Vivemos um tempo forte no qual mergulhamos na misericórdia do Senhor. Devemos aprender a verdadeira realidade a esta devoção com um homem santo, simples e piedoso. Deixarei que ele mesmo nos fale:

“A liturgia […] convida-nos a encontrar na Misericórdia divina a fonte da paz autêntica, que Cristo ressuscitado nos oferece. As chagas do Senhor ressuscitado e glorioso constituem o sinal permanente do amor misericordioso de Deus pela humanidade. Delas sai uma luz espiritual que ilumina as consciências e infunde conforto e esperança nos corações.

Jesus, confio em ti! Repitamo-lo neste momento complexo e difícil, conscientes de que temos necessidade desta Misericórdia divina que, há mais de meio século, o Senhor manifestou com tanto amor a Santa Faustina Kowalska. Quando as provações e as dificuldades são mais ásperas, torne-se mais insistente a invocação do Senhor ressuscitado, mais premente a imploração do dom do seu Espírito Santo, manancial de amor e de paz.” (Beato João Paulo II – Angelus, 07 de abril de 2002)

Carissímos basta-nos dizer…

Jesus Misericordioso eu confio em vós!

Você já se sentiu no pó por ter cometido um pecado. Quando estamos caídos em nossos pecados e fraquezas é que experimentamos o momento da misericórdia de Deus.

O Senhor nunca nos acusa, o acusador é o inimigo. Deus estende suas mãos para os caídos e os erguem do chão. Não tenhamos medo de deixar que o Senhor nos erga, por mais que nos sintamos indignos pelas graves faltas e erros que cometemos, precisamos nos humilhar e deixar o Senhor nos levantar.

Deus não conta às vezes que caímos, mas a vezes que nos levantamos. Sempre é tempo de levantar-se por uma boa confissão. Coragem! Não tenha medo. Pois o Senhor ergue do pó o homem fraco.