27. novembro 2015 · Comentários desativados em Cê tá me entendendo? EP08 - Como vencer os pecados contra a castidade · Categories: Formação, WebTV · Tags: , ,

No episódio de hoje falaremos sobre como vencer os pecados contra a castidade, que tanto ferem o coração dos jovens. Algumas dicas dicas práticas de como trilhar um caminho de real de conversão pessoal.

27. outubro 2015 · Comentários desativados em Sinais da Revolução Jesus. · Categories: Casa de Missão, Formação, Grupo Combatentes · Tags: ,

Uma das maiores tentações a que somos submetidos nesses dias é de termos uma fé self service, ou seja, que vai se ajustando as nossas conveniências e vontades. Uma fé que evidencia a minha condição de “ser supremo”, onde eu vou selecionando o que quero e o que não quero crer. Tal atitude gera algumas situações profundamente assíncronas: amo Nossa Senhora, mas não acredito na intercessão dos santos; Aceito a autoridade papal, mas não me confesso; Defendo a família, mas sou a favor do aborto; Agindo desta forma, tenho fé em mim, não em Deus, pois a Ele não me submeto.
Essa minha fé, não muda, nem a mim nem quem está a minha volta. Quando eu peço ao Senhor: “Eu creio, mas aumenta a minha fé”, vem em socorro minha falta de fé, o que estou pedindo a Deus é autenticidade, o que eu peço é fidelidade. Por que uma vez que nós assumimos publicamente no que cremos, as pessoas esperam visualizar em nós a fé. More »

11. agosto 2015 · Comentários desativados em Qual a diferença entre crer e ter fé? · Categories: Artigos, Formação · Tags: ,

O ato de acreditar é a menor parte do ato de ter fé.

Quando no século IV, São Jerônimo, em obediência ao papa Dâmaso I, traduziu a Septuaginta e os manuscritos gregos do Novo Testamento para o latim, originou-se a Bíblia Vulgata: a primeira versão do Livro Sagrado para um só idioma. Diante do verbo grego pisteuou, que significa ter fé, São Jerônimo precisou encontrar um termo latino semelhante. Sua escolha foi o verbo credere (crer), que deriva de cor do (dou o coração). Acontece que verbo crer também é sinônimo de acreditar e foi esse último sentido, o de crença – e não o de “dar o coração” – que prevaleceu com o passar dos séculos. Assim sendo, quando eu creio eu ofereço minha inteligência, minha razão. Mas quando eu tenho fé, eu oferto meu coração. Ter fé significa harmonia, sintonia, consonância, intimidade. More »

05. agosto 2015 · Comentários desativados em A vitória que vence o mundo. · Categories: Artigos, Formação, Grupo Combatentes · Tags: , ,

Depois, aproximando-se dos discípulos, viu ao redor deles grande multidão, e os escribas a discutir com eles. Todo aquele povo, vendo de surpresa Jesus, acorreu a ele para saudá-lo. Ele lhes perguntou: Que estais discutindo com eles? Respondeu um homem dentre a multidão: Mestre, eu te trouxe meu filho, que tem um espírito mudo. Este, onde quer que o apanhe, lança-o por terra e ele espuma, range os dentes e fica endurecido. Roguei a teus discípulos que o expelissem, mas não o puderam. Respondeu-lhes Jesus: Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos hei de aturar? Trazei-o cá! Eles lho trouxeram. Assim que o menino avistou Jesus, o espírito o agitou fortemente. Caiu por terra e revolvia-se espumando. Jesus perguntou ao pai: Há quanto tempo lhe acontece isto? Desde a infância, respondeu-lhe. E o tem lançado muitas vezes ao fogo e à água, para o matar. Se tu, porém, podes alguma coisa, ajuda-nos, compadece-te de nós!  Disse-lhe Jesus: Se podes alguma coisa!… Tudo é possível ao que crê. Imediatamente exclamou o pai do menino: Creio! Vem em socorro à minha falta de fé! (Marcos 9, 14)

Mais uma vez a palavra que nos motiva, que nos inspira, retrata um momento em que Jesus exerce seu ministério através de uma cura ou de uma libertação. Nesta citação, em especial, nós poderíamos nos ater ao fato de que os apóstolos estavam lá lutando com o menino, sem que conseguissem expulsar o espírito imundo. Poderíamos ainda, nos ater a exortação que Jesus fez aos apóstolos, extremamente severa. “Ó geração incrédula, até quando estarei convosco?” Se alguém disse isso para nós na paróquia, nunca mais colocaríamos os pés lá. Eu fico pensando que na pedagogia de Jesus existem sim alguns momentos duros, de exigência. Amar não é ser mole nem permissivo, é corrigir com firmeza quando necessário, mas nós somos um povo frouxo, que não aceita ser corrigido. Principalmente hoje, nos consideramos cheios de direitos e isentos de deveres. Mas esse não é o cerne. More »

21. julho 2015 · Comentários desativados em Lance fora a capa · Categories: Artigos, Formação, Grupo Combatentes · Tags: ,

As nossas práticas de piedade, nossas orações diárias, precisam ser acompanhadas por experiências de perdão, de desapego, de mortificação pessoal.

Em 1992, quando eu era vocacionado à ordem franciscana menor (OFM), na paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no bairro do Otávio Bonfim, em Fortaleza, vivenciei uma experiência profundamente evangélica, que compartilho com você agora. Nosso superior, na época, era Frei Humberto Wallschlag, um alemão de porte físico avantajado e olhos profundamente azuis. Estávamos na sala de convivência, nós os aspirantes e os irmãos frades, quando Frei Humberto chega trazendo uma enorme caixa, e a coloca no centro. Pediu a nossa atenção e disse: “- Recebi essa caixa com roupas e sapatos enviados por minha mãe, na Alemanha. Vamos abri-la e cada um de vocês poderá pegar uma peça, que lhes sirva. Mas apenas uma. O que nos sobra, falta a outros.” Nos lançamos sobre aquelas peças de roupas e sapatos. Lembro que peguei uma camisa que usei por muitos anos. Nosso formador, um jovem chamado Frei Bosco, com a perspicácia que lhe era própria, e sem compartilhar do nosso afã pela novidade, fez o seguinte questionamento: “- Frei Humberto, e o senhor, já pegou a sua parte? Afinal essas coisas eram para você.” More »

14. julho 2015 · Comentários desativados em Os passos de Bartimeu. · Categories: Artigos, Formação, Grupo Combatentes · Tags: , , , ,

A fim de que possamos enxergar com os olhos da fé, somos convidados, eu e você, a seguirmos os passos de Bartimeu. Deus tem a compreensão do todo, mas nós apenas percebemos a centelha, a fagulha do momento. É exatamente por isso, Ele se releva a nós, Deus nos apresenta a sua vontade, na medida e na dimensão de nossa capacidade de compreensão. Vamos partilhar os passos de Bartimeu nesta experiência de encontro, de cura e de conversão com a pessoa de Jesus, sendo certamente, isto que necessitamos para o dia de hoje. More »

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