A Igreja é contra o aborto no plano de saúde americano

Arquivado em: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 3:54 pm on terça-feira, fevereiro 9, 2010

 

Igreja Católica bloqueia reforma da saúde nos EUA 

 

 

A Conferência dos Bispos Católicos dos EUA, numa carta endereçada aos congressistas, deixou claro que rejeita o projeto do Senado relativo à questão do aborto, aprovado a duras penas no Natal.

 

A versão do Senado (assim como a aprovada pela Câmara) veta que os novos planos de saúde estabelecidos pela reforma usem fundos públicos para pagar aos segurados pelos procedimentos de aborto. A diferença é que o projeto da Câmara é mais restrito, enquanto os senadores permitiram que Estados decidam sobre o assunto.

 

Agora, os bispos americanos decidiram contestar a primeira versão do Senado, causando um novo revés para Obama.

Na carta, os bispos ressaltam a necessidade de se chegar a um acordo para aprovar a reforma da saúde, “mas os vícios morais e de ordem política que impedem dezenas de milhares de americanos sem acesso à saúde permanecem” no texto aprovado pelo Senado, “cujo texto não atende nossos critérios morais e de consciência”.

 

O drama, para a Casa Branca, é que a questão do aborto está se convertendo num cavalo de batalha na nova correlação de forças no Congresso. Com a eleição extra de um  republicano, Scott Brown, para a cadeira do democrata Ted Kennedy, falecido no ano passado, por Massachussetts, Obama terá dificuldade de repetir os 60 votos necessários no Senado para aprovar o novo  projeto. Na votação da primeira versão, Obama obteve apoio dos 58  senadores democratas e de 2 independentes. Os 40 republicanos votaram contra.

Agora, os republicanos fazem pressão para que a nova versão conjunta do projeto de lei da reforma altere o texto do Senado relativo ao aborto. De quebra, Obama pode perder votos também na Câmara por causa do tema. O site FiveThirtyEight. com  fez uma sondagem e descobriu seis deserções da bancada governista dadas como certas e outras seis possíveis. Para Obama manter a maioria necessária de votos na Câmara, ele só pode perder um voto. A primeira versão na Câmara foi aprovada por 220 votos a 215 – apenas 1 voto além do mínimo necessário. (Slate)

 

link:http://blogs. estadao.com. br/radar- global/igreja- catolica- bloqueia- reforma-da- saude-nos- eua/

 

73,5 dos brasileiros são contra o aborto

Arquivado em: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 1:38 am on terça-feira, fevereiro 9, 2010

Pesquisa revela que 73,5% da população brasileira é contrária à legalização do aborto

 

SÃO PAULO, 04 Fev. 10 (ACI) .- Apesar do lobby abortista no Brasil, o país com a maior quantidade de católicos no mundo, e da recente tentativa do governo Lula através do 3º PNDH, a 100ª Pesquisa CNT/Sensus confirma que a maioria do povo brasileiro segue sendo contrária à legalização do aborto no país.  A pesquisa de opinião pública, foi realizada pela SENSUS a pedido da Confederação Nacional do Transporte no período de 25 a 29 de Janeiro de 2010, foi publicada na segunda-feira, 1 de fevereiro, e afirma que 73,5% dos pesquisados são contra a legalização do aborto e 22,7%, a favor.

 

Em nota enviada pelo grupo pró-vida brasileiro MDV (Movimento em defesa da vida), informou-se que em 2003 o Ibope divulgou pesquisa específica sobre a questão aborto. Do total de 2.000 entrevistados, 34% afirmou ser favorável a total proibição do aborto no Brasil, em qualquer circunstância. Apenas 10% do total afirmou ser desejável ampliações permissivas na prática do aborto, entre essas permissões estaria a não-punição da mulher e do médico no caso de aborto por má formação fetal.

