Fam�lia

Vida Conjugal e Educação dos Filhos

A família é o “Santuário da Vida”, como disse o Papa João Paulo II, na Carta às Famílias (n. 11).

Após o seu livro “Sereis uma só carne”, que já ajudou a tantos casais a reencontrarem o sentido da vida conjugal, o prof. Felipe Aquino, pregador de Retiros de Aprofundamento para Casais, em todo o país, apresenta agora um estudo profundo sobre a realidade da família no mundo moderno, com as ameaças que tem sofrido de todos os lados.

Toda esta reflexão e estudo está baseada rigorosamente nos ensinamentos da Igreja — “coluna e sustentáculo da verdade” (1 Tm 3,15) — de acordo com o Sagrado Magistério, com as Sagradas Escrituras e com a Sagrada Tradição.

Aqui são enfocados, tanto a vida conjugal (namoro, harmonia conjugal e sexual, diferenças pessoais e demais problemas do casal), bem como os aspectos da educação dos filhos, em face dos graves males que atingem os jovens, fruto da desagregação moral e familiar: violência, drogas, tentativas de suicídio, músicas alienantes, bebidas, ociosidade…

É apresentado ainda um estudo das causas que podem levar a Igreja a reconhecer a nulidade de um matrimônio, segundo as normas do Código de Direito Canônico.

Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN: 85-86283-07-X
Ano: 2007
Edição: 15
Número de páginas: 232
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 14×21 cm

4 Comentários

  1. Eu tenho este livro. Ele é fantástico!
    Quem não tem, deve adquirí-lo. Ajuda e MUITO!!!!

  2. Eu sempre acompanho os ensinamentos do prof Aquino, é um catequisador de “mão cheia”, aproveitando o tema família venho respeitosamente enviar um texto em que o autor escreve sobre o triste julgamento do STF em que na última instância libera o assassinato de indfesos, que também é um ataque à família cristã.
    Cruz, Credo, Celso de Mello!

    Percival Puggina

    Assisti boa parte dos votos proferidos pelos senhores ministros do STF sobre as células-tronco embrionárias. Não houve muitas divergências entre eles, convictos, quase todos, da importância da decisão e da magnitude da causa. As duas exceções correram por conta da ministra Ellen Gracie e do ministro Celso de Mello. A ministra votou ao final da primeira sessão, logo após o pedido de vistas formulado por Menezes Direito. Com meia dúzia de palavras, disse que acompanhava o relator. Definitivamente, não deu qualquer valor a um tema importantíssimo, cuja legislação comparada, entre diversos países, reconhece ao embrião humano um status distinto e superior àquele atribuído às coisas.

    Já o ministro Celso de Mello preferiu juntar sua voz, desde o píncaro da magistratura nacional, ao coro dos que, na planície da santa ignorância, recusam direito de expressão, nas questões de Estado, a quaisquer posições inspiradas em doutrinas ou filosofias de base religiosa. Cruz, credo, doutor! E aí, como ficam 95% dos brasileiros que, com maior ou menor fundamento, crêem em Deus e assumem, como base para suas posições e ações, conceitos provenientes dos Dez Mandamentos e do ensino de alguma religião?

    Segundo o nobre ministro, o sujeito investido em funções de Estado, precisa deixar embaixo da cama, no âmbito mais recôndito do próprio ambiente privado, todos os valores morais e princípios que possam provir de alguma crença ou com ela guardar semelhança. Na prática, somente ateus, vagando no éter da falta de convicções, pendurados apenas nessa fonte de conhecimento e verdade que é a matéria bruta, têm o direito, segundo o ministro Celso de Mello, de abrir a boca em questões de Estado. Esquece-se o ministro de que ele mesmo, ao empregar o conceito de dignidade da pessoa humana, incorreu triplamente no erro que reprova porque: 1º) “pessoa” é um conceito nascido em berço cristão; 2º) “pessoa humana” é uma expressão que só se justifica para quem admite a existência de “pessoa divina” caso contrário é redundância; e 3º) “dignidade da pessoa humana” é conceito eminentemente cristão, seja na origem, seja na melhor definição.

    Até um embrião congelado entenderá que se a tese do ministro Celso de Mello for válida, toda condenação ao terrorismo, à tortura, ao assassinato, ao roubo, à calúnia, à mentira, ao desrespeito aos pais, e ao vasto universo das perversidades seria inaceitável pela mesma razão. A moral cristã também as reprova, assim como reprova o aborto e a manipulação de embriões humanos. A separação entre Igreja e Estado, por ele invocada, tem sentido diverso e superior. Significa, por exemplo, que o Estado não impõe obrigações de caráter religioso e que as religiões não impõem deveres ao Estado. E, no caso examinado pelo STF, significa que, tendo a manipulação de embriões humanos sido considerada constitucional, o preceito sobre o assunto entra em vigor. E ponto final.

    O ministro Celso Mello não esconde o viés totalitário de quem deseja recolher o Direito Natural e o pensamento cristão a um campo de concentração. Ali, devidamente amordaçados, ficaríamos sob jugo dele e de outros sacerdotes do ateísmo, com as conseqüências que já se instalam sob nossos olhos.

    Fonte: http://www.puggina. org/

    [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

  3. angela lins

    Gostaria de saber se ainda é possível adquir este precioso livro, pois o mesmo se encontra esgotado no estoque da loja da Canção Nova. Quais outras livrarias cristãs os tem disponíveis?
    Muito agradecida,
    Ângela

  4. Professor Felipe vc é um dos maiores estudiosos que eu admiro,gosto demais de seus programas e palestras e, quero um dia poder ouvi ver vc pregar. Quero comprar o livro familia santuário da vida pois no dia que eu ouvi a paleatra me encantei e procurei no salão do livro em Palmas -To mas já tinha se esgostado.Moro em Divinópolis do Tocantins.

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