“Com a sua morte destruiu a morte e com sua Ressurreição deu-nos a vida.”

A Páscoa já era celebrada solenemente pelo povo judeu desde Moisés, para comemorar a passagem do Mar Vermelho, onde sucumbiram as forças do Faraó que perseguia o povo de Deus. Foi a passagem da escravidão do Egito para a liberdade da Terra Prometida por Deus a Abraão. Por isso os judeus a celebravam, e ainda celebram solenemente. More »

sextasantaO profeta Isaías mostra-nos que Jesus foi para a cruz “como um cordeiro que se conduz ao matadouro (Ele não abriu a boca)” (Is 53,7). Mas o Senhor quis deixar-nos as suas últimas palavras, já pregado na Cruz. São aquelas que expressam as suas maiores preocupações e recomendações. A Igreja sempre guardou essas “Sete Palavras” com profundo amor, respeito e devoção, procurando tirar delas todo o seu riquíssimo significado. More »

Os antigos a chamavam de “Semana Maior”, por ser a celebração mais importante do Ano Litúrgico, que nos leva a contemplar o mistério da Redenção da humanidade: Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. O bom católico sabe que deve celebrá-la com profundo respeito, meditação, oração e contemplação do grande mistério de amor de Deus por nós. Cada função litúrgica deve ser assistida e participada com devoção e ação de graças a Deus. Não podemos transformar a Semana Santa numa semana de lazer, na praia, no campo ou no turismo secular. More »

jesus2Os santos dizem que depois da santa Missa, a melhor prática espiritual é a meditação da Paixão de Cristo. Então, vamos meditar um pouco neste mistério de dor e de salvação. As ações de Cristo são “teândricas”, isto é, humanas, mas também divinas, e o tempo não as destrói; por isso, hoje, podemos contemplar de maneira atualizada a Sua dolorosa Paixão e beber a Redenção na sua fonte. Essa é uma meditação que eu procuro fazer sempre depois que rezo o Terço da Misericórdia, como Jesus pediu. More »

são joãoA grande lição que João nos deixa é que “Ele cresça e eu desapareça!”

João Batista é o santo mais retratado na arte cristã. E não é sem razão. Ele é o último profeta do Antigo Testamento e o primeiro do Novo. A Igreja o festeja duas vezes no ano litúrgico: no dia de sua morte (29 de agosto), e no dia em que nasceu (24 de junho), para assinalar os seis meses que antecedem o nascimento de Jesus, segundo as palavras do arcanjo Gabriel a Maria.

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