Amigos do Vocacional

Filed under: — anacapucho at 5:16 pm on Monday, July 28, 2008

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Quero convidar cada um a se unir em mais uma corrente de oração. Desta vez estarei rezando por nossas famílias e por toda a família Canção Nova.

A partir do dia primeiro iniciarei aqui no Blog Vocacional a Npvena da Família Canção Nova. É claro que você faz parte dessa família; com isso pode enviar sua intenção para que possa me unir a você nesse tempo.

Entre em comentário e deixe sua intenção para a novena!

com carinho,

Ritinha!

Por que Paulo não fundou uma Igreja diferente da de Pedro?

Filed under: — anacapucho at 2:57 pm on Monday, July 28, 2008

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Pedro era um simples pescador. Tu eras um intelectual.

Pedro quase nem sabia ler e escrever. Tu eras formado e educado aos pés de Gamaliel (At 22,3) e conhecedor até de línguas que Pedro não conhecia.

Tu escrevias coisas difíceis a Pedro de entender (2Pd 3,16).

Tu tinhas dons tão extraordinários do Espírito Santo.

Tu tivestes até que corrigir Pedro, por causa de seu duplo procedimento (Gl 2, 11.14).

Tu evangelizastes mais que os doze apóstolos juntos. Formastes muito mais colaboradores do que Pedro.

Em tudo, parecias muito mais sábio, dinâmico e eficaz do que Pedro.

Então, Paulo, por que não formastes tua própria Igreja, já que Jesus Cristo te iluminou e pessoalmente te revelou seu Evangelho?

Tu fostes arrebatado até o terceiro céu (2Cor 2, 12). O que te faltava? Por que caminhar a passos tão lentos?

Por que não fundastes a tua Igreja?

Poderias ter escolhido um nome assim: “Igreja de Jesus Cristo Glorioso”, ou “Igreja Paulina por ordem de Jesus Crucificado”. O nome poderia variar.

Porém, o que desejo saber é por que não fundastes uma nova igreja? Por que não fundastes a tua igreja? Que tens a dizer?

“Catorze anos mais tarde, subi outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando também Tito comigo. E subi em conseqüência de uma revelação. Expus-lhes o Evangelho que prego entre os pagãos e isso particularmente aos que eram de maior consideração, a fim de não correr ou de não ter corrido em vão. (Gl 2, 1-2)

Então, quer dizer que fostes submeter teu evangelho a Pedro e aos demais apóstolos “de maior consideração” para te certificares de não ter corrido e ou continuar correr em vão? Então, quer dizer que alguém pode pregar o evangelho com tanto empenho e estar correndo em vão?

E o que tens a dizer para aqueles que pregam um evangelho diferente e fazem o maior esforço para tirar os fiéis da Igreja de Pedro (Igreja Católica)?

Hoje, há muitos que pregam a desobediência à Igreja que tem Pedro como guia. Estimulam-nos para que abandonem esta Igreja. Que tens a dizer, Paulo?

“Vocês corriam bem. Quem lhes pôs obstáculos, impedindo-os de obedecer à verdade? Esta sugestão não vem daquele que vos chama. Um pouco de fermento leveda toda a massa. De minha parte, confio no Senhor que vocês não assumirão outra orientação de pensamento. Mas quem lança confusão no meio de vocês, quem quer que seja ele, sofrerá condenação… Que vão castrar-se esses tais que os perturbam” (Gálatas 5, 7-10.12) - (Bíblia Ed. Loyola). Quer dizer que todo o que der uma orientação contrária ao que ensina a Igreja e o Evangelho de Jesus Cristo sofrerá condenação? Isso é muito sério! Se quem ensina será tratado assim, imaginemos quem segue esses ensinamentos o que poderá sofrer também!

Obrigado, Paulo, Apóstolo. Por nada você abandonou a Igreja que Jesus havia fundado sobre Pedro e muito menos quis fundar uma outra. Temos, assim, mais uma confirmação de que ela pode ser abalada pelas forças do inferno, porém, jamais será vencida (Mt 16, 18), conforme Jesus, seu fundador afirmou.

