Rezemos a Quaresma de São Miguel Arcanjo e a oração a Nossa Senhora intitulada “Augusta Rainha dos Céus”.

Neste Ano Nacional Mariano, especialmente dedicado a Nossa Senhora, rezemos a Quaresma de São Miguel Arcanjo e a oração “Augusta Rainha dos Céus”. No dia 15 de agosto, dia da Solenidade da Assunção de Nossa Senhora[1], inicia-se a tradicional devoção conhecida como “Quaresma de São Miguel Arcanjo”. Trata-se de um período de 40 dias de oração (excluídos os domingos), que termina no dia 29 de setembro, na Festa dos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael.

Rezemos a Quaresma de São Miguel Arcanjo e a oração a Nossa Senhora intitulada “Augusta Rainha dos Céus”.

São Miguel Arcanjo

Os santos anjos são todos servos da Virgem Maria, a Rainha de todos os anjos e santos. Por isso, todos os seus filhos, devotos, servos e consagrados podem ter devoção a esses nossos santos protetores contras as maldades e as ciladas do demônio. Como incentivo a essa devoção a São Miguel Arcanjo, indicaremos como fazer as orações. Além disso, tendo em vista que estamos nesse Ano Mariano especialíssimo, no qual comemoramos os 300 anos de Aparecida e os 100 anos de Fátima, recomendamos que rezemos também a belíssima oração a “Augusta Rainha dos Céus”, revelada pela própria Virgem Maria ao Bem-aventurado Padre Luís-Eduardo Cestac, no dia 13 de Janeiro de 1864[2]. Continue lendo…

Porque vós sabeis que não é por bens perecíveis, como a prata e o ouro, que tendes sido resgatados da vossa vã maneira de viver, recebida por tradição de vossos pais, mas pelo precioso sangue de Cristo” (1 Pd 1, 18).

Julho é o mês dedicado ao Preciosíssimo Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual fomos resgatados da escravidão de Satanás. Na Liturgia anterior à reforma feita pelo Papa Paulo VI celebrava-se a festa do Preciosíssimo Sangue de Cristo no dia 1º de Julho. Apesar de suprimida do calendário litúrgico, está prevista a celebração da Missa votiva ao Preciosíssimo Sangue de Cristo.

A devoção ao Preciosíssimo Sangue de Cristo remonta aos inícios da Igreja Católica. No entanto, o Preciosíssimo Sangue de Cristo passou a fazer parte do calendário litúrgico somente nos últimos séculos.

“Porque vós sabeis que não é por bens perecíveis, como a prata e o ouro, que tendes sido resgatados da vossa vã maneira de viver, recebida por tradição de vossos pais, mas pelo precioso sangue de Cristo” (1 Pd 1, 18).

O encontro de Jesus com Maria na subida do Calvário.

O Papa Bento XIV (1740-1748) ordenou que fossem compostos a Missa e o Oficio em honra ao precioso Sangue de Jesus. No século seguinte, a Missa do Preciosíssimo Sangue de Cristo foi finalmente estendida à toda a Igreja, por decreto do Papa Pio IX (1846-1878). No século XIX, São Gaspar de Búfalo propagou esta piedosíssima devoção e se tornou conhecido como “Apóstolo do Preciosíssimo Sangue”. Em 1815, o Santo fundou a Congregação dos Missionários do Preciosíssimo Sangue (CPPS). Em 2001, o Papa São João Paulo II, em sua Carta Apostólica Angelus Domini, convidou-nos a meditar acerca do valor infinito daquele Sangue, do qual “uma só gota pode salvar o mundo inteiro de qualquer culpa”[1] (Hino Adoro Te devote, de Santo Tomás de Aquino). Continue lendo…

A Solenidade do Sagrado Coração de Jesus nos recorda o mistério do amor que Deus tem pelos homens de todos os tempos.

