19. julho 2008 · 7 comments · Categories: RCC

  

A Renovação Carismática Católica realizará de 24 a 27 de julho, em Guaratinguetá, SP, mais um Congresso Nacional, com a participação dos seus principais líderes:  Monsenhor Jonas Abib – Comunidade Canção Nova;  Pe. Eduardo Doughert – TV Século XXI; e com a presença de Pregadores conhecidos como: Dom Alberto Taveira (Arcebispo de Palmas – TO); Dom Azcona (Bispo da Prelazia de Marajó); Marcos Volcan (Presidente da RCC Brasil); Pe. Adilson (RCC – Pernambuco); Wilson e Marli Gabriel (Coord. Nacionais Do Ministério para as Famílias); Ironi Spuldaro; Lázaro Praxedes; Marizete ( Ministério de Fé e Política). 

A Renovação Carismática Católica completou 40 anos no anos passado e sempre recebeu apoio dos papas. Ela começou nos Estados Unidos e se espalhou rapidamente por todo o mundo católico como um novo Pentecostes trazendo uma bela renovação para a Igreja. Já em 1973 o Papa Paulo VI recebia no Vaticano, com o falecido cardeal Leo Joseph Suenens, os lideres da RCC no mundo. Paulo VI os acolheu com alegria.  

Podemos dizer que o Papa João XXIII foi precursor da RCC. Ao abrir o Concilio Vaticano II, em 1963 ele rezou: “Repita-se no povo cristão o espetáculo dos Apóstolos reunidos em Jerusalém, depois da ascensão de Jesus ao céu, quando a Igreja nascente se encontrou reunida em comunhão de pensamento e de oração com Pedro e em torno de Pedro, pastor dos cordeiros e das ovelhas. Digne-se o Divino Espírito escutar da forma mais consoladora a oração que sobe a Ele de todas as partes da terra. Que Ele renove em nosso tempo os prodígios como de um novo Pentecostes, e conceda que a Santa Igreja, permanecendo unânime na oração, com Maria, a Mãe de Jesus, e sob a direção de Pedro, dilate o Reino do Divino Salvador, Reino de Verdade e Justiça, Reino de amor e de paz”. 

No pontificado de João Paulo II a RCC foi reconhecida pelo “Conselho Pontifício para os Leigos”, e hoje envolve mais de 120 milhões de católicos em todo o mundo. Ela tem um organismo internacional; existe o escritório dos «Serviços Internacionais da Renovação Carismática Católica» (ICRSS, por suas siglas em inglês), com sede no Vaticano.  

O Papa João Paulo II sempre acolheu amorosamente a RCC; e muitas vezes recebeu os seus líderes em audiência. É importante recordar as suas palavras por causa de suas preciosas orientações.  

Em 1992 João Paulo II disse aos líderes da RCC:“Na alegria e na paz do Espírito Santo, dou as boas vindas ao Conselho Internacional da Renovação Carismática Católica. No momento em que comemorais o 25° aniversário de fundação da Renovação Carismática Católica, uno-me de bom grado a vós, na ação de graças a Deus pelos inúmeros frutos que ela deu à vida da Igreja. A Renovação surgiu nos anos que se seguiram ao Concílio Vaticano II, e foi um dom particular do Espírito Santo à Igreja. Foi sinal do desejo que muitos católicos tinham de viver, de maneira mais plena, a sua própria dignidade e vocação batismal, como filhos e filhas adotivas do Pai, de conhecer a força redentora de Cristo, nosso Salvador, numa experiência mais intensa de oração pessoal e coletiva, e de seguir o ensinamento das Escrituras mediante a sua leitura, à luz do mesmo Espírito que inspirou o seu autor. Certamente um dos resultados mais importantes desse despertar espiritual foi a aumentada sede de santidade, visível nas vidas das pessoas individualmente e na Igreja inteira… Neste momento da história da Igreja, a Renovação Carismática pode desempenhar um papel significativo na promoção da defesa, extremamente necessária, da vida cristã, nas sociedades em que o secularismo e o materialismo enfraqueceram a capacidade que as pessoas têm de responder ao Espírito e de discernir o chamamento amoroso de Deus. O vosso contributo para a re-evangelização da sociedade será efetuado, em primeiro lugar, mediante o testemunho pessoal do Espírito que habita em nós e  mediante a demonstração da Sua  presença, com obras de santidade e de solidariedade… Independentemente da forma que a Renovação Carismática assumir – nas orações de grupo, nas comunidades conventuais de vida e de serviço – o sinal da sua fecundidade espiritual será sempre o fortalecimento da comunhão com a Igreja universal e com as Igrejas locais… Ao mesmo tempo o aprofundamento da vossa identidade católica, haurindo da riqueza espiritual da Tradição católica, é uma parte insubstituível do vosso contributo ao diálogo ecumênico autêntico que, alimentado pela graça do Espírito Santo, deve levar à perfeição da “comunhão na unidade, na confissão de uma só  fé, na comum celebração do culto divino e na fraterna concórdia da família de Deus”(Unitatis redintegratio, 2).(L’Osservatore Romano, n. 15, 12/4/1992, 4 (184)) 

Aos participantes do IX Congresso Internacional da Renovação Carismática em outubro 1998, o Papa disse:“Vocês pertencem a um movimento eclesial. A palavra eclesial implica numa tarefa precisa de formação cristã, envolvendo uma profunda convergência de fé e vida. A fé entusiástica que dá vida às suas comunidades deve ser acompanhada por uma formação cristã que seja abrangente e fiel ao ensinamento da Igreja.”(L’Osservatore Romano, nov 1998.) 

