Em defesa da moral e da lei de Deus

Arquivado em: Homossexualidade — Prof. Felipe Aquino at 10:05 pm on quarta-feira, agosto 22, 2007

Prezados amigos,

Acho que seria bom mandarmos e-mails para a Ouvidoria do STJ, pedindo aos Ministros que votem contra o reconhecimento da união civil homossexual. Já houve um voto a favor. A votação foi interrompida em razão de pedido de vista. Se o voto favorável prosperar, haverá um desastroso precedente em favor da união homossexual.

Vejam a notícia:

http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=84792

Este é o e-mail do Ouvidoria:

ouvidoria@stj.gov.br

Dr. Paul Medeiros Krause - Procurador do Estado

A queda de uma “igreja”

Arquivado em: protestantismo — Prof. Felipe Aquino at 9:57 pm on quarta-feira, agosto 22, 2007

A revisa VEJA (20.08.2007), noticiou em matéria da jornalista Juliana Linhares, que Sonia e Estevam Hernandes, “bispos” da Igreja “Renascer em Cristo”, sofreram a condenação de dez meses de reclusão e catorze meses de liberdade condicional nos Estados Unidos, o que marca o início de um longo exílio para o casal.

A sentença proferida na sexta-feira pelo juiz Federico Moreno, do Tribunal Federal do Sul da Flórida, prevê que eles cumpram cinco meses da pena de reclusão em prisão domiciliar e os outros cinco em regime fechado. Depois disso, Sonia e Estevam Hernandes terão de passar catorze meses em liberdade condicional, também nos Estados Unidos, só podendo deixar o país mediante autorização judicial.

A igreja “Renascer em Cristo”, foi fundada por eles em 1986. A autonomeada bispa e o auto-intitulado apóstolo foram pegos ao tentar entrar em território americano com 56 467 dólares não declarados. Segundo a fonte de informação, a Renascer já foi obrigada a fechar mais de 400 templos no Brasil e viu sua arrecadação cair em 60%. Agora, com a condenação do casal pelos crimes de contrabando de dinheiro, os seguidores da igreja ficarão sem os seus líderes até 2009.
A decisão da Justiça só não foi mais grave porque houve um acordo feito em junho entre os líderes da Renascer e a Promotoria do Distrito Sul da Flórida. A vantagem para quem opta pelo “plea agreement” é receber uma punição mais branda. A sentença é dada rapidamente pelo juiz e o réu não vai a júri popular, em que, no caso dos Hernandes, a sentença poderia ser de até dez anos.

Antes de serem presos nos Estados Unidos, Sonia e Estevam Hernandes levavam uma vida de luxos no Brasil, como relataram, em depoimento ao MP, ex-funcionários da Renascer. No haras da família, no interior de São Paulo, o casal chegou a ter 259 cavalos de raça. Por alguns dos animais, Felippe, o filho mais velho do casal, pagou mais de 300.000 reais. Além de cavalos, o filho dos Hernandes era colecionador carros caros: tinha uma coleção de importados que incluía um Lincoln Navigator blindado, avaliado em 150.000 dólares. Já a bispa gostava de gastar em roupas e acessórios caros. “As mulheres da família só se presenteavam com jóias”, declarou aos promotores uma ex-secretária da bispa. Meses antes de serem presos, Sonia e Hernandes estavam bastante preocupados com a segurança.
João Coutinho, ex-presbítero da Renascer, disse a VEJA que o casal vinha usando colete à prova de balas durante os cultos. “Eles deviam para muita gente e tinham medo de alguém querer se vingar”, afirma Coutinho.

Até a condenação, os dois eram obrigados a utilizar uma tornozeleira eletrônica, por meio da qual tinham seus passos monitorados pela Justiça. A bispa, que vai cumprir a pena de prisão domiciliar antes de seguir para a cadeia, será obrigada a manter a sua. Sonia tem horror ao equipamento e, recentemente, ficou irritada ao saber que, no Brasil, ex-fiéis sugeriram
que fosse gravada nele a frase “Guiada por Deus, seguida pelo FBI”.

Em sua penúltima audiência no Tribunal do Distrito Sul da Flórida, no dia 8 de junho, Sonia chorou e perguntou ao juiz se não poderia retirar a tornozeleira. Alegou que costumava usar vestidos e se sentia constrangida quando as pessoas notavam o equipamento. Ouviu do juiz que ela poderia retirar a tornozeleira desde que se dispusesse a voltar para a cadeia.