 

A mesma pesquisa informa também que o porcentual de brasileiros favoráveis tanto à legalização do aborto quanto à pena de morte cresceu na última década. Segundo a pesquisa da CNT/Sensus, divulgada esta semana, entre janeiro de 2001 e janeiro de 2010, subiu de 39,4% para 41,2% a taxa dos brasileiros à favor da pena de morte. Em relação à legalização do aborto os números da investigação apontam que 17,7% eram favoráveis em janeiro de 2001, enquanto no 2010 o porcentual subiu para 22,7%.

 

Essa pesquisa, mais detalhada, foi encomendada pela Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR), uma ONG pró-aborto e também está disponível na internet no link: http://www.ipas.org.br/arquivos/CCR_Resumo_Ibope.doc

O relatório síntese da pesquisa – que compara os dados de 2010 com 2001 – pode ser lido em formato PDF no site da CNT/Sensus: http://www.cnt.org.br/portal/img/arquivos/Relatorio Sntese.pdf

Mesmo considerando a margem de erro da pesquisa (3%), observa-se que os índices se mantém estáveis pela rejeição à legalização do aborto no Brasil.

 

Deputado rejeita o Plano de Direitos Humanos do governo

Arquivado em: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 1:07 am on terça-feira, fevereiro 9, 2010

No apagar das luzes de 2009, enquanto os brasileiros se preparavam para comemorar o Natal, o Presidente Lula assinou um decreto, que estarreceu o Brasil pela radicalidade contra as instituições, principalmente à família.
O Deputado Federal Paes de Lira registrou, da tribuna da Câmara, o lançamento do Plano Nacional de Direitos Humanos (versão III). O parlamentar afirmou que o documento VIOLA os fundamentos da família e instiga ao aborto indiscriminado.
Vale a pena assistir o pronunciamento do deputado e passar para os seus amigos.
Favor clicar aqui <http://www.youtube.com/watch?v=mLZdZQxE4zk
>Secretário Geral do Brasil pela Vida

http://www.youtube.com/watch?v=mLZdZQxE4zk

http://www.youtube.com/watch?v=mLZdZQxE4zk

Brasilpelavida.org

Bebê britânico sobrevive a três tentativas de aborto

Arquivado em: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 2:00 pm on quarta-feira, janeiro 20, 2010

LONDRES, 15 Fev. 05 (ACI) - Em um relato publicado pela agência LifeSiteNews.com, médico do Hope Hospital de Salford, Inglaterra, informaram que um bebê, atualmente de 2 anos de idade, é um dos mais pequenos prematuros a sobreviver a várias tentativas de aborto durante o último período de gestação.

“Os médicos tentaram (acabar com o bebê) com três ou quatro medicamentos abortivos”, revelou o Dr. Paul Clarke e assegurou que o bebê venceu “todas as probabilidades”. Clarke foi um dos médicos que atenderam o bebê durante sua permanência na unidade de cuidados intensivos do Hope Hospital em Salford. Ele é co-autor de uma notícia sobre o caso, publicado no Diário de Obstetrícia e Ginecologia.

A mãe do menino tinha 22 semanas de gestação e já tinha outro filho. Ela foi ao Departamento de Abortos do Serviço Britânico de Conselho para a Gravidez, em Leamington Spa, Warwickshire, onde lhe administraram os abortivos. Mas, logo depois de ingeri-los e sentir o bebê se mexer, mudou de idéia.

Os que praticavam o aborto a enviaram para casa logo depois de lhe aplicar as drogas. Quando começou o trabalho de parto, a mulher chegou a um hospital onde pediu aos médicos salvar o bebê. Quatro dias mais tarde, o menino nasceu com 24 semanas de gestação, pesava menos de um quilograma e respirava.

O menor precisou ser ventilado por 53 dias durante os quais sofreu infecções sangüíneas e uma doença pulmonar crônica, que ameaçaram sua vida. Clarke relatou que “o dilema de receber um telefonema e ser informado de um bebê nascido mostrando sinais de vida logo depois de uma tentativa de aborto, foi enfrentado por muitos pediatras, pois em caso de sobreviver, sabe-se bem que esses bebês muito provavelmente sofrerão doenças significativas”.

