O “sim” da Virgem Maria está intimamente ligado com a Igreja de Jesus Cristo.

O "sim" da Virgem Maria e a Igreja de Jesus CristoNa concepção de Jesus, é exigido de Maria um “sim” definitivo, um ato de fé infinitamente maior do que o de Abraão para a redenção do homem e o nascimento da Igreja. Pois, a Palavra de Deus que quer tomar carne em Maria precisa de um “sim” acolhedor, que seja dito por toda sua pessoa, corpo e espírito, sem qualquer resistência, oferecendo toda a sua natureza humana como lugar da encarnação. Se no “sim” de Maria houvesse a sombra de uma reserva, um “até aqui e não mais adiante”, a sua fé teria uma mancha e a criança não poderia tomar posse de toda a natureza humana. Este “sim” incondicional de Maria aparece mais claramente na aceitação do casamento com José e no abandono a Deus da conciliação do seu casamento com a sua nova missão (cf. Mt 1, 18-25). Continue lendo…

Abraão e Maria são dois personagens importantes para a fé da Igreja de todos os tempos.

Abraão e a Virgem Maria na fé da IgrejaAbraão, na Antiga Aliança, e Maria, na Nova Aliança, são dois personagens importantes para a fé da Igreja. Na narrativa da Anunciação, o Evangelho de Lucas iluminou a realidade ação salvífica de Deus, com um paralelo entre Abraão (cf. Lc 1, 32-33; 1, 55; 1, 69; 1, 72-73), o pai dos crentes, e ela, a Mãe dos crentes. “Estar em graça significa: ser crente. A fé inclui os elementos da fortaleza, da confiança, da dedicação, mas também o da obscuridade” (Joseph Ratzinger, Maria, Primeira Igreja, p. 67). Em nossa relação com Deus, a abertura da alma a Ele é a fé. Isso quer dizer que nesta relação do humano com o divino existe uma distância infinita entre nós e o Criador. Por isso, sem a fé não somos capazes de perceber a presença de Deus em nossas vidas nem de compreender os momentos de escuridão e sofrimento. Continue lendo…

A Virgem Maria e a sua presença materna na Jornada Mundial da Juventude.

 

A presença materna de Maria, Mãe da juventude na JMJ

Maria, Mãe de Deus, “Salus Populi Romani” (Protetora do Povo Romano).

A Virgem Maria, Mãe de Cristo e Mãe da Igreja, está presente na Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A presença materna de Nossa Senhora na JMJ é representada por um símbolo, que é o Ícone de Maria, que acompanha a Cruz peregrina da Jornada. Esta presença de Mãe e de intercessora dos jovens foi e continua a ser lembrada pelos Papas. Desde o Papa João Paulo II, passando pelo Papa Emérito Bento XVI, até o atual Papa Francisco, a Jornada Mundial da Juventude é confiada à materna proteção e intercessão da Virgem Maria, Mãe da juventude. Continue lendo…

O exemplo de fé da Santíssima Virgem Maria, que faz parte da vida da Igreja de todos os tempos, ilumina hoje a nossa caminhada na fé.

A participação da fé da Virgem Maria.A experiência de fé da Virgem Maria nos foi transmitida pela Palavra de Deus e pela Tradição da Igreja. O Papa Emérito Bento XVI, na Carta Apostólica Porta Fidei, nos apresenta o exemplo de fé de Nossa Senhora de forma extraordinária. Mas, os santos também nos transmitiram a sua experiência com a fé da Mãe de Deus e da Igreja. Santo Afonso Maria de Ligório expressa a fé de Maria com profundidade, em seu livro “As glórias de Maria”, de forma belíssima. São Luís Maria Grignion de Montfort, no “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, nos mostra como participar da fé de Nossa Senhora. Continue lendo…

A Virgem Maria, Rainha do universo, se fez serva em nosso favor.

Maria está no Céu, mas está também sempre conoscoNa catequese desta semana, O Papa Bento XVI nos trouxe uma reflexão sobre a memória de Nossa Senhora Rainha, a Mãe do Senhor, que se fez serva. Esta festa foi estabelecida pelo Papa Pio XII no final do Ano Mariano, através da Carta Apostólica Ad caeli Reginam, na festa da maternidade de Nossa Senhora, no dia 11 de outubro do ano de 1954. Depois da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II, a celebração passou para oito dias após a Solenidade da Assunção da Virgem Maria. Com essa mudança, o Concílio quis destacar e estreita relação entre a realeza de Nossa Senhora e a sua glorificação em corpo e alma, junto ao seu Filho Jesus Cristo. “Maria foi assunta à glória celeste e exaltada por Deus como Rainha do universo, para que fosse plenamente conformada a seu Filho” (LG 59). Mas, como entender a realeza da Virgem Maria com o seu ser serva? Continue lendo…

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