Até o ano passado, a Renascer ocupava o segundo lugar no ranking das igrejas neo-pentecostais do país. Chegou a ter 1.200 templos, dos quais vinte no exterior. Entre seus fiéis, resplandeciam estrelas como o jogador Kaká, da seleção brasileira. Ele se casou em 2005 em um dos templos da igreja, em cerimônia oficiada pelos Hernandes. Agora, com a condenação do casal, o império da Renascer que, além dos templos,inclui duas fundações, uma rede de TV, uma gravadora, uma editora de livros e uma emissora de rádio * corre o risco de ruir. O maior dos templos da igreja, que fica na Rua Lins de Vasconcelos, em São Paulo,
arrecadava até 15 milhões de reais por mês. Hoje, esse valor não chega à metade. Desde fevereiro, pelo menos 140 funcionários das empresas do grupo foram demitidos e centenas de templos considerados “deficitários” tiveram as portas cerradas por ordem do próprio Hernandes. Segundo o promotor Arthur Lemos, do Gaeco, há a possibilidade de a Justiça americana deportar o casal no fim do cumprimento da pena de reclusão. Mesmo nesse caso, nada indica que a situação dos Hernandes irá melhorar. Desde dezembro de 2006, vigora no Brasil uma ordem de prisão preventiva contra eles, baseada em um pedido do Gaeco, que os acusa
pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e lavagem de
dinheiro. “Se viessem hoje para cá, já chegariam algemados”, diz o
promotor.

Todas essas informações mostram o perigo e o engano que sofrem as milhões de pessoas inocentes que seguem “igrejas” que não foram fundadas por Jesus Cristo. A única que Cristo fundou foi Aquela sobre Pedro e os Apóstolos, a quem Ele prometeu que contra ela as portas do inferno jamais prevaleceriam contra ela. Esta Igreja tem 2000 anos, e venceu todas as perseguições dos romanos, nazistas, comunistas, ateus, etc., moveram contra ela.
Que tudo isto sirva de lição àqueles que seguem qualquer seita ou religião sem pedir as credenciais dadas por Jesus Cristo.

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

Bispo denuncia que “Anistia Internacional” faz lobby pelo aborto

Arquivado em: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 9:05 pm on quarta-feira, agosto 22, 2007

O bispo de East Anglia, no leste da Inglaterra, Michael Evans, afirmou hoje na Rádio Vaticano que existe um forte lobby dentro da Anistia Internacional (AI) para que o aborto seja reconhecido como um direito universal. (Fonte: EFE – 21 agosto 2007)

O Bispo Evans anunciou hoje que retirava seu apoio à AI - com que colaborava há 31 anos - por causa da decisão da ONG de defender o direito das mulheres estupradas a interromper sua gravidez. “Atualmente, na lei internacional, não existe um direito ao aborto, e eles querem que seja reconhecido como direito universal”, afirmou Evans. O Vaticano também já deixou de contribuir com a AI pelo seu apoio ao aborto. No caso de estupro quem tem que ser punido é o estuprador, e não a criança, que é inocente. Um erro não se justifica que se cometa outro muito mais grave ainda.

D. Evans disse que se a AI seguir por este caminho “seus membros se dividirão e todo seu trabalho será minado”. Ele acrescentou que durante a assembléia geral da ONG na Grã-Bretanha “apenas uma parte dos membros votou a favor” de apoiar o aborto em caso de estupro.

O bispo “suspeita” que a AI tomou esta decisão devido a que “existe um grupo de pessoas dentro da Anistia, e sobretudo na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, que fazem um forte lobby para que o aborto seja reconhecido em nível internacional”.

D.Evans elogiou a campanha da AI para ajudar as mulheres vítimas da violência, mas reiterou que “o modo de ajudar as que foram estupradas não é o de responder com outra violência contra o bebê que está dentro delas”.

A AI, em seu último comunicado sobre o tema, explica que “incorporou a sua política geral sobre os direitos sexuais e reprodutivos uma visão de aspectos específicos do aborto, sem promover o aborto como direito universal”. A decisão da ONG foi duramente rejeitada por Roma.

Na terça-feira, o secretário de Estado do Vaticano, Tarciso Bertone, afirmou que, mesmo no caso de estupro, a mulher não deve abortar, porque “é preciso salvar a vida, mesmo que esta seja fruto da violência”.

A Igreja está ao lado da vida, e não aceita o aborto em hipótese alguma. Ou a vida está acima de qualquer pretexto, ou dentro de pouco tempo qualquer pretexto será motivo para se eliminar a vida, um dom sagrado de Deus.

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br