Você sabe como surgiu o Cerco de Jericó?

Arquivado em: Orações, Sem Categoria — Prof. Felipe Aquino at 8:31 pm on Quinta-feira, Março 13, 2008

Torna-se cada vez mais comum as comunidades adoradoras fazerem o Cerco de Jericó. De que se trata? Esta prática nasceu na Polônia. Consiste na oração incessante de Rosários, durante sete dias e seis noites, diante do Santíssimo Sacramento exposto. 

De onde veio a inspiração paro o  “Cerco de Jericó”?No Antigo Testamento, depois da morte de Moisés, Deus escolheu Josué para conduzir o povo hebreu. Deus disse a Josué que atravessasse o Jordão com todo o povo e tomasse posse da Terra Prometida. A cidade de Jericó era uma fortaleza  inexpugnável. Ao chegar junto às muralhas de Jericó, Josué ergueu os olhos e viu um Anjo, com uma espada na mão, que lhe deu ordens concretas e detalhadas. 

Josué e todo Israel executaram fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram sete voltas. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram… (cf. Js 6). 

O Santo Padre João Paulo II  devia ir à Polônia a 8 de maio de 1979, para o 91º aniversário do martírio de Santo Estanislau, bispo de Cracóvia. Era a primeira vez que o Papa visitava o seu país, sob o regime comunista; era uma visita importantíssima e muito difícil. Aqui começaria a ruína do comunismo ateu e a queda do muro de Berlim.  

Em fins de novembro de 1978, sete semanas depois do Conclave que o havia eleito Papa, Nossa Senhora do Santo Rosário teria dado uma ordem precisa a uma alma privilegiada da Polônia: “Para a preparação da primeira peregrinação do Papa à sua Pátria, deve-se   organizar na primeira semana de maio de 1979, em Jasna Gora (Santuário Mariano), um Congresso do Rosário: sete dias e seis noites de Rosários consecutivos diante do Santíssimo Sacramento exposto.” 

No dia da Imaculada Conceição (8 de dezembro de 1978), Anatol Kazczuck, daí em diante promotor desses Cercos, apresentou a ordem da Rainha do Céu a Monsenhor Kraszewski, bispo auxiliar da Comissão Mariana do Episcopado. Ele respondeu: “É bom rezar diante do Santíssimo Sacramento exposto; é bom rezar o Terço pelo Papa; é bom rezar
em Jasna Gora. Podeis fazê-lo.” 

Anatol apresentou também a mensagem de Nossa Senhora a Monsenhor Stefano Barata, bispo de Czestochowa e Presidente da Comissão Mariana do Episcopado. Ele alegrou-se com o projeto, mas aconselhou-os a não darem o nome de “Congresso”, para maior facilidade na sua organização. Então, deu-se o nome de “Cerco de Jericó” a esta iniciativa. 

O padre-diretor de Jasna Gora aprovou o projeto, mas não queria que se realizasse em maio por causa dos preparativos para a visita do Santo Padre. Dizia ele: “Seria melhor em abril.” “Mas a Rainha do Céu deu ordens para se organizarem esses Rosários permanentes na primeira semana de maio”, respondeu o Sr. Anatol. O padre aceitou, recomendando-lhe que fossem evitadas perturbações. 

A Santíssima Virgem sabia bem que o Cerco de Jericó em maio não iria perturbar a visita do Papa, porque ele não viria. E, logo a seguir, as autoridades recusaram o visto de entrada no país ao Santo Padre, como tinham feito a Paulo VI em 1966. Consternação geral em toda a Polônia! O Papa não poderia visitar a sua Pátria. 

Foi, então, com redobrado fervor que se organizou o “assalto” de Rosários. E, no dia 7 de maio, ao mesmo tempo que terminava o Cerco, caíram “as muralhas de Jericó”. Um comunicado oficial anunciava que o Santo Padre visitaria a Polônia de 2 a 10 de junho. Sabe-se como o povo polonês viveu esses nove dias com o Papa, o “seu” Santo Padre, numa alegria indescritível! 

