15 maio,2012  |  autor: Gustavo Souza  |  Comemorações

Um ano vendo a informação por um novo ângulo

Destrave comemora seu primeiro ano levando a palavra da Igreja aos jovens

Esta semana, o Portal Canção Nova está em festa! O Destrave completa, na próxima sexta-feira, 18, um ano de seu lançamento. O canal tem por objetivo apresentar a Palavra da Igreja à juventude, por meio de reportagens descontraídas e informais.

DestraveCom suas reportagens, o Destrave quer estimular os jovens a pensar, ter suas próprias opiniões, pois, só assim, eles deixarão de aceitar tudo o que lhes é imposto pela mídia, sendo capazes de compreender o que lhes faz bem. Desta maneira, passarão a refletir sobre a vida e o papel de cada um deles no mundo.

É com essa linguagem jovem que a Canção Nova tenta conscientizar a juventude da Igreja.

Idealizador do Destrave, o missionário Daniel Machado fala sobre a origem desse projeto: “A ideia do Destrave surgiu de uma inquietação, quando eu estava em casa assistindo a um programa jovem de uma emissora secular. A atração abordava um tema polêmico relacionado à camisinha. Um dos convidados disse que ‘até a Igreja’ estava apoiando o uso do preservativo e os jovens deveriam usá-lo sem receio.

A partir daí, fiquei pensando: ‘Como os jovens são presas fáceis dos meios de comunicação!’. Então, questionei-me: ‘Como poderíamos trabalhar, na Canção Nova,  temas polêmicos e tabus para orientar essa juventude?’”, conta Machado.

Em seu primeiro ano, o canal Destrave abordou inúmeros temas: Depressão, Namoro, Jornada Mundial da Juventude, Ditadura da Beleza, Aborto, Álcool e Mulher e sua Identidade.

O projeto está rendendo frutos, pois, mensalmente, o canal atinge mais de 89 mil de acessos. Quando questionado se haveria alguma matéria que mais o marcou, dentre todas as produzidas pela equipe, o missionário escolheu o especial sobre o aborto.

“Cada reportagem teve um toque peculiar de emoção, conhecimento e interação, mas a que mais me marcou foi sobre o aborto. Tivemos muitas dificuldades para exibir  o programa sobre este tema: falta de dinheiro, de carro, de pessoas para a produção, gravação, etc. Além disso, os testemunhos também me marcaram muito, como o de uma jovem, de 17 anos, que havia feito um aborto há um mês. Ela assistiu à reportagem e ficou muito tocada.

Ela já não aguentava mais a pressão pelo que havia feito e pensava em cometer suicídio. Infelizmente, não conseguimos chegar até ela antes da prática do aborto, mas chegamos numa hora crucial, quando mais uma vida poderia ter sido ceifada. Só por essa moça, valeu a pena todo o esforço para fazermos a reportagem”, relatou Daniel.

Se você deseja conhecer um pouco mais sobre o trabalho que a equipe do Destrave está fazendo, acompanhe as novidades e as matérias no site. Além disso, você pode interagir pelas redes sociais do canal (Twitter e Facebook), deixando suas dúvidas sobre os temas abordados e sugerindo novas pautas.

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16 abril,2012  |  autor: michelle  |  Comemorações

85 anos do Papa Bento XVI

O nosso querido Papa Bento XVI – Joseph Ratzinger – completou 60 anos de vida sacerdotal em 29 de junho de 2011, junto ao seu irmão Georg, na catedral de Frisinga, na Alemanha; e hoje completa 85 anos de vida abençoada por Deus.

Para todos nós católicos é um dia de festa, de alegria e de muitas orações por esse gigante da Igreja, digno sucessor de São Pedro, o “humilde servo da vinha do Senhor”, ou, como dizia o Papa São Gregório Magno, “Servo servorum Dei”, ou seja, o “Servo dos servos de Deus”. Já João Paulo II pedia que rezássemos por ele, para sustentá-lo em seu pontificado.

Jesus quis que sua Igreja tivesse um centro de unidade no Papa, um centro ao redor do qual se constrói a comunhão. Todos que se jogaram insanamente contra o Papa caíram. Cristo quis essa rocha que garantisse a solidez da fé de todos aos ensinamentos de Jesus, e essa pedra é Pedro, e depois dele, está o Bispo de Roma e sucessor de Pedro que, hoje, é Bento XVI. “Tu és Petrus!”. Assim, a Igreja Católica, hoje, depois de dois mil anos, continua em perfeita continuidade com a Igreja apostólica. Temos a certeza de que somos a Igreja das origens, somos a Igreja dos Apóstolos que atravessou os séculos; e esta garantia vem do fato de que nós estamos com Bento XVI, com aquele que Jesus quis como eixo e rocha da unidade da Igreja. Essa Igreja não nasceu do povo nem da vontade dele, mas, como disse o Catecismo, “é um projeto que nasceu no coração do Pai”.

A vida do Papa Bento XVI é integralmente sacerdotal; sua vocação despertou em idade muito jovem, sua formação no seminário foi interrompida somente pelas dramáticas experiências da guerra; foi ordenado aos 24 anos de idade, junto ao seu irmão mais velho e a um forte grupo de jovens bem provados na fidelidade a Deus e à Igreja.

Eles tinham modelos como o jovem sacerdote, o beato Alojs Andritzki, assassinado aos 31 anos em Dachau, em 1943, que disse: “Não esqueceremos, nem sequer por um instante, do nosso sacerdócio”. Bento XVI segue o caminho desse mártir, pedindo que o exemplo da sua humildade e fidelidade, alegre no serviço de Deus, seja um estímulo para o nascimento de novas vocações e para a santidade de todos os sacerdotes.

