{"id":7061,"date":"2017-03-13T03:00:30","date_gmt":"2017-03-13T06:00:30","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/?p=7061"},"modified":"2017-03-13T21:23:51","modified_gmt":"2017-03-14T00:23:51","slug":"a-luta-ente-dois-amores-amor-e-egoismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/a-luta-ente-dois-amores-amor-e-egoismo\/","title":{"rendered":"A luta entre dois amores: amor e ego\u00edsmo"},"content":{"rendered":"<p><b>A batalha espiritual entre a Mulher revestida de sol e o Drag\u00e3o vermelho pode ser compreendida como a luta entre dois amores: amor e ego\u00edsmo. <\/b><\/p>\n<p>Santo Agostinho diz que a hist\u00f3ria da humanidade consiste na luta entre dois amores: amor e ego\u00edsmo. Esta batalha espiritual entre amor e ego\u00edsmo est\u00e1 presente simbolicamente no livro do Apocalipse, na Mulher revestida de sol e no grande Drag\u00e3o vermelho.<a href=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/files\/2017\/03\/A-luta-ente-dois-amores-amor-e-ego\u00edsmo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-7067\" src=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/files\/2017\/03\/A-luta-ente-dois-amores-amor-e-ego\u00edsmo.jpg\" alt=\"A batalha espiritual entre a Mulher revestida de sol e o Drag\u00e3o vermelho pode ser compreendida como a luta entre dois amores: amor e ego\u00edsmo.\" width=\"600\" height=\"330\" srcset=\"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/files\/2017\/03\/A-luta-ente-dois-amores-amor-e-ego\u00edsmo.jpg 600w, https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/files\/2017\/03\/A-luta-ente-dois-amores-amor-e-ego\u00edsmo-300x165.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Estas duas formas de interpretar a hist\u00f3ria da humanidade primeiramente nos ajudam a identificar de qual lado dessa batalha espiritual n\u00f3s estamos lutando. A partir disso, somos chamados a fazer uma escolha entre o amor e o ego\u00edsmo, entre a Mulher e o Drag\u00e3o. Pois, n\u00e3o h\u00e1 como conciliar essas realidades, pois s\u00e3o antag\u00f4nicas, incompat\u00edveis entre si.<!--more Continue lendo...--><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong><a href=\"http:\/\/feedburner.google.com\/fb\/a\/mailverify?uri=TodoDeMaria\" target=\"_blank\">Receba o conte\u00fado deste blog gratuitamente em seu e-mail.<\/a><\/strong><\/p>\n<p><b>A batalha espiritual entre a Mulher e o Drag\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Na sua c\u00e9lebre obra \u201cA Cidade de Deus\u201d, Santo Agostinho afirma que toda a hist\u00f3ria humana, a hist\u00f3ria do mundo, consiste na luta entre dois amores:<\/p>\n<blockquote><p>Dois amores fazem duas cidades: uma \u00e9 terrestre, obra do amor de si at\u00e9 ao desprezo de Deus; a outra, celeste, obra do amor de Deus at\u00e9 ao desprezo de si. <i>Fecerunt itaque civitates duas amores duo: terrenam scilicet, amor sui usque ad contemptum Dei; c\u0153lestem vero, amor Dei usque ad contemptum sui<\/i><a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\">[1]<\/span><\/a>.<\/p><\/blockquote>\n<p>Esta interpreta\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria como luta entre dois amores: o amor e o ego\u00edsmo, aparece tamb\u00e9m no livro do Apocalipse de S\u00e3o Jo\u00e3o:<\/p>\n<blockquote><p>Apareceu em seguida um grande sinal no c\u00e9u: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus p\u00e9s e na cabe\u00e7a uma coroa de doze estrelas. Estava gr\u00e1vida e gritava de dores, sentindo as ang\u00fastias de dar \u00e0 luz. Depois apareceu outro sinal no c\u00e9u: um grande Drag\u00e3o vermelho, com sete cabe\u00e7as e dez chifres, e nas cabe\u00e7as sete coroas. Varria com sua cauda uma ter\u00e7a parte das estrelas do c\u00e9u, e as atirou \u00e0 terra. Esse Drag\u00e3o deteve-se diante da Mulher que estava para dar \u00e0 luz, a fim de que, quando ela desse \u00e0 luz, lhe devorasse o filho (Ap 12, 1-4).