Eu tenho mãos!
O que é mais fácil para você:reclamar quando está faltando algo ou agradecer quando ganha o que está precisando? Ouça esta reflexão,deixe seu comentário, seu pedido de oração.Rezo por você.
Retiro “Curados para viver o amor “
No dia 05/02, sábado, na Paróquia Sagrada Família, acontecerá o retiro com o tema Curados para viver o amor, com Júlio Brebal (foto) membro da Comunidade Canção Nova.
Acesse algumas de suas palestras aqui
Não perca !
Informações e Inscrições na Secretaria da Paróquia Sagrada Família.
Vagas Limitadas
R. Padre Rodolfo, Vila Ema – São José dos Campos – (12) 3921-9460
Qual é a sua maior necessidade hoje?
Jesus nos cura,liberta também nos tempos atuais.Tocados por Ele,devemos assumir nossa missão. ouça, deixe seu comentário,seu pedido de oração.
No sofrimento, onde está o amor?
Muito me pergunto qual a verdadeira relação entre sofrimento e amor? Já ouvi dizer que o sofrimento é característica dos verdadeiros amantes, mas, ao mesmo tempo, no cotidiano percebemos que, muitas vezes, os sofrimentos que trazemos nos afastam de sentimentos e ações ligados ao amor. Existe alguma ligação entre essas duas realidades ou são completamente antagônicas?
Na maioria das ocasiões em que pensamos sobre o assunto [sofrimento], vêm à nossa mente emoções e sensações ligadas à dor, a frustrações ou à ausência de prazer. Com isso, somos propensos a pensar que o sofrimento não tem ligação com o amor. Exatamente porque, quando experimentamos alguma situação de dor, talvez não consigamos identificar nela a realidade do amor. Mas fazendo uma leitura cristã – e aqui eu apoio-me em uma reflexão de Bento XVI – o sofrimento se torna um trampolim, um degrau, uma característica de quem realmente ama.
Assim diz o Santo Padre em uma das suas alocuções: “Não há amor sem sofrimento, sem o sofrimento da renúncia a si mesmo, da transformação e purificação do eu para a verdadeira liberdade. Onde não houver algo pelo qual valha a pena sofrer, também a própria vida perde o seu valor”. A partir dessa reflexão, podemos compreender que o sofrimento toma uma conotação positiva, exatamente porque ele é carregado de sentido. Dessa maneira, ele faz-nos perceber que determinada situação ou pessoa é carregada de significado para nós. Ao passo que identificamos que realmente existe o amor, temos a oportunidade de assumir as consequências dessa atitude de amar mesmo que ela traga, em determinado momento, o desafio do sofrer.
Mas esse sofrer que refletimos e que Bento XVI nos aponta, não é um sofrer passivo, pelo contrário, é um sofrer ativo. Não ficamos parados, inertes em nosso dia a dia esperando o sofrimento. É o movimento completamente diferente, a partir do momento em que caminhamos em direção a determinado objetivo, motivados pelo amor, deixamo-nos purificar pelos sofrimentos que a própria vida nos apresenta. Lembre-se: todos sofremos! Agora, depende somente de você a resposta a esse sofrimento; tenha coragem, não fuja. Esse degrau é importantíssimo para a sua felicidade. Lembre-se: sofrimentos podem se tornar degraus para o nosso crescimento.
Ao olharmos para o exemplo do Cristo percebemos que o suplício da Cruz e toda a sua humilhação só valeram a pena, só tiveram sentido porque no coração d’Ele o motor, a motivação era o amor, amor ao Pai, à Sua Vontade, amor àqueles a quem Ele foi enviado. No momento da suprema agonia podemos entender melhor essa relação entre sofrimento e amor. Jesus Cristo sofrera tanto que os Seus sentidos se fecharam em um movimento de autodefesa. Em uma súplica ao Pai, Nosso Senhor levanta a possibilidade de desistir. Mas nem de longe isso foi algo negativo, antes é uma revelação de como o sofrimento pode fechar-nos em nós mesmos, por causa do medo, algo próprio do ser humano. Apesar disso, o Senhor foi além. Aceitando a crucifixão como consequência de Sua missão, Ele ensina-nos que o coração do homem é capaz de responder de maneira responsável e consciente diante de qualquer tragédia. Cristo acolheu o Seu martírio tendo a convicção de que o mesmo amor que O levava a abraçar a morte Lhe traria novamente a Vida.
Na agonia e no mistério da Cruz conseguimos tocar no amor que dá sentido à nossa dor, à nossa agonia. Cristo Jesus amou-nos tanto que Ele passou amar a Sua Cruz, Sua Paixão.
Diante da afirmação de Bento XVI, posso perguntar a você: Deparando-se com a sua realidade hoje, pelo que vale a pena sofrer? Pelo que vale a pena encarar a dor, na esperançosa certeza de que por causa do AMOR vale a pena passar por isso?
Na certeza de que o Amor nunca decepciona e que ele é o grande sentido para as nossas vidas e nossas vocações, assumamos as consequências de amar, sabendo que, quando o sofrimento chegar, temos a oportunidade de responder de maneira positiva, usando dele (sofrimento) para sermos melhores e ajudarmos os outros a também serem, à imagem do Bom Pastor.
