Responder a uma vocação? Isso é válido hoje ainda?

Arquivado em: Nosso chamado — anacapucho at 7:45 pm on Segunda-feira, Março 24, 2008

 

Claro que sim! Claro que é válido! “Está aqui o sentido da vocação à vida consagrada: uma iniciativa total do Pai, que requer daqueles que escolhe uma resposta de dedicação plena e exclusiva. A experiência deste amor gratuito de Deus é tão íntima e forte que a pessoa sente que deve responder com dedicação incondicional da sua vida, consagrando tudo, presente e futuro nas suas mãos. Por isso mesmo, como ensina S. Tomás, pode-se compreender a identidade da pessoa consagrada a partir da totalidade da sua oferta, comparável a um autêntico holocausto”. Você não se sente chamado(a)? Seja você parte da família Canção Nova.

Verinha - Comunidade Canção Nova

E-mail: vocacao@cancaonova.com

O Que é a Páscoa?

Arquivado em: Formação — anacapucho at 1:47 pm on Segunda-feira, Março 24, 2008

 

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O tempo pascal compreende cinquenta dias (em grego = “pentecostes”), vividos e celebrados como um só dia: “os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, como se se tratasse de um só e único dia festivo, como um grande domingo” (Normas Universais do Ano Litúrgico, n 22).

O tempo pascal é o mais forte de todo o ano, inaugurado na Vigília Pascal e celebrado durante sete semanas até Pentecostes. É  a Páscoa (passagem) de Cristo, do Senhor, que passou da morte à vida, a sua existência definitiva e gloriosa. É a páscoa também da Igreja, seu Corpo, que é introduzida na Vida Nova de seu Senhor por emio do Espírito que Cristo lhe deu no dia do  primeiro Pentecostes. A origem desta cinquentena  remonta-se às origens do Ano litúrgico.

Os judeus tinha já a “festa das semanas” (ver Dt 16,9-10), festa inicialmente agrícola e depois comemorativa da Aliança no Sinai, aos cinquenta dias da Páscoa. Os cristãos organizaram rapidamente sete semanas, mas para prolongar a alegria da Ressurreição e para celebrar ao final dos cinquenta dias a festa de Pentecostes: o dom do Espírito Santo. Já  no século II temos o testemunho de Tertuliano que fala que neste espaço de tempo não se jejua, mas que se vive uma prolongada alegria.

A liturgia insiste muito no  caráter unitário destas sete semanas. A primeira semana é a  “oitava da Páscoa’, em que já por irradiação os batizados na Vigília Pascal, eram introduzidos a uma mais profunda sintonia com o Mistério de Cristo que a liturgia celebra. A “oitava da Páscoa” termina com o domingo da oitava, chamado “in albis”, porque nesse dia os recém batizados deponían em outros tempos as vestes brancas recebidas no dia de seu Batismo.

Dentro da Cinquentena se celebra a Ascensão do Senhor, agora não necessariamente aos quarenta dias da Páscoa, mas no domingo sétimo de Páscoa, porque a preocupação não é tanto cronológica mas teológica, e a Ascensão pertence simplesmente ao mistério da  Páscoa do Senhor. E  conclui tudo com a vinda do Espírito  em Pentecostes.

A unidade da Cinquentena que dá também destacada pela presença do Círio Pascal aceso em todas as celebrações, até o domingo de Pentecostes. Os vários domingos não se chamam, como antes, por exemplo, “domingo III depois da Páscoa”, mas “domingo III de Páscoa”. As celebrações litúrgicas dessa Cinquentena expressam e nos ajudam a viver o mistério pascal comunicado aos discípulos do Senhor Jesus.

As leituras da Palavra de Deus dos oito domingos deste Tempo na Santa Missa estão organizados com essa intenção. A primeira leitura é sempre dos Atos dos Apóstolos, a história da igreja primitiva, que em meio a suas debilidades, viveu e difundiu a Páscoa do Senhor Jesus. A segunda leitura muda segundo os ciclos: a primeira carta de São Pedro, a primera carta de São João e o livro do Apocalipse.

