Uma casa de formação e aprofundamento

Nossa Senhora Auxiliadora

Nossa Senhora Auliadora: Milagres acontecem!

Quero contar para você um acontecimento de fé que ocorreu em meio à Revolução Constituciolista de 1932 em São Paulo, Brasil. Começa do outro do mundo na Itália em meio à outra grande revolução, a revolução industrial: A linda História da imagem de Nossa Senhora que “sobreviveu” ao ataque de uma bomba.

São João Bosco, santo e pai da juventude no tempo da revolução industrial que se expandiu por toda a Europa do século XVIII.  Dom Bosco homem de visão e de muito trabalho chegou a profetizar a vinda dos seus filhos, os missionários Salesiano para nossa pátria brasileira: “Dia Virá em que no Brasil haverá duzentos colégios salesianos”.

O Colégio São Manuel, onde a Canção Nova está instalada como casa de formação, nasceu da antiga “Fazenda Santo Antônio” de Lavrinhas, uma fazenda de café com uma área de 315.119 metros quadrados e que prosperou até 1914, foi então cedida aos Salesianos pelo cooperador Coronel Horta. E foi aqui que os Salesianos do Brasil no dia 19 de março de 1914 inauguraram o Seminário Menor com o nome de “Colégio São Manuel” em homenagem ao santo de devoção do então benfeitor Coronel Horta. O Colégio foi edificado exclusivamente para a formação.

A Revolução Constitucionalista de 1932 atinge o Colégio São Manuel que na ocasião serviria de hospital para as tropas de São Paulo que lutavam bravamente contra as tropas federais no Vale do Paraíba. Chega então uma ordem por parte das tropas federais para que derrubassem o colégio. Mas o São Manuel já tinha a sua Mãe Protetora! Podemos entender o ocorrido pelos escritos do Pe. Antonio Corso:

“Uma bomba de canhão cai certeira sobre o alvo!” Deixando intacto o casarão do Colégio, busca a capelinha, o antigo engenho da fazenda, e vai explodir em meio ao presbitério, bem diante da maravilhosa imagem de Nossa Senhora Auxiliadora. O efeito da explosão foi um grande rombo no chão e a lembrança da passagem da bomba pelo teto e… nada mais!

No dia seguinte um jornal de São Paulo se perguntava em grande manchete: ‘Ainda existem milagres?’. E “narrava a proteção celeste de Nossa Senhora àquele colégio salesiano na fronteira do Estado de São Paulo”. Ou seja, a Imagem ficou intacta depois de uma bala de canhão cair muito próximo a ela.

Trata-se de uma imagem vinda da Espanha em 1917 com um metro e oitenta centímetros artisticamente esculpidos em madeira, em Sarriá, Barcelona. O escultor, irmão Salesiano, Mestre Cristóvão, esculpiu-a de joelhos, pois para ele esculpir aquela imagem não era um trabalho e sim uma oração.

Se o providente Amor de Deus foi capaz de proteger o colégio de refugiados e uma imagem de Sua Mãe Santíssima, que nós contemplamos todos os dias na capela de nossa casa, o que Ele não poderá fazer em nossos corações? Uma verdadeira revolução, de amor, de paz, abrir os nossos olhos para enxergar no meio de tantas revoluções que o mundo tem passado à verdadeira mudança que nós precisamos: construir ao invés de destruir, formar homens bons cristãos e verdadeiros cidadãos capazes de sobreviver aos grandes desafios da vida.

Há momentos em nossas vidas que parece que a qualquer hora uma “bomba” pode explodir e destruir tudo que foi construído até agora, ficamos sem saber como fazer para desarmar essa bomba. Se confiarmos a Virgem Auxiliadora ela poder impedir o mal de acontecer, nos dando força, discernimento e sabedoria para agir e fazer as melhores escolhas.

Quais as “bombas” que você precisa desarmar? Clique em comentários e deixe os seus pedidos de orações,

“Mãe me deixa ficar um pouco nos teus braços no lugar de Jesus!” Virgem Auxiliadora dos Cristãos rogai por nós!

Oração: Ó Maria, Virgem poderosa, Tu, grande e ilustre defensora da Igreja, Tu, auxilio maravilhoso dos cristãos, Tu, terrível como exercito ordenado em batalha, Tu, que, só, destruístes toda heresia em todo o mundo: nas nossas angustias, nas nossas lutas, nas nossas aflições, defende-nos do inimigo; e na hora da morte, acolhe a nossa alma no paraíso. Amém (Composta por São João Bosco).