“Esta mãe - acrescentou Clarke - enfrentou dificuldades extremas na expectativa de ver se seu bebê conseguiria sobreviver. Disseram-lhe em repetidas ocasiões que o bebê morreria. Sinto total admiração por ela”.

Mike Robinson, co-autor da notícia e médico chefe da unidade de cuidados intensivos, disse que o caso levantou “sérios assuntos éticos” em relação a abortos no último período de gestação.

Informou que “os fetos não têm direitos perante a lei, mas uma vez nascidos, os bebês devem ser visto em termos do que for melhor para eles. Neste caso a mãe queria o menino. Mas quando uma mulher chega solicitando um aborto, deve ser consciente de que embora a gravidez termine, não necessariamente terminará a vida da criança”.

“Sou absolutamente contra o aborto”

Arquivado em: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 11:12 pm on sexta-feira, janeiro 15, 2010

 

 

 

 

 

 

Entrevista com a Dra. Zilda Arns - 24/05/2007

 

Para Zilda Arns, médica pediatra e sanitarista, “tentar solucionar os milhares de abortos clandestinos realizados a cada ano no País com a legalização do aborto é uma ação paliativa, que apontaria o fracasso da sociedade nas áreas da saúde, da educação e da cidadania e, em especial, daqueles que são responsáveis pela legislação no país”. Ela vê o embrião como um ser humano completo em fase de crescimento “tanto quanto um bebê, uma criança ou um adolescente”. Irmã do cardeal D. Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo, Zilda é também fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, organismos de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Viúva desde 1978, mãe de cinco filhos e avó de nove netos, vem recebendo diversas menções especiais e títulos de cidadã honorária no país. Da mesma forma, a Pastoral da Criança já recebeu diversos prêmios pelo trabalho que vem sendo desenvolvido desde a sua fundação. Formada em Medicina, aprofundou-se em Saúde Pública visando a salvar crianças pobres da mortalidade infantil, da desnutrição e da violência em seu contexto familiar e comunitário. Compreendendo que a educação revelou-se a melhor forma de combater a maior parte das doenças de fácil prevenção e a marginalidade das crianças, para otimizar a sua ação, desenvolveu uma metodologia própria de multiplicação do conhecimento e da solidariedade entre as famílias mais pobres.

 

IHU On-Line – Em que a senhora fundamenta sua posição radicalmente contrária ao aborto?

 

Zilda Arns - Sou absolutamente contra o aborto. Em primeiro lugar, sou a favor da vida, e fundamento meu ponto de vista não somente na fé cristã, mas também na ciência e em aspectos éticos e jurídicos. Já está comprovado cientificamente que o feto é um ser humano completo, desde a sua concepção e, por isso, tem direito à vida, como defende o artigo quinto da Constituição Brasileira[1] e o artigo segundo do Código Civil[2]. Cabe ao Estado o dever de tutelar e proteger a vida do embrião ou do feto de qualquer ameaça, sob pena de violação dos direitos humanos.

 

Sou médica pediatra e sanitarista, com mais de 47 anos de experiência em saúde pública. Além disso, estou nos últimos 24 anos à frente da Pastoral da Criança (instituição que acompanha 1,9 milhão de crianças com menos de seis anos, em 42 mil comunidades pobres do país). Por isso, tenho a convicção de que medidas educativas e preventivas são as únicas soluções para o problema das gestações não desejadas. Tentar solucionar problemas, como a gravidez indesejada na adolescência, ou atos violentos, como estupros e os milhares de abortos clandestinos realizados a cada ano no País, com a legalização do aborto, é uma ação paliativa, que apontaria o fracasso da sociedade nas áreas da saúde, da educação e da cidadania e, em especial, daqueles que são responsáveis pela legislação no país. Não se pode consertar um crime com outro ainda maior, tirando a vida de um ser humano indefeso. É preciso investir na educação de qualidade, nas famílias e nas escolas.

