{"id":8994,"date":"2018-09-15T03:00:14","date_gmt":"2018-09-15T06:00:14","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/?p=8994"},"modified":"2018-09-14T23:56:15","modified_gmt":"2018-09-15T02:56:15","slug":"a-maternidade-de-nossa-senhora-das-dores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/a-maternidade-de-nossa-senhora-das-dores\/","title":{"rendered":"A maternidade de Nossa Senhora das Dores"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left\"><b>A obedi\u00eancia e as dores de Nossa Senhora no Calv\u00e1rio e a maternidade de dor e de amor sobre todos os homens.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">No dia 15 de Setembro, na mem\u00f3ria de Nossa Senhora das Dores, a Liturgia apresenta a Virgem Maria em \u00edntima participa\u00e7\u00e3o na Paix\u00e3o de seu Filho Jesus Cristo, como esteve tamb\u00e9m em todas as vicissitudes da Sua vida terrena. A profecia do velho Sime\u00e3o: \u201cuma espada traspassar\u00e1 a tua alma\u201d (Lc 2, 35), realizou-se na participa\u00e7\u00e3o de Maria Sant\u00edssima nas dores de Jesus Cristo, que a fez penetrar cada vez mais profundamente no mist\u00e9rio da cruz.<a href=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/files\/2018\/09\/A-maternidade-de-Nossa-Senhora-das-Dores.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-8996 aligncenter\" src=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/files\/2018\/09\/A-maternidade-de-Nossa-Senhora-das-Dores.jpg\" alt=\"A obedi\u00eancia e as dores de Nossa Senhora no Calv\u00e1rio e a maternidade de dor e de amor sobre todos os homens.\" width=\"600\" height=\"330\" srcset=\"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/files\/2018\/09\/A-maternidade-de-Nossa-Senhora-das-Dores.jpg 600w, https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/files\/2018\/09\/A-maternidade-de-Nossa-Senhora-das-Dores-300x165.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Na primeira leitura, a carta aos Hebreus nos transmite que Cristo, \u201cnos dias da Sua vida mortal\u201d (Hb 5, 7), quis partilhar a sorte do homem pecador, quis padecer por ele e com ele. O peso dessa dor imensa arrancou-Lhe \u201cclamores e l\u00e1grimas\u201d (Hb 5, 7) \u2013 pensemos na agonia do Getsemani e na do Calv\u00e1rio \u2013 e, contudo, Ele submeteu-Se voluntariamente, em obedi\u00eancia \u00e0 vontade do Pai. \u201cEmbora fosse Filho de Deus, aprendeu a obedi\u00eancia por meio dos sofrimentos que teve\u201d (Hb 5, 8). Maria, a mulher das dores, seguiu Jesus, o \u201chomem das dores\u201d (Is 53, 3), por este caminho de sofrimento, padeceu com Ele para a salva\u00e7\u00e3o de toda humanidade.<!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong><a href=\"http:\/\/feedburner.google.com\/fb\/a\/mailverify?uri=TodoDeMaria\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Inscreva-se e receba o conte\u00fado deste blog gratuitamente em seu e-mail.<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><b>A obedi\u00eancia e as dores de Nossa Senhora<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Cada novo sofrimento encontrou a Virgem Maria sempre dispon\u00edvel \u00e0 vontade divina, a repetir o <i>fiat<\/i> (cf. Lc 1, 38) pronunciado na Anuncia\u00e7\u00e3o. Jesus, submetendo-Se \u00e0 vontade do Pai, \u201ctornou-se autor da salva\u00e7\u00e3o eterna para todos os que lhe obedecem\u201d (Hb 5, 9) e Maria, participando nessa obedi\u00eancia e nessa dor, cooperou na obra da salva\u00e7\u00e3o da humanidade. Ao mesmo tempo, em uni\u00e3o com seu divino Filho, mostrou-nos o caminho da obedi\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">A submiss\u00e3o de Maria \u00e0 vontade de Deus custou a espada que traspassou a sua alma durante a vida e o holocausto supremo que realizou aos p\u00e9s da cruz. \u201cJunto desta esteve, n\u00e3o sem des\u00edgnio de Deus (cf. Jo 19,25), padecendo acerbamente com o seu Filho \u00fanico, e associando-se com cora\u00e7\u00e3o de m\u00e3e ao Seu sacrif\u00edcio, consentindo com amor na imola\u00e7\u00e3o da