Peça a proteção da mãe do céu: História da Revolução de 1932:


Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai.

Padre Luizinho, Com. Canção Nova.
Diretor Espiritual e Formador no Pré-discípulado.
http://twitter.com/padreluizinho


Uma história de fé

Nossa Senhora impede
uma bomba de explodir! 

Quero contar para você um acontecimento de fé que ocorreu em meio à Revolução Constituciolista de 1932 em São Paulo, Brasil. Começa do outro do mundo na Itália em meio à outra grande revolução, a revolução industrial: A linda História da imagem de Nossa Senhora que “sobreviveu” ao ataque de uma bomba.

São João Bosco, santo e pai da juventude no tempo da revolução industrial que se expandiu por toda a Europa do século XVIII. Dom Bosco homem de visão e de muito trabalho chegou a profetizar a vinda dos seus filhos, os missionários Salesiano para nossa pátria brasileira: “Dia Virá em que no Brasil haverá duzentos colégios salesianos”.

O Colégio São Manuel, onde a Canção Nova está instalada como casa de formação, nasceu da antiga “Fazenda Santo Antônio” de Lavrinhas, uma fazenda de café com uma área de 315.119 metros quadrados e que prosperou até 1914, foi então cedida aos Salesianos pelo cooperador Coronel Horta. E foi aqui que os Salesianos do Brasil no dia 19 de março de 1914 inauguraram o Seminário Menor com o nome de “Colégio São Manuel” em homenagem ao santo de devoção do então benfeitor Coronel Horta. O Colégio foi edificado exclusivamente para a formação.

A Revolução Constitucionalista de 1932 atinge o Colégio São Manuel que na ocasião serviria de hospital para as tropas de São Paulo que lutavam bravamente contra as tropas federais no Vale do Paraíba. Chega então uma ordem por parte das tropas federais para que derrubassem o colégio. Mas o São Manuel já tinha a sua Mãe Protetora! Podemos entender o ocorrido pelos escritos do Pe. Antonio Corso:

“Uma bomba de canhão cai certeira sobre o alvo!” Deixando intacto o casarão do Colégio, busca a capelinha, o antigo engenho da fazenda, e vai explodir em meio ao presbitério, bem diante da maravilhosa imagem de Nossa Senhora Auxiliadora. O efeito da explosão foi um grande rombo no chão e a lembrança da passagem da bomba pelo teto e… nada mais

!

No dia seguinte um jornal de São Paulo se perguntava em grande manchete: ‘Ainda existem milagres?’. E “narrava a proteção celeste de Nossa Senhora àquele colégio salesiano na fronteira do Estado de São Paulo”. Ou seja, a Imagem ficou intacta depois de uma bala de canhão cair muito próximo a ela.

 

Trata-se de uma imagem vinda da Espanha em 1917 com um metro e oitenta centímetros artisticamente esculpidos em madeira, em Sarriá, Barcelona. O escultor, irmão Salesiano, Mestre Cristóvão, esculpiu-a de joelhos, pois para ele esculpir aquela imagem não era um trabalho e sim uma oração.

Se o providente Amor de Deus foi capaz de proteger o colégio de refugiados e uma imagem de Sua Mãe Santíssima, que nós contemplamos todos os dias na capela de nossa casa, o que Ele não poderá fazer em nossos corações? Uma verdadeira revolução, de amor, de paz, abrir os nossos olhos para enxergar no meio de tantas revoluções que o mundo tem passado à verdadeira mudança que nós precisamos: construir ao invés de destruir, formar homens bons cristãos e verdadeiros cidadãos capazes de sobreviver aos grandes desafios da vida.

Há momentos em nossas vidas que parece que a qualquer hora uma “bomba” pode explodir e destruir tudo que foi construído até agora, ficamos sem saber como fazer para desarmar essa bomba. Se confiarmos a Virgem Auxiliadora ela poder impedir o mal de acontecer, nos dando força, discernimento e sabedoria para agir e fazer as melhores escolhas.

“Mãe me deixa ficar um pouco nos teus braços no lugar de Jesus!” Virgem Auxiliadora dos Cristãos rogai por nós!