Luis Filipe Rigaud
Comunidade Canção Nova
O sentido do matrimônio!
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A arte da convivência familiar!
Inspirado em algumas leituras e meditações feitas no dia a dia pastoral, passando por diversas comunidades, resolvi colocar em síntese algumas idéias, que vejo como importantes como reflexão para o enriquecimento da vida conjugal e familiar. Em primeiro lugar, é importante ter consciência de que o casamento é o encontro de duas pessoas que são diferentes, que se amam porque diferentes, que permanecerão diferentes. Um se abre ao outro com suas diferenças, para enriquecer a vida e a história do outro.
Tem gente que passa a vida inteira querendo que o seu cônjuge seja como ele (a). Nesta convivência existem alguns pormenores fazem a diferença. Existe um sinal inconfundível entre os que se amam de verdade, e é a dedicação de um ao outro. Alguém único e irrepetível foi confiado a mim. A esta pessoa devo dedicar minha vida, meus esforços, meu ser. Partilharemos um destino em comum, formaremos família, um tem que produzir vida no outro para que a plenitude da vida aconteça em seu lar. Têm atitudes que se tornam como que combustíveis do amor, alimentam e fazem crescer o amor. Estas se traduzem nas palavras afetos e delicadezas. Um carinho a mais, uma atenção maior em determinados momentos, um gesto de delicadeza.
Tudo isto conta e muito! Já o inimigo principal do amor é o egoísmo. Uma pessoa centrada em si, individualista, que só pensa nos seus afazeres e satisfações, impossibilita a felicidade dos outros e, por tabela, se torna infeliz. Nossa vida é um chamado à comunhão e não ao isolamento. Fazer os outros felizes é dever de todos.
Outras duas palavras que não poderão faltar na arte de amar: paciência e perdão!
A convivência humana exige isto.
Nós somos mistério para nós mesmos, como conhecer o outro sem restrições?
Surpreendemo-nos com nossos pensamentos e ações. Todos estamos em busca de um equilíbrio perfeito. Mas, isto não quer dizer que as imperfeições estejam superadas. A paciência é sinal de força e poder. Esperar contra toda esperança é sinal de sabedoria. Por outro lado, ser misericordioso é carregar em si o distintivo do discípulo de Cristo. Não perdoar é, como dizem por aí, “beber veneno achando que o outro é que vai morrer”! Como bem diz uma canção: “O lar é um lugar de se viver e dialogar”.
Não tenho dúvida de que o casal é o lugar do Amor no mundo, e se é o lugar do Amor, é o lugar de Deus!
Precisamos honrar isto na prática de nossa vida, para a transformação de nossa história. Queridos casais, queridas famílias, estas palavras nascem do meu coração de pastor.
Desejo muito que o amor seja visto em cada lar de nossas paróquias. Que Maria, Mãe do Divino Amor, interceda por nós!
Pe.Rinaldo Roberto de Rezende Pároco da Catedral de São Dimas São José dos Campos – SP
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Um amor eterno
A capacidade de ver o outro de forma diferente
O amor só pode ser eterno à medida que vivermos a conquista do outro todos os dias. E isso só a partir do momento em que o amor de Deus incendiar a nossa vida. Nós só podemos ser livres quando temos dono, mas um dono que nos administre para o amor e para a liberdade. O meu Dono [Deus] me ama, tem apreço por mim! Não vai me sugerir nada que vá me fazer mal, porque Seu dom é amor. Ele não escraviza ninguém.
Para ter fogo é preciso ter lenha. Deus é o fogo. Nós precisamos ser essa lenha onde o Senhor queime. O Todo-poderoso não faz milagres para mostrar o Seu poder apenas, mas todas as manifestações do Senhor são para conquistar o coração que está ali. Ele assim fez com Moisés. A conquista vem por intermédio de coisas bonitas. Se você vai receber amigos, você oferece o melhor. Busca um jeito de manifestar o amor. É isso que Deus fez com esse profeta.
O “bonito” não se limita a um atrativo estético, interior. É você perceber algo a mais. É descobrir que alguma coisa daquela beleza supera as suas formas. É algo maior que me chama, que fala de mim, como se aquela beleza fosse algo que me faltasse. O amor é essa capacidade de ver o outro de forma diferente. No meio de tanta gente, alguém se torna especial para você e você se aproxima. O amor é essa capacidade de retirar alguém da multidão, tirá-lo do lugar comum para um lugar dedicado, especial. Alguém descobriu uma sacralidade em você.
Amar é você começar a descobrir que, numa multidão, alguém não é multidão. Quando alguém se aproximou de você foi porque você gerou um encanto nessa pessoa. O outro se sentiu melhor quando se aproximou de você. A beleza da totalidade que você tem faz o outro melhor. A primeira coisa que o amor esponsal e conjugal cura são as orfandades que a vida nos colocou.
