13 Declarações de líderes judeus em defesa do Papa Pio XII

Filed under: Papas — Prof. Felipe Aquino at 11:37 pm on Friday, October 19, 2007

 

O site forumlibertas.com, publicou em 16 de abril de 2007, declarações 13 grandes líderes judeus em defesa do grande Papa Pio XII, acusado injustamente por muitos de ter sido omisso na defesa dos judeus diante de Hitler. Na verdade a Igreja, por orientação do Papa, agindo de maneira diplomática, conseguiu salvar cerca de 800 mil judeus de serem mortos pelos nazistas. Segundo o site citado, essas declarações desmentem esta calúnia que foi fortemente propagada pelos adversários da Igreja católica. Elas começaram com a propaganda comunista nos anos 60 e se transmitiram pela “nova  esquerda” por toda a Europa , junto com a obra financiada pela União Soviética “O Vigário”, de Huchhoth. Nela se baseia o filme “Amém”, de Costa-Gavras.   

As declarações a seguir (tradução nossa para o português), são testemunhos desde 1940, desde Einstein até os grandes rabinos de Bucarest, Palestina e Roma. Os historiadores judeus afirmam que Pio XII salvou a vida de muitos judeus. 

As declarações dos líderes judeus: 1 - Albert Einstein: 

“Quando aconteceu a revolução na Alemanha, olhei com confiança as universidades, pois sabia que sempre se orgulharam de sua devoção por causa da verdade. Mas as universidades foram amordaçadas. Então, confiei nos grandes editores dos diários que proclamavam seu amor pela liberdade.  Mas, do mesmo modo que as universidades, também eles tiveram que se calar, sufocados em poucas semanas. Somente a Igreja permaneceu firme, em pé, para fechar o caminho às campanhas de Hitler que pretendiam suprimir a verdade. Antes eu nunca havia experimentado um interesse particular pela Igreja, mas agora sinto por ela um grande afeto e admiração, porque a Igreja foi a única que teve a valentia e a constância para defender a verdade intelectual e a liberdade moral.” 

[Albert Einstein, judeu alemão, Prêmio Nobel de Física, na Revista  norte-americana TIME, em 23 de dezembro de 1940. Einstein teve que fugir da Alemanha nazista e foi acolhido nos EUA na universidade de Princeton] 

2 – Isaac Herzog 

“O povo de Israel nunca se esquecerá o que Sua Santidade [Pio XII] e seus ilustres delegados, inspirados pelos princípios eternos da religião que formam os fundamentos mesmos da civilização verdadeira, estão fazendo por nossos desafortunados irmãos e irmãs nesta hora , a mais trágica de nossa história, que é a prova viva da divina Providência neste mundo.” [Isaac Herzog, Gran Rabino da Palestina, em  28 de fevereiro  de 1944; “Actes et documents du Saint Siege relatifs a
la Seconde Guerre Mondiale”, X, p. 292.]  

 

3 – Alexander Shafran 

“Não é fácil para nós encontrar as palavras adequadas para expressar o calor e consolo que experimentamos pela preocupação do Sumo Pontífice [Pio XII], que ofereceu uma grande soma para aliviar os sofrimentos dos judeus deportados; os judeus da Romênia nunca esqueceremos estes fatos de importância histórica.”  

[Alexander Shafran, Gran Rabino de Bucarest, em  7 de abril de 1944; “Actes et documents du Saint Siege relatifs a
la Seconde Guerre Mondiale”, X, p. 291-292] 

 

4 – Juez Joseph Proskauer 

“Temos ouvido em muitas partes que o Santo Padre [Pio XII] foi omisso na salvação dos refugiados na Itália, e sabemos de fontes que merecem confiança que este grande Papa estendeu suas mãos poderosas e acolhedoras para ajudar aos oprimidos na Hungria”.  