 

Oração:

Ó Maria, Virgem poderosa, Tu, grande e ilustre defensora da Igreja, Tu, auxilio maravilhoso dos cristãos, Tu, terrível como exercito ordenado em batalha, Tu, que, só, destruístes toda heresia em todo o mundo: nas nossas angustias, nas nossas lutas, nas nossas aflições, defende-nos do inimigo; e na hora da morte, acolhe a nossa alma no paraíso. Amém

(Composta por São João Bosco).
 
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai.
Padre Luizinho, Com. Canção Nova.

 


Oração a Nossa Senhora Auxiliadora

Ó Maria, Virgem poderosa,
Tu, grande e ilustre defensora da Igreja,
Tu, Auxílio maravilhoso dos cristãos,
Tu, terrível como exército ordenado em batalha,
Tu, que, só, destruíste toda heresia em todo o mundo: nas nossas angústias, nas nossas lutas, nas nossas aflições, defende-nos do inimigo; e na hora da morte, acolhe a nossa alma no paraíso. Amém!

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Uma visão profética: sonho das duas colunas e do navio

image008.jpgEm 30 de Maio, Dom Bosco contou ter visto em sonho, uma terrível batalha no mar, desencadeada por uma multidão de embarcações, pequenas e grandes, contra um único majestoso navio, símbolo da Igreja. Esse navio, várias vezes atingido, mas sempre vitorioso, era guiado pelo Papa. Ancorou seguro entre duas colunas saídas do mar. A primeira tinha em cima uma grande hóstia onde se liam as palavras “Salus credentium” (salvação dos crentes); na outra coluna, mais baixa, estava a estátua da Imaculada com as palavras “Auxilium Christianorum” (Auxílio dos cristãos).

O sonho da jangada é contado por Dom Bosco em 1866. Arrastados por uma terrível inundação, os jovens, para se salvar, sobem com Dom Bosco para cima de uma jangada e vêem no céu uma palavra misteriosa: “Medoum”. Dom Bosco explicou: “Mater et Domina Omins Universus, Maria” (“Mãe e Senhora de todo o universo, Maria”). Finalmente desembarcados num lugar seguro, a Virgem Maria diz aos jovens: “Se vós fordes para mim filhos devotos, Eu serei para vós Mãe Amorosa”.

Certo dia, o Santo Cardeal Schuster, disse a um salesiano: “Vi reproduzida a visão das duas colunas, que apareceram a Dom Bosco. Diga a seus superiores que a façam reproduzir em imagens e postais e as difundam por todo o mundo católico, porque essa visão de Dom Bosco é de grande atualidade: a Igreja e o povo cristão só se salvarão com estas duas devoções: A Eucaristia e Maria, Auxílio dos Cristãos”.

Dom Bosco, por humildade chamou-a “um sonho”, mas a história confirmou a “profecia do vidente”. “Me parecia que estava sobre um grande rochedo, rodeado pelo mar imenso, agitado pelo bramido e estrondos de uma terrível tempestade…

Eu vi, saindo desta borrasca enorme, o navio de grande tamanho e no seu bordo o Papa, os Cardeais, os Bispos e Sacerdotes com seu Povo. Em toda aquela vasta superfície de águas, eu vi uma multidão incontável de navios pequenos e grandes, dispostos em ordem de batalha, armados com canhões e cheios de fuzis, de armas de todo o tipo, de material inflamável e também de livros.

Esses navios avançaram contra aquela maior e mais alta que todas as outras, tentando chocar-se contra ela e incendiá-la, para fazer qualquer estrago possível. O mar agitado parece favorecer os atacantes… Em uma das ofensivas eu vi, que foi atingido também o Papa e ficou gravemente ferido perdendo muito sangue…

No meio da imensa extensão do mar, eu vi elevar-se das ondas DUAS ROBUSTAS COLUNAS, pouco distantes uma da outra. No cimo de uma poderia se ver instalada a estátua da Virgem Imaculada Maria, a cujos pés foi pendurado um grande cartaz com esta inscrição: AUXÍLIO DOS CRISTÃOS. Sobre a outra, muito mais alta e de maior diâmetro, está uma HÓSTIA de grande proporção, e abaixo havia um cartaz com as palavras: SALVAÇÃO DOS CRENTES…

A borrasca volta espantosa e o Papa que estava ao leme do navio dirigia todos os seus esforços para que o seu navio levado adiante, até que possa ancorar entre essas duas colunas… Nesta luta terrível morre o Papa. O novo Papa, superando todos os obstáculos, dirigindo a nave corajosamente, põe-se entre as duas colunas. Então sucede uma mudança total: fogem as naus inimigas, se extraviam, se chocam entre si e se despedaçam ou afundam…

No mar reina agora uma grande calma. As naus que combateram valorosamente a favor do Papa, vêem também elas e se amarram junto às duas colunas, reconhecendo que a salvação recebemos pela devoção a Maria Santíssima e Jesus Misericordioso na Eucaristia ”.