Quando da Conferência Internacional da Renovação na Itália em outubro de 1998, ele lhes disse:”A Renovação Carismática Católica tem ajudado muitos cristãos a redescobrirem a presença e o poder do Espírito Santo em suas vidas, na vida da Igreja e do mundo; e esta redescoberta tem levantado neles uma fé em Cristo cheia de alegria, um grande amor pela Igreja e uma generosa dedicação a sua missão evangelizadora. No ano de 1998 em que dedicamos ao Espírito Santo, eu me uni a vocês no louvor à Deus pelos preciosos frutos que Ele quis trazer à maturidade em suas comunidades e através delas, às Igrejas particulares. Como líderes da Renovação Carismática Católica, uma de suas primeiras tarefas é a de preservar a identidade das comunidades carismáticas espalhadas pelo mundo inteiro, incentivando-as sempre a manter uma ligação estreita e hierárquica com os bispos e com o Papa.” 

Os cardeais da Cúria Romana sempre participaram dos eventos da RCC. No XXVII Congresso Nacional italiano, em Rímini, em 30 de abril de 2004 (ZENIT.org) estiveram presentes o cardeal Giovanni Battista Re, então Prefeito da Congregação para os Bispos, o cardeal Francis Arinze, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos e o padre Raniero Cantalamessa, pregador da Casa Pontifícia. Isto mostra o real apoio da Santa Sé a RCC. Ninguém pode negar isto.  

A Renovação Carismática não é um movimento uniforme; mas, como dizia o cardeal Suenens e diz o padre Raniero Cantalamessa, “é uma corrente de graça para toda a Igreja católica.” Ela não é um simples movimento a mais da Igreja; é a própria Igreja em movimento pelo poder do Espírito Santo. Todos os cristãos de todos os movimentos precisam ser renovados no Espírito Santo; e esta é a missão da RCC.  

O Pe. Raniero Cantalamessa, que desde 1978 é o Pregador da Casa Pontifícia, em entrevista concedida à agencia Zenit
em Castel Gandolfo, em 25set 2003, disse:   “O batismo no Espírito não é uma invenção humana, é uma invenção divina. É uma renovação do batismo e de toda a vida cristã, de todos os sacramentos. Para mim – ele disse – foi também uma renovação de minha profissão religiosa, de minha confirmação, de minha ordenação sacerdotal… É a graça de um novo Pentecostes… É uma vinda do Espírito Santo que se traduz em arrependimento dos pecados, que faz ver a vida de uma maneira nova, que revela Jesus como o Senhor vivo – não como um personagem do passado – e a Bíblia se converte em uma palavra viva. A verdade é que não se pode explicar. Para mim tudo o que passou desde 1977 é um fruto de meu batismo no Espírito. Era professor na Universidade. Dedicava-me à pesquisa científica na história das origens cristãs. E quando aceitei não sem resistência esta experiência, depois tive o chamado de deixar tudo e colocar-me à disposição da pregação, e também a nomeação como pregador da Casa Pontifícia chegou depois de que tinha experimentado esta «ressurreição». Vejo isso como uma grande graça. Depois de minha vocação religiosa, a Renovação Carismática foi a graça mais assinalada de minha vida… Quero dizer aos fiéis, aos bispos, aos sacerdotes, que não tenham medo. Desconheço por que há medo. Talvez em alguma medida porque esta experiência começou entre outras confissões cristãs, como pentecostais e protestantes. Contudo, o Papa não tem medo. Falou dos movimentos eclesiais, inclusive da Renovação Carismática, como de sinais de uma nova primavera da Igreja, e muito com freqüência faz referência na importância disso. E Paulo VI afirmou que era uma oportunidade para a Igreja. Não há que ter medo.”  

Todas essas palavras do Papa João Paulo II e do Pregador do Papa, mostram a grande importância da RCC para a Igreja.  