v\u00edtima que d\u2019Ela nascera\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[1]<\/span><\/span><\/a>. O t\u00edtulo de Rainha dos M\u00e1rtires, que lhe outorgou a Igreja, manifesta uma realidade inigual\u00e1vel: \u201cMaria sofreu mais do que todos os m\u00e1rtires, porque s\u00f3 a ela foi pedido o sacrif\u00edcio de seu amado Filho que era, ao mesmo tempo, o seu Deus muito amado\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[2]<\/span><\/span><\/a>. \u201cFeliz a Virgem Maria que, sem passar pela morte, mereceu a palma do mart\u00edrio, ao p\u00e9 da Cruz do Senhor\u201d<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[3]<\/span><\/span><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Certamente que seria mil vezes mais f\u00e1cil para a M\u00e3e de Deus morrer do que assistir \u00e0 crucifix\u00e3o e \u00e0 morte de seu amado e divino Filho. Por isso, sentimos a necessidade de nos compadecer diante de t\u00e3o grande dor e de orar com a Igreja: \u201cV\u00f3s quisestes, Senhor, que a M\u00e3e do Vosso Filho, de p\u00e9 junto da Cruz, fosse associada aos Seus sofrimentos; concedei \u00e0 Vossa Igreja unir-se \u00e0 Paix\u00e3o de Cristo para ter parte na Sua ressurrei\u00e7\u00e3o\u201d<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[4]<\/span><\/span><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><b>A maternidade dolorosa da Virgem Maria<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: left\">O Evangelho convida-nos a contemplar Maria aos p\u00e9s da cruz. Do alto do madeiro, Jesus, em meio a dores atrozes, proclama-a M\u00e3e dos homens (cf. Jo 19, 26-27). Para chegar a ser M\u00e3e do Filho de Deus foram suficientes a sua f\u00e9 inquebrant\u00e1vel, o seu <i>fiat <\/i>cheio de amor (cf. Lc 1, 38) e a pobreza de Bel\u00e9m (cf. Lc 2, 7). Mas, para ser M\u00e3e dos homens, foi necess\u00e1rio o sofrimento terr\u00edvel do Calv\u00e1rio. S\u00f3 ent\u00e3o Jesus, apresentando a sua M\u00e3e \u00e0 humanidade, na pessoa de Jo\u00e3o, lhe diz: \u201cMulher, eis a\u00ed teu filho\u201d (Jo 19, 26), como que para significar que a sua participa\u00e7\u00e3o na Paix\u00e3o lhe conferia o direito de ser oficialmente reconhecida como M\u00e3e dos homens. Em Bel\u00e9m, na paz daquela noite venturosa e com alegria imensa, Maria deu \u00e0 luz o seu Filho Jesus. No Calv\u00e1rio, entre os ritos dos algozes e com indescrit\u00edvel sofrimento, gerou os homens para a vida da gra\u00e7a. Pela sua \u00edntima participa\u00e7\u00e3o no mist\u00e9rio do Filho de Deus, passou a ser \u201cnossa m\u00e3e na ordem da gra\u00e7a\u201d<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[5]<\/span><\/span><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida que a obra de Maria est\u00e1, em tudo, subordinada \u00e0 de Jesus e nela encontra a sua efic\u00e1cia. A Igreja n\u00e3o hesita em proclamar esta fun\u00e7\u00e3o subordinada de Maria, sente-a constantemente e inculca-a aos fi\u00e9is, para mais intimamente aderirem, com esta ajuda materna, ao seu Mediador e Salvador, Jesus Cristo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Ao experimentar os benef\u00edcios da maternidade de Maria, n\u00e3o podemos esquecer o pre\u00e7o que ela pagou por todos n\u00f3s: foi crucificada em esp\u00edrito. \u201cN\u00e3o vos maravilheis, irm\u00e3os \u2013 afirma S. Bernardo \u2013 ouvindo dizer que Maria foi m\u00e1rtir na sua alma&#8230; Se Jesus pode morrer no corpo, por que raz\u00e3o n\u00e3o poderia ela morrer com Ele no seu cora\u00e7\u00e3o? Nele atuou uma caridade que n\u00e3o admite compara\u00e7\u00e3o, e nela, uma caridade que jamais criatura alguma conseguiu igualar\u201d<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[6]<\/span><\/span><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">A maternidade de Maria Sant\u00edssima para conosco \u00e9 maternidade de dor e de amor. Por isso, para sermos seus dignos filhos, \u00e9 necess\u00e1rio que dela aprendamos a amar e a sofrer. Devemos amar a Deus e a Sua vontade, aceitar com amor e resigna\u00e7\u00e3o as tribula\u00e7\u00f5es e os sofrimentos da vida e oferec\u00ea-los em uni\u00e3o com a Paix\u00e3o de Jesus e de Maria pela nossa salva\u00e7\u00e3o e pela de nossos irm\u00e3os.