No dia de 10 de junho, João Paulo II terminava a sua peregrinação, consagrando, com todo Episcopado polonês, a nação polaca ao Coração Doloroso e Imaculado de Maria, diante de um milhão e quinhentos mil fiéis reunidos
em Blonic Kraskoskic. Foi a apoteose! 

Depois dessa estrondosa vitória, a Santíssima Virgem ordenou que se organizassem Cercos de Jericó todas as vezes que o Papa João Paulo II saísse em viagem apostólica. “O Rosário tem um poder de exorcismo”, dizem os nossos amigos da Polônia, “ele torna o demônio impotente.”

Por ocasião do atentado contra o Papa, em 13 de maio de 1981, os poloneses lançaram de novo um formidável “assalto” de Rosários e obtiveram o seu inesperado restabelecimento. Mais uma vez, as muralhas de ódio de Satanás se abatiam diante do poder da Ave-Maria. 

Em várias partes do mundo estão sendo realizados agora Cercos de Jericó. A 2 de fevereiro de 1986, aquela mesma alma privilegiada recebia outra mensagem da Rainha Vitoriosa do Santíssimo Rosário: “Ide ao Canadá, aos Estados Unidos, à Inglaterra e à Alemanha para salvar o que ainda pode ser salvo.” Nossa Senhora pede que se organizem os Rosários permanentes e os Cercos de Jericó, se queremos ter certeza da vitória.

Prof. Felipe Aquino - www.cleofas.com.br

ENTREVISTA COM DR. NATHANSON

Arquivado em: Advento — Prof. Felipe Aquino at 4:29 pm on Quinta-feira, Março 13, 2008

 

 

A partir de 1971 Dr. Nathanson dirigiu a maior Clínica abortiva do mundo; o centro de “Saúde Sexual (CRANCH)” situado a leste de Nova Iorque, nos EUA. Tinha 10 salas de operações e 35 médicos às suas  ordens. Realizam 120 abortos diários, mesmo aos domingos. Só não trabalham no dia de Natal. Ele disse: “ tenho a confessar que foram praticados sob minhas ordens 60.000 abortos. Eu pessoalmente fiz uns 5.000.” 

Hoje Dr. Nathanson é hoje um católico, arrependeu-se dos milhares de abortos praticados e profere conferências no mundo todo contra o aborto.  

Esta entrevista ele deu na Espanha, na década de setenta, após uma Conferência contra o Aborto.

Prof. Felipe Aquino - www.cleofas.com.br 

 

Perguntas          

 

1.  O ser concebido é um ser vivo ? 

         - Sim, porque tem as suas características - nasce, vive, cresce, reproduz-se e morre. 

2. É ser humano o que se origina pela união das células germinais de um homem e uma mulher? 

         - É fato inegável: não pode ser outra coisa. Da fecundação de um óvulo por um espermatozóide não pode resultar nem uma planta nem um elefante. É  um novo ser humano como os seus pais. 

3. É um ser com individualidade própria que se diferencia do pai e da mão que o geraram? 

- Sim, é sem dúvida um ser único e irrepetível. 

4. Quanto tempo demora a formação dos órgãos e seu funcionamento? 

         - Na décima semana da concepção todos os órgãos estão formados e a funcionar. A partir da décima semana aumentam apenas de tamanho e vão-se aperfeiçoando até alcançar, depois a puberdade, o pleno desenvolvimento. 

5. Quando se forma o sistema nervoso e quando se pode detectar a sua atividade elétrica ? 

         - O tecido nervoso é um dos primeiros a formar-se. Com os meios modernos de exploração podem detectar-se as variações elétricas (eletroencefalograma) ao atingir as seis semanas da concepção. Os cientistas, porém, afirmam que se poderá detectar antes, quando dispusermos de meios de exploração mais sofisticados. 