O Papa Bento XVI também ama a RCC; ainda como cardeal e Prefeito da Congregação da Fé, em entrevista ao jornalista italiano Vitório Messori disse: “Certamente [a Renovação no Espírito]  trata-se de uma esperança, de um positivo sinal dos tempos, de um dom de Deus para a nossa época. È a redescoberta da alegria e da riqueza da oração contra a teoria e práxis sempre mais enrijecidas e ressecadas no tradicionalismo secularizado. Eu mesmo constatei pessoalmente a sua eficácia: em Munique, algumas boas vocações ao sacerdócio vieram-me do movimento. Como em todas as realidades entregues ao homem, dizia eu, também esta é exposta a equívocos, a mal-entendidos e a exageros. O perigo, porém, seria ver apenas os  riscos, e não o dom que nos é oferecido pelo Espírito. A necessária cautela não muda, portanto, o juízo positivo do conjunto.” (V. Messori, J. Ratzinger, A Fé em Crise? O Cardeal Ratzinger se interroga. E.P.U, São Paulo, 1985, pg. 117-118)

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

26. julho 2007 · 1 comment · Categories: RCC

A Renovação Carismática Católica completa 40 anos. Ela começou nos Estados Unidos e se espalhou rapidamente por todo o mundo católico como um novo Pentecostes trazendo uma bela renovação para a Igreja. Tudo começou quando em 18 de fevereiro de 1967, trinta estudantes e professores da universidade de Duquesne (Pensilvânia, Estados Unidos), fizeram um retiro espiritual para aprofundar na força do Espírito dentro da Igreja primitiva, lendo e meditando os Atos dos Apóstolos.  

Já em 1973 o Papa Paulo VI recebia no Vaticano, com o falecido cardeal Leo Joseph Suenens, os lideres da RCC no mundo. Paulo VI os acolheu com alegria.  

Podemos dizer que o Papa João XXIII foi precursor da RCC. Ao abrir o Concilio Vaticano II, em 1963 ele rezou: “Repita-se no povo cristão o espetáculo dos Apóstolos reunidos em Jerusalém, depois da ascensão de Jesus ao céu, quando a Igreja nascente se encontrou reunida em comunhão de pensamento e de oração com Pedro e em torno de Pedro, pastor dos cordeiros e das ovelhas. Digne-se o Divino Espírito escutar da forma mais consoladora a oração que sobe a Ele de todas as partes da terra. Que Ele renove em nosso tempo os prodígios como de um novo Pentecostes, e conceda que a Santa Igreja, permanecendo unânime na oração, com Maria, a Mãe de Jesus, e sob a direção de Pedro, dilate o Reino do Divino Salvador, Reino de Verdade e Justiça, Reino de amor e de paz”. 

No pontificado de João Paulo II a RCC foi reconhecida pelo “Conselho Pontifício para os Leigos”, e hoje envolve mais de 120 milhões de católicos em todo o mundo. Ela tem um organismo internacional; existe o escritório dos «Serviços Internacionais da Renovação Carismática Católica» (ICRSS, por suas siglas em inglês), com sede no Vaticano.  

O Papa João Paulo II sempre acolheu amorosamente a RCC; e muitas vezes recebeu os seus líderes em audiência. É importante recordar as suas palavras por causa de suas preciosas orientações.  

Em 1992 João Paulo II disse aos líderes da RCC:“Na alegria e na paz do Espírito Santo, dou as boas vindas ao Conselho Internacional da Renovação Carismática Católica. No momento em que comemorais o 25° aniversário de fundação da Renovação Carismática Católica, uno-me de bom grado a vós, na ação de graças a Deus pelos inúmeros frutos que ela deu à vida da Igreja. A Renovação surgiu nos anos que se seguiram ao Concílio Vaticano II, e foi um dom particular do Espírito Santo à Igreja. Foi sinal do desejo que muitos católicos tinham de viver, de maneira mais plena, a sua própria dignidade e vocação batismal, como filhos e filhas adotivas do Pai, de conhecer a força redentora de Cristo, nosso Salvador, numa experiência mais intensa de oração pessoal e coletiva, e de seguir o ensinamento das Escrituras mediante a sua leitura, à luz do mesmo Espírito que inspirou o seu autor. Certamente um dos resultados mais importantes desse despertar espiritual foi a aumentada sede de santidade, visível nas vidas das pessoas individualmente e na Igreja inteira… Neste momento da história da Igreja, a Renovação Carismática pode desempenhar um papel significativo na promoção da defesa, extremamente necessária, da vida cristã, nas sociedades em que o secularismo e o materialismo enfraqueceram a capacidade que as pessoas têm de responder ao Espírito e de discernir o chamamento amoroso de Deus. O vosso contributo para a re-evangelização da sociedade será efetuado, em primeiro lugar, mediante o testemunho pessoal do Espírito que habita em nós e  mediante a demonstração da Sua  presença, com obras de santidade e de solidariedade… Independentemente da forma que a Renovação Carismática assumir – nas orações de grupo, nas comunidades conventuais de vida e de serviço – o sinal da sua fecundidade espiritual será sempre o fortalecimento da comunhão com a Igreja universal e com as Igrejas locais… Ao mesmo tempo o aprofundamento da vossa identidade católica, haurindo da riqueza espiritual da Tradição católica, é uma parte insubstituível do vosso contributo ao diálogo ecumênico autêntico que, alimentado pela graça do Espírito Santo, deve levar à perfeição da “comunhão na unidade, na confissão de uma só  fé, na comum celebração do culto divino e na fraterna concórdia da família de Deus”(Unitatis redintegratio, 2).(L’Osservatore Romano, n. 15, 12/4/1992, 4 (184)) 

Aos participantes do IX Congresso Internacional da Renovação Carismática em outubro 1998, o Papa disse:“Vocês pertencem a um movimento eclesial. A palavra eclesial implica numa tarefa precisa de formação cristã, envolvendo uma profunda convergência de fé e vida. A fé entusiástica que dá vida às suas comunidades deve ser acompanhada por uma formação cristã que seja abrangente e fiel ao ensinamento da Igreja.”(L’Osservatore Romano, nov 1998.) 

