“O anjo então lhes disse: “Não tenhais medo! Eu vos anúncio uma grande alegria, que será também a de todo o povo: 11 hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor!” (Lc 2,10)

Peregrinos na Basílica da Anunciação

A cidade de Belém, politicamente situada em território Palestino, mantém a mística do mistério Natalino, entre os milhares de peregrinos que anualmente circulam pelos principais locais relacionados com os acontecimentos da Natividade de Cristo, é bem comum escutar: em Belém é Natal todos os dias.  Nas ruas simples, estreitas e apertadas, nas casas de pedra branca que enchem a cidade, se esconde neste ambiente um mistério revelado aos pequeninos a mais de 2.000 anos, o nascimento do Menino Jesus. Tive a graça de morar a poucos metros da Basílica da Natividade, uma das primeiras igrejas construídas por Santa Helena, mãe do Imperador Constantino no IV século.

Foto: Estrela de prata (Basílica da Natividade)

Todos os dias ao participar das missas que são celebradas na Gruta da Natividade, contemplando a estrela de prata, símbolo que marca o local do nascimento de Jesus, podia celebrar mais uma vez o Natal que se renovava em minha vida, Jesus que encontrava em meu coração uma manjedoura, uma nova gruta, um ambiente onde poderia nascer novamente (Lc 2,7). Pude muitas vezes contemplar a mesma graça de conversão e experiência de fé no semblante de cristãos de varias partes do mundo que fazia, a sua peregrinação de fé.

Todos os anos cristãos do mundo inteiro acorrem a este lugar para poder celebrar a famosa Missa do Natal, muitos se apertam e esperam por horas, longas filas para celebrar o Natal na pobre Gruta de Belém. Outros ainda peregrinam só para estar na cidade, celebrar o Natal e viver esta experiência in loco (do latim: no local) estar no lugar dos fatos onde tudo começou onde o Verbo se fez carne e assumiu a nossa humanidade e habitou no meio de nós definitivamente.

“Quando os anjos se afastaram deles, para o céu, os pastores disseram uns aos outros: “Vamos a Belém, para ver o que aconteceu, segundo o Senhor nos comunicou.” (Lc 2, 15)

A alguns anos a Obra de Maria vem proporcionando a muitos peregrinos a graça de viver o Natal in loco, através da peregrinação Terra Santa e Itália (Natal), onde podem renovar a fé e tocar os Lugares Santos, sobretudo o local do nascimento de Jesus. Convidamos você e sua família a fazer esta experiência única e de fé. Junto com os pastores sigamos a Estrela que nos leva ao encontro do Menino Deus.

André Ferreira

Comunidade Obra de Maria

Guia Local – Jerusalém

Próxima saída: 13 de dezembro de 2014.

Terra Santa e Itália com Pe. Alexandre Paccioli, Ricardo Sá, Eliana Sá e Du.

 

Mais que viagens…

Encontros com Deus!

Festa da Dedicação da Basílica de Latrão, construídas pelo imperador Constantino, em honra de Cristo o Salvador como sede dos bispos de Roma, cuja celebração anual em toda a Igreja Latina é um sinal de amor e de unidade com o Romano Pontífice. Ela foi construída sobre 314 em torno Melchiade em terreno doado pelo Papa Constantino, ao lado do Palácio de Latrão. Era chamado de “Igreja Matriz de todas as igrejas da cidade e da órbita, destruído várias vezes e fez muitas reconstruir. E ‘o símbolo da fé dos cristãos nos primeiros séculos, que sentiram a necessidade de se encontrar num local em comum e consagrada para celebrar a Palavra de Deus e do Sagrado Mistérios…
São João de Latrão

Oração
Prece da confiança no Deus da vida.
Deus, nosso Pai, ao celebrarmos a festa da dedicação da basílica de Latrão, mãe e cabeça de todas as igrejas do mundo cristão, queremos renovar os nossos compromisso de comunhão e de participação. Senhor, somos o vosso templo santo, a habitação do vosso Espírito de Amor. Louvai o Senhor Deus, porque ele é bom, cantai ao nosso Deus, porque é suave: ele é digno de louvor, ele o merece. O Senhor reconstruiu Jerusalém, e os dispersos de Israel juntou de novo; ele conforta os corações despedaçados, ele enfaixa suas feridas e as cura; fixa o número de todas as estrelas e chama a cada uma por seu nome. É grande e onipotente o nosso Deus, seu saber não tem medida nem limites. O Senhor Deus é o amparo dos humildes, mas dobra até o chão os que são ímpios. Entoai, cantai a Deus ação de graças, tocai para o Senhor em vossas harpas… Não é à força do cavalo que lhe agrada, nem se deleita com os músculos do homem, mas agradam ao Senhor os que o respeitam, os que confiam, esperando em seu amor.