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Padre Alir

Declare seu amor por Jesus

Filed under: Vídeos Favoritos — anacapucho at 8:00 am on Thursday, July 24, 2008

Hoje é queinta-feira de adoração! Onde você estiver, fazerndo o que estiver fazendo, mantenha seus pensamentos e sentimentos voltados para Jesus. Ele merece todo nosso amor e adoração.

Com carinho e oração,

Ritinha

Paulo o Irreprimível Apóstolo

Filed under: Formação — anacapucho at 8:00 am on Wednesday, July 23, 2008

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A conversão no caminho de Damasco 

O propósito da viagem de Saulo a Damasco é defender a causa de Deus, guardar a pureza da revelação. A situação explodira anos antes em Jerusalém, numa das sinagogas de judeus de língua grega.

Saulo recorda bem a cena: as palavras arriscadas de Estevão contra a Lei e o templo; a acusação, a sentença, a lapidação. Ele esteve presente. Como um tumor, a heresia dos “discípulos do Caminho”, depois chamados “cristãos”, havia se difundido, criando “desordens” entre o povo. As autoridades intervinham de modo drástico. Os mesmos problemas verificavam-se além dos confins da Judéia.

O Sinédrio de Jerusalém, com autoridade moral sobre as sinagogas espalhadas pelo império, enviava emissários para conter a situação. Saulo é um deles. Um Messias crucificado.. que imbecilidade! Pessoas inteligentes podem chegar a tanto?

Saulo antevê os muros de Damasco. As energias perdidas no caminho se renovam, o ânimo se acende, o espírito se prepara para o encontro com as autoridades da sinagoga local. A luz do dia é forte: meio dia, faltam poucos quilômetros, mas, improvisamente a viagem é truncada. O sol se apaga. Um incidente? Não. Uma emboscada? Um violento choque na encruzilhada? Um terrível impacto? Sim. Uma ruptura interior? Sobretudo.

Saulo tentará explicar o que lhe sucedera: luz, voz, queda, cegueira, revelação, graça… Uma coisa é clara: Saulo foi raptado interiormente. Uma experiência que muda violentamente o centro de orientação da sua vida.

Não existe outro Evangelho! Para Paulo o Evangelho é uma pessoa viva dentro de si: Jesus de Nazaré. A boa notícia não é tanto o que decorre do estupor confuso, diante de um túmulo vazio, na manhã daquele primeiro dia da semana depois do sábado da Páscoa do ano 30 d.C., mas a experiência do Cristo vivo em seu coração, que de dentro repete o seu anúncio e revive o seu mistério pascal. O Evangelho é Ele, Mestre interior e Pastor incansável, que se serve da mente, da vontade, do coração, das forças físicas dos fiéis para pensar, querer, amar, agir. Uma força interior que dilata todas as dimensões da personalidade.

Não existe outro Evangelho. Este é o grande fruto da experiência de Damasco que revolucionou o mundo interior de Paulo. Tudo mais é nada: ser hebreu, pertencente à tríbu de Benjamim, circuncidado, a formação farisaica…  Nada pode ser equiparado ao conhecimento de Jesus Cristo, à experiência de ter sido por ele arrebatado, preso, conquistado.

Escrevendo aos irmãos gálatas, 1, 8, o apóstolo é ainda mais drástico e declara: “Se nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse Evangelho diverso daquele que vos pregamos, seja anátema. Não existe outro Evangelho”.

A identidade cristã deve gratidão a Paulo pela sua firmeza, quando “os discípulos do Caminho” foram tentados a identificar-se como nova corrente religiosa do judaísmo do primeiro século. Paulo os liberta de seus medos, tira-os de suas seguranças, desmascara compromissos aninhados em seus pensamentos. Não existe outro Evangelho.