Quando da Conferência Internacional da Renovação na Itália em outubro de 1998, ele lhes disse:“A Renovação Carismática Católica tem ajudado muitos cristãos a redescobrirem a presença e o poder do Espírito Santo em suas vidas, na vida da Igreja e do mundo; e esta redescoberta tem levantado neles uma fé em Cristo cheia de alegria, um grande amor pela Igreja e uma generosa dedicação a sua missão evangelizadora. No ano de 1998 em que dedicamos ao Espírito Santo, eu me uni a vocês no louvor à Deus pelos preciosos frutos que Ele quis trazer à maturidade em suas comunidades e através delas, às Igrejas particulares. Como líderes da Renovação Carismática Católica, uma de suas primeiras tarefas é a de preservar a identidade das comunidades carismáticas espalhadas pelo mundo inteiro, incentivando-as sempre a manter uma ligação estreita e hierárquica com os bispos e com o Papa.” 

Os cardeais da Cúria Romana sempre participaram dos eventos da RCC. No XXVII Congresso Nacional italiano, em Rímini, em 30 de abril de 2004 (ZENIT.org) estiveram presentes o cardeal Giovanni Battista Re, então Prefeito da Congregação para os Bispos, o cardeal Francis Arinze, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos e o padre Raniero Cantalamessa, pregador da Casa Pontifícia. Isto mostra o real apoio da Santa Sé a RCC. Ninguém pode negar isto.  

A Renovação Carismática não é um movimento uniforme; mas, como dizia o cardeal Suenens e diz o padre Raniero Cantalamessa, “é uma corrente de graça para toda a Igreja católica.” Ela não é um simples movimento a mais da Igreja; é a própria Igreja em movimento pelo poder do Espírito Santo. Todos os cristãos de todos os movimentos precisam ser renovados no Espírito Santo; e esta é a missão da RCC.  

Vale a pena ler o testemunho pessoal do Pe. Raniero Cantalamessa, que desde 1978 é o Pregador da Casa Pontifícia, em entrevista concedida à agencia Zenit
em Castel Gandolfo, em 25set 2003:
   “O batismo no Espírito não é uma invenção humana, é uma invenção divina. É uma renovação do batismo e de toda a vida cristã, de todos os sacramentos. Para mim – ele disse – foi também uma renovação de minha profissão religiosa, de minha confirmação, de minha ordenação sacerdotal. Todo o organismo espiritual se reaviva como quando o vento sopra sobre uma chama. Por que o Senhor decidiu atuar neste tempo desta maneira tão forte? Não sabemos. É a graça de um novo Pentecostes… É uma vinda do Espírito Santo que se traduz em arrependimento dos pecados, que faz ver a vida de uma maneira nova, que revela Jesus como o Senhor vivo – não como um personagem do passado – e a Bíblia se converte em uma palavra viva. A verdade é que não se pode explicar. Para mim tudo o que passou desde 1977 é um fruto de meu batismo no Espírito. Era professor na Universidade. Dedicava-me à pesquisa científica na história das origens cristãs. E quando aceitei não sem resistência esta experiência, depois tive o chamado de deixar tudo e colocar-me à disposição da pregação, e também a nomeação como pregador da Casa Pontifícia chegou depois de que tinha experimentado esta «ressurreição». Vejo isso como uma grande graça. Depois de minha vocação religiosa, a Renovação Carismática foi a graça mais assinalada de minha vida… Quero dizer aos fiéis, aos bispos, aos sacerdotes, que não tenham medo. Desconheço por que há medo. Talvez em alguma medida porque esta experiência começou entre outras confissões cristãs, como pentecostais e protestantes. Contudo, o Papa não tem medo. Falou dos movimentos eclesiais, inclusive da Renovação Carismática, como de sinais de uma nova primavera da Igreja, e muito com freqüência faz referência na importância disso. E Paulo VI afirmou que era uma oportunidade para a Igreja. Não há que ter medo.”  

Todas essas palavras do Papa João Paulo II e do Pregador do Papa, mostram a grande importância da RCC para a Igreja.  