Não acredito em um casamento que não tem Deus na sua história. Como o seu marido vai reconhecer a sacralidade do seu coração se ele não traz a consciência de todo o sagrado que você é? O amor, quando não é amor, vira competição, disputa. Por isso o amor que é iniciado e mantido em Deus será sempre um amor de promoção do outro.
O casamento é um encantamento pelo outro, o qual vai ganhando sentido quando o vou conhecendo. Assim, todos os dias você precisa se aproximar do outro e descobrir o motivo para continuar o respeito e a alegria de estar diante daquela, que é sua ajuda adequada.
Casamento em que o outro é opressão, não é amor. O amor leva para o alto! Se vocês não se promovem mais significa que vocês estão esquecendo a vocação primeira do matrimônio: o de acender o fogo do amor, da dignidade e da felicidade do outro.
Padre Fábio de Melo
Amor produz amor
O amor, produz amor, pois somente quando amamos com o amor de Deus é que conseguimos superar todas as adversidades, pois o amor de Deus, vê além daquilo que os nossos olhos humanos no meio das turbulências podem ver, se amamos, Deus que é amor responde a tal gesto tão grandioso.
O cuidado de Deus!
Qual é o seu maior pedido a Deus neste dia!De que você mais necessita? É preciso confiar na “Providência Divina”! Não tenhamos medo de apostar TUDO em Deus! Ouça, deixe seu comentário, seu pedido de oração.
Adestrados no amor
Viemos do amor e vamos para o amor. Por isso, durante este tempo de vida aqui na terra, precisamos ser adestrados no amor. Assim como aprendemos a cantar, cantando; a nadar, nadando; a tocar violão, tocando; também se aprende a amar, amando.
O Pai, o Filho e o Espírito Santo, que são o Deus amor, querem nos adestrar no amor. Os santos e os anjos intercedem por nós para que aprendamos a amar. Ao mesmo tempo, há muitos demônios que querem nos atrapalhar e impedir que nos amemos, principalmente no canteiro de obras, a nossa casa.
Amar é uma questão de decisão, e não de sentimento. Amar a Deus e aos outros é um ato de vontade: é uma decisão concreta. Se eu não cantar, não há canto. Se você não amar, não há amor.
Sabemos que todos nós precisamos do Espírito Santo para amar, porque ele é o amor. Precisamos do Espírito Santo para amar e continuar amando.
Deus nos pôs neste mundo para amar e implantar nesta terra a civilização do amor. E a civilização do amor acontecerá quando pusermos o amor em prática em nossa vida. Diante de tanto desamor do mundo, amar será nosso combate.
Deus o abençoe
Seu irmão,

O amor personalizado
Amor é uma das palavras mais difíceis de conceituar em nosso mundo. A necessidade ou a conveniência foram gerando diversos significados para esta palavra, a meu ver, todos eles com certo teor de verdade, mas necessitados de contextualização. Minha intenção, no momento, não é de trabalhar os contextos do amor, mas sim, as diferentes faces do amor de Deus.
O Senhor nos ama com toda a Sua capacidade infinita de amar, não sabe amar menos, toma a iniciativa sempre. No entanto, a vida humana se desenvolve num complexo ambiente com fases diferenciadas, momentos próprios e por isso a nossa necessidade de amor é alterada também.
Uma criança, por exemplo, não pode ser amada com um amor de homem-mulher, isso não atende a sua necessidade e ainda poderia provocar deficiências em seu amadurecimento interior, e Deus sabe disso. O Todo-poderoso ama a todos igualmente, mas não nos ama com um amor genérico e por isso descompromissado com nossa identidade, Seu amor vai se configurando à nossa necessidade; quase que podemos dizer que, por amar pessoalmente cada um, – Deus nos ama de forma diferente –, em estilo e igual em intensidade. Amor pessoal, único em sua expressão. A cada momento somos amados da forma adequada e diferenciada.
Exatamente por sermos reflexos do amor de Deus, nós também não amamos a todos do mesmo jeito. Se assim o fizéssemos, seríamos injustos, porque o amor de verdade deve tocar a individualidade de cada um, amar do jeito certo e como o amor é criativo, encontra a forma individual e única de ser fecundo em cada pessoa. Não adianta pensar que amaremos a todos de forma igual, isso não é possível. Sabendo disso estaremos evitando o risco de nos sentirmos pouco amados simplesmente porque somos amados de forma diferente que os outros.
Para compreender o amor divino podemos observar as imagens dele existentes no amor humano, um exemplo fácil é o de uma mãe, com a mesma intensidade de amor ela ama de uma forma os seus pais, de outra o seu esposo, de outra os seus filhos e de outra os seus amigos. Será que o que muda é a intensidade do amor? Não, o que muda é o estilo dele, suas características e não sua profundidade.
O amor na forma e na dose certa é como um medicamento, um fortificante ou uma vitamina, não é ele quem leva ao desenvolvimento, mas é ele que garante que o processo da vida não sofrerá atrofias ou danos permanentes; nossa identidade surge a partir do estilo de amor que recebemos.
Descobrimos-nos filhos a partir do amor de pai e mãe, nos descobrimos irmãos a partir do amor de nossos irmãos. É o amor que abre nossos olhos para nossa própria identidade, é ele quem dá a sobriedade de vida e nos faz amar e gostar de nós mesmos, desejando sempre ser melhores.