 

É preciso, antes de tudo, refletir. Será que nos países em que esse e outros abortos são permitidos, os jovens e as mulheres estão mais conscientes e têm menos problemas? Esta e outras questões estão relacionadas na carta que enviei, no final de 1997, ao Congresso Nacional como apelo da Pastoral da Criança em defesa da Vida, e artigos publicados em revistas e jornais nos últimos anos. Antes de qualquer coisa, é preciso diminuir a desigualdade social e dar mais oportunidades, principalmente às mulheres mais pobres.

 

IHU On-Line – Como podemos formular a questão do estatuto do embrião, considerando sua implicação na questão do aborto?

 

Zilda Arns - O embrião é um SER HUMANO completo em fase de crescimento tanto quanto um bebê, uma criança ou um adolescente. Com a evolução das ciências da reprodução humana, mais especialmente nas últimas duas décadas, não há a menor dúvida de que a vida do SER HUMANO se inicia no momento da concepção. Não se trata de um amontoado de células. Quando se dá o encontro gamético, produz-se a primeira unidade da vida, que contém toda herança genética e todos os requisitos para caracterizar a vida. As novas tecnologias como o ultra-som, o monitoramento do coração do feto, a fetoscopia[3] e a histeroscopia[4], para acompanhar o que se passa no interior do útero, comprovam ainda que o feto resiste e se defende dos agentes externos, que porventura querem lhe tirar a vida. Para quem se interessar, pode confirmar essas informações assistindo ao vídeo Grito silencioso[5], que mostra as reações do feto em um processo de aborto induzido, realizado em um país onde a prática é permitida.

 

IHU On-Line – Como se caracteriza a abordagem ética do aborto?

 

Zilda Arns – Existe um princípio de injustiça nessa prática. Mais uma vez, ao invés de consertar o tecido social roto, querem jogar sobre a mulher o pesado fardo da injustiça social, oferecendo-lhe a oportunidade de abortar o filho que veio abrigar-se em seu ventre, filho esse que não planejou ou que foi concebido como conseqüência de um ato violento. Pesquisas da Organização Mundial da Saúde (OMS) et al, publicadas em 1994, comprovam que crianças mal tratadas, oprimidas, violentadas em seu primeiro ano de vida têm forte tendência a se tornarem violentas e criminosas. Portanto, há de se cuidar do ser humano, desde a gestação, e dar prioridade a atender às crianças pequenas, menores de seis anos, e, mais especificamente, às crianças menores de um ano, somando as forças das famílias, da sociedade e dos governos, para que o tecido social seja forte e preservado. A ética e a moral não são exclusivas da religião. Devem servir de guia para toda a sociedade, incluindo a ciência e a técnica. Não faltam cientistas, juristas e legisladores que, no exercício de seus mandatos e profissões, têm como objetivo maior a defesa e a promoção da vida, a serviço do bem comum.

 

IHU On-Line – O aborto é um problema que precisa de uma solução, ou ele pode ser uma solução?

 

 

Zilda Arns - Felizmente, muitas pessoas comprometidas com o bem-estar das mulheres optam por vestir a camisa da erradicação da pobreza, da miséria e da ignorância que as oprime, principalmente nos países mais pobres. Para gerar desenvolvimento e, por conseqüência, boas condições de saúde e de vida, é preciso investir em educação de qualidade e criar políticas públicas de assistência materno-infantil, de orientação aos adolescentes, às mulheres e às famílias, a fim de que elas tenham melhores oportunidades de estudo e de desenvolverem-se no futuro. A prática de abortos seria um retrocesso da saúde pública, que, ao invés de investir na qualidade de vida da população, passaria a reproduzir uma cultura de incentivo à morte, à violência.

 

IHU On-Line – Uma lei a favor pode ser a única resposta ao problema do aborto?