Essa visão de Dom Bosco, narrada e resumida brevemente em poucas palavras é também hoje ainda de grande atualidade, quando o mundo aproxima-se a dois mil anos da Era Cristã. Surgem novos provocadores de pânico, falsos profetas e representantes da Nova Ordem Mundial com seus planos e programas camuflados.

Jesus Cristo a todos nos admoesta através dos seus ensinamentos e sua Igreja, governada pelo Papa: “Vigiai e Orai”. “Coragem, tua fé te salvará”. Nossa fé temos resumida na Eucaristia e na devoção a Maria. Salvação dos que crêem e auxílio dos cristãos.


O quadro de Nossa Senhora Auxiliadora

image004.jpgQuando, em 1865, Dom Bosco encarregou o pintor Tomás Lorenzone de pintar o quadro, causou grande admiração a todos os que o escutavam, pela grandiosidade do projeto, como se falasse de uma cena já vista: “Ao alto, Maria Santíssima, entre os coros dos Anjos. Depois os coros dos profetas, das Virgens, dos Confessores. No chão, os emblemas das grandes vitórias de Maria e os povos do mundo levantando as mãos para ela pedindo ajuda”.

O pintor notou-lhe que para pintar um quadro do gênero, seria preciso uma praça e para o guardar, uma igreja grande como Piazza Castello. Dom Bosco resignou-se a ver o seu projeto reduzido. Lorenzone alugou um espaço no Palazzo Madama e pôs-se ao trabalho.

Dom Bosco compreendeu que o pintor tinha razão; e ficou decidido que o quadro teria Nossa Senhora, os Apóstolos, os Evangelistas, e um grupo de anjinhos. Em baixo, devia aparecer o Oratório de Turim, e, ao fundo, a Basílica de Superga.

Terminada a pintura, o pintor disse a um sacerdote salesiano que foi visitá-lo: “Contemple como é belo! Porém, não é obra minha. Não fui eu que o pintei. Foi outra mão que guiou a minha. Diga a Dom Bosco que o quadro sairá como ele o deseja”.

Depois de três anos de trabalho, o grande quadro ficou pronto e foi levado e pendurado na Basílica de Maria Auxiliadora, Turim. Lorenzone, ao ver o quadro no lugar, ficou comovido. Caiu de joelhos e começou a soluçar!

Dom Bosco descreve-o assim: “A Virgem domina num mar de luz e majestade. Está rodeada de uma multidão de Anjos que a homenageiam como rainha. Na mão direita segura o cetro, que é símbolo do seu poder; Na mão esquerda segura o Menino que tem os braços abertos, oferecendo assim as suas graças e a sua misericórdia a quem recorre à sua augusta Mãe. À volta e em baixo estão os santos Apóstolos e os Evangelistas. Eles, transportados por um doce êxtase, quase exclamam: Regina Apostolorum, ora pro nobis. Olham atônitos a Virgem Maria. No fundo da pintura está a cidade de Turim, com o santuário de Valdocco em primeiro plano e com o de Superga ao fundo. Aquilo que tem maior valor no quadro é a idéia religiosa, que gera uma devota impressão em quem o olha”.

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Segundo a descrição feita por Dom Bosco, o quadro é uma eficaz representação do título “Maria, Mãe da Igreja”. E uma grande página de catequese mariana. Maria, enquanto Mãe do Filho de Deus, é a Rainha do céu e da terra: toda a Igreja, representada pelos apóstolos e pelos Santos, a aclama como Mãe e Auxiliadora poderosa.

Nossa Senhora é representada no alto, entre as nuvens, como Rainha do Céu, com o cetro na mão, símbolo de seu poder. A pomba estende as suas asas sobre a cabeça; e, mais em cima, o olho de Deus Pai, que ilumina tudo de vivíssima luz. Fazem coroa à Virgem diversos grupos de engraçados anjinhos. Maria Auxiliadora é rodeada, portanto, de Anjos que lhe fazem coroa e lhe prestam homenagem como a sua Rainha.