Que Deus o abençoe e o faça crescer sempre em seu amor.
Padre Xavier
Comunidade Canção Nova
Sede de Deus!
Há no coração de cada ser humano uma fome, uma sede de Deus! Como você expressa seu amor a Deus ? Ouça e deixe seu comentário.
Um amor eterno
O amor só pode ser eterno à medida que vivermos a conquista do outro todos os dias. E isso só a partir do momento em que o amor de Deus incendiar a nossa vida. Nós só podemos ser livres quando temos dono, mas um dono que nos administre para o amor e para a liberdade. O meu Dono [Deus] me ama, tem apreço por mim! Não vai me sugerir nada que vá me fazer mal, porque Seu dom é amor. Ele não escraviza ninguém.
Para ter fogo é preciso ter lenha. Deus é o fogo. Nós precisamos ser essa lenha onde o Senhor queime. O Todo-poderoso não faz milagres para mostrar o Seu poder apenas, mas todas as manifestações do Senhor são para conquistar o coração que está ali. Ele assim fez com Moisés. A conquista vem por intermédio de coisas bonitas. Se você vai receber amigos, você oferece o melhor. Busca um jeito de manifestar o amor. É isso que Deus fez com esse profeta.
O “bonito” não se limita a um atrativo estético, interior. É você perceber algo a mais. É descobrir que alguma coisa daquela beleza supera as suas formas. É algo maior que me chama, que fala de mim, como se aquela beleza fosse algo que me faltasse. O amor é essa capacidade de ver o outro de forma diferente. No meio de tanta gente, alguém se torna especial para você e você se aproxima. O amor é essa capacidade de retirar alguém da multidão, tirá-lo do lugar comum para um lugar dedicado, especial. Alguém descobriu uma sacralidade em você.
Amar é você começar a descobrir que, numa multidão, alguém não é multidão. Quando alguém se aproximou de você foi porque você gerou um encanto nessa pessoa. O outro se sentiu melhor quando se aproximou de você. A beleza da totalidade que você tem faz o outro melhor. A primeira coisa que o amor esponsal e conjugal cura são as orfandades que a vida nos colocou.
Não acredito em um casamento que não tem Deus na sua história. Como o seu marido vai reconhecer a sacralidade do seu coração se ele não traz a consciência de todo o sagrado que você é? O amor, quando não é amor, vira competição, disputa. Por isso o amor que é iniciado e mantido em Deus será sempre um amor de promoção do outro.
O casamento é um encantamento pelo outro, o qual vai ganhando sentido quando o vou conhecendo. Assim, todos os dias você precisa se aproximar do outro e descobrir o motivo para continuar o respeito e a alegria de estar diante daquela, que é sua ajuda adequada.
Casamento em que o outro é opressão, não é amor. O amor leva para o alto! Se vocês não se promovem mais significa que vocês estão esquecendo a vocação primeira do matrimônio: o de acender o fogo do amor, da dignidade e da felicidade do outro.
Padre Fábio de Melo
O amor é a base de tudo e nele tudo tem valor
O ser humano egoísta, fechado em si mesmo, procura a própria glória. Jesus, cumprindo a vontade do Pai, dá glória a Deus e mostra que o projeto divino é ser plenamente humano: as pessoas o escutarão vivendo o amor que tem como único ponto de referência a vida e ação de Jesus. Para realizar esse projeto, que é, ao mesmo tempo, divino e humano, os cristãos são convidados a reforçar constantemente suas opções, a fim de superar, vitoriosos, as tribulações, mantendo-se unidos na fé e no amor.
Em Jesus, Deus se tornou um de nós, tornando possível a intimidade do Pai com as pessoas. Jesus dera o exemplo. Pouco antes, lavara os pés dos discípulos, mostrando o que é amar. “Como eu os amei.” O amor é gratuito. Ele não pede amor para Ele, mas para os irmãos.
O Amor é ativo. Deve ser manifestado em gestos. Dessa forma, a revelação de Jesus se prolonga no amor das pessoas na comunidade: “Nisso conhecerão que vocês são meus discípulos, se tiverem amor uns para com os outros.”
O mundo, diante do amor, que é uma maneira de Cristo estar presente, acreditará n’Ele. Esse mandamento, característico de Jesus, é, antes de tudo, um novo modo de vida, um novo objetivo.
Para Cristo, e também para a Igreja, o amor é a base de tudo e nele tudo tem valor, enquanto que, sem ele, nada é agradável a Deus. Esse amor de que Jesus fala não é senão o amor divino que nos foi dado pelo Espírito Santo.
Percebido no Batismo, ele nos insere na Trindade, fazendo-nos filhos de Deus. É amando como Jesus que a terra se une ao céu. E é por meio desse amor que a realidade divina vive na terra, dando-nos a certeza de que o paraíso se constrói aqui, como uma antecipação da graça definitiva no céu.
