Um pai daria um revólver carregado ou uma navalha para o filho brincar? Não, é claro que não, mesmo que o filho esperneie e chore.

Algumas vezes pedimos a Deus coisas que não são boas e que podem ser um perigo para a nossa alma. Então, o que faz o bom Pai? Não nos atende, mesmo que fiquemos magoados com Ele. Jesus disse aos Apóstolos um dia: “Não sabeis o que pedis!”. More »

carregar-a-cruzDe modo especial “a cruz de cada dia”, aceita e assumida, “com galhardia”, sem revolta, na fé, ainda que com muitas lágrimas – elas nunca deixam de existir – nos santifica.

Jesus mandou tomar a nossa cruz a cada dia e segui-lo (Lc 9,23). O que significa isso? Qual é a cruz de cada dia? São todos os sofrimentos que nos atingem a cada dia, e que devem ser enfrentados dia a dia. “O dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu mal” (Mt 6,34). É uma cruz para cada dia. A sabedoria é viver um dia de cada vez. More »

woman-571715_1280Como vencer esse estado de espírito onde parece que Deus está longe e que nos falta a fé?

Às vezes podemos passar por algum período de aridez espiritual, isto é, não temos vontade de rezar, torna-se difícil assistir a santa Missa, a reza do Terço fica pesada, etc. Até mesmo a sagrada Comunhão se torna um sacrifício diante das dúvidas que podem atingir a nossa alma. Parece que o céu sumiu… More »

sinaldacruzcriançaOs católicos são criticados por fazer o Sinal da Santa Cruz. Mas há sólido fundamento nessa prática, como veremos.

A Igreja celebra a Festa da Exaltação da Santa Cruz no dia 14 de setembro. Essa festa origina-se nos primórdios da cristandade, porque a Morte do Senhor sobre a Cruz é o ponto culminante da Redenção da humanidade. A glorificação de Cristo e a nossa salvação passam pelo suplício da Cruz. Cristo, encarnado na Sua realidade concreta humano-divina, se submete voluntariamente à humilde condição de escravo (a cruz era o tormento reservado para os escravos) e o suplício infame transformou-se em glória perene. More »

reform]protestantes-e-evangelicos-5A doutrina da justificação mediante a fé, acompanhada pela negação do livre-arbítrio e integrada com a afirmação de certeza da salvação naquele que crê com confiança, passou a partir de 1516 a ser o centro dominante do pensamento teológico de Lutero, que ele, com o orgulho que lhe era próprio chamava de “Evangelho” e “princípio material do protestantismo” (Bihlmeyer, p. 27). Daí veio o repúdio aos Sacramentos, ao sacerdócio ministerial, do sacrifício, das indulgências, da hierarquia; isto é, de todo um sistema de uma Igreja baseada no direito divino. More »