O suporte da existência não pode ser substituído nem com a observância da Lei, nem com a prática da circuncisão: no centro está Cristo, somente Ele. E se está Cristo, existem dois braços estendidos, à direita e à esquerda: aos judeus e aos pagãos, aos escravos e aos cidadãos livres, aos homens e às mulheres. O universalismo de Paulo, verdadeiro, fecundo, nasce aqui, não em Tarso. Em Cristo, com Cristo, por Cristo. Não existe outro Evangelho.

Com o exemplo de Paulo e das primeiras comunidades, é urgente desenvolver as ocasiões de diálogo com nossos contemporâneos, sobretudo onde se joga o futuro do homem e da humanidade. Os areópagos que solicitam hoje o testemunho dos cristãos são numerosos; eu vos encorajo a estar presentes no mundo. Como o profeta Isaias, os cristãos são colocados quais sentinelas em cima da muralha, para discernir os desafios humanos das situações presentes, para perceber na sociedade os germes de esperança e para mostrar ao mundo a luz da Páscoa, que ilumina com um novo dia todas as realidades humanas” (João Paulo II, 5 de maio de 2001).

Fonte: CNBB - por Dom Geraldo M. Agnelo, cardeal Arcebispo de Salvador

Maria Madalena: de pecadora a discípula

Filed under: Formação — anacapucho at 9:26 pm on Tuesday, July 22, 2008

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Ela teve a coragem de se aproximar de Cristo e assim experimentou todo o amor e a misericórdia de Deus

“Eu vi o Senhor!” Essa foi a grande proclamação de Maria Madalena. E é maravilhoso ver quem ela é, sabendo quem ela era. O próprio nome com o qual era chamada “Maria de Magdála” ou “Madalena” significa “fortaleza”. Houve um momento em que ela já estava enojada da vida que vivia. Ela, que ganhava muito dinheiro, tinha tudo que desejava, seus desejos eram satisfeitos, mas em seu coração havia um vazio.

Ela, que controlava os oficiais e era muito conhecida, praticamente tinha tudo em suas mãos. Mas o coração dela não tinha paz, pois lhe faltava algo muito importante. Quando ouviu falar de Jesus o coração dela começou a estremecer. “O que esse Homem está dizendo? Será que é disso que eu preciso?” Deve ter pensado. E Madalena começou, de longe, às escondidas, a buscar saber mais sobre o senhor. E pouco a pouco foi se aproximando de Jesus. E se perguntou: “Será que não é de um Deus assim de que estou precisando?”

Irmãos, estamos não simplesmente recordando algo do passado, mas o Evangelho de hoje se torna real em nosso meio. E suscita em nós essa mesma busca e desejo: “Eu quero vida nova!” É pela Palavra do Senhor que você vai deixar essa vida velha e vir para a vida nova. Avance cada vez mais alto!

Até que um dia ela não agüentou mais e se aproximou de Cristo para ouvi-Lo de perto e, teve a coragem de se aproximar d’Ele e assim experimentou todo o amor e a misericórdia de Deus. Jesus não a reprovou, por isso ela sentiu misericórdia divina e viu a possibilidade de ser diferente. Deixou tudo para trás porque viu que Ele era o Messias, anunciado pelos profetas desde Moisés.

Você também tem essa chance. O seu coração sempre buscou isso, mesmo na vida errada que andava vivendo, desde as coisas do sexo, da mentira, falsidade, orgulho, até as da vaidade, etc… Você tem agora a oportunidade de deixar tudo isso e buscar a vida nova. Hoje o Senhor está lhe dando a graça de romper com a medriocridade.

Reze: “Jesus, eu Te reconheço com meu único Senhor, hoje, Te aceito como meu Senhor e Salvador. Só Jesus Cristo é o meu Senhor e a ninguém mais servirei e seguirei. Só Tu és meu amado Senhor. E Te entrego toda a minha vida, entrego tudo o que eu tenho, a minha vida inteira está em Tua mão”. Eu também quero dizer “Eu vi o Senhor”, vê-Lo face a face; um dia, eu direi: “Eu vi o Senhor!”

