ago
23

Dê a sua resposta!

Olá queridos internautas, sou padre, por graça de Deus.
Quando as pessoas vêem um padre costumam ver na sua pessoa algo diferente, por um lado alguém de Deus, alguém especial, não é comum ser padre, a gente encontra muitos professores, muitos empresários, advogados, engenheiros… e assim vai. Mas não é sempre que na família temos um padre.
Quantas mães eu já encontrei que desejariam que seus filhos, ou melhor, que um de seus filhos seguisse o caminho do sacerdócio? Muitas mães! Quando encontro com uma dessas mamães digo a elas que elas podem desejar, podem rezar para que seu filho ou sua filha siga a vida religiosa, porém que tenha muito claro que é uma vocação a vida sacerdotal e a vida religiosa. Os avós podem querer, os pais podem querer e rezar, mas a resposta ao chamado é da pessoa.
Deus chama? Deus chama a cada um, chama a cada um antes de tudo para a santidade. Como viver a santidade? Posso viver a santidade como leigo ou na vida consagrada. Por que Deus chama? Deus nos chama para a felicidade (cf. Dt 30,15) , para nossa salvação (1 Ts 5,9).
Eu hoje, como padre, posso dizer que Deus me chamou para a felicidade, para a salvação e o sacerdócio foi um meio de Deus usou para me fazer feliz, para me salvar. É claro, que não é só para isso, o que na verdade é muito.
Deus chama o padre para ser instrumento de salvação e de felicidade para os outros. O padre é aquele que recebeu tanto de Deus, tanto amor, que respondeu e responde à vontade de Deus através do serviço aos outros, da doação a exemplo de Jesus Cristo, o modelo de entrega, de doação de amor a Deus e ao próximo.
Nesse pouco tempo de padre, posso partilhar que o ministério sacerdotal é exatamente isso que partilhei acima, felicidade e salvação, que não para em mim, é para os outros. Na minha limitação, na minha insuficiência, e até mesmo na fraqueza, Deus me fez e me faz instrumento de felicidade e de salvação. Quantas missas? Quantas confissões? Quantas bênçãos? Meu Deus, que bênção!
Por fim, nesse pouco tempo de padre, Deus já, por misericórdia, me fez canal de tantas maravilhas, só por causa de uma resposta a Ele. É Ele que fez e faz todas as coisas, e quis contar comigo, só posso dizer que sou muito feliz, os sofrimentos fazem parte, são também para minha salvação.

Dê você também a sua resposta a Deus, Ele te chama porque quer a sua felicidade, quer a sua salvação. “Deus, que te criou sem ti, não te salvará sem ti” (S. Agostinho), dê a sua resposta para ser salvo e feliz e ser instrumento de salvação e felicidade para os outros.

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Pe. Márcio José do Prado

Missionário Comunidade Canção Nova

ago
07

A vocação de sermos santos

Neste mês de agosto, o mês vocacional, a Igreja meditará sobre vocação a cada Domingo, neste 1° Domingo a liturgia vai refletir sobre a vocação sacerdotal. No dia 04 de Agosto celebramos São João Maria Vianey patrono de todos os sacerdotes. Porém quando falamos em vocação, não devemos pensar apenas em vocações ao sacerdócio ou uma vida consagrada.  A palavra “vocação” tem como significado ao chamado, à escolha e de disposição para algo ou para alguma missão. Ou seja, somos também chamados à vocação matrimonial ou religiosa (a). Ao vivermos o chamado da verdadeira vocação, estamos sendo reconhecidos por Deus e atendendo ao seu chamado.

No catecismo da Igreja vem nos dizer que a primeira vocação do homem é busca de intimidade, comunhão com Deus, uma vida de santidade. E para isso, pelo Batismo precisamos tomar posse de que somos filhos e filhas de Deus, para que vivamos a busca de sermos santos. Antes do nosso nascimento fomos escolhidos por Deus Pai e para Deus que nos amou primeiro, e nos predestinou a sermos irrepreensível à santidade. Deus nos escolheu para fazermos resplandecer a sua glória.

“Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos designei para que vades e produzais frutos e o vosso fruto permaneça” (Jo 15,16).

Portanto, viva a sua vocação no matrimônio, no celibato e como jovem, pois você tem vocação. Você é chamado a está graça maior, ao amor de Deus, para isso, só precisa ter coragem de aceitar o seu chamado a sua vocação.

Deus abençoe!