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">A lembran\u00e7a de Nossa Senhora aos p\u00e9s da cruz suaviza a aspereza da dor, infunde coragem e ajuda a sofrer com generosidade, na serena esperan\u00e7a de que tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus (cf. Rm 8, 28).<\/p>\n<p><strong>Assista ao programa do Padre Paulo Ricardo na \u201c<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=eFMEKMZZyHw\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mem\u00f3ria de Nossa Senhora das Dores<\/a>\u201d:<\/strong><\/p>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube-nocookie.com\/embed\/eFMEKMZZyHw?rel=0&amp;showinfo=0\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe>\n<p style=\"text-align: left\"><b>Ora\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora das Dores<\/b><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-size: small\">Verdadeiramente, \u00f3 M\u00e3e bem-aventurada! a espada traspassou a tua alma. Nem ela poderia penetrar no corpo de teu Filho sem a traspassar. Certamente, depois que Jesus expirou, o teu Jesus, mais teu do que de todos os outros, n\u00e3o tocou na Sua alma a lan\u00e7a cruel que abriu o Seu sagrado lado&#8230;, mas traspassou certamente a tua. A Sua alma j\u00e1 ali n\u00e3o estava, mas a tua n\u00e3o se podia afastar de l\u00e1. A for\u00e7a da dor traspassou, pois, a tua alma para que, com raz\u00e3o, te proclamemos mais do que m\u00e1rtir, tendo sido em ti maior o afeto de compaix\u00e3o que poderia ser o sentido da paix\u00e3o corporal. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: small\">N\u00e3o foi, acaso, para ti mais do que uma espada aquela palavra que traspassava, na realidade, a alma e que chegava at\u00e9 \u00e0 divis\u00e3o da alma e do esp\u00edrito: \u201cSenhora, eis a\u00ed o teu filho\u201d? Oh ditosa troca! Entregam-te Jo\u00e3o em lugar de Jesus, o servo no lugar do Senhor, o disc\u00edpulo no lugar do Mestre, o filho de Zebedeu no lugar do Filho de Deus, um simples homem no lugar do Deus verdadeiro (S. Bernardo, <i>De duodecim praerogativis B.V.M.<\/i>).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: small\">\u00d3 M\u00e3e, fonte de ternura, dai que eu sinta as vossas dores, para chorar a vossos p\u00e9s.<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: small\">Acendei-me no meu peito uma chama como a vossa, para amar o meu Senhor.<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: small\">Concedei-me, \u00f3 M\u00e3e piedosa, ter gravados na minha alma os estigmas de Jesus.<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: small\">E fazei que eu tenha parte nessas chagas dolorosas recebidas na Paix\u00e3o.<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: small\">Que essas chagas me dominem, que a Paix\u00e3o em mim penetre pelo Sangue de Jesus.<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: small\">N\u00e3o deixeis a chama eterna abrasar-me esse dia de clamor e confus\u00e3o.<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: small\">Mas fazei que a Cruz me guarde, me preserve a santa Morte, com a gra\u00e7a do Senhor.<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: small\">Quando enfim descer \u00e0 terra, conduz minha alma \u00e0 gl\u00f3ria do descanso eterno em Deus. Amen. (Missal Romano, <\/span><span style=\"font-size: small\"><i>Stabat Mater<\/i><\/span><span style=\"font-size: small\">)<\/span><a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[7]<\/span><\/span><\/a><span style=\"font-size: small\">.<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: left\"><b>Links relacionados:<\/b><\/p>\n<p>TODO DE MARIA.&nbsp;<a href=\"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/a-coroa-das-sete-dores-de-nossa-senhora\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora<\/a>.<br \/>\nTODO DE MARIA.