Depois que Maria Madalena teve seu encontro com Jesus ela mudou de vida totalmente. Ela inaugurou uma coisa que naquela época não existia. Tantas histórias absurdas foram faladas sobre ela, e sabe por quê? Ela está ocupando lá no céu um lugar de privilégio, por isso o inimigo tem pavor dela. E também ela abriu um caminho para vocês mulheres, ela rompeu uma barreira, porque naquele tempo discípulos eram só homens, os mestres só tinham discípulos homens e Maria Madalena rompeu com tudo isso. Ela abriu um caminho, mesmo no tempo de Jesus a mulher não tinha nenhum valor e nem discípula poderia ser. Ela O serviu junto com as outras mulheres.

Erramos em tantas coisas, mas Jesus rompe com a vida velha, basta que você também queira romper com ela. “Eis que tudo se faz novo, passou o que era velho” nos diz o Senhor.

Ninguém a chamava com tanta ternura, só Jesus, e na hora em que Ele a chamou ela O reconheceu e respondeu “Rabôni”, que quer dizer “Mestre” em hebraico (cf. João 20.16). E Ele a enviou para ser a grande anunciadora da ressurreição d’Ele. Em primeiro lugar, Jesus ressuscitou você e lhe deu uma vida nova. Agora é o dia da salvação, para você é o dia favoravél! Decida-se! E a decisão é só sua, ninguém pode decidir por você. Escreva no seu caderno, na sua Bíblia: “Hoje eu me decido por Jesus”.

Louvado seja o Senhor!

Monsenhor Jonas Abib

Santa Maria Madalena

Filed under: Mensages para Meditar — anacapucho at 4:53 pm on Tuesday, July 22, 2008

via11.jpgEmbora fosse apenas uma pecadora famosa de sua cidade, Maria Madalena, nascida em Magdala, na Galiléia, teve uma participação importantíssima na passagem de Jesus pela Terra. Ela foi perdoada publicamente por ele, que a tomou como exemplo de que seu Pai acolhia a todos, desde que chegassem ao arrependimento. Além disso, foi, ainda, a escolhida para ser a primeira testemunha da ressurreição.

Madalena ouvira falar de Jesus, pois a fama dos milagres dele corria entre o povo. Ele já ressuscitara mortos, devolvera a visão a cegos, colocara voz na boca de mudos e audição nos ouvidos de surdos, além de fazer andar paralíticos e curar doentes de todos os tipos. Assim, no dia em que Jesus participava de um banquete na casa de Simão, o fariseu, Maria Madalena resolveu fazer uma confissão pública de arrependimento, porque o seu pecado era público, como diz a Sagrada Escritura.

Invadindo o local da ceia, ela não ousou olhar para Jesus. Apenas ajoelhou-se na sua frente, banhou seus pés com lágrimas e enxugou-os com os cabelos, num pedido de perdão mudo. Impressionados, os presentes imaginavam que ela fosse ser repudiada pelo Mestre, que, todavia, disse à mulher: “Foram-lhes perdoados os seus muitos pecados, porque você muito amou”. Com o coração em paz, ela saiu dali ainda em prantos, mas feliz. A partir desse dia, tornou-se uma das mais fiéis seguidoras do Messias.

Ela estava ao lado de Maria quando da crucificação do Senhor e, na madrugada da Páscoa, era tanta a saudade que sentia de Jesus que foi chorar à porta do sepulcro. De repente, ouviu a voz, que jamais esqueceria, chamar seu nome. Assim, as profecias cumpriram-se diante de seus olhos. Jesus ressuscitara!

Está escrito: “No dia da Páscoa, Jesus apareceu a ela e a mandou ir anunciar a sua ressurreição aos discípulos”. Depois disso, segundo uma antiga tradição grega, Maria Madalena teria ido viver em Éfeso, onde morreu. Lá, tinham ido morar também João, o apóstolo predileto de Jesus, e Maria, Mãe de Jesus.

A liturgia bizantina celebra-a como “Apóstola dos Apóstolos”, para que continue a sua missão de anunciar a ressurreição do Senhor no seu rito apostólico. Festejada no dia 22 de julho, santa Maria Madalena tornou-se a padroeira de muitas ordens religiosas, sendo venerada até mesmo pelos padres predicadores.