(Fonte/ACI-digital)

Semana Santa

Arquivado em: Equipe Vocacional — anacapucho at 1:42 pm on Quinta-feira, Março 20, 2008

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Estamos vivendo um tempo maravilhoso de profunda espiritualidade e reflexão: a grande semana, a SEMANA SANTA! Onde o nosso olhar se volta para o sacrifício da Cruz, onde Nosso Senhor se entrega por amor a cada um de nós, porém, nossos olhos não ficam somente na Cruz, mas principalmente no túmulo vazio. No Sábado Santo, na Vigília Pascal, vamos poder a plenos pulmões proclamar: CRISTO RESSUSCITOU, RESSUSCITOU DE VERDADE! ALELUIA!

Toda a dinâmica do mistério da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor nos coloca numa situação de comissionados com essa salvação. De salvos por Cristo, passamos a instrumentos de salvação nas mãos Dele, ou seja, pela sua entrega Ele também nos chama a uma entrega total, Ele nos vocaciona, e nos convoca a trabalhar na sua vinha: Todos nós somos chamados à missão, todos podemos colaborar na obra de salvação aqui nesta terra. Quantas pessoas você conhece e que não tiveram uma experiência concreta e libertadora com Jesus? Talvez muitas dessas pessoas moram com você debaixo do mesmo teto. A cruz e a ressurreição nos coloca diretamente dentro da missão – falar desse extremo amor que Jesus teve e tem para com todos, sem acepção de pessoas!
A Igreja da América Latina e do Caribe a partir da Conferência de Aparecida chama-nos para a missão, a nossa Igreja precisa ser uma Igreja missionária, onde vemos “discípulos e missionários” comprometidos com a obra de evangelização, porque “não há portas fechadas para o Evangelho”.
O que você tem feito na sua Diocese, na sua Paróquia, na sua Pastoral? Talvez você esteja desanimado no caminho, no trabalho pastoral, porém, Jesus não morreu na cruz para que você continue desanimado, na prostração, ou simplesmente satisfeito com o seu processo de conversão sem olhar para aqueles que estão do seu lado ou que você encontra na sua Igreja: “Portanto, se alguém está em Cristo, é criatura nova. O que era antigo passou, agora tudo é novo”. (2 Cor 5, 17). Suba à cruz com o Senhor, e de lá olhe a humanidade com misericórdia, e tenha necessidade de ser co- participante no poder do Espírito Santo nesta empreitada de apresentar Jesus ao mundo; veja o túmulo vazio e experimente a força da ressurreição que reaviva o seu coração e a sua missão. Como Maria Madalena, como Pedro, como João, os Discípulos de Emaús, e aqueles que tiveram a experiência do ressuscitado, como Paulo o encontrou na estrada de Damasco, vá a todos os que você puder e o anuncie, testemunhe o seu amor, e mostre os sinais da salvação e da vida nova que o Senhor tem para todos!

Se a sua vocação é uma Congregação, um Seminário Religioso, um Convento, uma Nova Comunidade como a Canção Nova, procure o carisma que você se identifica; se você percebe que o seu lugar é num trabalho na sua diocese e paróquia, se empenhe, se dedique; se seu ministério é com casais, invista nele e vá em frente, porque satanás tem espalhado a morte nos casamentos; se é com jovens, com crianças, busque cumprir a missão que o Senhor tem para você! Ele te escolheu para ser instrumento e sinal da salvação conquistada na cruz.
Que a morte do Senhor não seja em vão, que seja um sinal para que você se dedique e se lance sem medo na missão de evangelizar! Ele cumpriu e tem cumprido a Dele! E você?

Pe. Róger Luis

São José, Valei-nos!