Somos cristãos à medida que amamos e expressamos esse amor como Jesus: fazendo a vontade do Pai, construindo seu Reino, deixando cair por terra à mentira que nos impede de dar ao mundo a resposta que Deus deseja. Nunca deixemos de amar, particularmente os que nos perseguem, caluniam e injuriam. Mais do que amar por fora, devemos amar em gestos concretos de tolerância, de amor e de recuperação dos que insistem em não amar. Amar a Deus no próximo e nos que são pedra em nossos sapatos é a gênese da vida cristã, ensinada pelo Ressuscitado!
Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo emérito de Juiz de Fora (MG)
Homenagem aos Sacerdotes Diocese de São José dos Campos
Uma homenagem aos Sacerdotes da Diocese de São José dos Campos.
Não deixe de assistir a este emocionante vídeo:
Amar um amigo é amá-lo como a si mesmo
Quem entendeu que para se estabelecer uma verdadeira amizade é preciso amar a Deus em primeiro lugar, logo se vê impelido a buscar estabelecer relacionamentos, mas aprendendo com o Senhor como amar os seus amigos. O próprio Jesus nos deixou claro, com atos e palavras, que para amar de verdade é necessário amar ao próximo como a nós mesmos (cf. Mt 22,39). Sendo assim mais uma vez a prefiguração de uma amizade verdadeira, da amizade em Cristo, é demonstrada no relacionamento entre Davi e Jônata.
“Aconteceu que, terminando ele [Davi] de falar com Saul, Jônatas apegou-se a Davi. E Jônatas passou amá-lo como a si mesmo” (I Sm 18,1).
Essa é a primeira descrição bíblica da amizade entre os dois, que começa justamente na plenitude cristã da forma de amar. Quando eu amo alguém como a mim mesmo, entendo que ele é outra pessoa e não fico tentando modelá-lo conforme a minha vontade. Percebo que ele soma na minha vida justamente porque é diferente, sendo assim, fazê-lo parecido comigo é perder tudo o que as diferenças acrescentariam na vida um do outro.
Outra característica dessa forma de amar é a tolerância, o acolhimento e a misericórdia. Se eu amo a um amigo como me amo, entendo que ele é uma pessoa e não um super-herói. Não exijo perfeição porque ele é tão humano quanto eu, acolhendo assim suas limitações e fraquezas da mesma forma que acolho seus dons e qualidades. Aprendo com seus erros e posso contar com ele para me levantar quando os meus erros também me fizerem cair. Por conhecer minhas misérias e do que elas são capazes de fazer na minha vida, não espero dele perfeição, por isso não deixo a decepção habitar em meu coração.
Se eu estabeleço uma amizade desta forma, entendo que meu amigo é uma pessoa e não uma propriedade particular, um território reservado unicamente para ocultar minhas inseguranças e saciar minhas carências. A felicidade dele é a minha felicidade, por essa razão eu o deixo livre para ser amado por outros. Por amá-lo e reconhecê-lo como alguém muito especial, quero que também os outros conheçam os tesouros do seu coração. Isso não me leva ao sentimento de ter sido colocado de lado ou ameaçado, pois já experimentei o quanto aquele amigo me ama. Sei que sou único em sua vida e por isso não preciso de exclusividade, pelo contrário, permito que o amor cresça, transborde e atinja a muitos outros.
Jônatas, quando viu a necessidade de Davi partir, não o impediu; pelo contrário, foi o primeiro a incentivá-lo a ir. Ele sabia que, em uma amizade verdadeira, a liberdade do outro é peça fundamental e que, muitas vezes, forçá-lo a estar perto é uma maneira mais rápida de perdê-lo. Não havia entre eles apego desequilibrado, mas amor verdadeiro, que liberta e não aprisiona. E mesmo sendo esta a última vez que o viu antes de morrer, Jônatas viveu com a certeza de que havia um pedaço seu no coração de Davi, onde quer que ele estivesse.
Amar o próximo como a si mesmo é experimentar o amor de Deus em sua vida e permitir que ele transborde na vida dos outros. É a vocação própria do homem: amar. Porque sou profundamente amado, também quero amar profundamente. Justamente por isso não há como amar um amigo de verdade antes de fazer uma experiência profunda de amar e ser amado pelo Senhor. O amor aos irmãos é reflexo limitado do Amor ilimitado de Deus por nós. Só podemos dar o que temos. Se não nos sentimos amados, não nos amamos e não temos condições alguma de amar o outro.
A experiência do amor cristão é a da renúncia, do desapego, da oblação, do sacrifício. É amar para dar a vida a todo instante e não somente em momentos extremos. É dar a vida no silêncio, na oração e nas ações que não esperam nada em troca. Somente quem ama nas pequenas renúncias de uma amizade é capaz de amar com entrega total de vida. Jesus amou assim: amou na simplicidade do dia a dia, sendo capaz de dar toda a vida no momento decisivo. Ele deu o exemplo e nos deixou o ensinamento: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos” (Jo 15,13).
Amar um amigo como a si mesmo é amar da forma como Jesus amava: se doar em amor buscando não a realização pessoal, mas a felicidade do outro. Não é fácil, mas é possível! Abrace a oportunidade de ser expressão concreta do Amor de Deus na vida daqueles que ama e derrame a sua vida em amor.