[Juez Joseph Proskauer, presidente do “American Jewish Committee”, na Marcha de Conscientização de 31 de julho de 1944
em Nova York] 

5 – Giuseppe Nathan 

“Dirigimos uma reverente homenagem de reconhecimento ao Sumo Pontífice [Pio XII], aos religiosos e religiosas que puseram  em prática as diretrizes do Santo Padre, somente viram nos perseguidos a irmãos, e com arrojo e abnegação atuaram de forma inteligente e eficaz para socorrer-nos, sem pensar nos gravíssimos perigos a que se expunham.”  

[Giuseppe Nathan, Comissário da União de Comunidades Israelitas Italianas, 07-09-1945]  

6.     A. Leo Kubowitzki 

“Ao Santo Padre [Pio XII], em nome da União das Comunidades Israelitas, o mais sentido agradecimento pela obra levada a cabo pela Igreja Católica em favor do povo judeu em toda a Europa durante a Guerra”. 

[ A.Leo Kubowitzki, Secretario Geral do  “World Jewish Congress” (Congresso Judeu Mundial ), ao ser recebido pelo Papa em  21-09-1945]  

7.     William Rosenwald  

“Desejaria aproveitar esta oportunidade para render homenagem ao Papa Pio XII por seu esforço em favor das vítimas da Guerra e da opressão. Proveu ajuda aos judeus na Itália e interveio a favor dos refugiados para aliviar sua carga”. 

[William Rosenwald, presidente de “United Jewish Appeal for Refugees”, 17 de março de 1946, citado em 18 de março no “New York Times”. 

8 – Eugenio Zolli 

“Podem ser escritos volumes sobre as multiformes obras de socorro de Pio XII. As regras da severa clausura cairam, todas e cada uma das coisas estão a serviço da caridade. Escolas, oficinas administrativas, igrejas, conventos, todos têm seus hóspedes. Como uma sentinela diante da sagrada herança da dor humana, surge o Pastor Angélico, Pio XII. Ele viu o abismo de desgraça ao qual a humanidade se dirige. Ele mediu e prognosticou a imensidão da tragédia. Ele fez de si mesmo o arauto da voz da justiça e o defensor da verdadeira paz”. 

[Eugenio Zolli, em seu livro “Before the Dawn” (Antes da Aurora), 1954; seu nome original era Israel Zoller, Gran Rabino de Roma;  durante a Segunda Guerra Mundial; convertido ao cristianismo em  1945, foi batizado como “Eugenio” em honra de Eugenio Pacelli, Pío XII] 

9 – Golda Meir 

“Choramos a um grande servidor da paz que levantou sua voz pelas vítimas quando o terrível martírio se abateu sobre nosso povo”. 

[Golda Meier, ministra do Exterior de Israel, outubro de 1958, ao  morrer  Pío XII]  

10 – Pinchas E. Lapide 

“Em um tempo em que a força armada dominava de forma indiscriminada e o sentido moral havia caído ao nível mais baixo, Pio XII não dispunha de força alguma semelhante e pôde apelar somente à moral; se viu obrigado a contrastar a violência do mal com as mãos desnudas. Poderia ter elevado vibrantes protestos, que pareceriam inclusive insensatos, ou melhor proceder passo a passo,
em silêncio. Palavras gritadas ou atos silenciosos. Pio XII escolheu os atos silenciosos e tratou de salvar o que poderia ser salvo.” 

[Pinchas E. Lapide, historiador hebreu e consul de Israel em Milão, em sua obra “Three Popes and Jews” (Três Papas e os Judeus), Londres 1967; ele calcula que Pío XII e a Igreja salvaram com suas intervenções  850.000 vidas].  

11 – Sir Martin Gilbert 

“O mesmo Papa foi denunciado por Joseph Goebbels - ministro de Propagando do governo nazista – por haver tomado a defesa dos judeus na mensagem de Natal de 1942, onde criticou o racismo. Desempenhou também um papel, que descrevo com alguns detalhes, no resgate das três quartas partes dos judeus de Roma”. 

