A Solenidade de Maria Santíssima, Mãe de Deus, e o dom da paz.

A Virgem Maria, Mãe de Deus, e o dom da pazNo primeiro dia do ano celebramos a Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, a primeira festa litúrgica mariana da Igreja do Ocidente, e o Dia Mundial da Paz, instituído pelo Papa Paulo VI em sua Mensagem do dia 8 de Dezembro de 1967. Por ocasião desta data mariana, é significativo refletirmos sobre o tema da paz à luz da Palavra de Deus, a partir da Homilia do Papa Emérito Bento XVI, de 1º de janeiro de 2013. O Santo Padre nos ensina que a paz é um dom de Deus e, ao mesmo tempo, obra humana. Apesar das dificuldades e incertezas, Nossa Senhora soube acolher este dom de Deus em sua vida. Ainda que não compreendesse como se realizaria o Mistério da Encarnação do Verbo, Jesus Cristo, a Virgem Maria não perdeu a paz. Por isso, a Mãe de Deus nos ensina a acolher não somente o dom da paz, mas também o próprio Deus da paz! Continue lendo…

A virtude da esperança aponta para o sentido definitivo da vida humana, na qual a morte não tem a última palavra.

Esperança verdadeira aponta para a Vida eterna.Na Solenidade de Todos os Santos e na Comemoração de todos os fiéis defuntos podemos reconhecer uma grande esperança na morte e levar uma vida a partir da esperança. Porém, se pensamos que a nossa vida se reduz à existência terrena, a própria vida perde o seu sentido mais profundo. “O homem tem necessidade de eternidade, e para ele qualquer outra esperança é demasiado breve, é demasiado limitada” (Papa Bento XVI, Catequese de 02/11/2011). O homem só se compreende a partir da fé em Deus, na confiança em um Amor que supere o isolamento, a separação, os desencontros da vida, a morte e até mesmo as barreiras do espaço e do tempo. O homem só compreende o sentido mais profundo da sua vida em Deus. Nós estávamos longe de Deus, mas Ele se fez próximo de nós, entrou na nossa vida por Jesus Cristo, que nos diz: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá” (Jo 11, 25-26). Continue lendo…

A devoção a Nossa Senhora Aparecida é um convite à oração e ao amor à Mãe da Igreja e ao seu Filho Jesus Cristo.

Nossa Senhora Aparecida e a nossa viuda de oraçãoDesde o início, a devoção a Nossa Senhora Aparecida é um convite à oração e ao amor à Virgem Mãe de Deus e ao seu Filho Jesus Cristo. Em 1717, três pescadores buscavam peixes nas águas do Paraíba durante horas, mas sem encontrar. Até que, eles foram surpreendidos pelo encontro do corpo e depois da cabeça de uma pequena imagem de cerâmica enegrecida. Depois do achado, acontece uma pesca abundante. Logo iniciou-se a devoção a Nossa Senhora da Conceição, carinhosamente chamada “Aparecida”. Desde então, o povo católico brasileiro confia suas orações, seus pedidos, suas vidas a Virgem Aparecida. Continue lendo…

A Virgem Maria é imagem da compaixão de Deus pelos sofrimentos da humanidade.

A Virgem Maria, Mãe da Piedade, imagem da compaixão de DeusA Virgem Maria é imagem da compaixão de Deus pelos sofrimentos da humanidade, pois associou-se, de modo único, ao mistério pascal de Cristo. Durante toda a sua vida, “Maria é preparada para o mistério da cruz, que não termina simplesmente no Gólgota. O seu Filho permanece sinal de contradição e ela é mantida até o fim na dor da contradição, no sofrimento da maternidade messiânica” (Joseph Ratzinger, Maria, Primeira Igreja, p. 75). Participando das dores do seu Filho, Nossa Senhora torna-se capaz de compadecer-se dos sofrimentos de toda a humanidade. Continue lendo…

A Virgem Maria foi formada em sua fé desde o princípio, principalmente na vida pública de seu Filho Jesus Cristo, para tornar-se a crente perfeita.

A Virgem Maria foi formada para ser a crente perfeitaNa vida pública de Jesus, a Santíssima Virgem Maria é formada ainda mais na fé, tornando-se a crente perfeita. Nossa Senhora aparece de maneira marcante logo no princípio, nas bodas de Caná, quando movida de compaixão, levou o Messias a dar início aos Seus milagres (cf. Jo 2, 1-11). “Durante a pregação de Seu Filho, acolheu as palavras com que Ele, pondo o reino acima de todas as relações de parentesco, proclamou bem-aventurados todos os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática (cf. Mc. 3, 35; Lc 11, 27-28); coisa que ela fazia fielmente (cf. Lc 2, 19 e 51)”1. Dessa forma, avançou a Virgem Maria pelo caminho da fé, mantendo fielmente a união com seu Filho até à cruz (cf. Jo 19, 25-27). Continue lendo…

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