&nbsp;<a href=\"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/a-memoria-de-nossa-senhora-das-dores-no-ano-mariano\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A mem\u00f3ria de Nossa Senhora das Dores no Ano Mariano<\/a>.<br \/>\nTODO DE MARIA.&nbsp;<a href=\"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/terco-das-sete-dores-de-kibeho-para-o-mundo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ter\u00e7o das Sete Dores: de Kibeho para o mundo<\/a>.<br \/>\nTODO DE MARIA.<a href=\"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/sao-gabriel-de-nossa-senhora-das-dores\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">S\u00e3o Gabriel de Nossa Senhora das Dores<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<hr align=\"left\" size=\"1\" width=\"250\"\/>\n<div id=\"ftn1\" dir=\"ltr\">\n<p style=\"text-align: left\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[1]<\/span><\/span><\/a><span style=\"font-size: small\">&nbsp; CONC\u00cdLIO VATICANO II. <a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/archive\/hist_councils\/ii_vatican_council\/documents\/vat-ii_const_19641121_lumen-gentium_po.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Constitui\u00e7\u00e3o Dogm\u00e1tica <i>Lumen Gentium<\/i><\/a>, 58.<br \/>\n<\/span><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[2]<\/span><\/span><\/a><span style=\"font-size: small\">&nbsp; P. GABRIEL DE S. MARIA MADALENA, O.C.D. <a href=\"http:\/\/www.obrascatolicas.com\/livros\/Espiritualidade%20e%20Religiao\/Intimidade%20Divina_Pe%20Gabrielde%20Sta%20M%20Madalena.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Intimidade Divina: Medita\u00e7\u00f5es sobre a vida interior para todos os dias do ano<\/a>, p. 1243.<br \/>\n<\/span><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[3]<\/span><\/span><\/a><span style=\"font-size: small\">&nbsp; <\/span><span style=\"font-size: small\"><i>Idem<\/i><\/span><span style=\"font-size: small\">, p. 1242.<br \/>\n<\/span><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[4]<\/span><\/span><\/a><span style=\"font-size: small\">&nbsp; <\/span><span style=\"font-size: small\"><i>Idem, ibidem.<br \/>\n<\/i><\/span><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[5]<\/span><\/span><\/a><span style=\"font-size: small\">&nbsp; CONC\u00cdLIO VATICANO II. <\/span><span style=\"font-size: small\"><i>Op. cit<\/i><\/span><span style=\"font-size: small\">., 61.<br \/>\n<\/span><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[6]<\/span><\/span><\/a><span style=\"font-size: small\"> &nbsp;P. GABRIEL DE S. MARIA MADALENA, O.C.D. <\/span><span style=\"font-size: small\"><i>Op. cit<\/i><\/span><span style=\"font-size: small\">., p. 1244.<br \/>\n<\/span><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: small\">[7]<\/span><\/span><\/a><span style=\"font-size: small\">&nbsp; <\/span><span style=\"font-size: small\"><i>Idem<\/i><\/span><span style=\"font-size: small\">, p. 1244-1245.<\/span><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A obedi\u00eancia e as dores de Nossa Senhora no Calv\u00e1rio e a maternidade de dor e de amor sobre todos os homens. No dia 15 de Setembro, na mem\u00f3ria de Nossa Senhora das Dores, a Liturgia apresenta a Virgem Maria&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":4539,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[186083],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8994"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4539"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8994"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8994\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9003,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8994\/revisions\/9003"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8994"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8994"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/tododemaria\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8994"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}