Seu irmão,
Renan Félix
Somos como um vaso delicado nas mãos de Deus
É preciso buscar a cada dia um pouco mais o conhecimento de uma vida em Jesus. Nós estamos sempre a caminho do céu. A vida tem sempre essa dinâmica, e a gente não se cansa de ser cristão.
É chegar perto de Jesus para que Ele fale no nosso coração. Você já fez a experiencia de chegar a Jesus e não dizer nada. As vezes temos muito para falar, e não sobra tempo para o Senhor falar conosco.
Talvez todas as certezas que você tenha, não são de tudo inaproveitadas, tem muita coisa boa, mas permita que Deus faça ainda mais por você. Estar aberto para aprender o que é bom, o que é do céu. Muitas vezes nos esbarramos em pessoas que já se consideram saber de tudo. acham que já aprenderam tudo não precisam de mais nada, dessa forma, Deus não pode fazer.
É difícil chegar em uma coração que já fechou a a possibilidade para que Deus faça alguma coisa. Tem pessoas que já começam com estas frases: Eu não consigo, eu não quero mais, eu não posso, não tenho capacidade, você já está ditando a regra do jogo, num negativismo que não te deixa fazer nada. Talvez não tenha competência mas é preciso tentar.
É tentando, é fazendo o caminho que vamos poder dizer, e se em algum momento não deu certo, eu sempre costumo dizer: Sente e de risada. Mas não fique no caminho sentado sem fazer nada, sempre imaginado será que teria dado certo? É preciso começar, é preciso dar o primeiro passo.
Alguns dizem; “Tenho tanta vontade de experimentar essa fé de Jesus Cristo”, outros dizem: Padre vocês estão tão pertinhos de Deus. Eu sempre digo: Não, nós estamos todo juntos, Deus não faz salinha de reserva especiais, não, e as pessoas que Deus mais vai cobrar no final será de nós padres, então estamos no mesmo barco e precisamos viver o tempo desta experiência, ora para conhecer Jesus Cristo é preciso começar.
Eu tenho hoje desafiados as pessoas a não parar no ritualismo, mas tentar ir além, fazer a experiência de um conhecimento maior, já trazendo a realidade da nossa vida, não saímos da realidade da nossa vida para entrar numa Igreja, e é tão bonito quando levamos a realidade da nossa casa e da nossa vida celebrada para o altar de Deus.
Não podemos deixar que um acontecimento ruim da nossa vida, uma doença paralise a nossa experiência com Deus, porque entendemos que Jesus está ao nosso lado. É a centralidade de um Jesus que encontramos na nossa vida e que nos permite viver tudo de maneira tão clara, porque nada nesse mundo poderá nos separar do amor de Deus.
O conhecimento de São Paulo não foi só ali no ato de cair do cavalo, foram anos, é o tempo da nossa vida que nos fará conhecer Jesus. Não pense que Paulo nasceu Paulo, ou Pedro nasceu Pedro, não, eles foram se fazendo ao longo do tempo porque deixaram que Jesus conduzisse as suas vidas.
É preciso deixar Deus conduzir a nossa vida, mas não é uma vida de passividade é deixar que Deus seja o condutor, mas é preciso confiar um pouco mais naquilo que Deus pode fazer por nós.
Eu não alcancei ainda, mas estou a caminho, e estar caminhando é um processo, que se faz todo os dias, onde nós acordamos como um vaso bonito e delicado e que precisa ser cuidado por Deus, do contrário podemos acabar colocando esse vaso nas mãos de pessoas erradas que não vão cuidar de nós. O caminho que precisamos buscar é o que Paulo fez, de ser alcançado por Jesus Cristo.
Essa é a beleza de Deus, do Senhor da nossa historia que respeita o nosso jeito de ser e quase sempre tem falado da forma mais simples e discreta ao nosso coração, e nós tão cheio de coisas, que já não somos mais capazes de ouvir. Pare e pense quais são os deuses que tem sido senhores da sua vida?
O Senhor é radical no seu chamado, quando nos diz para deixar as nossas certezas, abrir mão de tantas coisas que para nós podem parecer certas. É preciso começar a viver e a ser seu discípulo agora. Não podemos ficar só na pregação. ´Vamos entrar na Semana Santa nesta certeza de que queremos experimentar verdadeiramente este Jesus Cristo e poder dizer como Paulo , Já considero tudo como lixo.
Os lixos que nos formos construindo com os nossos sentimentos e ressentimento, e a maneira como temos vivido dentro da nossa casa. É Deus pedindo passagem nos nossos corações para que o perdão aconteça. Deus preciosa de você para fazer isso. Deus sempre quis utilizar de pessoas para falar coisas bonitas no coração de outras também. E não são os bons, veja São Paulo é o nosso grande exemplo.
A sua atitude tem que ser diferente. É como Jesus nos ensina, se você ama quem já te ama, que diferença faz? É preciso pedir a coisa certa para Deus. Eu preciso dar o primeiro passo, eu preciso ser diferente, as minhas atitudes não podem ser a mesma daqueles que não são cristãos. O amor de Deus é libertador. As coisas desses mundio não podem ocupar a essencialidade na nossa vida, essas coisas não podem ocupar o lugar de Deus no nosso coração.
