O que a Igreja diz sobre a união civil homossexual

O que a Igreja diz sobre a união civil homossexual

Se faz urgente tratar desse tema, uma vez que, não raro, nos deparamos com opiniões completamente equivocadas sobre o assunto. Até aí sem novidades… se não viessem de pessoas muito “esclarecidas”. Temos que reconhecer, muitos cristãos ficam desorientados quando precisam emitir uma opinião sobre a união civil homossexual, por incrível que pareça.

É de conhecimento de todos que em 2011, no Brasil, houve a aprovação, pelo STF, da união civil homossexual e que representantes da Igreja se pronunciaram terminantemente contra essa decisão, porém, outros membros da Igreja, entre eles, alguns de grande expressão, se pronunciaram dizendo que não viam problema algum nessa aprovação pois eram apenas leis civis.

Ainda outros se posicionaram claramente a favor, fazendo a observação de que esse fato seria um direito dos homossexuais, o direito de reconhecerem a sociedade que existe entre eles, e que essa união precisaria estar civilmente amparada para que os homossexuais pudessem garantir seus direitos e que essa questão não era uma questão religiosa.
Não vou dizer o que eu, Tiba, acho, recorro ao posicionamento da Igreja, emitido por alguém um pouco mais capacitado que eu: Cardeal Joseph Ratzinger, quando Prefeito da Congregação Para a Doutrina Da Fé, em documento de publicação oficial da Congregação sob o Pontificado do Beato João Paulo II, com o título:
“CONSIDERAÇÕES SOBRE OS PROJETOS DE RECONHECIMENTO LEGAL DAS UNIÕES ENTRE PESSOAS HOMOSSEXUAIS”

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Eu fiquei impressionado com a clareza das palavras de Padre Paulo, ele que conseguiu deixar muito claro a situação em que o Brasil se encontra em relação a implantação do aborto, a gravidade do fato, a omissão dos Católicos, traçando uma visão geral sobre a origem da ideologia anti-vida.

Veja o Vídeo: http://padrepauloricardo.org/episodios/a-vida-em-risco

PROTESTE CONTRA A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL, manifeste sua posição.

Alô Senado: 0800-612211

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Índia: sacerdote morre salvando jovens de afogamento

GOA, 2010 (ZENIT.org). – Um sacerdote morreu na praia de Galgibaga, Índia, ao salvar três jovens do afogamento, na semana passada.

O Pe. Thomas Remedios Fernandes, de 37 anos, vigário da paróquia de Jesus, Maria e José, estava com um grupo da paróquia que comemorava um dia de convivência na praia, segundo informou a agência Cathnewsindia. Não hesitou em lançar-se ao mar revolto para socorrer três jovens que gritavam por socorro.

O presbítero conseguiu salvar os três – uma jovem e dois rapazes de idades entre 17 e 19 anos -, mas enquanto salvava o terceiro, sofreu um ataque cardíaco e não resistiu.

O ato comoveu as mais de 60 pessoas que testemunhavam o resgate.

O sacerdote recebeu assistência no local e foi levado ao hospital, onde os médicos constataram sua morte.

Os três jovens resgatados receberam os primeiros-socorros e passam bem.

Na comunidade católica de Goa vive-se a perda do sacerdote com dor, mas também com admiração e esperança.

“Foi um pastor que deu a vida por suas ovelhas – comenta-se. Neste Ano Sacerdotal, é um exemplo e testemunho para todos os sacerdotes.”

Os sacerdotes que abusaram de mim

Por: Gustavo Caro

Segue a livre tradução de um texto bastante forte sobre as tremendas experiências que uma pessoa teve com alguns sacerdotes. Ouso dizer que esses formam parte da maioria. Cuidado com eles…

Quanto era muito criança, sem ter consciência, sem liberdade, sem poder defender-me, um deles me fez filho de Deus, herdeiro da Vida Eterna, Templo do Espírito Santo e membro da Igreja, nunca poderei perdoar-lhe por ter-me feito tanto bem.

Outro insistiu em meus tenros anos em inculcar-me, violentando a minha vontade, o respeito pelo nome de Deus, a necessidade absoluta da oração diária, a obediência e a reverência aos meus pais, o amor pela minha pátria, e me ensinou a utopia de não mentir, não roubar, não falar mal dos outros, perdoar e todas essas coisas que nos fazem tão hipócritas e ridículos…

Outro apareceu mencionando que o Espírito Santo devia vir completar a obra começada no Batismo, que me fariam falta seus dons e seus frutos, que já era hora de que viesse em minha ajuda Aquele que me faria defender a Fé, como um soldado. Que ousadia falar em termos tão bélicos! Fez nessa época que eu cuidasse minha alma frente ao mundo, que fosse nobre, leal e honesto…

Outro abusou dando-me livros para ler, não lhe bastassem seus conselhos, que faziam colocar o olhar na eternidade e viver como estranho aqui na terra. Quem tirará agora da minha cabeça os quatro Evangelhos? As glórias de Maria? A imitação de Cristo? As Confissões? As Moradas? Etc. Quem será capaz de curar-me de todos esses tesouros que me marcaram para sempre?

Outro abusou da minha ignorância ensinando-me coisas que não sabia. Outro não falava, mas sua vida virtuosa me inclinava cada vez mais a imitá-lo. Houve alguns que se aproveitaram de mim em momentos inesperados e me corrigiram, me alentaram, e até rezaram por mim.

Outros, quando eu já estava em um círculo do qual não podia sair, insistiram com minha natureza caída e me incitaram a receber a Jesus Cristo em Corpo e Sangue, para resistir aos embates do inimigo, para fortalecer minha fraqueza e santificar-me cada dia mais. Embora, para aquele que leia esta denúncia, pareça que isso já é demasiado e que não seja possível, digo-lhe que os abusos seguiram aumentando, e tudo passou a coisas maiores. Cada vez que conhecia um sacerdote, se aproveitava de mim com renovados métodos, relíquias, santinhos, água benta, terços, bênçãos e orações de todo tipo, armavam um cerco com tremendos benefícios que chegaram ao limite do suportável.

Quero deixar clara esta injustiça cheia de perversidade, e que atendam a minha reclamação nesta denúncia, por que sei que alguns deles estarão esperando-me para seguir com essa iniqüidade, sentado num confessionário ou ao lado de minha cama quando estiver moribundo, e, ainda que desapareça, seguirão com sufrágios pela minha alma e súplicas de misericórdia.

Quero que se somem a minha voz todos aqueles que foram vítimas desses incidentes, e se sentiram ultrajados por estas pessoas, pois sei que a outros os uniram em matrimônio, a outros lhes descobriram a vocação, a outros até chegaram a ajudar-lhes materialmente ou guardaram com chave em seu coração, para sempre, segredos tremendos de suas misérias humanas.

Cuidemos seriamente para não termos trato com eles. Não demos a eles nossos dados. Não os olhemos nos olhos, não os consultemos absolutamente para nada. Não sigamos nenhum de seus passos, pois corremos o risco de um dia cair em suas armadilhas e salvar-nos eternamente”.

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