Na Canção Nova temos o costume de dizer que o melhor deve ser para o irmão. Lendo um livro que narra a biografia de São Francisco é relatado exatamente isto: “O irmão estava acima de tudo. Aquilo era uma verdadeira família. Cada irmão valia tanto como a família, a Ordem ou a cidade. Não havia nenhum valor acima do próprio irmão. Quando um sofria todos sofriam.”(Inácio Larrañaga, O Irmão de Assis)

Como seria lindo se vivêssemos realmente desta maneira. Seria uma antecipação da comunhão celeste que é puro amor. Mas por que não conseguimos viver isto em nossas comunidades, grupos ou pastorais?

Isto se deve ao nosso egoísmo, “ao venha a mim o vosso Reino”. Temos uma profunda tentação de sempre garantir o nosso lado e do irmão fica para um segundo plano. É isto mesmo, somos cristãos, mas somos egoístas, que profunda contradição. Estamos contaminados pelo egoísmo mundano que fazem das pessoas nossos adversários.

Portanto, isto demonstra a falta de Cristo em nosso coração, em nossa vida fraterna. Precisamos nos esforçar em ter os sentimentos de Cristo. A verdadeira fraternidade acontece quando colocamos o irmão em primeiro lugar.

Eu tenho que seguir o exemplo de homens, como o Mons. Jonas Abib que coloca o irmão acima de suas vontades. Assim sendo, na minha vida, o meu melhor tem que ser para o irmão.

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