<\/p><\/blockquote>\n<p>Nesta passagem das Sagradas Escrituras, estes dois amores aparecem representados por duas grandes figuras. Em primeiro lugar, h\u00e1 o grande Drag\u00e3o vermelho, fort\u00edssimo, com uma manifesta\u00e7\u00e3o impressionante e inquietadora do poder sem a gra\u00e7a, sem o amor, do ego\u00edsmo absoluto, do terror e da viol\u00eancia. No contexto hist\u00f3rico em que S\u00e3o Jo\u00e3o escreveu o livro do Apocalipse, este Drag\u00e3o fazia-se presente no poder dos imperadores romanos anticrist\u00e3os, de Nero a Domiciano (de 54 a 96 a.C.). O poder do Imp\u00e9rio Romano parecia ilimitado. O poder militar, pol\u00edtico, propagand\u00edstico do Imp\u00e9rio era t\u00e3o grande, que diante dele a f\u00e9, a Igreja, poderia ser comparada com uma mulher indefesa, sem possibilidade de sobreviver, e muito menos de vencer. Quem poderia opor-se a este poder que parecia quase onipotente, capaz de realizar tudo? Entretanto, sabemos que, no final, a Mulher, aparentemente fr\u00e1gil e indefesa, venceu. O ego\u00edsmo n\u00e3o venceu, nem o \u00f3dio. Mas, o amor de Deus venceu, e o Imp\u00e9rio Romano abriu-se \u00e0 f\u00e9 crist\u00e3.<\/p>\n<p><b>As figuras hist\u00f3ricas do Drag\u00e3o e da Mulher revestida de sol<\/b><\/p>\n<p>As palavras das Sagradas Escrituras transcendem sempre o momento hist\u00f3rico. Sendo assim, o drag\u00e3o do Apocalipse indica n\u00e3o apenas o poder anticrist\u00e3o dos perseguidores da Igreja no in\u00edcio do cristianismo. Mas, diz respeito tamb\u00e9m \u00e0s ditaduras materialistas anticrist\u00e3s de todos os tempos. \u201cVemos de novo realizado este poder, esta for\u00e7a do drag\u00e3o nas grandes ditaduras do s\u00e9culo passado: a ditadura do nazismo e a ditadura de Stalin tinham todo o poder, penetravam todos os \u00e2ngulos, o \u00faltimo \u00e2ngulo\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\">[2]<\/span><\/a>. Parecia imposs\u00edvel que a f\u00e9 dos primeiros crist\u00e3os pudesse sobreviver diante deste Drag\u00e3o t\u00e3o forte, que queria devorar o Deus que se fez homem e perseguir a Igreja (cf. 12, 4). No entanto, na realidade, tamb\u00e9m no caso das duas ditaduras materialistas e anticrist\u00e3s, no final o amor foi mais forte do que o \u00f3dio.<\/p>\n<p>Em nossos dias, o drag\u00e3o tamb\u00e9m se faz presente, de modos novos e diversos. Ele se apresenta hoje nas ideologias materialistas, que nos dizem:<\/p>\n<blockquote><p>\u00c9 absurdo pensar em Deus; \u00e9 absurdo observar os mandamentos de Deus; \u00e9 algo de um tempo passado. Somente \u00e9 v\u00e1lido levar a vida em si mesma. Tomar neste breve momento da vida tudo aquilo que \u00e9 poss\u00edvel. S\u00f3 valem o consumo, o ego\u00edsmo e a divers\u00e3o. Esta \u00e9 a vida. Assim devemos viver. E de novo, parece absurdo, imposs\u00edvel, opor-se a esta mentalidade predominante, com toda a sua for\u00e7a midi\u00e1tica, propagandista. Hoje parece imposs\u00edvel que ainda se pense num Deus que criou o homem e que se fez Menino, e que seria o verdadeiro dominador do mundo<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\">[3]<\/span><\/a>.