6. Quando se forma o sangue na criança concebida? 

         - Aos 17 dias estão formados os glóbulos vermelhos e brancos e começam a ser impulsionados por um coração primitivo. Quando atingir 6 semanas já se lhe pode fazer um eletrocardiograma. 

7. Percebe o feto as sensações ?         - Efetivamente percebe-as. Os ruídos aborrecidos inquietam-no e os suaves tranquilizam-no. Experiências no interior do útero demonstram que o contato com um instrumento estranho determina um movimento de fuga. 

8. Tem vida afetiva ?         - Inquieta-se quando a mãe está nervosa; dorme quando a mão descansa. Quando se aborrece chupa o dedo ou dá cambalhotas (comprovado por fotografia e ecografia). 

9. Será capaz de distinguir uma substância agradável de uma outra que não o seja? 

         - Se é capaz! Quando se coloca no interior do útero uma substância açucarada, engole-a, e quando é desagradável recusa-a. 

10. Todas estas descobertas da ciência que demonstram não haver dúvidas de que todo o ser concebido é um ser humano desde o momento da concepção, são reconhecidos pela sociedade ? 

         - Infelizmente não. Uma coisa é a realidade dos fatos que a Genética e a Biologia demonstram; outra os direitos que a sociedade queira reconhecer. 

11. Não será uma injustiça e um contra-senso ? 

         - Mais do que uma injustiça é uma marginalização e um abuso contra um ser débil e inocente que não se pode defender. 

 

 

 

Filme “The Silent Scream” - O Grito Silencioso de Dr. Bernard Nathanson

Arquivado em: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 1:25 pm on Quinta-feira, Março 13, 2008

Os vídeos abaixo são 5 partes do filme “The Silent Scream” (O Grito Silencioso), que é produzido pelo Dr. Bernard Nathanson, o famoso médico americano, anteriormente conhecido por “o Rei do Aborto”, responsável por 75 mil abortos. O vídeo esta dublado em português, a qualidade não é a perfeita, mas foi o que conseguimos disponibilizar. Existe o site oficial www.silentscream.org aonde poderão ser encontrados outros vídeos e outras informações (em inglês). O vídeo mostra a realidade que vive um bebê ao ser abortado, por isso contém cenas chocantes.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Leia abaixo texto extraído do livro ABORTO?… NUNCA!… - 40 razões do Prof. Felipe Aquino.

O incrível testemunho do Dr. Bernard Nathanson

O Dr. Bernard Nathanson, americano, chegou a ser considerado “o Rei do Aborto”. Praticou cinco mil abortamentos numa clínica que realizava 130 operações desse tipo por dia. Aos poucos foi concebendo o horror de suas práticas. De judeu ateu que era tornou-se católico, e foi batizado pelo Cardeal O’Connor, arcebispo de Nova Iorque, em 09/12/1996. É fascinante a sua história.

Ele mesmo escreveu: “Ninguém tem mais expe­riência de abortamentos do que eu”. Fundou em 1969 a Liga Nacional do Direito ao Aborto (NADAL), para fazer propaganda em favor da legalização oficial da interrupção da gravidez. Por meio da propaganda nos meios de comunicação social procurava influenciar a opinião pública.

“A partir de 1971 - escreve ele - dirigi a maior Clínica abortista do mundo. Tinha dez salas de operação e trinta e cinco médicos às minhas ordens. Realizávamos cento e trinta abortos por dia, mesmo aos domingos. Só não trabalhávamos no dia de Natal. Tenho de confessar que fo­ram praticados, às minhas ordens, sessenta mil abortos. Eu, pessoalmente, fiz uns cinco mil.”

Aos poucos, porém, o Rei do Aborto foi-se compenetrando da gra­vidade do que cometia; estava matando crianças inocentes. E foi-se eno­jando do seu trabalho.

