UMA GRANDE FARSA

Arquivado em: Controle da Natalidade — Prof. Felipe Aquino at 1:37 pm on Segunda-feira, Janeiro 21, 2008

Está ficando cada vez mais claro que os catastrofistas de plantão que amedrontam o mundo com a questão do superaquecimento, têm uma segunda intenção: redução da natalidade.   A organização “Optimum Population Trust” (OPT) é  dedicada a defender o controle de natalidade, e afirma que “o crescimento populacional é amplamente reconhecido como uma das principais causas da mudança climática”. 

Por outro lado estimula  o uso da camisinha e diz que o seu custo  benefício é “espetacular”, sendo a forma  mais barata e efetiva de combater o aquecimento global porque reduz o número de nascimentos.  Esta ONG britânica lançou  sua “estratégia para o clima baseada na população”. 

Para essa ONG, “uma estratégia para o clima baseada na população envolve menos dos impostos, das regulamentações e dos outros limites à liberdade individual e à mobilidade hoje considerados como resposta às mudanças climáticas. Para concluir, seria mais fácil, mais rápido, mais barato, mais livre e mais verde”, conclui o documento. Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/05/070507_controlenatalidadeclimarw.shtml Por outro lado, a revista Veja (n.2044 – 23 jan 2008) publica uma matéria (pag. 40) onde afirma que “o governo russo passou a dar dinheiro a casais que decidem ter um segundo filho e fará uma campanha publicitária para encorajar os russos a formar família. Uma cidade russa chegou a criar um feriado para estimular o sexo entre casais com fim de reprodução.”  Medidas semelhantes de distribuição de dinheiro para casais que queiram ter mais filhos está acontecendo em muitos paises da Europa e Japão que estão se tornando paises de idosos, com sérios problemas para a previdência social.  

A população russa diminui de 700 mil pessoas por ano, e segundo a ONU se reduzirá de 143 milhões que tem hoje para apenas 114 milhões de pessoas. Isto também porque há na Rússia cerca de 1,5 milhões de abortos por ano.   É uma tremenda incoerência querer resolver o problema do aquecimento global com a redução da natalidade, cooperando para extinguir as populações dos paises. Não é eliminando a vida ou impedindo-a de existir que a humanidade vai resolver os seus problemas, mas com educação, promoção social, tecnologia e fraternidade.  

Deus deu ao homem capacidade e meios para resolver os seus problemas de maneira ética e moral, e não, impedindo a vida humana de existir.   Muitos cientistas de renome não concordam com a exagerada importância que se dá ao superaquecimento. O Dr. Thomas Sowell, doutor em Economia pela Universidade de Chicago afirma que: “Nada é mais fácil do que criar modelos matemáticos para cenários catastróficos. Políticos e burocratas do governo têm tentado, por mais de uma década, vender o cenário apocalíptico do aquecimento global, fato que teria aumentado o poder de políticos e burocratas”. Ele afirma que muitos cientistas de peso não concordam com o pânico que se cria em torno do aquecimento global da terra e sua causa humana.  

Nos anos 1970 o pânico era sobre o “esfriamento global da Terra” e a chegada de uma  nova era glacial. Um relatório daquela época, da Academia Nacional de Ciência, dos EUA,  levou a revista Science a escrever em sua edição de 1º de março de 1975 que uma longa “era glacial é uma possibilidade real”. De acordo com a edição de 28 de abril de 1975 da Newsweek, “o clima da terra parece estar se resfriando”. De acordo com a edição de fevereiro de 1973 da Science Digest, “quando o congelamento começar, será muito tarde”. (www.midiasemmascara.org

Em cerca de apenas trinta anos passamos do pânico do resfriamento global para o aquecimento global. Parece algo incoerente. Há muitas divergências de opiniões a respeito do aquecimento do Planeta entre os cientistas especialistas em clima e tempo; entre os que discordam do pânico estão o Dr. Richard S. Lindzen, professor de meteorologia no MIT (EUA), o Dr. Daniel Schrag, de Harvard; Claude Allegre, um dos mais condecorados geofísicos franceses; Dr. Patrick Michaels da Universidade de Virginia: Professor Bob Carter, geologista da James Cook University, Austrália. 

85 cientistas e especialistas em climatologia assinaram a Declaração de Leipzeg; 17.000 cientistas e líderes envolvidos em estudos climáticos, assinaram a Petição do Oregon Institute e 4.000 cientistas e outros líderes ao redor do mundo, incluindo 70 ganhadores do Prêmio Nobel, assinaram a Petição de Heidelberg, na qual se referem às teorias do aquecimento global relacionadas aos gases estufa como “teorias científicas altamente duvidosas”. (Publicado por capmag.com) 

Esses cientistas dizem que os fatos científicos desmentem o pânico sobre aquecimento. Alguns afirmam que “o clima está sempre mudando”, e que muitos fatores mudam a temperatura tais como o calor emitido pelo Sol em diferentes eras, e que são fatores que estão além do controle dos seres humanos. Dizem que certos gases, tal como o dióxido de carbono, têm o potencial de afetar a temperatura mas não concordam que um particular aumento de temperatura, durante uma era particular, seja necessariamente devido ao “efeito estufa”. 