Hoje a Igreja Católica celebra a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus que, segundo o Papa São João Paulo II, “lembra o mistério do amor que Deus tem pelos homens de todos os tempos”[1]. Esta Solenidade passou a ser celebrada a pedido do próprio Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus encarnado. Em junho 1675, o Sagrado Coração de Jesus transmitiu esse desejo e, ao mesmo tempo, uma promessa a Santa Margarida Maria Alacoque:

A Solenidade do Sagrado Coração de Jesus nos recorda o mistério do amor que Deus tem pelos homens de todos os tempos.

Sagrado Coração de Jesus

Peço que na primeira sexta-feira depois da oitava de Corpus Christi, se celebre uma Festa especial para honrar meu Coração, e que se comungue nesse dia para pedir perdão e reparar os ultrajes por ele recebidos durante o tempo que permaneceu exposto nos altares. […] Prometo-te que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências de Seu divino Amor sobre os que tributem esta divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada[2].

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Conheçamos e rezemos a “Oração Abrasada” de São Luís Maria Grignon de Montfort.

São Luís Maria Grignon de Montfort, grande apóstolo da Santíssima Virgem Maria, fundou a Companhia de Maria e compôs a “Oração Abrasada”, para pedir missionários para sua Congregação. Na proximidade da festa desse grande santo, que comemoramos no dia 28 de Abril, conheçamos e rezemos esta bela e profundíssima oração.

Conheçamos e rezemos a “Oração Abrasada” de São Luís Maria Grignon de Montfort.

São Luís Maria Grignon de Montfort

Nestes tempos em que, mais do que nunca, se faz necessário que se apresentem os verdadeiros apóstolos da Virgem Maria, rezemos fervorosamente esta oração. Peçamos que venham esses apóstolos dos últimos tempos:

…que serão verdadeiros discípulos de Jesus Cristo, andando nas pegadas da pobreza e humildade, do desprezo do mundo e caridade, ensinado o caminho estreito de Deus na pura verdade, conforme o santo Evangelho, e não pelas máximas do mundo, sem se preocupar nem fazer acepção de pessoa alguma, sem poupar, escutar ou temer nenhum mortal, por poderoso que seja. Terão na boca a espada de dois gumes da palavra de Deus; em seus ombros ostentarão o estandarte ensanguentado da cruz, na direita, o crucifixo, na esquerda o rosário, no coração os nomes sagrados de Jesus e de Maria, e, em toda a sua conduta, a modéstia e a mortificação de Jesus Cristo.[1] Continue lendo…

No início do tempo Pascal, meditemos sobre a presença da Rainha do Céu e dos Santos Anjos no mistério da redenção da humanidade.

A tradicional oração do “Angelus” é substituída, no tempo Pascal, pelo canto “Regina caeli” ou “Rainha do Céu”, que exprime a alegria da Santíssima Virgem Maria pela ressurreição do seu divino Filho Jesus Cristo. Deste modo, ela torna-se modelo da comunidade cristã que se “alegra” pela Páscoa do seu Senhor, fonte de autêntica alegria para todos nós que cremos. O Ressuscitado é a fonte e a razão última desta alegria espiritual.

No início do tempo Pascal, meditemos sobre a presença da Rainha do Céu e dos Santos Anjos no mistério da redenção da humanidade.

Nossa Senhora Rainha dos Anjos

A liturgia da Oitava de Páscoa repete constantemente: “Cristo ressuscitou como havia prometido”. Proclamamos também esta verdade da fé católica no “Regina caeli”, oração tão apreciada pela piedade popular.

A partir de hoje, Segunda-feira de Páscoa ou Segunda-feira do Anjo, no Vaticano se inicia o canto “Regina caeli” e esta é uma oportunidade de refletirmos sobre a participação destes seres angélicos no mistério da Redenção da humanidade. Além disso, nesta Segunda-feira do Anjo, prolongamento do dia da Páscoa, somos chamados a nos deter junto ao sepulcro vazio para meditar sobre a presença da Virgem Maria neste grande e prodigioso mistério que é a ressurreição de Jesus Cristo. Continue lendo…

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