 [Sir Martin Gilbert, historiador judeu inglês, especialista no  Holocausto e a Segunda Guerra Mundial, em uma entrevista em 02-02-2003 no programa  ”In Depth”, do canal de televisão C-Span] 

12 – Paolo Mieri 

“O linchamento contra Pio XII? Um absurdo. Venho de uma família de origem judia e tenho parentes que morreram nos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Esse Papa [Pio XII] e a Igreja que tanto dependia dele, fizeram muitíssimo pelos judeus. Seis milhões de judeus assassinados pelos nazistas e quase um milhão de judeus salvos graças à estrutura da Igreja e deste Pontífice. Se recrimina a Pio XII por não ter dado um grito diante das deportações do gueto de Roma, mas outros historiadores têm observado que nunca viram os antifacistas correndo à estação para tratar de deter o trem dos deportados. Um dos motivos por que este importante Papa foi crucificado se deve ao fato de que tomou parte contra o universo comunista de maneira dura, forte e decidida.” 

[Paolo Mieri, periodista judeu italiano, ex-diretor do “Corriere della Será”, apresentando o livro “Pio XII; Il Papa degli ebrei” (Pio XII; O Papa dos hebreus), de Andrea Tornielli, a 6 de junho de 2001. ] 

13 – David G. Dalin 

“Pio XII não foi o Papa de Hitler, mas o defensor maior que já tiveram os judeus, e precisamente no momento em que o necessitávamos. O Papa Pacelli foi um justo entre as nações a quem há de reconhecer  haver protegido e salvado a centenas de milhares de judeus. É difícil imaginar que tantos líderes mundiais do judaísmo, em continentes tão diferentes,  tenham se equivocado ou confundido a hora de louvar a conduta do Papa durante a Guerra. Sua gratidão a Pio XII permaneceu durante muito tempo, e era genuína e profunda.  

[David G. Dalin, rabino de Nova York e historiador, 22 de agosto de 2004, entrevistado em Rímini, Itália]  

Contra essas declarações inequívocas de ilustres judeus, é impossível alguém mais sustentar as antigas calúnias contra o Papa Pio XII; se assim o fizer, será por ignorância histórica ou maldade consumada.  

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

Diga Não ao Aborto!

Filed under: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 9:14 pm on Friday, October 19, 2007

  

O jornal Metro, do Grupo Bandeirantes de Comunicação,  edição brasileira do maior jornal internacional do mundo, é um Jornal gratuito distribuído
em São Paulo, tem  22 milhões de leitores diários em 21 países da Europa, Ásia e Américas.
 

O Jornal está pedindo que os leitores escrevam dando sua opinião sobre o  assunto de capa que é o aborto e o aumento da aprovação da classe médica a prática. Quem quiser baixar o jornal em PDF para ler a  matéria é só acessar: http://www.publimetro.com.br/

É uma oportunidade que temos, como católicos, de sair do perigoso “silêncio dos bons”, e escrever para o Jornal e mostrar que o povo não quer o aborto.

cartas@publimetro.com.br

 

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

 

DOM BRUNO FORTE: OS ÚLTIMOS DOCUMENTOS DE BENTO XVI RENOVAM O VALOR DO CONCÍLIO VATICANO II

Filed under: Concílio Vaticano II — Prof. Felipe Aquino at 8:38 pm on Friday, October 19, 2007

Chieti, 14 jul (RV) – O arcebispo de Chieti-Vasto, Dom Bruno Forte, renomado teólogo, comenta o Motu proprio do papa sobre a celebração dos sacramentos segundo o antigo rito tridentino e também o documento da Congregação para a Doutrina da Fé, acerca de alguns aspectos da doutrina sobre a Igreja…