 

Zilda Arns - Sob o ponto de vista de políticas de saúde, seria muito mais humano e econômico à nação investir em qualidade de vida e melhor assistência à saúde do que investir contra o ser humano indefeso. Não se pode eliminar a pobreza por meio da eliminação dos pobres, assim como não se pode eliminar a violência de uma gravidez indesejada mediante outra forma de violência, como é o aborto. Tenho certeza de que nossos deputados e senadores não se deixarão seduzir pela cultura da morte e da corrupção e lutarão pelo respeito à vida e por melhor qualidade de vida para todos. Afinal, o Código Civil, no artigo segundo, afirma: “A personalidade civil do homem começa no nascimento com vida; mas a lei põe a salvo desde a concepção os direitos do nascituro”.

 

IHU On-Line – Como lidar com a mentalidade abortista, tão presente na sociedade, que banaliza a questão do aborto?

 

 

Zilda Arns - Feministas famosas, realmente comprometidas com o bem-estar das mulheres, com o evento das novas tecnologias e conhecedoras profundas do sofrimento humano, deixaram a bandeira do aborto e optaram pela bandeira da erradicação da pobreza, da miséria, da ignorância que oprime as mulheres, principalmente nos países em desenvolvimento. Lembro-me de médicos, tais como o Dr. Bernard N. Nathanson, M.D. co-fundador da Liga Nacional pelos Direitos ao Aborto nos Estados Unidos, e diretor da maior clínica abortista do mundo, responsável por mais de 75 mil casos desse tipo, converteu-se em defensor da vida, devido a um conhecimento mais profundo do ser humano, pelos avanços da ciência e dos aparelhos de tecnologia avançada. Dr. Nathanson convenceu-se da existência da vida humana desde o momento da concepção. Ele advertiu ainda sobre as estatísticas falsas de morte de mulheres em conseqüência de abortos clandestinos. A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) confirma não existir nenhuma pesquisa sobre esse assunto no Brasil, apesar de muitas vezes serem divulgados falsos dados remetendo ao nome da organização.

 

IHU On-Line – Podemos conciliar a autonomia e a liberdade da mulher com a vida e a defesa do embrião?

 

Zilda Arns - Trata-se de um princípio de convivência de dois seres humanos. O “outro” é o limite de nossa liberdade. Se a mulher tem direitos e deveres, eles não podem interferir ou impedir o direito à vida de outro ser humano, ou seja, o fato de ela ser gestante de um embrião não lhe possibilita qualquer ação que possa prejudicar a vida dele.

 

IHU On-Line – O que a senhora pensa sobre o plebiscito da descriminalização do aborto?

 

Zilda Arns - Hoje estou convencida de que o aborto não é matéria para entrar num plebiscito, porque não se pode votar pela vida ou morte de um ser humano inocente e sem defesas.

 

 

[1] Art. 5º: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. (Nota da IHU On-Line)

 

[2] Art. 2o: A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro. (Nota da IHU On-Line)

 

[3] Fetoscopia: Trata-se de um procedimento onde se associa a ultra-sonografia e a videolaparoscopia, com o objetivo de se visualizar diretamente o feto, no interior da cavidade amniótica. Esse procedimento também é conhecido como cirurgia endoscópica fetal. (Nota da IHU On-Line)

 

[4] [4] Histeroscopia: a Vídeo-histeroscopia é um método que oferece uma imagem direta, tridimensional dos órgãos internos sem que haja intervenção cirúrgica. A histeroscopia é método que já permite ao médico analisar diretamente a cavidade uterina da paciente e encontrar alterações que, sob outros meios, estariam quase ocultas. A técnica pode ser feita em ambulatório. (Nota da IHU On-Line)

 

[5] Disponível em: http://www.silentscream.org/silentsc_port.html (Nota da IHU On-Line)

 

(Fonte: http://www.unisinos.br/ihu)

 

 

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