O amor personalizado de Deus

Amor é uma das palavras mais difíceis de conceituar em nosso mundo. A necessidade ou a conveniência foram gerando diversos significados para esta palavra, a meu ver, todos eles com certo teor de verdade, mas necessitados de contextualização. Minha intenção, no momento, não é de trabalhar os contextos do amor e sim as diferentes faces do amor de Deus.
Deus nos ama com toda a sua capacidade infinita de amar, não sabe amar menos, toma a iniciativa sempre. No entanto a vida humana se desenvolve num complexo ambiente com fases diferenciadas, momentos próprios e por isso a nossa necessidade de amor é alterada também.
Uma criança, por exemplo, não pode ser amada com um amor de homem-mulher, isso não atende a sua necessidade e ainda poderia provocar deficiências em seu amadurecimento interior, e Deus sabe disso. Deus ama a todos igualmente, mas não nos ama com um amor genérico e por isso descompromissado com nossa identidade, Seu amor vai se configurando a nossa necessidade, quase que podemos dizer que por amar pessoalmente cada um, Deus ama de forma diferente, em estilo, e igual em intensidade. Amor pessoal, único em sua expressão. A cada momento somos amados da forma adequada e diferenciada.
Exatamente por sermos reflexos do amor de Deus, nós também não amamos a todos do mesmo jeito. Se assim o fizéssemos, seríamos injustos, porque o amor de verdade deve tocar a individualidade de cada um, amar do jeito certo e como o amor é criativo, encontra a forma individual e única de ser fecundo em cada pessoa. Não adianta pensar que amaremos a todos de forma igual, isso não é possível. Sabendo disso estaremos evitando o risco de nos sentirmos pouco amados simplesmente por sermos amados de forma diferente que os outros.
Para compreender o amor divino podemos observar as imagens dele existentes no amor humano, um exemplo fácil é o de uma mãe, com a mesma intensidade de amor ela ama de uma forma os seus pais, de outra o seu esposo, de outra os seus filhos e de outra os seus amigos. Será que o que muda é a intensidade do amor? Não, o que muda é o estilo dele, suas características e não sua profundidade.
O amor na forma e na dose certa é como um medicamento, um fortificante ou uma vitamina, não é ele quem leva ao desenvolvimento, mas é ele que garante que o processo da vida não sofrerá atrofias ou danos permanentes, nossa identidade surge a partir do estilo de amor que recebemos. Descobrimos-nos filhos a partir do amor de pai e mãe, nos descobrimos irmão a partir do amor de nossos irmãos. É o amor que abre nossos olhos a nossa própria identidade, é ele quem dá a sobriedade de vida e nos faz amar e gostar de nós mesmos, desejando sempre ser melhor.
Que Deus te abençoe e te faça crescer sempre em seu amor.
Padre Xavier
Comunidade Canção Nova
O Segredo para uma vida Feliz!
A gente corre o risco de passar pela vida e não viver. Qual é segredo para ser feliz?
Pe. Rinaldo Roberto de Rezende, faz uma linda Reflexão sobre o que verdadeiramente dá sentido a nossa vida.Ouça, deixe seu comentário, seu pedido de oração.
Vocação à Canção Nova: uma resposta de amor!
“A esperança não engana; pois, o amor de Deus já foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” ( Rm 5, 5 )
Responde ao chamado à Canção Nova, aquele que recebeu a marca do amor de Deus em sua vida, fazendo a experiência do Encontro Pessoal com Jesus e o Batismo no Espírito. Sua resposta é uma resposta generosa de amor e gratidão!
Somente aquele que transborda o amor de Deus em forma de doação, doando a sua vida na Igreja, pelo povo; é capaz de corresponder ao chamado, respondendo com amor, ao amor que recebeu!
Gilmara Maria
Comunidade Canção Nova
Como ter um matrimônio Feliz?

Viver unido pelo sacramento do matrimônio é uma graça, porém, exigente. Qual é maior desafio para se viver bem o Casamento?
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Dom Bosco diz: “SEMPRE TRABALHEI COM AMOR”
Antes de mais nada, se queremos ser amigos do verdadeiro bem dos nossos alunos e levá-los ao cumprimento de seus deveres, é indispensável jamais vos esquecerdes de que representais os pais desta querida juventude. Ela sempre foi o terno objeto dos meus trabalhos, dos meus estudos e do meu ministério sacerdotal; não apenas meu, mas da cara congregação salesiana.
Quantas vezes, meus filhinhos, no decurso de toda a minha vida, tive de me convencer desta grande verdade! É mais fácil encolerizar-se do que ter paciência, ameaçar uma criança do que persuadi-la. Direi mesmo que é mais cômodo, para nossa impaciência e nossa soberba, castigar os que resistem do que corrigi-los, suportando os com firmeza e suavidade.