Dom Bruno Forte:- “Este documento da Congregação para a Doutrina da Fé reafirma exatamente aquilo que diz o Concílio Vaticano II, que faz distinção entre Igrejas e comunidades eclesiais, referindo-se às comunidades de cristãos não-católicos. Isso, com o objetivo do Vaticano II de distinguir aquelas comunidades que mantiveram a natureza da Igreja segundo a idéia católica e, portanto, mantiveram o sacerdócio na sucessão apostólica e na Eucaristia, e aquelas comunidades que, ao invés, não tendo mantido essa mesma natureza, não podem ser consideradas Igrejas. Essa distinção quer ajudar o ecumenismo a construir-se, sempre no respeito pelo outro. Em outras palavras, a diversa idéia de Igreja que têm as comunidades nascidas da Reforma, faz com que _ elas mesmas _ em seus documentos, sublinhem essa diversidade em relação à Igreja Católica. Portanto, é justo respeitar essa autoconsciência de diversidade e exprimi-la também com uma terminologia diversa.”

P. Desde o início de seu pontificado, Bento XVI invocou um diálogo ecumênico que caminhasse sobre os trilhos paralelos da verdade e da caridade. Este documento se insere nesse quadro?

Dom Bruno Forte:- “Sim, se insere, justamente porque evidencia uma distinção fundamental, relativa ao conceito de Igreja, que é preciso, peremptoriamente, não ignorar, sob pena de transformação do ecumenismo num irenismo fácil, que não beneficia ninguém. Evidencia também o valor do diálogo da caridade, porque retoma a idéia da “Lumen gentium” (Constituição dogmática sobre a Igreja, ndr), onde ela afirma que a Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica subsiste na Igreja Católica, sob a guia do Sucessor de Pedro e dos bispos, em comunhão com ele. Usando aquele “subsistit in“, ou seja, aquele “subsiste” e retomando o seu valor, este esclarecimento doutrinal quer nos recordar as razões pelas quais o Concílio Vaticano II preferiu o termo “subsistit in” ao invés da simples afirmação “est”. Se o documento conciliar tivesse dito que a Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica “é” a Igreja Católica, guiada pelo Sucessor de Pedro e pelos bispos, em união com ele, tratar-se-ia da mera afirmação de uma identidade que excluía, fora da comunhão católica, todo outro grau de comunhão, toda presença real dos meios da graça.”
P. Dom Bruno, o senhor sublinha que o papa faz referências constantes ao Concílio Vaticano II. Todavia, algumas críticas ao Motu proprio “Summorum Pontificum” afirmam que Bento XVI quer retroceder ao período pré-conciliar. No entanto, por exemplo, na sua carta aos católicos chineses, o papa não menciona sequer um documento anterior ao Concílio…

Dom Bruno Forte:- “Estou convencido - baseado nas afirmações feitas pelo papa, desde o início de seu pontificado - de que toda a orientação de fundo, de sua mensagem às Igrejas e ao mundo, segue a linha do Concílio Vaticano II. E foi o que o papa reiterou também nestes recentes documentos. Também no documento relativo à celebração da santa missa segundo o Missal de São Pio V, Bento XVI sublinha, com muita clareza, o valor indiscutível do Concílio Vaticano II e da Liturgia renovada por ele, e considera esta, a forma ordinária da Liturgia da Igreja. Não vejo nesse documento nenhuma forma de traição do Concílio e quem assim o interpretasse, cairia no mesmo erro dos seguidores de Dom Marcel Lefèbvre, que sempre declararam abertamente, rejeitar a autenticidade doutrinal do Concílio Vaticano II.” (AF)Fonte: http://www.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=144810 - 14/07/2007

 

 

Por que o Aborto não Choca Tanto?

Filed under: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 5:44 pm on Friday, October 19, 2007

Padre Norberto Savieto

Paróquia N.Sª. Aparecida no bairro do Varjão em Jundiaí - SP. 

Temos lido e ouvido diversas noticias que nos chocam e nos deixam estarrecidos. Repetem-se os casos de mães que têm abandonado os filhos no mato, no lago, em rio, latas de lixo, etc. Além desses fatos chocarem, trazem até uma revolta na maioria das pessoas. Muitas vezes costuma-se até julgar tais mulheres, desejando a elas a pena de morte. 