Fonte: Paulinas

“A Eucaristia, fonte de toda vocação e ministério na Igreja”

Filed under: Formação — anacapucho at 2:26 pm on Monday, July 21, 2008

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A Eucaristia é o mistério de Cristo vivo e operante na história. Da Eucaristia Jesus continua a chamar ao seu seguimento e a oferecer a cada homem e mulher a “plenitude do tempo”.

A plenitude do tempo se identifica com o mistério da Encarnação do Verbo… e com o mistério da Redenção do mundo: no Filho, consubstancial ao Pai, e feito homem no seio da Virgem, tem início e se cumpre o “tempo” esperado, tempo de graça e de misericórdia, tempo de salvação e de reconciliação.

Cristo revela o desígnio de Deus a respeito de toda a criação e, de modo especial, a respeito do homem. Ele “revela plenamente o homem ao homem e lhe dá a conhecer a sua altíssima vocação” (Gaudium et Spes, 22), escondida no coração do Eterno. O mistério do Verbo encarnado será plenamente revelado somente quando todo homem e toda mulher forem realizados nele, filhos no Filho, membros do seu Corpo Místico que é a Igreja.

 “Quando estava à mesa juntamente com eles, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e o serviu a eles. Então os olhos deles se abriram e o reconheceram. Mas ele desapareceu. Diziam então um para o outro: Não se nos abrasava o coração, quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?” (Lc 24,30-32).

A Eucaristia constitui o momento culminante no qual Jesus, no seu Corpo doado e no seu Sangue derramado pela nossa salvação, desvela o mistério da sua identidade e indica o sentido da vocação de toda pessoa de fé. De fato, todo o significado da vida humana reside naquele Corpo e naquele Sangue, porque deles nos vieram a vida e a salvação. De qualquer modo, deve identificar-se com eles a existência mesma da pessoa, que se realiza na medida em que, por sua vez, sabe fazer-se dom para os outros.

Na Eucaristia, tudo isso é misteriosamente significado no sinal do pão e do vinho, memorial da Páscoa do Senhor: o fiel que se nutre daquele Corpo entregue e daquele Sangue derramado recebe a força de transformar-se também em dom. Como diz Santo Agostinho: “Sede aquilo que recebeis e recebei aquilo que sois” (Discurso 271 1: Nella Pentecoste).

No encontro com a Eucaristia, alguns descobrem que são chamados a se tornarem ministros do Altar, outros a contemplar a beleza e a profundidade desse mistério, outros a transbordar esse ímpeto de amor sobre os pobres e os fracos, e outros ainda, a captar, na realidade e nos gestos da vida de cada dia, o seu poder transformante. Na Eucaristia, todo fiel encontra não apenas a chave interpretativa da própria existência, mas a coragem de realizá-la a ponto de - na diversidade dos carismas e das vocações - construir o único Corpo de Cristo na história.

Na narrativa dos discípulos de Emaús (Lc 24,13-35), São Lucas faz entrever o que acontece na vida daquele que vive da Eucaristia. Quando, “ao partir o pão” por parte do “forasteiro” os olhos dos discípulos se abrem, eles reconhecem que o coração ardia-lhes no peito enquanto o escutavam explicar as Escrituras. Naquele coração que arde podemos ver a história e a descoberta de toda vocação, que não é comoção passageira, mas percepção sempre mais certa e forte de que a Eucaristia e a Páscoa do Filho serão cada vez mais a Eucaristia e a Páscoa dos seus discípulos.

O Senhor Jesus fincou a sua tenda no meio de nós, e dessa morada eucarística ele repete a cada homem e a cada mulher: “Vinde a mim, todos vós que estais aflitos sob o jugo, e eu vos aliviarei” (Mt 11,28).

Queridos jovens, ide ao encontro de Jesus Salvador! Amai-o e adorai-o na Eucaristia! Ele está presente na Santa Missa, que torna sacramentalmente presente o sacrifício da Cruz. Ele vem a nós na santa comunhão e permanece no tabernáculo das nossas igrejas, porque é nosso amigo, amigo de todos, especialmente de vós, jovens, tão precisados de confiança e de amor.