Lucas Soares da Silva
Vocacionado da Comunidade Canção Nova
Email: lucas-soares@hotmail.com
“Perseverança é o segredo dos fortes – Monsenhor Jonas”

mai
18

Arraiá é na Canção Nova

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Casa de Missão Canção Nova de Palmas-TO

http://blog.cancaonova.com/palmas

dez
19

Natal, beleza de seus símbolos

Natal, beleza de seus símbolos

O símbolo tem grande importância para a humanidade. Comunicamo-nos e externamos nossos sentimentos e pensamentos através de gestos e símbolos. Servimo-nos de sinais para criar e sustentar nossos relacionamentos; manifestar sentimentos e celebrar a vida.

O Natal é o dia em que celebramos o nascimento de Jesus Cristo, que veio ao nosso encontro. Dia em que Deus Pai nos enviou seu maior presente: seu Filho. Para celebrar esse lindo dia, com toda dignidade, com um modo todo especial, nós nos servimos dos mais diversos e belos símbolos:

Árvore de Natal

A primeira referência a uma “Árvore de Natal” é do século XVI dC. Na Alemanha, as famílias decoravam árvores com papel colorido, frutas e doces. Esta tradição se espalhou pela Europa e chegou aos Estados Unidos pelos colonizadores alemães. Logo, a árvore de Natal passou a ser popular em todo mundo. Milhões de famílias celebram o Natal ao redor de uma árvore. A árvore que é símbolo da vida e símbolo de Cristo “Eu sou a árvore, e vós sois os ramos” (Jo 15,05).

O Presépio

Construído pela primeira vez por São Francisco de Assis no Séc. XII dC. Consiste na apresentação em pintura ou escultura das pessoas, do local e do ambiente em que Jesus nasceu: uma manjedoura, animais, pastores, os três reis magos, Maria, José e o Menino Jesus.

Ajuda-nos a refletir sobre o fato bíblico do nascimento do Salvador (Luc 2, 1-2-) e nos inspira a vivermos essa espiritualidade tão bela e forte do Natal. É Cristo que vem até nós, com seu amor e salvação. O presépio simboliza também nosso coração, que acolhe o menino Jesus.

Ceia e velas

A ceia natalina originou-se do antigo costume europeu de deixar as portas das casas abertas no dia de Natal para receber viajantes e peregrinos e, estes juntamente com a família hospedeira confraternizavam-se naquela data tão significativa para os cristãos. Para essa comemoração era preparada bastante comida, composta por diversos pratos. Foi sempre ligada à última ceia de Cristo (Mt 26, 26-29) ao lado de seus discípulos e ao banquete eterno prometido por Ele.

Também é muito forte o uso das velas na noite da ceia: simbolizando a presença de Cristo como Luz do mundo. Ele próprio disse: “Eu sou a Luz do mundo, quem anda comigo não anda nas trevas” (Jo 8,12). Cada Natal deve renovar em nós a fé em Cristo Luz do mundo e a certeza de que também recebemos sua luz para iluminar.

Papai Noel

Sua origem vem do bispo Nicolau, que viveu o seu pastoreio na cidade de Myra, Turquia, no século IV dC. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas a ser doado na chaminé das casas. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo. A figura do Papai Noel que conhecemos hoje foi obra do cartunista Thomas Nast. A tradição do bom velhinho de barba comprida e roupas vermelhas que anda num trenó de renas ganhou força em todo o mundo.

Canções

Os cristãos sempre deram muita importância para o valor da música. As primeiras canções natalinas datam do século IV dC., e são cantadas até hoje a partir das véspera de Natal. Anjos cantores anunciam uma boa notícia: “Glória no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade”(Lc 2,14). Mensageiros surgem nos céus para confirmar o nascimento do filho de Deus. Pela melodia que entoamos prenunciamos um novo tempo: do reinado de Cristo.

Pe Geraldinho


nov
04

Novo bispo da Arquidiocese de Palmas-TO

Foi anunciado neste dia 20, o nome do novo arcebispo da Arquidiocese de Palmas: Dom Pedro Brito Guimarães, atualmente bispo da Diocese de São Raimundo Nonato – PI.

O anúncio ocorreu durante Missa no Centro de Evangelização Casa de Maria Rainha da Paz, em Palmas, e foi feito por Dom Philip Dickmans, administrador apostólico dessa arquidiocese. “Este homem de Deus encontrará em Palmas uma ampla terra de missão”, afirmou o prelado.

A Arquidiocese de Palmas estava vacante desde o dia 30 de dezembro do ano passado, quando Dom Alberto Taveira Corrêa foi transferido para a Arquidiocese de Belém. Desde então, a Arquidiocese de Palmas vinha sendo administrada por Dom Philip Dickmans, bispo da Diocese de Miracema – TO.