Arquivado em: Equipe Vocacional — anacapucho at 5:07 pm on Quarta-feira, Março 19, 2008

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Pouco conhecemos sobre a vida de S. José; unicamente as rápidas referências transmitidas pelos evangelhos. Este pouco, contudo, é o suficiente para destacar seu papel primordial na história da salvação.
José é o elo de ligação entre o Antigo e o Novo Testamento. É o último dos patriarcas. Para destacar este caráter especial de José, o evangelho de S. Mateus se apraz em atribuir-lhe “sonhos”, à exemplo dos grandes patriarcas, fundadores do povo judeu (Mt 1,20-24; 2,13-19). A fuga de José com sua família para o Egito repete, de certa forma, a viagem do patriarca José, para que nele e em seu filho Jesus se cumprisse o novo Êxodo (Mt 2,13-23; Os 11,1; Gn 37; 50,22-26).

A missão de José na história da salvação consistiu em dar a Jesus um nome, fazê-lo descendente da linhagem de Davi, como era necessário para cumprir as promessas.

Sua pessoa fica na penumbra, mas o Evangelho nos indica concisamente as fontes de sua grandeza interior: era um “justo” (Abraão tinha buscado seis justos na cidade e não os tinha achado);de uma fé profunda, inteiramente disponível à vontade de Deus, alguém que “esperou contra toda esperança”.

Sua figura quase desapareceu nos primeiros séculos do cristianismo, para que se firmasse melhor a origem divina de Jesus. Mas já na Idade Média, S. Bernardo, Sto. Alberto Magno e S. Tomás de Aquino lhe dedicaram tratados cheios de devoção e entusiasmo. Desde então, seu culto não tem feito senão crescer continuamente. Pio IX declarou-o padroeiro da Igreja universal com o decreto Quemadmodum Deus; Leão XIII, na encíclica Quamquam pluries, propunha-o como advogado dos lares cristão. Em nossos dias foi declarado modelo dos operários.

Fonte: ACI Digital

Oração de um consagrado

Arquivado em: Mensagem do Dia — anacapucho at 3:30 pm on Quarta-feira, Março 19, 2008

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Cria no meu coração o novo céu que está por vir. Porque a mudança só acontece quando eu começo a morrer para mim.  Não posso exigir dos outros o que somente Deus pode me dar Se há alguém que precisa se converter, sou eu quem precisa se apresentar. Dom Bosco costuma dizer que se não existe quem vá, então eu vou. Por que esperar dos outros se eu posso fazer?  Quando o bem começa a ser feito, ele contagia  E traz alegria de ver a vontade do Senhor acontecer. Não posso me deixar levar pelo torpor e esmorecer. O que Deus tem para cada um é algo grande demais. Quanto mais eu rezar, mais consagrado irei me tornar É tempo de despertar o santo adormecido que há em mim. Trazer para fora os talentos que o Senhor me concedeu, em prol da missão. Sem esquecer de que quando eu rezo, Deus se coloca em ação. É promessa do Senhor, festa permanente quando Ele voltar. Não quero me prender nas amarras deste mundo, por mais que ele tente me conquistar. Urge que eu me converta, sem desejar voltar àquilo que um dia eu deixei. Se for fiel no dia de hoje, ao Coração do Senhor eu irei agradar.

(Mariana Rosa/comunidade Canção Nova)

A Celebração Eucarística

Arquivado em: Mensagem do Dia — anacapucho at 1:42 pm on Terça-feira, Março 18, 2008

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É o encontro pessoal e diário com Aquele de quem somos e para quem trabalhamos. Nela nos associamos realmente ao louvor de toda a Igreja, no louvor da humanidade, do universo. Nela nos colocamos dentro do mistério da morte e ressureição de Cristo, que é a fonte da vida, que faz homens novos para um mundo novo. Nela trazemos a cada novo dia, o que somos, o que fazemos e cada um daqueles para os quais vivemos e trabalhamos. A celebração da Eucaristia é o ponto de chegada e de partida da nossa vida e da nossa missão.           