O Papa Bento XVI também ama a RCC; ainda como cardeal e Prefeito da Congregação da Fé, em entrevista ao jornalista italiano Vitório Messori disse: “Certamente [a Renovação no Espírito]  trata-se de uma esperança, de um positivo sinal dos tempos, de um dom de Deus para a nossa época. È a redescoberta da alegria e da riqueza da oração contra a teoria e práxis sempre mais enrijecidas e ressecadas no tradicionalismo secularizado. Eu mesmo constatei pessoalmente a sua eficácia: em Munique, algumas boas vocações ao sacerdócio vieram-me do movimento. Como em todas as realidades entregues ao homem, dizia eu, também esta é exposta a equívocos, a mal-entendidos e a exageros. O perigo, porém, seria ver apenas os  riscos, e não o dom que nos é oferecido pelo Espírito. A necessária cautela não muda, portanto, o juízo positivo do conjunto.” (V. Messori, J. Ratzinger, A Fé em Crise? O Cardeal Ratzinger se interroga. E.P.U, São Paulo, 1985, pg. 117-118)O atual Presidente do Pontifício Conselho dos Leigos, o Arcebispo e cardeal Stanilaw Rylko, que foi secretário de João Paulo II aprecia profundamente a RCC como já disse várias vezes.  

Há 34 anos eu estou na RCC; participei de dezenas de Experiências no Espírito Santo; viajei e viajo pelo Brasil todo e por alguns paises pregando retiros às pessoas e grupos ligados à RCC; e sou testemunha ocular do bem que faz a Igreja. Os ginásios de esporte, os auditórios e os campos de futebol se enchem de milhares de pessoas que rezam com fervor, cantam alegremente e louvam a Deus do fundo da alma. Surgem por todo o mundo Comunidades de leigos, consagrados ao serviço de Deus e da Igreja; elas são a nova força da Igreja; satisfazem o que pediu o Papa João Paulo II, “uma nova evangelização”, com novo ardor, novos métodos e nova expressão; é tudo o que acontece hoje na RCC.  Seus frutos são enormes: conversões em massa, famílias restauradas em Deus, jovens que abandonam o crime, a droga, a bebida e todas as formas de vícios, e tantos que se consagram a Deus.  

Pode haver sim erros e até alguns abusos na RCC por parte de pessoas despreparadas e que não têm uma boa formação religiosa; mas cabe aos sacerdotes corrigir os erros e formar o povo, sem destruir o que é bom.   

 

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

22. junho 2007 · 5 comments · Categories: RCC

RCC Brasil

O Ministério de Fé e Política da Renovação Carismática Católica-RCC, com conhecimento e apoio da presidência do Conselho Nacional da RCC, convoca todas as lideranças de Grupos de Oração, comunidades vinculadas à RCC, Cidades, Dioceses, Arquidioceses e Estados a organizarem, em nível de cidade ou de diocese, manifestação pública por meio de passeata, denominada GRITO PELA VIDA, dia 30 de junho de 2007.

Nesta manifestação iremos orar, cantar e denunciar toda e qualquer agressão contra a vida humana, principalmente o Projeto de Lei 1135/91, que prevê a total descriminalização do aborto em nosso País , com o agravante de que até a 12ª semana de gestação seja assegurada a cobertura deste crime pelo SUS e pelos Planos de Saúde do Brasil.

Ressalta que com a aprovação deste PL o aborto estará completamente liberado no Brasil, desde o início da gestação até o momento do parto, uma vez que o PL corrobora no seu art. 9º a revogação dos artigos 124, 126, 127 e 128 do Código Penal Brasileiro, eliminando assim, definitivamente, da legislação brasileira a tipificação do aborto como crime. Será mantido apenas o art. 125, que prevê o caso de falta de consentimento da gestante.

Solicita que a manifestação pública se realize mediante contato e aprovação dos senhores bispos e que se tente também envolver outros setores da Igreja local, lembrando que todos os cristãos católicos devem se posicionar frente aos ensinamentos da Igreja sobre a importância da vida e às palavras do Papa em defesa da família e acolhida das mulheres.

Ressalta também a importância de estarmos equipados para confrontar a questão do aborto com propriedade e conhecimento. Assim sendo, solicita que, na medida do possível, as pessoas que freqüentam o Grupo de Oração sejam esclarecidas a respeito dessa tentativa de descriminalização do aborto e que seja incluído um tempo de clamor e intercessão, em cada reunião do Grupo de Oração, para que esta lei não seja aprovada. Se assim fizermos, estaremos envolvendo toda RCC nesta luta pela vida e defesa da nossa fé.

“Levantemos nossa pátria de seu abatimento e lutemos por nosso povo e nossa religião”. (I Mac 3,43)

Marcos Volcan
Presidente do Conselho Nacional da RCC

Marizete Nascimento
Coordenadora Nacional do Ministério de Fé e Política Autor: Renovação Carismática Católica do Brasil

22. fevereiro 2007 · 8 comments · Categories: RCC

Esta entrevista foi dada em 21 fev 2007 a Comunidade Dei Verbum; www.deiverbum.com.br

Como um ícone Igreja no Brasil como você se sente neste momento de Festa da Igreja?

