“A prova de sua maternidade viria para mim somente quando tomei a decisão de me deixar ser seu filho”… assim afirmou Scott Hahn, ex-pastor presbiteriano.

O caminho da minha conversão me levou para o ministério presbiteriano. Ao longo dessa caminhada, tive meus momentos antimarianos a partir de uma culpa juvenil.

Meu primeiro encontro com a devoção mariana veio quando minha avó faleceu. Ela era a única católica dos dois lados da minha família, uma calma, humilde e santa alma. Como eu era o único praticamente de uma religião na família, meu pai me deu os artigos religiosos de minha avó quando de seu falecimento. More »

nossa-senhoraConheça um pouco do testemunho do ex-pastor presbiteriano, Dr. Scott Hahn, em seu primeiro “encontro” com Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe

Com toda a minha piedade recém-descoberta, eu tinha ainda quinze anos e era muito consciente da minha “tranquilidade”. Havia apenas alguns meses, eu tinha deixado para trás vários anos de culpa juvenil e aceitado Jesus como meu Senhor e Salvador. Meus pais, que não eram particularmente presbiterianos devotos, notaram em mim uma mudança e, de coração, me aprovaram. Se a religião fosse para me manter fora daquela culpa juvenil, então que assim fosse. More »

A Quaresma é o tempo em que devemos buscar nossa conversão, por isso, a Igreja nos recomenda o jejum, a esmola e a oração.

Mas por que consideramos a Quaresma um tempo forte de conversão e penitência? More »

Dia 25 de janeiro a Igreja celebra a conversão de São Paulo Apóstolo, e essa conversão traz várias ensinamentos.

Neste vídeo, o Prof. Felipe Aquino reflete o que podemos aprender com São Paulo. More »

perdao-770x470A lição maior – e a mais difícil de viver – que Jesus nos ensinou, creio que foi aquela de “amar o inimigo”. (cf Mt 5,44). Nada é tão estranho e repugnante para aquele que não age movido pelo Espírito de Deus, e se deixa guiar pela simples natureza.

O nosso mundo ensina, sem cessar, que é preciso revidar, “não levar desaforo para casa”, ir ao revanche, etc. Jesus, por outro lado, ensina a mansidão; isto é, não pagar o mal com o mal, mas com o bem. É o que Ghandi chamou de “não violência”, e que fez dela a sua arma mais poderosa para libertar a Índia da colonização inglesa. Dizia ele que “a força de um homem e de um povo está na não violência”. Ele aprendeu isso no Sermão da Montanha. More »