(Monsenhor Jonas Abib)

Viva com intensidade a Semana Santa

Arquivado em: Equipe Vocacional — anacapucho at 3:10 pm on Segunda-feira, Março 17, 2008

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Durante a Semana Santa, a Igreja celebra os mistérios da reconciliação e salvação, realizados por Nosso Senhor Jesus Cristo nos últimos dias na terra, os quais começam com sua entrada em Jerusalém.
Na Quarta-feira, realiza-se a tradicional “Procissão do Encontro” entre o Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores.
Na Quinta-feira Santa, o óleo de oliva, misturado com perfume, é consagrado pelos Bispos para ser utilizado nas celebrações do Batismo, Crisma, Unção dos Enfermos e Ordenação. A Ceia do Senhor, a Cerimônia do Lava-pés e a denudação do altar também são celebradas neste dia.
Na Sexta-feira Santa, o Filho – em união com o Pai – é crucificado e morre. No Sábado Santo acontece a Vigília Pascal, na expectativa da Ressurreição de Jesus Cristo, que é o ponto mais alto e mais sublime do Cristianismo, no Domingo de Páscoa.

(Pe.Roger Luís)

Monsenhor Jonas…

Arquivado em: Vocacão — anacapucho at 4:02 pm on Sexta-feira, Março 14, 2008

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“O apelo que o senhor fez naquela festa de Cristo Rei foi para os jovens que já vinham de uma caminhada com o Senhor, de uma experiência diária com a Santa Palavra de Deus e que buscavam algo mais, que queriam assumir Jesus como único Senhor. Por tanto o convite que acaba valendo até hoje não foi para jovens neo convertidos e sim para jovens de caminhada na Igreja.”

Meu Alimento é fazer a vontade do Pai

Arquivado em: Equipe Vocacional — anacapucho at 2:40 pm on Sexta-feira, Março 14, 2008

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“O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar plenamente sua obra” (Jo 4,34)

Eis aí uma maravilhosa frase de Jesus que, de certo modo, todo cristão pode aplicar a si mesmo e que, se for praticada, é capaz de fazê-lo progredir muito na “Santa Viagem” da vida.

Sentado junto da fonte de Jacó, na Samaria, Jesus está para concluir o seu diálogo com a Samaritana. Os discípulos, ao voltarem da cidade vizinha, aonde tinham ido buscar mantimentos, ficam admirados ao ver o Mestre conversando com uma mulher. No entanto, nenhum deles pede explicações. Depois que a samaritana vai embora, eles insistem: “Rabi, come!” Jesus intui o que eles estão pensando e explica-lhes o porquê de sua atitude: “Eu tenho um alimento para comer que vós não conheceis”.

Os discípulos não entendem; pensam no alimento material e se perguntam entre si se, durante a ausência deles, alguém teria trazido comida para o Mestre. Então, Jesus diz abertamente:

“O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar plenamente sua obra.”

Para que nos mantenhamos vivos, é preciso que nos alimentemos todos os dias, e Jesus não nega isso. E aqui ele fala justamente de alimento, ou seja, que se trata de uma necessidade natural. Mas fala a respeito para afirmar a existência e a exigência de outro alimento, um alimento mais importante, do qual ele não pode abrir mão.

Jesus desceu do Céu para fazer a vontade daquele que o enviou e para realizar a sua obra. Não tem idéias e projetos próprios, mas os de seu Pai. As palavras que ele pronuncia e as obras que realiza são as do Pai; não faz a própria vontade, mas a vontade Daquele que o enviou. Essa é a vida de Jesus. Sua fome é saciada quando ele realiza isso. Agindo assim, fica nutrido.

A plena adesão à vontade do Pai caracteriza toda a sua vida, até à morte de cruz, que é o momento em que levará realmente a termo a obra que o Pai lhe confiou.

“O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar plenamente sua obra.”

Jesus considera como seu alimento fazer a vontade do Pai, porque, atuando-a, “assimilando-a”, “alimentando-se dela”, identificando-se com ela, ele recebe dela a Vida.

E qual é a vontade do Pai, a sua obra, que Jesus deve realizar plenamente?

É dar ao homem a salvação, dar-lhe a Vida que não morre.