Eu me sinto muito feliz com os 40 anos da RCC no Brasil e no mundo; porque de fato é um renovar do Pentecostes

na vida da Igreja. Nesses tempos tristes de tantas heresias, seitas, relativismo religioso e moral, desrespeito e desobediência ao Papa e à Igreja, a RCC veio como um antídoto a tudo que atrapalha a verdadeira evangelização. A triste Teologia da Libertação lançou a Igreja na América em uma politização perigosa, falsificou o Evangelho de Cristo e quase eliminou o Sagrado e o verdadeiro catolicismo; mas Deus nos socorreu com a RCC ,entre outros bons movimentos. Alegro-me porque estou na RCC desde 1974 e nunca me arrependi. Ela está resgatando o verdadeiro catolicismo: amor a Igreja, amor e obediência ao Papa e aos Bispos, amor á oração, à adoração do Santíssimo, o amor a Maria e a oração do Rosário, a meditação da Palavra de Deus, a vida sacramental madura, a fuga do pecado, a busca da santidade.

Como a Igreja, seus presbíteros e seus bispos veêm esse momento?

A RCC soube mostrar aos bispos e presbiteros que ela é séria e veio mesmo do Espirito Santo, e, portanto para ficar e para renovar a Igreja. Os bispos e presbiteros de boa vontade viram e veêm os seus frutos de conversão e de salvação e não podem negar isto. A CNBB através do doc. 53 aprovou tranquilamente a RCC no Brasil, o que todos os Papas já fizeram várias vezes para o mundo todo ao receberem os líderes mundiais da RCC muitas vezes. Bento XVI ama a RCC; ele disse isso.  

Como a RCC no Brasil deveria comemorar o seu jubileu dos 40 anos?

Para mim o maior fruto pastoral da RCC no Brasil e no mundo foram os Grupos de Oração, a fonte de maior resgate do povo católico enganado pelas seitas e pelo protestantismo; além de ser uma fonte de conversão, formação, santificação do nosso povo. Então, eu penso que a celebração dos 40 anos da RCC deveria ser no sentido de fomentar o nascimento e o crescimento dos Grupos de Oração: para homens, mulheres, crianças, jovens, etc… nas escolas, nas fábricas, nas ruas, nos jardins, nas praias, nas universidades, nos aeroportos, nos portos, nas rodovias, nas rodoviárias, nos shoppings… enfim, onde houver gente. É a melhor forma de anular o triste efeito das seitas que levam tantos batizados na Igreja.

Diga para os internautas O que é Celebrar Pentecostes?

É deixar que o Espírito Santo tome conta e dirija a sua vida para ela não ser uma vida medíocre e sem sentido.

É renunciar a todo pecado e fazer uma boa Confissão; é participar da Santa Missa e comungar , se puder todo dia; é rezar o seu Terço ou Rosário todos os dias; é ler e meditar a Palavra de Deus inspirada pelo Espírito Santo; é estudar o Catecismo da Igreja todos os dias; é estar um tempo com Jesus no Sacrário todos os dias; é vigiar e orar sem cessar; é aceitar na fé o sofrimento que não pode ser eliminado, e oferece-lo ao Senhor para a Redenção dos homens…

Agradecendo sua atenção, deixe aos internautas uma convocação e um convite para Celebrar esses 40 anos de RCC no Brasil.

Meu amigo internauta, se você conhece ainda esta bênção que é a RCC, não deixe para amanhã, conheça-a já através de uma Comunidade de Vida ou de Aliança ou de um Grupo de Oração; abra-se para ao fogo do Espírito Santo é você será uma nova criatura a serviço de Deus, da Igreja e dos irmãos.

A Renovação Carismática Católica vai completar 40 anos em 2007. Ela começou nos Estados Unidos e se espalhou rapidamente por todo o mundo católico como um novo Pentecostes trazendo uma bela renovação para a Igreja. Tudo começou quando em 18 de fevereiro de 1967, trinta estudantes e professores da universidade de Duquesne (Pensilvânia, Estados Unidos), fizeram um retiro espiritual para aprofundar na força do Espírito dentro da Igreja primitiva, lendo e meditando os Atos dos Apóstolos.

Já em 1973 o Papa Paulo VI recebia no Vaticano, com o falecido cardeal Leo Joseph Suenens, os lideres da RCC no mundo. Paulo VI os acolheu com alegria.

Podemos dizer que o Papa João XXIII foi precursor da RCC. Ao abrir o Concilio Vaticano II, em 1963 ele rezou: “Repita-se no povo cristão o espetáculo dos Apóstolos reunidos em Jerusalém, depois da ascensão de Jesus ao céu, quando a Igreja nascente se encontrou reunida em comunhão de pensamento e de oração com Pedro e em torno de Pedro, pastor dos cordeiros e das ovelhas. Digne-se o Divino Espírito escutar da forma mais consoladora a oração que sobe a Ele de todas as partes da terra. Que Ele renove em nosso tempo os prodígios como de um novo Pentecostes, e conceda que a Santa Igreja, permanecendo unânime na oração, com Maria, a Mãe de Jesus, e sob a direção de Pedro, dilate o Reino do Divino Salvador, Reino de Verdade e Justiça, Reino de amor e de paz”.