<\/p><\/blockquote>\n<p>Da mesma forma que em outros tempos, este terr\u00edvel Drag\u00e3o parece invenc\u00edvel. Todavia, \u00e9 verdade que Deus \u00e9 mais forte do que o Drag\u00e3o, que vence o amor, e n\u00e3o o ego\u00edsmo. Depois de considerar as diversas figuras hist\u00f3ricas do Drag\u00e3o, agora nos voltamos para a outra imagem: a Mulher revestida de sol, com a lua debaixo de seus p\u00e9s e, na cabe\u00e7a, uma coroa de doze estrelas (cf. Ap 12, 1). Como a figura do Drag\u00e3o, esta imagem tamb\u00e9m pode ser interpretada de v\u00e1rias formas. Num primeiro significado, sem d\u00favida, essa Mulher \u00e9 Nossa Senhora, totalmente revestida de sol, ou seja, de Deus. A Virgem Maria vive totalmente em Deus, envolvida e penetrada pela Sua luz, circundada pelas doze estrelas, isto \u00e9, pelas doze tribos de Israel, por todo o Povo de Deus, por toda a comunh\u00e3o dos santos, tendo aos p\u00e9s a lua, imagem da morte e da mortalidade. Nossa Senhora deixou atr\u00e1s de si a morte; est\u00e1 totalmente revestida de vida, tendo sido elevada em corpo e alma \u00e0 gl\u00f3ria de Deus. Sendo assim, na gl\u00f3ria celeste, tendo ultrapassado a morte, ela nos encoraja: \u201c\u00e2nimo, no fim vence o amor! A minha vida consistia em dizer: sou a serva de Deus, a minha vida era dom de mim mesma, por Deus e pelo pr\u00f3ximo. E agora esta vida de servi\u00e7o chega \u00e0 verdadeira vida. Tende confian\u00e7a, tende a coragem de viver assim tamb\u00e9m v\u00f3s, contra todas as amea\u00e7as do drag\u00e3o\u201d<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\">[4]<\/span><\/a>.<\/p>\n<p><b>A Mulher como figura da Igreja e a vit\u00f3ria do amor<\/b><\/p>\n<p>Este \u00e9 o primeiro significado da mulher do Apocalipse, que Maria Sant\u00edssima chegou a ser. A \u201cmulher revestida de sol\u201d (Ap 12, 1) constitui o grande sinal da vit\u00f3ria do amor, da vit\u00f3ria do bem, da vit\u00f3ria de Deus. Este \u00e9 um grande sinal de consola\u00e7\u00e3o para n\u00f3s. Entretanto, depois, esta mulher que sofre, que precisa fugir, que d\u00e1 \u00e0 luz em meio a ang\u00fastias e dores, \u00e9 tamb\u00e9m a Igreja peregrina de todos os tempos. Em todas as gera\u00e7\u00f5es, a Igreja Cat\u00f3lica deve dar novamente \u00e0 luz o Filho de Deus feito homem e lev\u00e1-lo ao mundo com grande dor, em meio a ang\u00fastias e sofrimentos. Perseguida em todos os tempos, a Igreja vive como que no deserto, v\u00edtima do Drag\u00e3o (cf. Ap 12, 6.14). No entanto, em todos os tempos, a Igreja, novo Povo de Deus, vive tamb\u00e9m da luz de Deus e, como diz o Evangelho, \u00e9 alimentada em si mesma com o p\u00e3o da Sagrada Eucaristia. Dessa forma, em toda a tribula\u00e7\u00e3o, em todas as diversas situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis ao longo dos s\u00e9culos, nas diversas regi\u00f5es do mundo, sofrendo, a Igreja vence. Pois, ela \u00e9 a presen\u00e7a, a garantia do amor de Deus contra todas as ideologias do \u00f3dio e do ego\u00edsmo.