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

  

Bispos na Índia alentam católicos a terem mais filhos

Arquivado em: Controle da Natalidade — Prof. Felipe Aquino at 10:54 pm on Quinta-feira, Setembro 20, 2007

 

A Índia tem uma densidade demográfica de 308 pessoas/km quadrado, só perde para o Japão que tem 340.E no entanto, o Arcebispo de Trichur (Índia), Dom Andrews Thazhath, iniciou uma campanha para alentar aos católicos da região de Kerala no sul do país, a terem mais filhos, dada a preocupante queda na taxa de natalidade dos cristãos.   

Segundo a agência UCA News, o Bispo afirmou que em 1991 os cristãos em Kerala eram 19,5% dos 32 milhões de habitantes dessa região. Em 2001 a população chegou a 32 milhões e a percentagem de católicos decresceu aos 19%. 

A preocupação de Dom Thazhath não é nova. Em agosto do ano passado, o Cardeal Varkey Vithayathil, Arcebispo de Ernakulam-Angamaly, também exortava aos católicos a terem mais bebês em suas famílias. (CALCUTA, 2007-09-19 - ACI

O Pe. Jose Kottayil, Secretário da Comissão de Família da Conferência de Bispos Católicos de Kerala, explicou que a migração em  grande escala para a Austrália, Canadá, Europa, o Golfo Pérsico e Estados Unidos; assim como o síndrome da micro-família” fazem com que os católicos não cresçam em Kerala.  

“Nossa comunidade está bem educada e está melhor economicamente. Entretanto muitos pais jovens só têm um filho para assegurar assim a segurança social”, inclusive quando são capazes de manter mais crianças“, disse o sacerdote.  

Além disso, o plano existente para outorgar bolsas de estudo aos filhos de famílias numerosas, o Pe. Kottayil assinalou que “também educaremos os católicos a compartilhar seus recursos e gerar oportunidades de emprego. Temos que mudar a mentalidade do povo e isso nos tomará tempo”. 

Esta noticia mostra que mesmo em um país ainda em desenvolvimento, com a segunda maior taxa demográfica do mundo, a Igreja católica não aceita o controle da natalidade como meio de melhorar  a vida da população. A Índia é um país que hoje cresce a taxa de quase 10% ao ano, como a China, o que mostra que não é o número grande de habitantes que faz um país deixar de crescer.  

Um exemplo claríssimo disso é também o Japão, que não tem petróleo, não tem minérios, não tem terras, e possui a maior densidade demográfica do mundo, sendo o segundo pais em PIB entre as nações.  

Tudo isto mostra que a Igreja, “perita em humanidade”, como disse Paulo VI, tem toda a razão. Não é com políticas desumanas e anti-humanas de impedir a vida de existir, que se vai resolver os problemas das nações. Devemos dar soluções corretas para os problemas, e não soluções fáceis, rápidas, cômodas e inócuas.  

 Se na Índia, onde a densidade demográfica é de 308 hab/km quadrado, a Igreja incentiva os casais católicos a terem mais filhos, o que dizer,então, do Brasil, onde a densidade é de apenas 19 pessoas/km quadrado? O Brasil é um pais desabitado em comparação com a Índia e o Japão. 

Nada está acima da vida, por isso, a Igreja sempre esteve ao lado e em defesa dela.  

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

 

 

BRASIL ATINGE A MAIS BAIXA TAXA DE NATALIDADE

Arquivado em: Controle da Natalidade — Prof. Felipe Aquino at 9:51 pm on Segunda-feira, Setembro 17, 2007

 

 

A taxa de fecundidade do Brasil é a mais baixa já registrada no país, segundo IBGE. Os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostra que o país está envelhecendo, o que é muito triste e perigoso. A taxa de fecundidade da população em 2006, de dois nascimentos por mulher, é a menor já registrada pelo IBGE, caindo abaixo do limite da reposição. Assim como o número de filhos e a parcela mais jovem da população apresentaram queda, a faixa de pessoas com 60 anos ou mais cresceu em todas as regiões.          O índice mínimo para que um país mantenha a sua população estável, é de 2, 1 filhos/ mulher. Isto não acontece mais em nenhum país da Europa e agora também no Brasil e outros paises da América do Sul. 

