ressurreicao-de-jesusMuitos perguntam: Por que o Coelho? Por que o ovo de Páscoa?. Tudo isso tem um sentido. Mas antes de sabermos qual é, faz-se necessário entendermos  o verdadeiro significado da Páscoa.

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Jesus Cristo é o maior líder da humanidade em todos os tempos; os cristãos são hoje cerca de dois bilhões no mundo. Nunca um líder teve tantos seguidores. Ele não é um mito, pois um mito não arrasta uma multidão atrás de si, por dois milênios seguidos. Ele é o Senhor. Rei dos reis. Deus do universo.

O Papa João Paulo II disse na encíclica “Jesus Cristo, Redentor do Homem”, que: “O mistério do homem só se esclarece verdadeiramente no mistério do Verbo Encarnado. Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6), e sem Jesus Cristo o homem permanece para si mesmo um desconhecido, um mistério insondável, um enigma indecifrável. Sem a verdade de Jesus, “a luz que ilumina todo homem que vem a este mundo” (Jo 1,9), o homem não é verdadeiramente livre, e não tem uma consciência esclarecida para viver a vontade que Deus manifesta nos Mandamentos.” Continue lendo…

bigbangO mundo da Astronomia e da astrofísica foi abalado no mês passado- março de 2014-com o fantástico anúncio de que cientistas americanos (John Kovac e sua equipe) detectaram a confirmação da expansão violenta do Universo, chamada de Big Bang. Esta expansão ou “inflação cósmica” foi um processo que aconteceu no primeiro trilionésimo de trilionésimo de trilionésimo de segundo (1: 1.10-36) após o nascimento do cosmos.

Os astrônomos detectaram marcas deixadas pelas “ondas gravitacionais” na “radiação cósmica de fundo” (um campo eletromagnético) – ambas geradas pela inflação cósmica – , o que comprova o Big Bang, previsto a primeira vez pelo Padre católico e astrofísico, jesuíta, belga, George Lamaitre.
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10174854_1438619253044768_24614678_nEste filme ‘Noé’, que recentemente foi estreado no Brasil, apresenta uma visão que não se coaduna com a interpretação que a Igreja dá do episódio do dilúvio e da aliança de Deus com Noé. O filme traz uma interpretação que nada tem a ver com a visão da Igreja. Senão vejamos.

Os quatro capítulos do Gênesis(6-9) narram o dilúvio bíblico e significa uma expressão do pecado que, a começar com Adão e Eva vão se alastrando cada vez mais. Esta narração contém, como pode-se notar quando se lê atentamente, repetições e contradições. Os exegetas (estudiosos da Bíblia) concluem que a narração é a fusão de dois documentos (fontes Sacerdotal P e Javista J) conservando cada qual os seus detalhes próprios, sem que o autor sagrado tivesse a preocupação de harmonizá-los entre si. Isto mostra que o autor sagrado não estava preocupado com detalhes menores, e visava sim um sentido mais profundo, uma mensagem religiosa.
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5999261924_b47cf749a5A Igreja nunca duvidou dessa verdade

Desde que Jesus instituiu a Eucaristia na Santa Ceia, a Igreja nunca cessou de celebrá-la, crendo firmemente na presença do Senhor na Hóstia consagrada pelo sacerdote legitimamente ordenado pela Igreja. Nunca a Igreja duvidou da presença real do Corpo, Sangue, Alma e Divindade do Senhor na Eucaristia. Desde os primeiros séculos os Padres da Igreja ensinaram esta grande verdade recebida dos Apóstolos.

Na Última Ceia, Jesus foi muito claro: “Isto é o meu corpo”. “Isto é o meu sangue” (Mt 26,26-28). Ele não falou de “símbolo”, nem de “sinal”, nem de “lembrança”. São Paulo atesta a presença do Senhor na Eucaristia quando afirma: “O cálice de bênção, que bebemos, não é a comunhão do Sangue de Cristo? E o pão que partimos, não é a comunhão do Corpo de Cristo?” (1Cor 10,16). Continue lendo…