No pontificado de João Paulo II a RCC foi reconhecida pelo “Conselho Pontifício para os Leigos”, e hoje envolve mais de 120 milhões de católicos em todo o mundo. Ela tem um organismo internacional; existe o escritório dos «Serviços Internacionais da Renovação Carismática Católica» (ICRSS, por suas siglas em inglês), com sede no Vaticano.

O Papa João Paulo II sempre acolheu amorosamente a RCC; e muitas vezes recebeu os seus líderes em audiência. É importante recordar as suas palavras por causa de suas preciosas orientações.

Em 1992 João Paulo II disse aos líderes da RCC:

“Na alegria e na paz do Espírito Santo, dou as boas vindas ao Conselho Internacional da Renovação Carismática Católica. No momento em que comemorais o 25° aniversário de fundação da Renovação Carismática Católica, uno-me de bom grado a vós, na ação de graças a Deus pelos inúmeros frutos que ela deu à vida da Igreja. A Renovação surgiu nos anos que se seguiram ao Concílio Vaticano II, e foi um dom particular do Espírito Santo à Igreja. Foi sinal do desejo que muitos católicos tinham de viver, de maneira mais plena, a sua própria dignidade e vocação batismal, como filhos e filhas adotivas do Pai, de conhecer a força redentora de Cristo, nosso Salvador, numa experiência mais intensa de oração pessoal e coletiva, e de seguir o ensinamento das Escrituras mediante a sua leitura, à luz do mesmo Espírito que inspirou o seu autor. Certamente um dos resultados mais importantes desse despertar espiritual foi a aumentada sede de santidade, visível nas vidas das pessoas individualmente e na Igreja inteira… Neste momento da história da Igreja, a Renovação Carismática pode desempenhar um papel significativo na promoção da defesa, extremamente necessária, da vida cristã, nas sociedades em que o secularismo e o materialismo enfraqueceram a capacidade que as pessoas têm de responder ao Espírito e de discernir o chamamento amoroso de Deus. O vosso contributo para a re-evangelização da sociedade será efetuado, em primeiro lugar, mediante o testemunho pessoal do Espírito que habita em nós e  mediante a demonstração da Sua  presença, com obras de santidade e de solidariedade… Independentemente da forma que a Renovação Carismática assumir – nas orações de grupo, nas comunidades conventuais de vida e de serviço – o sinal da sua fecundidade espiritual será sempre o fortalecimento da comunhão com a Igreja universal e com as Igrejas locais… Ao mesmo tempo o aprofundamento da vossa identidade católica, haurindo da riqueza espiritual da Tradição católica, é uma parte insubstituível do vosso contributo ao diálogo ecumênico autêntico que, alimentado pela graça do Espírito Santo, deve levar à perfeição da “comunhão na unidade, na confissão de uma só  fé, na comum celebração do culto divino e na fraterna concórdia da família de Deus”(Unitatis redintegratio, 2).(L’Osservatore Romano, n. 15, 12/4/1992, 4 (184))Aos participantes do IX Congresso Internacional da Renovação Carismática em outubro 1998, o Papa disse:“Vocês pertencem a um movimento eclesial. A palavra eclesial implica numa tarefa precisa de formação cristã, envolvendo uma profunda convergência de fé e vida. A fé entusiástica que dá vida às suas comunidades deve ser acompanhada por uma formação cristã que seja abrangente e fiel ao ensinamento da Igreja.”(L’Osservatore Romano, nov 1998.)

Quando da Conferência Internacional da Renovação na Itália em outubro de 1998, ele lhes disse:

“A Renovação Carismática Católica tem ajudado muitos cristãos a redescobrirem a presença e o poder do Espírito Santo em suas vidas, na vida da Igreja e do mundo; e esta redescoberta tem levantado neles uma fé em Cristo cheia de alegria, um grande amor pela Igreja e uma generosa dedicação a sua missão evangelizadora. No ano de 1998 em que dedicamos ao Espírito Santo, eu me uni a vocês no louvor à Deus pelos preciosos frutos que Ele quis trazer à maturidade em suas comunidades e através delas, às Igrejas particulares. Como líderes da Renovação Carismática Católica, uma de suas primeiras tarefas é a de preservar a identidade das comunidades carismáticas espalhadas pelo mundo inteiro, incentivando-as sempre a manter uma ligação estreita e hierárquica com os bispos e com o Papa.”

Os cardeais da Cúria Romana sempre participaram dos eventos da RCC. No XXVII Congresso Nacional italiano, em Rímini, em 30 de abril de 2004 (ZENIT.org) estiveram presentes o cardeal Giovanni Battista Re, então Prefeito da Congregação para os Bispos, o cardeal Francis Arinze, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos e o padre Raniero Cantalamessa, pregador da Casa Pontifícia. Isto mostra o real apoio da Santa Sé a RCC. Ninguém pode negar isto.