O Brasil, com 2,0 filhos/ mulher, começou a se tornar um país de velhos. Quem vai trabalhar para o desenvolvimento do país? Quem vai pagar a aposentadoria dos idosos? Quem vai manter a Previdência Social? Essas perguntas já tiram o sono dos governantes dos países da Europa, onde a população já diminui sensivelmente, e o continente começa a viver o chamado “inverno demográfico; ou como dizia o Dr. Pierre Chaunu, doutor de História moderna da Sorbonne, “implosão demográfica”. 

A Europa já começa a viver a angustia do Império Romano decadente, que, segundo Dr. Pierre Chaunu, veio a desabar nas mãos dos bárbaros devido ao forte controle da natalidade e do grande número de abortos.  Os governantes europeus já se desdobram para fazer a população ter mais filhos; enquanto isso a Europa é invadida pelos imigrantes. 

Em 1950 a taxa de fecundidade do Brasil era de 6,2 filhos/mulher; hoje é de 2,0.  

O egoísmo e o comodismo de muitos casais que poderiam ter mais filhos, impedem os filhos de nascerem; muitos preferem uma vida “regalada” ao invés de terem mais filhos como manda a lei de Deus e a paternidade responsável que a Igreja Católica ensina. Os casais mais ricos que poderiam estar criando muitos filhos (médicos, advogados, dentistas, técnicos, …) para o país e para Deus, estão mergulhando no egoísmo e deixando os filhos para os pobres. Esses, por sua vez, são massacrados por uma política desumana e anti-cristã de controle da natalidade onde se usa uma distribuição irracional de anticoncepcionais, “pílulas do dia seguinte”, vasectomias e laqueaduras, como se estivéssemos lidando com gado e não com gente. O pragmatismo ateu e desumano tomou conta dos governos e de muitos pais, infelizmente. 

A população jovem, com até 25 anos, vem caindo continuamente no país. No período de 1981 a 2006, a proporção baixou de 58,2 para 44,3% do total.  

A densidade demográfica do Japão é de 310 pessoas/km quadrado; e na Europa a média é de 120 pessoas/km quadrado. Na América do Sul  é de apenas 20 pessoas/km quadrado. Essa comparação é por si mesma gritante. Isto é, a América é ainda um “Continente desabitado”, em comparação com Europa e Ásia, mas é forçada pelos países ricos a eliminar os seus filhos. Como pode ser humana uma política de natalidade que exige “impedir a vida de existir”? 

O Brasil e a América estão longe de precisar de uma política de drástico controle da natalidade; no entanto, isto já é uma triste realidade entre nós, que, sem dúvida, choraremos amargamente amanhã. Quem viver verá.  

Cabe ao menos aos casais católicos, que se amam e vivem em harmonia, respeitando as leis de Deus e da Igreja, fugirem deste doentio egoísmo ou deste medo irracional de ter filhos, e deixar que venham ao mundo as criançinhas de Deus. Como disse o grande historiador Daniel Rops, “um povo que já não quer ter filhos, é um povo muito doente”.  

O Catecismo da Igreja ensina que: “§2368 - Um aspecto particular desta responsabilidade diz respeito à regulação dos nascimentos. Por razões justas (GS 50), os esposos podem querer espaçar os nascimentos de seus filhos. Cabe-lhes verificar que seu desejo não provém  do egoísmo mas está de acordo com a justa generosidade de uma paternidade responsável. Além disso regularão seu comportamento segundo os critérios objetivos da moral.A moralidade da maneira de agir, quando se trata de harmonizar o amor conjugal com a transmissão responsável da vida, não depende apenas da intenção sincera e da reta apreciação dos motivos, mas deve ser determinada segundo critérios objetivos tirados da natureza da pessoa e de seus atos, critérios esse que respeitam o sentido integral da doação mútua e da procriação humana no contexto do verdadeiro amor. Tudo isso é impossível se a virtude da castidade conjugal não for cultivada com sinceridade (GS 51,3).” 

 

 

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

 

 

 

 

O absurdo controle da natalidade

Arquivado em: Controle da Natalidade — Prof. Felipe Aquino at 2:39 pm on Sexta-feira, Setembro 14, 2007

A QUE PONTO CHEGAMOS… 

Um província russa está  estimulando  a população a não ir ao trabalho para ter mais vida sexual e gerar filhos. A noticia foi publicada pela “Folha de São Paulo”, 13.7.2007, no  Caderno Mundo,  e diz que diante da angústia de uma taxa de natalidade nacional negativa, o governador da Província russa de Ulianovsk fez um apelo aos casais locais para que  faltassem ao trabalho ontem e usassem o tempo livre para fazer sexo.
Como estímulo, o governo anunciou que mulheres que tiverem bebês em exatamente nove meses -no dia nacional da Rússia, 12 de junho- poderão ganhar, entre outros prêmios, uma casa nova.
“Tanto faz se o bebê for menino ou menina”, disse a porta-voz da
administração regional Ielena Iakovleva. O governador, Sergei Morozov, chegou a pedir aos empregadores que dessem folga a seus funcionários ontem. “Precisamos de mais gente”, afirmou.

