Saiba os motivos pelos quais devemos pedir a graça do conhecimento da Virgem Maria.

Na segunda semana de preparação para a consagração, pediremos ao Espírito Santo a graça de conhecer a Santíssima Virgem Maria e aplicaremos todas as nossas orações e boas obras de cada dia nesta intenção1. Faremos isso porque, segundo São Luís Maria Grignion de Montfort, no “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, nossa Mãe Maria Santíssima tem sido insuficientemente conhecida até agora e esta é uma das razões de Jesus Cristo não ser conhecido como deveria2. “Na primeira vinda de Jesus Cristo, Maria quase não apareceu, a fim de que os homens, ainda pouco instruídos e esclarecidos sobre a pessoa de seu Filho, não se afastassem da verdade, apegando-se muito intensa e grosseiramente a Ela”3.

Conheça a Associação da Medalha Milagrosa, que nasceu das aparições de Nossa Senhora das Graças a Santa Catarina Labouré.

Nossa Senhora da Medalha Milagrosa ou Nossa Senhora das Graças

Passados dois mil anos, Deus quer revelar e manifestar Maria, a obra-prima das Suas mãos, nesses derradeiros tempos4. Pois, se aproxima cada vez mais a vinda definitiva de Jesus Cristo, que será por meio da Virgem Maria. “Se sempre discorrer sobre Maria foi essencial para a fé cristã, hoje é indispensável e urgente como talvez em poucas outras épocas da história da Igreja”5. Este conhecimento da Mãe da Igreja torna-se ainda mais indispensável e urgente para nós que vamos fazer ou renovar nossa consagração a Jesus por Maria. No entanto, nos empenhemos todos no estudo e na oração para conhecermos, pela graça do Espírito de Deus, a Santíssima Virgem. Continue lendo…

Conheçamos a origem da devoção ao Menino Jesus de Praga e as causas da sua popularização pelo mundo inteiro.

A origem da devoção ao Menino Jesus de Praga remonta ao século XVII e está ligada a um convento dos freis Carmelitas Descalços, situado em Praga, a capital e a maior cidade da República Checa, conhecida como a “cidade das cem cúpulas”. O Convento dos carmelitas passava por inúmeras dificuldades até que algo inesperado acontece.

Conheçamos a origem da devoção ao Menino Jesus de Praga e as causas da sua popularização pelo mundo inteiro.

Imagem do Menino Jesus de Praga

A princesa Polyxene de Lobskowitz, impelida por uma força superior, compreendeu que devia desapegar-se de uma lembrança de família. Tratava-se de uma imagem do Menino Jesus, que sua mãe, princesa Manrique de Lara, que pertencia à família real espanhola, tinha-lhe oferecido como presente de casamento. A mãe, por sua vez, tinha recebido a imagem de Santa Teresa de Jesus, a grande reformadora do Carmelo feminino, também conhecida como Santa Teresa d’Ávila. Continue lendo…

Saiba por que a busca do autoconhecimento é de suma importância para quem faz ou renova a sua consagração a Virgem Maria.

Na primeira semana de preparação para consagração, depois dos doze dias preliminares, São Luís Maria Grignion de Montfort, no seu livro “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem”, recomenda que apliquemos todas as nossas orações e atos de piedade para pedir o autoconhecimento, o conhecimento de nós mesmos, e o arrependimento de nossos pecados, em espírito de humildade1.

Saiba por que a busca do autoconhecimento é de suma importância para quem faz ou renova a sua consagração a Virgem Maria.

A Virgem Maria e São Pedro, arrependido por ter negado Jesus Cristo.

Nestes dias de preparação2, devemos recorrer à Santíssima Virgem Maria, pedindo a ela a grande graça do autoconhecimento, que deve ser o fundamento de todas as outras que nos serão necessárias para a consagração3. Este conhecimento de nós mesmos é necessário porque a nossa alma, manchada pelo pecado original e pelos pecados atuais, precisa ser renovada para receber o vinho novo4 da graça de Deus. Para tanto, precisamos nos despojar do “homem velho”5, e revestir-nos do “homem novo, criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade”6. Continue lendo…

Neste mês, no qual celebramos Nossa Senhora das Graças, rezemos pelas almas do purgatório, que tanto necessitam das graças divinas.

É significativo que em novembro celebremos a festa de Nossa Senhora das Graças e este mês seja dedicado à oração pelas almas do purgatório. Em uma de suas aparições na rue du Bac, em Paris, na França, que aconteceu justamente no dia 27 de novembro de 1830, Nossa Senhora revelou a Santa Catarina Labouré algo muito surpreendente, que nos ajuda a compreender a importância da oração pelas almas do purgatório.

Nesta aparição, a Santíssima Virgem apareceu vestida de branco, com indizível beleza, trazendo nas mãos uma esfera de ouro que representava o globo terrestre, o mundo inteiro e cada pessoa em particular, que estão sob os seus cuidados maternos. Nos dedos da Virgem Maria, Catarina vê anéis revestidos de belíssimas pedras preciosas, das quais saíam raios muito brilhantes. “Estes (raios) são o símbolo das graças que Eu derramo sobre as pessoas que mas pedem”[1], explicou Nossa Senhora. Mas, havia também anéis dos quais não partiam raios, a respeito dos quais a Santíssima Virgem disse: “Os anéis dos quais não partem raios simbolizam as graças que se esquecem de me pedir”[2].

Certamente que muitas dessas graças, que nos esquecemos de pedir, seriam destinadas às almas do purgatório. Isto é uma grande falta de caridade, pois essas almas muito padecem e não têm mais como rezar por si mesmas nem como adquirir méritos, que poderiam livrá-las desse sofrimento. Continue lendo…

Conheçamos a antiga tradição de rezar o Rosário da Virgem Maria com cláusulas meditativas dos mistérios de Jesus Cristo.

Toda oração do Rosário já é em si uma Lectio Divina ou leitura orante das Sagradas Escrituras, mas aquele que é enriquecido por cláusulas alusivas ao mistério contemplado acentua esse aspecto da oração. A este respeito, guiado pelo espírito do Concílio Vaticano II de voltar às fontes de inspiração de toda vida cristã, disse o Papa Paulo VI a toda a Igreja: “É coisa conhecida que, exatamente para favorecer a contemplação e para que a mente estivesse sempre em sintonia com as palavras, se costumava outrora – e tal costume conservou-se em diversas regiões – ajuntar ao nome de Jesus, em cada Ave-Maria, uma cláusula, que chamasse a atenção para o mistério enunciado”[1].

Conheçamos a antiga tradição de rezar o Rosário da Virgem Maria com cláusulas meditativas dos mistérios de Jesus Cristo.

Fra Angelico (1387-1455) Saint Peter Martyr Triptych 1428.

Em 2002, o Papa São João Paulo II também valorizou a tradição de realçar o nome de Cristo, acrescentando ao Rosário uma cláusula evocativa do mistério que meditamos:

É um louvável costume, sobretudo na recitação pública. Exprime de forma intensa a fé cristológica, aplicada aos diversos momentos da vida do Redentor. É profissão de fé e, ao mesmo tempo, um auxílio para permanecer em meditação, permitindo dar vida à função assimiladora, contida na repetição da Ave-Maria, relativamente ao mistério de Cristo. Repetir o nome de Jesus – o único nome do qual se pode esperar a salvação (cf. At 4, 12) – enlaçado com o da Mãe Santíssima, e de certo modo deixando que seja Ela própria a sugerir-no-lo, constitui um caminho de assimilação que quer fazer-nos penetrar cada vez mais profundamente na vida de Cristo[2].

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