Com a mão direita, Nossa Senhora segura o cetro, símbolo do poder; com a esquerda, segura o Menino Jesus, que tem os braços abertos, oferecendo assim suas graças e sua misericórdia a quem recorre à sua querida Mãe. Na cabeça tem uma coroa de doze estrelas, com a qual é proclamada Rainha do céu e da terra.

Os Apóstolos Pedro (com as chaves) e Paulo (com a espada) ocupam no quadro o lugar principal, depois da Virgem Mãe. Os dois estendem os braços para Nossa Senhora, como para impetrar sua proteção. Atrás deles, estão os quatro Evangelistas, com os respectivos símbolos.

À direita, São Lucas, sentado sobre o touro, leva-nos a pensar no lugar do sacrifício, próprio do Antigo Testamento. Com efeito, o Evangelho de São Lucas começa com o sacrifício do sacerdote Zacarias.

Acima de Lucas, está São Mateus, coberto com um manto branco, tendo nos braços o menino em forma de anjo, porque ele começa o seu Evangelho, enumerando os antepassados humanos de Jesus.

À esquerda, São Marcos, sentado sobre o leão, para lembrar o grito que o Evangelista brada, no começo do seu Evangelho, quando diz: “Voz que clama no deserto: preparai o caminho do Senhor!”

Mais acima, é representado São João Evangelista. Das nuvens que estão na frente dele, aparece uma águia, para significar que ele, escrevendo o Evangelho, levantou o vôo como águia, como Aquele pelo qual foram feitas todas as coisas.

Os Apóstolos, em diversas atitudes, aos pés de Nossa Senhora, levando os instrumentos de seu martírio. Em baixo, entre os Apóstolos Pedro e Paulo, aparece a Basílica de Maria Auxiliadora e, no horizonte, a colina de Superga, com o templo dedicado à Virgem Mãe de Deus, Maria Santíssima.

O Papa Leão XIII, por ocasião do 25º ano de seu pontificado, decretou a solene coroação da imagem de Maria Auxiliadora. Para a solene cerimônia, foi delegado o Cardeal A. Richelmy, Arcebispo de Turim. A cerimônia deu-se no dia 17 de maio de 1903, dia que ficará eternamente glorioso na história da devoção a Nossa Senhora Auxiliadora.

No dia nove de junho de 1918, o Cardeal Salesiano João Cagliero, por decreto do Papa Bento XV, coroou a imagem de Maria Auxiliadora e colocou um cetro de ouro, dons da Princesa Isabel Czartoryski. Era o primeiro cinqüentenário da consagração do Santuário e Jubileu de Ouro do P. Paulo Álbera, segundo Reitor-Mor dos Salesianos.

O pintor do quadro, Tomás Lorenzone, que nasceu em 1824 e faleceu em 1902, pintou exclusivamente objetos religiosos. Pintor humano e religioso. Trabalhou nas igrejas de Turim e do Piemonte.


Dom Bosco e Nossa Senhora Auxiliadora

No ano de 1862, as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto marcam um despertar mariano na piedade popular italiana. Nesse mesmo ano, Dom Bosco iniciou a construção, em Turim, de uma grande Basílica, que foi dedicada a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos. Até então não se percebe em Dom Bosco uma atenção especial por esse título. “Nossa Senhora deseja que a veneremos com o título de AUXILIADORA: vivemos em tempos difíceis e necessitamos que a Santíssima Virgem nos ajude a conservar e defender a fé cristã”, disse Dom Bosco ao clérigo Cagliero.

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A partir dessa data, Dom Bosco, que desde pequeno aprendeu com Mamãe Margarida, sua mãe, a ter grande confiança em Nossa Senhora, ao falar da Mãe de Deus, lhe unirá sempre o título AUXILIADORA DOS CRISTÃOS. Para perpetuar o seu amor e a sua gratidão para com Nossa Senhora e para que ficasse conhecido por todos e para sempre que foi “Ela (Maria) quem tudo fez”, quis Dom Bosco que as Filhas de Maria Auxiliadora, congregação por ele fundada juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fossem um monumento vivo dessa sua gratidão.

A devoção a Nossa Senhora Auxiliadora foi crescendo cada vez mais e mais. O Papa Pio IX fundou no Santuário de Turim (Itália) dia 5 de abril de 1870, uma Arquiconfraria, enriquecendo-a de muitas indulgências e de favores espirituais.

No dia 17 de maio de 1903, por decreto do Papa Leão XIII, foi solenemente coroada a imagem de Maria Auxiliadora, que se venera no Santuário de Turim.

Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a “Virgem de Dom Bosco”.

Dos escritos de São João Bosco, retiramos algumas passagens para ilustrar o seu amor por Maria Santíssima:

“Recomendai constantemente a devoção a Nossa Senhora Auxiliadora e a Jesus Sacramentado”.

“A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso”.

“Sê devoto de Maria Santíssima e serás certamente feliz”.

“Devoção e recurso freqüente a Maria Santíssima. Jamais se ouviu dizer no mundo que alguém tenha recorrido com confiança a essa mãe celeste sem que não tenha sido prontamente atendido”.

“Diante de Deus declaro: basta que um jovem entre numa casa salesiana para que a Virgem Santíssima o tome imediatamente debaixo de sua especial proteção”.

Dom Bosco confiou à Família Salesiana a propagação dessa devoção, que é, ao mesmo tempo, devoção à Mãe de Deus, à Igreja e ao Papa.


Nossa Senhora Auxiliadora: a origem da devoção

Esta invocação mariana encontra suas raízes no ano 1571, quando Selim I, imperador dos turcos, após conquistar várias ilhas do Mediterrâneo, lança seu olhar de cobiça sobre toda a Europa. O Papa Pio V, diante da inércia das nações cristãs, resolveu organizar uma poderosa esquadra para salvar os cristãos da escravidão muçulmana. Para tanto, invocou o auxílio da Virgem Maria para este combate católico.

Nossa Senhora Auxiliadora

A vitória aconteceu no dia 7 de outubro de 1571. Afastada a perseguição maometana, o Santo Padre demonstrou sua gratidão à Virgem acrescentando nas ladainhas loretanas a invocação: Auxiliadora dos Cristãos.

No entanto, a festa de Nossa Senhora Auxiliadora só foi instituída em 1816, pelo Papa Pio VII, a fim de perpetuar mais um fato que atesta a intercessão da Santa Mãe de Deus: Napoleão I, empenhado em dominar os estados pontifícios, foi excomungado pelo Sumo Pontífice. Em resposta, o imperador francês seqüestrou o Vigário de Cristo, levando-o para a França. Movido por ardente fé na vitória, o Papa recorreu à intercessão de Maria Santíssima, prometendo coroar solenemente a imagem de Nossa Senhora de Savona logo que fosse liberto.

O Santo Padre ficou cativo por cinco anos, sofrendo toda espécie de humilhações. Uma vez fracassado, Napoleão cedeu à opinião pública e libertou o Papa, que voltou a Savona para cumprir sua promessa. No dia 24 de maio de 1814, Pio VII entrou solenemente em Roma, recuperando seu poder pastoral. Os bens eclesiásticos foram restituídos. Napoleão viu-se obrigado a assinar a abdicação no mesmo palácio onde aprisionara o velho pontífice.
Para marcar seu agradecimento à Santa Mãe de Deus, o Papa Pio VII criou a festa de Nossa Senhora Auxiliadora, fixando-a no dia de sua entrada triunfal em Roma.

O grande apóstolo da juventude, Dom Bosco, adotou esta invocação para sua Congregação Salesiana porque ele viveu numa época de luta entre o poder civil e o eclesiástico. A fundação de sua família religiosa, que difunde pelo mundo o amor a Nossa Senhora Auxiliadora, deu-se sob o ministério do Conde Cavour, no auge dos ódios políticos e religiosos que culminaram na queda de Roma e destruição do poder temporal da Igreja. Nossa Senhora foi colocada à frente da obra educacional de Dom Bosco para defendê-la em todas as dificuldades.

No ano de 1862, as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto marcam um despertar mariano na piedade popular italiana. Nesse mesmo ano, São João Bosco iniciou a construção, em Turim, de um santuário, que foi dedicado a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos.

A partir dessa data, Dom Bosco, que desde pequeno aprendeu com sua mãe Margarida, a confiar inteiramente em Nossa Senhora, ao falar da Mãe de Deus, lhe unirá sempre o título Auxiliadora dos Cristãos. Para perpetuar o seu amor e a sua gratidão para com Nossa Senhora e para que ficasse conhecido por todos e para sempre que foi “Ela (Maria) quem tudo fez”, quis Dom Bosco que as Filhas de Maria Auxiliadora, congregação por ele fundada juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fossem um monumento vivo dessa sua gratidão.

Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a “Virgem de Dom Bosco”.

Escreveu Dom Bosco: “A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso”.