A iniciativa faz parte da campanha do Kremlin para aumentar a taxa de natalidade russa. O país tenta reverter a tendência de diminuição da população, que registra atualmente 700 mil pessoas a menos por ano. Com 141,4 milhões de habitantes, a Rússia conta com uma taxa de crescimento populacional negativa, de -0,48%, e com uma taxa de fertilidade de 1,39 filho por mulher, segundo projeções para 2007 do CIA Fact Book. É uma das mais baixas da Europa.  

O índice mínimo para que a população de um país fique estável é de 2,1 filhos/mulher. No Brasil este índice já chegou a 2,0; isto é, daqui para a frente o Brasil não crescerá mais em sua população; o que é um absurdo demográfico. Enquanto o Japão tem 310 pessoas por km quadrado, o Brasil tem apenas 20; isto é, quinze vezes menos.
Este é o terceiro ano que a região de Ulianovsk, onde nasceu Lênin,
dedica um dia para encorajar casais a fazer mais bebês. Em 2007, um recorde de 78 nascimentos foi registrado na maternidade do principal hospital local. Em 2006, o número foi de 26, segundo o médico Andrei Malikh. 

O mundo, lentamente, começa a se dar conta do perigo que representa o que os demógrafos estão chamando de “Inverno demográfico”; ou o que o Dr. Pierre Chaunu, da universidade de Paris, a Sorbone, chamava de “Suicídio demográfico”. 

Os historiadores afirmam que o Império romano veio a sucumbir no ano 476 sob os bárbaros em vista do alto controle da natalidade e do grande número de abortos. Algo semelhante se dá hoje na Rússia e em muitos outros paises, isto é, o número de abortos supera o número de nascimentos.  

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

BBC de Londres reconhece o perigo do Inverno demográfico

Arquivado em: Controle da Natalidade — Prof. Felipe Aquino at 8:58 pm on Quinta-feira, Agosto 16, 2007

Mais uma instituição européia, a cadeia britânica BBC, reconheceu que a Europa atravessa um “inverno demográfico”, ou o que Dr. Pierre Chaunu chama de “implosão demográfica”. Em uma recente transmissão, esta rede de televisão indicou que os “níveis populacionais em distintas partes do mundo desenvolvido estão declinando, mas isso é particularmente mais notório nos países ocidentais”, especialmente na Europa. (fonte: acidigital.com, 15.08.2007)

Por exemplo, explica a noticia que “em 1974, 100 mil bebês nasceram em Eslováquia, agora dificilmente chegam a 50 mil por ano”, menos da metade da média desse então.

O Secretário Internacional do Congresso Mundial das Famílias, Allan C. Carlson, disse que “das dez nações com as taxas de nascimentos mais baixas do mundo, nove são européias. De acordo à União Européia, a média do Continente chega a 1,37 crianças por mulher”. Sabemos que esta taxa mínima necessária para se manter a população – não para aumentar – é de 2,1 filhos por mulher. A Europa está longe disso, e por isso sua população já está em rápida diminuição. Só na Rússia a população diminui de um milhão de pessoas por ano, especialmente porque lá o número de nascimentos é menor que o de abortos.

 Com estes dados europeus, os meios como a BBC, explica Carlson, “estão começando a dar-se conta da grave crise pela qual o Congresso Mundial das Famílias falou por anos”.

“Menos crianças e uma população que envelhece gerarão uma crise que os europeus logo estão começando a observar”, adverte Carlson, e afirma que entre os efeitos desta se pode mencionar “poucos postos de trabalho, derrota nos impostos e cada vez menos adultos que terão que encarregar-se de cada vez mais e mais pessoas idosas”. Isto gera forte crise no sistema previdenciário.

Consequentemente a Europa vai sendo invadida por muçulmanos, africanos e asiáticos que vão suprindo a falta de mão de obra. Embora a imigração seja bem vista pela Igreja como um preceito da caridade, no entanto a destruição da rica cultura européia, que é a base da civilização cristã ocidental começa a correr risco.

Também o Brasil já entrou para o rol dos países onde a população tende a se estabilizar, pois já chegamos ao índice de apenas 2,0 filhos por mulher. O Brasil, e os demais paises latino americanos têm, em média, apenas cerca de 18 pessoas por km quadrado, enquanto que o Japão tem 300; e a Europa em média 120. Quer dizer, a América Latina é um continente vazio em comparação com a Europa e Ásia. Por que, então, controlar-se radicalmente a natalidade? A quem interessa? Não é ao Brasil.

É bom notar que os paises que hoje tem maior desenvolvimento econômico são exatamente os mais populosos: China e Índia…  

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

 

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