que ainda negue que é um ser humano que alí está?

Alguém de bom senso que negue que aquela criança morta brutalmente no ventre de sua mãe é uma vida humana?

Ao assassinar aquela criança aos nove meses de gestação, o assassino foi julgado apenas como agressor da mãe.

Mas então por quê ele não respondeu por assassinato?

Explico:

Se a lei americana, que defende o aborto até aos nove meses, reconhecesse o assassinato daquela criança, teriam então que reconhecer que todo aborto é um crime, e isso não querem!

Mas a verdade não precisa se impor, ela por si mesma se revela; ao olharmos para essa foto, percebemos claramente que se trata de uma vida humana, inocente e indefesa, atacada e eliminada por seu agressor, mas antes, pela lei que não a defendeu.

E o que nós temos com isso? Explico:

Se no Brasil o aborto for legalizado, como querem alguns parlamentares, instituições e indústrias interessadas no lucro do aborto, uma mãe grávida que for agredida, espancada brutalmente e por esse motivo perder seu filho, o assassino daquela criança não será condenado por tal crime, apenas por agressão à mulher.

O tema: ABORTO, vai voltar às “discuções públicas”, que de públicas não tem anda, mais cedo ou mais tarde, estejamos atentos.

Haddad explica por que prefere o modo Stálin de matar ao modo Hitler

O ministro da Educação, Fernando Haddad — aquele que queria estimular crianças de 11 anos a ir à locadora retirar filmes como a “Gaiola das Loucas” e achar no caça-palavras a designação correta para quem não está satisfeito com seu órgão genital —, participou hoje de uma audiência na Comissão de Educação do Senado. Disse que não recolherá o tal livro polêmico e coisa e tal… E fez a seguinte declaração, que entrego à reflexão de vocês. Na madrugada, eu vou me dedicar a este valente:

“Há uma diferença entre o Hitler e o Stálin que precisa ser devidamente registrada. Ambos fuzilavam seus inimigos, mas o Stálin lia os livros antes de fuzilá-los. Essa é a grande diferença. Estamos vivendo, portanto, uma pequena involução, estamos saindo de uma situação stalinista e agora adotando uma postura mais de viés fascista, que é criticar um livro sem ler”.

Por Reinaldo Azevedo