A Renovação Carismática não é um movimento uniforme; mas, como dizia o cardeal Suenens e diz o padre Raniero Cantalamessa, “é uma corrente de graça para toda a Igreja católica.” Ela não é um simples movimento a mais da Igreja; é a própria Igreja em movimento pelo poder do Espírito Santo. Todos os cristãos de todos os movimentos precisam ser renovados no Espírito Santo; e esta é a missão da RCC.

Vale a pena ler o testemunho pessoal do Pe. Raniero Cantalamessa, que desde 1978 é o Pregador da Casa Pontifícia, em entrevista concedida à agencia Zenit
em Castel Gandolfo, em 25set 2003:

   “O batismo no Espírito não é uma invenção humana, é uma invenção divina. É uma renovação do batismo e de toda a vida cristã, de todos os sacramentos. Para mim – ele disse – foi também uma renovação de minha profissão religiosa, de minha confirmação, de minha ordenação sacerdotal. Todo o organismo espiritual se reaviva como quando o vento sopra sobre uma chama. Por que o Senhor decidiu atuar neste tempo desta maneira tão forte? Não sabemos. É a graça de um novo Pentecostes… É uma vinda do Espírito Santo que se traduz em arrependimento dos pecados, que faz ver a vida de uma maneira nova, que revela Jesus como o Senhor vivo – não como um personagem do passado – e a Bíblia se converte em uma palavra viva. A verdade é que não se pode explicar. Para mim tudo o que passou desde 1977 é um fruto de meu batismo no Espírito. Era professor na Universidade. Dedicava-me à pesquisa científica na história das origens cristãs. E quando aceitei não sem resistência esta experiência, depois tive o chamado de deixar tudo e colocar-me à disposição da pregação, e também a nomeação como pregador da Casa Pontifícia chegou depois de que tinha experimentado esta «ressurreição». Vejo isso como uma grande graça. Depois de minha vocação religiosa, a Renovação Carismática foi a graça mais assinalada de minha vida… Quero dizer aos fiéis, aos bispos, aos sacerdotes, que não tenham medo. Desconheço por que há medo. Talvez em alguma medida porque esta experiência começou entre outras confissões cristãs, como pentecostais e protestantes. Contudo, o Papa não tem medo. Falou dos movimentos eclesiais, inclusive da Renovação Carismática, como de sinais de uma nova primavera da Igreja, e muito com freqüência faz referência na importância disso. E Paulo VI afirmou que era uma oportunidade para a Igreja. Não há que ter medo.”

Todas essas palavras do Papa João Paulo II e do Pregador do Papa, mostram a grande importância da RCC para a Igreja. O Papa Bento XVI também ama a RCC; ainda como cardeal e Prefeito da Congregação da Fé, em entrevista ao jornalista italiano Vitório Messori disse: “Certamente [a Renovação no Espírito]  trata-se de uma esperança, de um positivo sinal dos tempos, de um dom de Deus para a nossa época. È a redescoberta da alegria e da riqueza da oração contra a teoria e práxis sempre mais enrijecidas e ressecadas no tradicionalismo secularizado. Eu mesmo constatei pessoalmente a sua eficácia: em Munique, algumas boas vocações ao sacerdócio vieram-me do movimento. Como em todas as realidades entregues ao homem, dizia eu, também esta é exposta a equívocos, a mal-entendidos e a exageros. O perigo, porém, seria ver apenas os  riscos, e não o dom que nos é oferecido pelo Espírito. A necessária cautela não muda, portanto, o juízo positivo do conjunto.”

O atual Presidente do Pontifício Conselho dos Leigos, o Arcebispo e cardeal Stanilaw Rylko, que foi secretário de João Paulo II aprecia profundamente a RCC como já disse várias vezes.

Há 32 anos eu estou na RCC; participei de dezenas de Experiências no Espírito Santo; viajei e viajo pelo Brasil todo e por alguns paises pregando retiros às pessoas e grupos ligados à RCC; e sou testemunha ocular do bem que faz a Igreja. Os ginásios de esporte, os auditórios e os campos de futebol se enchem de milhares de pessoas que rezam com fervor, cantam alegremente e louvam a Deus do fundo da alma. Surgem por todo o mundo Comunidades de leigos, consagrados ao serviço de Deus e da Igreja; elas são a nova força da Igreja; satisfazem o que pediu o Papa João Paulo II, “uma nova evangelização”, com novo ardor, novos métodos e nova expressão; é tudo o que acontece hoje na RCC.  Seus frutos são enormes: conversões em massa, famílias restauradas em Deus, jovens que abandonam o crime, a droga, a bebida e todas as formas de vícios, e tantos que se consagram a Deus.

Pode haver sim erros e até alguns abusos na RCC por parte de pessoas despreparadas e que não têm uma boa formação religiosa; mas cabe aos sacerdotes corrigir os erros e formar o povo, sem destruir o que é bom.  

 

 

Prof. Felipe Aquino