Dom Pedro

No dia 22 de fevereiro de 1954, em Buriti, município de Eliseu Martins, Ana Francisca Guimarães Brito e Clemente Brito Porto, falecidos, recebiam, com alegria, o décimo dos seus doze filhos que, na pia batismal, recebeu o nome de Pedro.

Ali mesmo em Buriti , viveu seus primeiros anos de vida e deu início aos seus estudos que, mais tarde, tiveram continuidade em Eliseu Martins, onde cursou o 2º ano do antigo primário e metade do 3º ano. Seguindo para a Colônia do Gurguéia onde, em 1972 concluiu o 3º ano e foi autorizado a fazer o exame de admissão ao ginásio. Logrando aprovação, ingressou no Ginásio “Vale do Gurguéia”. Partiu para Floriano em 1973, onde concluiu o curso ginasial em 1974 na Unidade Escolar “Mons. Lindolfo Uchoa”.

Pedro, por razões de ordem financeira, teve de interromper seus estudos por um período de dois anos, quando trabalhou de professor e comerciário. Fez o teste para o Colégio Agrícola de Teresina, aguardando ser chamado, quando em 1976, após um período de engajamento pastoral como dirigente de celebração na Colônia da Aliança, ingressou no Seminário Menor de Oeiras, até concluir, em 1978, o curso científico na Escola Normal “Presidente Castelo Branco”. Dali foi enviado ao Seminário Maior de Fortaleza, onde estudou Filosofia e iniciou a Teologia, transferindo-se para o “Pontifício Colégio Pio Brasileiro”, em Roma, concluindo, após três anos na “Pontifícia Universidade Gregoriana”, seus estudos preparatórios ao sacerdócio.

Retornando ao Brasil, Pedro engajou-se na caminhada pastoral da Diocese de Oeiras-Floriano, como coordenador de pastoral, de Catequese e do Ensino Religioso, e como Reitor do Seminário Menor “João XXIII” (1985-1987).

Em Floriano, a 18 de agosto de 1985 recebeu os ministérios de Leitor e de Acólito. Foi ordenado Diácono no dia 1 de dezembro deste ano na Co-Catedral de São Pedro de Alcântara, em Floriano. E em 26 de janeiro de 1986, na cidade de Eliseu Martins, foi ordenado Sacerdote.

Em 1987, seguiu para Teresina para exercer as funções de Vice-Reitor e Professor no Seminário Maior “Sagrado Coração de Jesus”, permanecendo até

1988, quando retornou a Roma para fazer seu mestrado em Teologia Dogmática, na Pontifícia Universidade Gregoriana. Em 1990, retoma suas funções anteriores no Seminário Maior de Teresina, até 1992, quando novamente retorna a Roma para o seu doutorado em Teologia Dogmática na mesma Universidade. Conclui, em 1995 – com brilhantismo – seu doutorado com a tese: “Os Sacramentos como Atos Eclesiais e Proféticos. Um contributo ao conceito dogmático de sacramento, à luz da exegese contemporânea”, atualmente publicada sob o n.º 46 na coleção “Tesi Gregoriana”.

Tendo voltado ao Brasil, assumiu vários encargos, entre outros: Membro do Colégio dos Consultores da Diocese de Oeiras-Floriano e da Arquidiocese de Teresina; Juiz do Tribunal Eclesiástico Regional NE-IV; Assessor da Pastoral Vocacional do Regional NE-IV; Membro do Grupo de Assessoria Vocacional (GAV), do Setor Vocações e Ministérios da CNBB; É compositor de várias canções religiosas, tendo algumas gravadas em diversos Cd’s, principalmente no CD “O Espírito da Missão”, e no “Por amor de vocação”, em preparação. E para aperfeiçoar ainda mais os seus conhecimentos litúrgicos-musicais, faz o Curso de Formação e Atualização Litúrgico-Musical (CELMU), São Paulo; Reitor e Professor de Teologia Dogmática do Seminário maior “sagrado Coração de Jesus” em Teresina desde fevereiro de 1995 até 17 de julho de 2002, quando o Santo Padre o Papa João Paulo II, o elegeu Bispo da Diocese de São Raimundo Nonato – PI .

No dia 20 de outubro de 2010, é nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Palmas, tornando-se o 2º arcebispo desta Igreja Particular.

Por PASCOM – Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de Palmas

(Lucia Andre)

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