Os pais nunca são lembrados nesses julgamentos. Se eles estivessem juntos, aceitando os filhos, muito provavelmente as mães não tomariam tal atitude.Em todo caso, não há dúvidas que são situações gravíssimas que não podem ficar sem punição com orientação, uma punição corretiva.
Agora, porque é que o crime de aborto não é tão condenado e por que muitas pessoas, inclusive estudadas e esclarecidas defendem e querem legalizar o aborto? Tenho certeza de que todos os que são favoráveis ao aborto condenaram com veemência essas mulheres que abandonaram os filhos. E qual é a diferença? Ficaram chocados porque essas crianças choraram?  

E aqueles milhares e milhões que são mortas dentro do útero por acaso não choram? Elas não gritam quando são espetadas com aqueles instrumentos cortantes que vão dizimando-a se arrancando-as aos pedaços? Nós não as ouvimos, mas elas até são ouvidas depois de tiradas e amontoadas
em latões. Já assisti reportagens assim.  

Vejam o tamanho da hipocrisia de grande numero de pessoas do nosso país. Pensam certamente: o que os olhos não vêm, o que os ouvidos não ouvem o coração não sente. O que é feito escondido não escandaliza quase ninguém. Abandonar crianças, sem dúvida, é extremamente grave, mas no meu modo de entender abortar é mais grave ainda porque as abandonadas puderam gritar mais alto e muitas foram salvas, enquanto que aquelas que foram agredidas
covardemente em salas fechadas e sufocadas para não serem ouvidas, nunca têm chance. Nenhuma pôde ser salva. São torturadas e mortas por facínoras inescrupulosos. Muitos deles até fizeram juramento que defenderiam até as últimas conseqüências a vida humana.
As barbáries aumentam cada vez mais: seqüestros, assassinatos aos milhares,violências sexuais a maiores e menores, corrupções incontáveis e muitas outras. Nem assim, nada pior que o aborto.
Se fosse filmada alguma pessoa quebrando os ovinhos nos ninhos dos passarinhos, certamente ficaríamos revoltados porque deles nasceriam lindas aves. Por que se permite, então, tirar com violência as lindas crianças que estão crescendo nos ninhos do amor de Deus, que são os úteros das mães?
Se imaginássemos os milhões de rostinhos sorridentes que iriam chegar, não ficaríamos mais omissos diante da tentativa insistente de muitos e péssimos governantes nossos que são a favor do aborto ou que pelo menos não se posicionam contra os famosos urubus de cima do muro.  

É preciso lembrar aqui o exemplo de uma médica italiana, a bem aventurada, a mulher forte, Giovana Bereta Mola, que adoecida na gravidez do 4º filho, não hesitou em nenhum momento e afirmou com segurança: “entre a minha vida e a de minha filha, que ela seja preservada”. E de fato dias após ter dado a luz em 1962 ela partia para a eternidade, deixando quatro crianças órfãs. Todos pensariam: de que adiantou ter mais uma e deixou as 4 sem mãe? não seria melhor sacrificar uma para cuidar das outras três? Ela não esteve presente,mas o seu espírito forte, seu gesto de amor e de doação sempre ficaram presentes na vida do pai e de toda a família que se tornou muito mais unida e solidária.  

Um exemplo como esse é sem dúvida, muito mais forte do que a presença. Bem aventurada Giovana, reze a Deus por nós para que jamais se aprove no Brasil a lei. 

Fonte: JORNAL DE JUNDIAI, edição Nº13474 do dia 06.10.2007. 

A CRIANÇA ABORTADA MORRE DE MANEIRA DOLOROSA

Filed under: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 5:40 pm on Friday, October 19, 2007

 

Como o feto já pode sentir dor após algumas semanas de gestação, ao ser abortado  ele morre de maneira dolorosa. O filme “silent scream” (o grito silencioso) feito nos EUA pelo Dr. Bernard Nathanson, mostra uma criança sendo abortada, fugindo do instrumento de morte que a iria dilacerar. O Dr. Bernard Nathanson, que chefiou a maior clinica abortiva do mundo, tendo praticado pessoalmente cerca de 75.000 abortos nos EUA, mas que depois se converteu ao catolicismo. Em seu livro “The Hand of God” (A mão de Deus), descreve as técnicas para abortar.  