Latrão

Venha peregrinar para a Itália!

Conheça França e Itália — Próxima saída

15 de outubro de 2014

Direção espiritual: Pe. Luizinho – Comunidade Canção nova

Mais que viagens…

Encontros com Deus!

A Basílica do Rosário começou a ser construída em 1928, em estilo neo-barroco, segundo um projeto do arquiteto neerlandês G. Van Kriecken. Ergue-se no local onde os pastorinhos brincavam a fazer uma pequena parede de pedras quando viram o clarão que os fez pensar ser uma trovoada, em 13 de Maio de 1917. A primeira pedra foi benzida pelo Arcebispo de Évora, D.Manuel da Conceição Santos, em 1928, tendo a sagração ocorrido em 7 de Outubro de 1953. Em 1954 foi-lhe concedido o título de Basílica Menor, pelo Papa Pio XII.

À frente da Basílica do Rosário foi instalada uma grande tribuna, com altar, presidência, ambão e bancos para os concelebrantes.

A torre sineira tem 65 m de altura, sendo rematada por uma coroa de bronze de 7000 kg, encimada por uma cruz, iluminada durante a noite.

No dia 13 de Maio de 1958, foi inaugurada uma grande estátua do Imaculado Coração de Maria, oferta dos católicos americanos e esculpida pelo Pe. Thomas McGlynn. Em Junho de 1959 foi colocada no nicho da fachada da basílica.

O 15º mistério, um baixo-relevo de pedra, na abside da capela-mor, representa a Santíssima Trindade a coroar Nossa Senhora. É da autoria de Maximiano Alves.

À entrada da Basílica, do lado direito, encontra-se a imagem de S. João Eudes, fundador da Congregação de Jesus e Maria (Eudistas) e da Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Refúgio (também da autoria de Martinho de Brito). Do lado esquerdo, a estátua de Santo Estevão, primeiro rei da Hungria, coroado no ano 1000, que consagrou a sua nação a Nossa Senhora, da autoria de António do Amaral de Paiva.

Os túmulos dos irmãos Francisco Marto e Jacinta Marto, encontram-se respectivamente no extremo direito e esquerdo do transepto.

O templo tem duas sacristias, tendo uma sido convertida em lugar de culto, com o nome de Capela de São José. Cada um dos 14 altares laterais representa um mistério do Rosário, os baixos-relevos dourados, aí colocados são da autoria do então Jovem Escultor Martinho de Brito. A coroação de Nossa Senhora de Fátima, em 13 de Maio de 1946, e o encerramento do Ano Santo, em 13 de Outubro de 1951, são evocados em duas lápides, à entrada da capela-mor.

O arco cruzeiro ostenta, em toda a volta, um mosaico, onde se lê Regina Sacratissimi Rosarii Fatimae ora pro nobis.

Do lado direito da capela-mor, encontra-se a estátua de São Domingos de Gusmão, o grande apóstolo do rosário no séc. XIII (autoria de Maria Amélia Carvalheira da silva). Do lado esquerdo, Santo António Maria Claret, fundador da Congregação dos Missionários do Coração de Maria (da autoria de Martinho de Brito).

Por detrás da balaustrada, encontra-se uma imagem de Nossa Senhora de Fátima. Ao centro, um grande altar de pedra com frontal de prata, representando a Última Ceia de Cristo. Da mesma pedra do altar são feitos o ambão, a peanha da imagem de Nossa Senhora e as cadeiras da presidência. O quadro do retábulo representa a Mensagem de Nossa Senhora que desce, em forma de luz e de paz, ao encontro dos videntes, preparados pelo Anjo. No canto superior direito, figuram os papas Pio XII, João XXIII e Paulo VI. Do lado oposto, três Anjos.

Os vitrais da capela-mor representam os quatro evangelistas, a aparição do Anjo, uma cena da vida dos pastorinhos, e aspectos da Cova da Iria em dia de peregrinação.

Venha conosco… peregrinar só pode ser pela Obra de Maria!

Mais que viagens… encontros com Deus!