Tomai cuidado para que ninguém vos julgue dominados por um ímpeto de violenta indignação. É muito difícil, quando se castiga, conservar aquela calma tão necessária para afastar qualquer dúvida de que agimos para demonstrar a nossa autoridade ou descarregar o próprio mal humor.
Consideremos como nossos filhos aqueles sobre os quais exercemos certo poder. Ponhamo-nos a seu seviço, assim como Jesus, que veio para obedecer e não para dar ordens; envergonhemo-nos de tudo o que nos possa dar aparência de dominadores; e se algum domínio exercemos sobre eles, é para melhor servirmos.
Assim procedia Jesus com seus apóstolos; tolerava-os na sua ignorância e rudeza, e até mesmo na sua pouca fidelidade. A afeição e a familiaridade com que tratava os pecadores eram tais que em alguns causava espanto, em outros escândalo, mas em muitos infundia a esperança de receber o perdão de Deus. Por isso nos ordenou que aprendêssemos dele a ser mansos e humildes de coração.
Uma vez que são nossos filhos, afastemos toda cólera quando devemos corrigir-lhes as faltas ou, pelo menos, a moderemos de tal modo que pareça totalmente dominada.
Nada de agitação de ânimo, nada de desprezo no olhar, nada de injúrias nos lábios; então sereis verdadeiros pais se conseguirem uma verdadeira correção.
Em determinados momentos muito graves, vale mais uma recomendação a Deus, um ato de humildade perante ele, do que uma tempestade de palavras que só fazem mal a quem as ouve e não e não tem proveito algum para quem as merece.
São João Bosco – Dom Bosco (1815-1888), citado em: “Liturgia das Horas-vol III”, págs.1225-1226, Ed.Vozes/Paulinas/Paulus/Ave-Maria, 1996.
Eu te aprecio e te amo
Eu queria começar essa conversa com um trechinho de Isaías 43,4: “Porque és precioso a meus olhos, porque eu te aprecio e te amo, permuto reinos por ti, entrego nações em troca de ti. “ A Palavra do Senhor diz ‘aprecio’ e ‘te amo’. Apreciar é diferente de amar, pois quem ama o faz acima de todas as coisas; apreciar é olhar para aquilo que a pessoa faz e gostar daquilo. O Senhor nos olha hoje e nos diz: “Meu filho, eu te aprecio e te amo”.
Depois de termos sido traídos, nós começamos a nos achar feios e passamos a não nos apreciar; então, queremos ser outra pessoa. Mas precisamos admirar o que somos, porque ninguém é igual a ninguém; somos únicos, somos templos do Espírito Santo. Muitas vezes na nossa vida encontramos pessoas que pisam em nossos sonhos, por isso começamos a nos sentir inferiorizados e a querer ser igual a outras pessoas; olhamos para nós mesmos e não conseguimos ver o que há de bom em nós, mas cada um de nós tem seu talento próprio.
Mesmo que, na sua história familiar, seus pais, seus irmãos, ou seu esposo (a) não tenham lhe dado valor, a Palavra de Deus lhe diz: “Meu filho, eu te aprecio e te amo”. É o Senhor lhe falando para cicatrizar a sua ferida; Ele está declarando o Seu amor por você.
Deus tem amor por você, Ele o trouxe a este encontro para que você reze por essa cidade e também para que você perceba que é templo do Espírito Santo. Essas palavras têm de estar forte em seu coração: “Eu te amo e aprecio”.
Você é um projeto que deu certo. Mesmo que haja pedras no meio caminho – um desemprego ou uma pessoa que trabalha com você e lhe pisa e destrói seus sonhos -, você é um profeta, pois tem a força que Deus lhe concedeu.
Em toda a história da Igreja, tivemos homens e mulheres maravilhosos; vários santos passaram pela noite traiçoeira, profetas também choraram. Muitas vezes, choramos de saudades de alguém que já faleceu, por acontecimentos que não voltarão mais. Mas nosso choro também vem de experiências ruins, porque fomos traídos, humilhados, por sermos fracos, termos familiares alcoolizados, ou pela falta de oportunidade que existe em nossa vida. A vida é assim, mas isso não significa que Deus tenha nos abandonado. São nestes momentos que Ele nos carrega e nos diz: “Você é precioso aos meus olhos”.
Diga: “Eu sei que sou precioso ao Seus olhos, que o Senhor me ama e me aprecia, eu sou amado por Deus”. E se Deus o ama e aprecia, como você pode não se gostar? Como pode se olhar no espelho e se achar feio ou burro, dizendo que não tem talento?
Deus olha para você e, por maior que seja sua dor, Ele quer que você tome posse de Sua bênção. Mesmo que o outro não o trate bem, não dê poder para que isso mande no seu comportamento e você maltrate outra pessoa. Reclamamos, muitas vezes, que as pessoas nos tratar mal, mas nós também as tratamos assim quando destruímos os sonhos delas.
Que o Senhor nos ajude a ter dom da gentileza e um coração capaz de amar de verdade assim como Maria amou.
Gabriel Chalita
Pregação: São Paulo em Ação-Deus habita esta cidade





