Depois de tanta violência e opressão, o mundo precisa de jovens capazes de “lançar pontes” para unir e reconciliar; depois da cultura do homem sem vocação temos urgência de homens e mulheres que acreditam na vida e sabem acolhê-la como chamado que vem do Alto, daquele Deus que chama porque ama; depois do clima de suspeita e de desconfiança, que corrompem os relacionamentos humanos, somente jovens corajosos, com mente e coração abertos a ideais elevados e generosos, poderão restituir beleza e verdade à vida e aos contatos humanos”.

(Síntese da Mensagem de João Paulo II para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, 2000)

Hoje é um dia especial! Quero rezar pelos meus amigos!

Filed under: Mensages para Meditar — anacapucho at 8:00 am on Sunday, July 20, 2008

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Eu quero rezar pelos meus amigos: Elevo minha voz a Jesus que me diz:
“Não vos chamo servos, mas amigos, pois ao amigo eu me dou a conhecer”.
Que eu possa servir aos meus amigos, em todas as situações,
Rezo pelos amigos que servem a Deus como eu, que continuem fiéis.
Rezo por aqueles que não são de Deus, mas que nem por isso deixam de ser amigos.
Peço a conversão de alguns, pois por ai passará a felicidade para eles.
Como aconteceu com Jesus, por alguns amigos a minha oração são as lágrimas.
Para outros um sorriso ou minha presença é motivo de ressurreição.
Há amigos tão próximos, que o silêncio fala mais do que mil palavras.
Peço respeito e paciência para aqueles que tenho de conquistar todo dia.
A paz é algo que peço para todos, saúde e o necessário de cada dia.
Que eles Senhor se realizem no trabalho e no amor.
Rezo por amigos que precisam conquistar novos amigos,
Que o Senhor cure as feridas e as marcas da vida,
E que liberte do mal mascarado nos vícios e no pecado.
Para aqueles que vivem presos no passado, remoendo as amargas lembranças,
Eu peço Senhor a libertação, a cura do coração, a verdadeira liberdade.
Há outros eu ofereço o meu amor e percebo que só isso basta.
Há nenhum deles eu nego a prece dos meus ombros e dos meus ouvidos,
Pois carentes como eu, isso nos faz mais amigos.
Rezo para que o Senhor realize a Sua Vontade na vida deles,
E não aquilo que eles querem, pois nem sempre é o melhor.
O Senhor, que conhece o meu coração sabe que nem todos são meus amigos,
Por isso, rezo pelos meus possíveis inimigos, que vivamos o amor heróico.
Uno o meu coração com aqueles amigos, que já partiram desta vida,
Eles aumentam os meus desejos pelo céu, com eles a eternidade será  mais feliz.
Agradeço pelos meus amigos
“anjos sem asas”, que Deus colocou em minha vida;
Por causa deles sou bem mais feliz.
Peço que para sempre continuemos amigos,
E no céu possamos nos encontrar e dividir a eterna felicidade.
Enfim, peço que eles conheçam o meu melhor amigo:
Jesus Cristo.
E que experimentem uma amizade que pode suprir todas as suas necessidades.
Pois pior do que o mundo sem amigos,
É uma alma sem Deus.
Amém.  

A você que é meu amigo, PARABÉNS!!!!!!

Ritinha

 

 

Via- Sacra com o Papa na JMJ

Filed under: Vídeos Favoritos — anacapucho at 3:23 pm on Saturday, July 19, 2008

Veja como foi linda a via- sacra com o Papa na jornada Mundial da Juventude!

Deus lhe abençoe,

Ritinha

Você vem para o Hellel? Aprenda a música oficial

Filed under: Vídeos Favoritos — anacapucho at 3:31 pm on Friday, July 18, 2008

Se você está se preparando para vir para o hellel da Canção nova, é bom aprender a cantar a música oficial.

Estamos aguardando a sua presença.

Com oração,

Ritinha

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