Um dos métodos é o da aspiração do feto; ele conta que, por ultra-som, viu que no momento em que o aspirador foi introduzido no útero materno, o feto procurou desviar-se e seus batimentos cardíacos quase dobraram, quando o aparelho o encontrou. Assim que seus membros foram arrancados, sua boca abriu-se, o que deu origem ao título do filme que Dr. Bernard realizou: “The silent scream” (O grito silencioso). 

Há várias formas de aborto: sucção: o bebê é arrancado do útero por uma sucção 29 vezes mais forte do que o vácuo de um aspirador de pó; a criança é destruída como se fosse uma fruta no  liquidificador. Este é o tipo do aborto mais comum.  Um tubo de plástico, com uma lâmina afiada na ponta é introduzido no útero. O corpo do bebê é dilacerado e aspirado. A placenta também é aspirada. 

Outra forma de abortamento é com o catéter macio. O útero é esvaziado por sucção. Se for realizado bem no início da gestação chama-se extração menstrual. Outra forma é por envenenamento:  insere-se uma agulha dentro do abdômen da mãe até a bolsa d’água do bebê, e injeta-se uma solução do veneno. O bebê, que já respira e engole líquido desde a 11ª semana, fica envenenado. Esses bebês levam mais de uma hora para morrer e, algumas vezes, ainda nascem vivos.  O veneno destrói o mecanismo coagulante do sangue. O efeito corrosivo do veneno queima e esfola toda a pele dele, deixando à mostra a carne vida. 

Também a cesariana é usada como método abortivo. Numa cesariana comum, o cirurgião corta o cordão umbilical, entrega o bebê à enfermeira que o leva ao berçário e faz tudo para conservá-lo vivo. No caso de aborto, ele, no entanto, está destinado a morrer; é arrancado do útero, jogado em um balde e abandonado à morte com até seis meses de gestação, em alguns países. No final do dia, em um hospital-escola, onde se pratica o aborto, esses bebês são levados ao patologista para exame e depois são jogados na lata de lixo. Alguns, como foi mostrado no livro “Bebês para queimar”, são vendidos para as fábricas de cosméticos e sabão.  

Outro método é o da injeção de solução salina; injeta-se este veneno no feto quase sempre com mais de 18 semanas, e este leva mais de uma hora para morrer, e é abortado depois de 24 horas. Nenhum método elimina a dor do feto; por isso já se fala em anestesiá-lo antes de provocar o aborto.   

A Agência Zenit publicou pela Internet, em 11 de maio de 2004, uma entrevista com o Dr. Carlo Bellieni, neonatólogo de Roma, mostrando que a dor do feto, comprovada pela ciência, propõe sérias reflexões aos cientistas e comprova que não é científico tratar a “vida pré-natal como de segunda classe”.  

Dr. Carlo Bellieni disse que o bebê “Não só sente dor, mas sua percepção parece ser mais profunda que a de uma criança maior. Sabemos disso porque faltam na vida fetal muitas das «estratégias» que contudo se encarregam após o nascimento de não sentir a dor. Contudo, já desde a metade da gestação, os estímulos dolorosos abriram todas suas vias para serem percebidos.” 

É chocante saber que em muitos hospitais do mundo há um andar inteiro com modernas UTIs infantis para salvar a vida de uma criança prematura; e, no entanto, em outro andar, do mesmo prédio há uma clinica abortiva, para matar uma criança sadia ainda não nascida…  

Que o braço da justiça de Deus não caia sobre nós!… 

Do livro: “Aborto Nunca!… 40 razões para não abortar”Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

 

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