<\/p>\n<p>Em nossos dias, vemos certamente que tamb\u00e9m o Drag\u00e3o quer devorar Deus, que veio ao mundo na fragilidade de um Menino. N\u00e3o tenhamos medo deste Deus aparentemente fr\u00e1gil. Ainda hoje, este Deus fr\u00e1gil \u00e9 forte: \u00e9 a verdadeira for\u00e7a. Sendo assim, somos convidados a confiar em Deus, e tamb\u00e9m chamados a imitar a Virgem Maria, naquilo que ela mesma disse: eu sou a serva do Senhor, e ponho-me \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do Senhor (cf. Lc 1, 38). Esta \u00e9 a li\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora: \u201cpercorrer o seu caminho; dar a nossa vida e n\u00e3o tomar a vida. E precisamente assim, percorremos o caminho do amor, que \u00e9 um perder-nos, mas um perder-nos que na realidade \u00e9 o \u00fanico caminho para nos encontrarmos verdadeiramente a n\u00f3s mesmos, para encontrarmos a verdadeira vida\u201d<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\">[5]<\/span><\/a>.<\/p>\n<p>Assim, contemplemos a Virgem Maria e deixemo-nos encorajar para a f\u00e9 e para a festa da alegria e da vit\u00f3ria: Deus vence. A f\u00e9, aparentemente fr\u00e1gil, \u00e9 a verdadeira for\u00e7a do mundo. O amor \u00e9 mais forte que o \u00f3dio. Por isso, podemos dizer com Santa Isabel: \u201cBendita \u00e9s tu entre as mulheres e bendito \u00e9 o fruto do teu ventre\u201d (Lc 1, 42). Por fim, pedimos a Nossa Senhora com toda a Igreja: Santa Maria, M\u00e3e de Deus, rogai por n\u00f3s pecadores, agora e na hora da nossa morte. Am\u00e9m!<\/p>\n<p><strong>Links relacionados:<\/strong><\/p>\n<p>TODO DE MARIA.<a href=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/a-batalha-final-o-matrimonio-e-a-familia\/\" target=\"_blank\">A batalha final, o Matrim\u00f4nio e a Fam\u00edlia<\/a>.<\/p>\n<p>TODO DE MARIA.\u00a0<a href=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/a-consagracao-a-maria-e-o-combate-espiritual\/\" target=\"_blank\">A consagra\u00e7\u00e3o a Maria e o combate espiritual<\/a>.<\/p>\n<p>TODO DE MARIA.\u00a0<a href=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/a-consagracao-e-os-tres-inimigos-da-alma\/\" target=\"_blank\">A consagra\u00e7\u00e3o e os tr\u00eas inimigos da alma<\/a>.<\/p>\n<p>TODO DE MARIA.\u00a0<a href=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/o-poder-de-maria-e-do-rosario-contra-o-mal\/\" target=\"_blank\">O poder de Maria e do Ros\u00e1rio contra o mal<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<hr align=\"left\" size=\"1\" width=\"250\" \/>\n<div id=\"ftn1\" dir=\"ltr\">\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\">[1]<\/span><\/a>\u00a0 SANTO AGOSTINHO. <i><a href=\"http:\/\/charlezine.com.br\/wp-content\/uploads\/Cidade-de-Deus-Agostinho.pdf\" target=\"_blank\">De civitate Dei<\/a>, Lib<\/i>. XIV, <i>c.<\/i> XXVIII.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn2\" dir=\"ltr\">\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\">[2]<\/span><\/a>\u00a0 PAPA BENTO XVI. <a href=\"https:\/\/w2.vatican.va\/content\/benedict-xvi\/pt\/homilies\/2007\/documents\/hf_ben-xvi_hom_20070815_castel-gandolfo.html\">Homilia de 15 de Agosto de 2007<\/a>.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn3\" dir=\"ltr\">\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\">[3]<\/span><\/a>\u00a0 <i>Idem.<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn4\" dir=\"ltr\">\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\">[4]<\/span><\/a>\u00a0 <i>Idem.<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn5\" dir=\"ltr\">\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\">[5]<\/span><\/a>\u00a0 <i>Idem.<\/i><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A batalha espiritual entre a Mulher revestida de sol e o Drag\u00e3o vermelho pode ser compreendida como a luta entre dois amores: amor e ego\u00edsmo. 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