Ao perceber a hediondez do aborto, Nathanson começou a questi­onar a sua própria vida. Pensou em suicidar-se não só por causa dos múltiplos crimes que cometera, mas também por causa de sua vida passada: teve três casamentos fracassados; não fora bom pai com seu filho José, que estava com trinta e um anos; havia feito o aborto até de um filho seu. Declarou ele: “Eu sentia como a carga do pecado se tornava mais pesada e angustiante”.

Até 1980 foi um judeu ateu. Em 1980 começou a voltar para Deus.

“Persistentemente, amorosamente, desinteressadamente rezavam por mim, e não tenho a menor dúvida de que tais orações foram atendidas. Pensando nas pessoas que o fizeram, muitas delas desconhecidas para mim, meus olhos enchem-se de lágrimas.”

Começou então Nathanson a ler os testemunhos de pessoas convertidas à fé católica. Leu e releu a biografia de Malcom Muggeridge, Walter Percy, Graham Greene, Simone Weil, Richard Gilman, Pascal, e Cardeal John Henry Newman.

Durante um ano assistiu aos Cursos de Ética no Instituto Kennedy, da Universidade de Georgetown, e começou a conversar com freqüência com o sacerdote John Mc Closkey do Opus Dei. Diz Nathanson:

“Ele soube que eu estava-me aproximando do Catolicismo. Procurou-me e pusemo-nos a conversar semanalmente. Veio à minha casa e trouxe-me material para ler. Guiou-me pelo caminho que me conduziu aonde estou agora. Devo a ele mais a qualquer pessoa.”

Finalmente aos 9/12/96 recebeu o Batismo das mãos do Sr. Arcebispo de Nova Iorque, Cardeal O’Connor, na catedral de São Patrício. Pouco depois, num dia de manhã, em Missa simples, da qual participaram cerca de vinte e cinco pessoas, o próprio Cardeal ministrou-lhe a Crisma e deu-lhe a Primeira Comunhão. Eis o depoimento do convertido:

“Quando aceitas Cristo, nada perdes. Eu continuo a ser judeu étnica e culturalmente. Orientando a minha vida para Cristo, não sinto sujeição a coisa alguma, nem a quero sentir. Havia convertido a minha vida num caos; ninguém podia ter procedido pior. Agora estou nas mãos de Deus.”

Com setenta e um anos de idade, Nathanson quer resgatar o tempo e compensar o mal que cometeu. Exerce suas funções de ginecologista em zonas pobres, dentro e fora dos Estados Unidos; percorre vários países como a Espanha e Portugal ensinando a respeitar a vida humana. Editou um vídeo em que mostra o feto a estremecer no seio materno por causa das dores que sente quando lhe aplicam o fórceps para extrair. Escreveu também alguns livros, entre os quais uma autobiografia intitulada “A Mão de Deus”. Nesse livro declara:

“Fracassei em três casamentos e tenho um filho que é ressentido e desconfiado, ainda que brilhante na ciência dos computadores. Tenho uma bagagem moral tão pesada que, se a levasse para o outro mundo, eu me condenaria por toda a eternidade, talvez de maneira mais aterradora do que aquela que o poeta Dante descreve na sua Divina Comédia.”

Termina seu livro autobiográfico sem jamais ter justificado o seu comportamento anterior e exprimindo confiança na misericórdia divina, no perdão de Deus e na salvação que vem de Jesus Cristo por intermédio da Igreja Católica:

“Alguém morreu por meus pecados e minha maldade há dois mil anos. O Deus do Novo Testamento surgiu diante de mim como uma figura amável, magnânima, incomparavelmente terna,em quem eu podia procurar e encontrar o perdão que tinha buscado tão desesperadamente durante tanto tempo.”

Antes de seu Batismo, dizia: “Ficarei livre do pecado. Pela primeira vez na vida, sentirei o refúgio e o calor da fé”.

Capa Aborto