Jesus, pouco antes, comunicou à samaritana uma semente dessa Vida, por meio de sua conversação e do seu amor. De fato, logo os discípulos hão de ver essa Vida germinar e espalhar-se, porque a Samaritana vai transmitir a outros samaritanos a riqueza descoberta e recebida: “Vinde ver um homem… Não será ele o Cristo?” (Jo 4,29).

E Jesus, falando à samaritana, revela o plano de Deus, que é Pai: que todos os homens recebam o dom da sua vida. É essa a obra que Jesus tem pressa de realizar, para confiá-la, depois, aos seus discípulos, à Igreja.

“O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar plenamente sua obra.”

Será que também nós podemos viver essa palavra, tão própria de Jesus, a ponto de refletirmos em nós, de modo todo especial, o ser, a missão e o zelo dele?

Certamente! É preciso que também nós vivamos o fato de sermos filhos do Pai, por meio da Vida que Cristo nos comunicou, e assim nutrir nossa vida com a sua vontade.

Podemos realizar isso cumprindo, momento por momento, aquilo que Ele quer de nós, realizando-o perfeitamente, como se não tivéssemos outra coisa para fazer. De fato, Deus não nos pede mais do que isso.

Então, alimentemo-nos daquilo que Deus quer de nós, momento por momento, e assim experimentaremos que esse modo de agir nos sacia: dá-nos paz, alegria, felicidade; dá-nos - e não é exagerado dizê-lo - uma antecipação da felicidade eterna.

Assim também nós contribuiremos com Jesus, dia após dia, para realizar as obras do Pai.

Será o melhor modo de vivermos a Páscoa.

 

Chiara Lubich

A Importancia dos Amigos de Deus para a realização da nossa Vocação

Arquivado em: Formação — anacapucho at 1:37 pm on Quinta-feira, Março 13, 2008

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A Palavra de Deus diz que, “é preciso caminhar com Deus”. Quando deparei-me com esta frase, em um momento de Adoração, fui percebendo, de que maneira eu poderia “andar com Deus”, ao lembrar-me das pessoas com quem tenho convivido e partilhado a minha vida; pois, os “Amigos de Deus”, nos levam a caminhar com Deus, rumo à realização da nossa Vocação e Missão. Aliás, andar com os “Amigos de Deus”; ou seja, com aqueles que vivem em Deus e nos apontam para Ele, faz com que realizemos o nosso  primeiro chamado, a nossa primeira vocação: sermos de Deus; sermos santos!A partir destes preciosos amigos na fé, que são “Amigos de Deus”, o Senhor foi me revelando qual o tipo de pessoas com quem devo andar, para não desviar-me dos seus desígnios e da Sua Vontade; afinal, como diz o ditado: “diga-me com quem andas e eu direi quem tu és”.É preciso discernir esta verdade e caminhar com Deus, através de pessoas que possam te direcionar para a concretização daquilo que Deus tem para ti; a partir do seu testemunho, da sua vivência de fé. Daí a necessidade de cultivar as “conversas de alma”; não ficar só na superficialidade, nas conversas “bobas”. É preciso cultivar partilhas profundas com aqueles que se alimentam daquilo que é eterno; caminhar com pessoas que são marca da presença de Deus em sua vida. Pois, andar com estas pessoas, é andar com Deus; segurar nas mãos delas, é segurar na Mão de Deus.É possível relacionar-se com todos; mas, é preciso escolher “andar com Deus”, para dar passos firmes, a partir da descoberta do chamado até a realização da Vocação que Deus tem para você.Aproveite este momento, para se recordar destas pessoas tão preciosas e queridas que Deus tem colocado ao seu lado, ao longo da sua caminhada e da sua história, para te conduzir à Ele e diga o seu “sim” ao chamado de Deus, dizendo muito obrigado pela presença de cada uma delas em sua vida.Por outro lado, peça ao Senhor, que coloque sempre ao seu lado, pessoas assim, que possam te levar à esta experiência de caminhar com Ele, na fidelidade, para ver realizar o sonho que Ele sonhou para ti! 

Gilmara Maria

Equipe Vocacional

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