Hoje, queremos rezar pelo Papa, cercá-lo de carinho e lhe dizer: “Nós o acompanhamos com as nossas orações, o senhor continua sendo a Rocha sobre a qual Jesus constrói, também hoje, a sua Igreja”.

O Papa Bento XVI empolga o mundo com sua vasta cultura. São milhões de católicos e não católicos que leem e estudam seus livros. Os teólogos ressaltam a profundidade de sua interpretação das Escrituras, trazendo para a vida de hoje orientações seguras sobre a verdade revelada. Com ousadia e lucidez ele denuncia os “assassinos da verdade”, os propagadores da “ditadura do relativismo”, que tudo destrói.

É o Papa de uma firmeza teológica que sempre o distinguiu. Ele é “sadiamente moderno”, sem se deixar levar pela mídia ou pelas ondas de cada momento. Denuncia com coragem os erros e os pecados do nosso tempo, como fazia também João Paulo II. Suas encíclicas enfocam, de maneira admirável, todos os problemas atuais. Ele continua, de forma incansável, mesmo aos 85 anos, o grande e belo trabalho de João Paulo II: suas viagens apostólicas, suas encíclicas, sua luta pela dignidade humana, sua defesa da fé pura e católica, suas catequeses, seu amor a todos os homens.

Bento XVI é o Papa que Deus preparou para a missão de estar à frente do Seu rebanho nos primeiros anos deste novo e difícil milênio, que rejeita Deus e que O quer expulsar da sociedade. É um Papa que sabe enfrentar os desafios intelectuais e culturais de hoje, centrado em Cristo, na Palavra de Deus, nos documentos do Concílio Vaticano II e na proposta de uma Nova Evangelização, com novo ardor, novos métodos e nova expressão, pedida por João.

Sua colaboração foi e é decisiva para a Igreja. Junto com João Paulo II –de quem o atual Pontífice foi auxiliar durante 25 anos – ele impediu que aspectos meramente sociológicos prevalecessem na Igreja e a transformassem numa mera ONG. Eles não permitiram que a Igreja perdesse sua identidade entre as modas das correntes filosóficas contemporâneas. Eles souberam mostrar e defender que a mensagem cristã é a única verdadeira força de libertação, sua postura firme nas discussões conciliares.

Bento XVI, hoje, grita ao mundo o “Kerigma”: a salvação só pode advir do Evangelho, não da filosofia ou da ciência, seja ela qual for. Ele mostra claro que a pobreza, a fome, a sede, o abandono, a solidão, o amor destruído, tudo isso é fruto do “afastamento de Deus”.

No seu livro “Luz do mundo” ele disse: “Que o homem está em perigo e que coloca em perigo a si mesmo e ao mundo, hoje é confirmado também por dados científicos. Pode ser salvo se em seu coração crescerem as forças morais; forças que podem brotar somente do encontro com Deus. Forças que opõem resistência”.

A sólida cultura de Bento XVI apresenta ao mundo uma sabedoria que não se dobra diante do positivismo e do ateísmo, nem de um modernismo enlouquecido. Hoje, ele é como disse São Francisco: “o arauto do grande Rei; a trombeta do Imperador divino”.

Rezemos pelo Papa. Que o Senhor, na Festa da Divina Misericórdia, conceda-lhe as graças necessárias para conduzir o rebanho que Ele conquistou com o Seu Sangue, e que por ele o derramou.

Professor Felipe Aquino

Assista:

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1 fevereiro,2012  |  autor: redacao  |  Comemorações

A vida consagrada testemunha o amor

O consagrado entrega-se inteiramente a Deus em liberdade total. Como o apóstolo Paulo ele é chamado a proclamar na sua vida: “Já não sou eu quem vivo é Cristo que vive em mim”.

 "Sede testemunhas da alegria que brota do Evangelho"

"Sede testemunhas da alegria que brota do Evangelho"

Consagrar a Deus a liberdade e toda a capacidade de amar não é uma negação de si mesmo. Trata-se, sim, da afirmação plena dos valores humanos, que são dom de Deus e que cada consagrado entrega a Ele.

Em 1997, o Papa João Paulo II instituiu, oficialmente, o dia 2 de fevereiro como o Dia do Consagrado. Nessa data a Igreja comemora a festa da Apresentação de Jesus no Templo, quando a Santíssima Virgem Maria O apresenta e o Senhor é revelado como a luz do mundo!

Seguindo essa luz o consagrado é convidado a sair de si mesmo e a viver uma vida fraterna e comunitária de acordo com os princípios evangélicos.

Essa vivência de entrega plena só faz sentido dentro de uma vida comunitária de irmãos e irmãs. A vida comunitária é o núcleo essencial da vida do consagrado, nela ele se confronta consigo mesmo, com os outros e com o próprio Deus. Só neste confronto ele pode escutar verdadeiramente a voz d’Aquele que o chamou, porque é na voz dos que se sentiram chamados que Deus continua a apontar o rumo a seguir.

Maria, a Senhora que apresentou o Seu Filho no Templo, tal como não entendeu o que disseram os pastores e os Reis Magos, também não entendeu o que disse ali o velho Simeão e a profetiza Ana. Quantas vezes somos como a Virgem Maria na vida consagrada, homens e mulheres que tudo deixamos para uma entrega total, no entanto, sem entendermos profundamente todos desígnios e os caminhos traçados pelo Senhor para seguirmos e silenciamos no mais íntimo do coração.

O apelo a esta entrega total continua dia a dia. Papa Bento XVI, no ano de 2010, por ocasião do Dia do Consagrado, fez a seguinte interpelação: “Se ela não existisse [vida consagrada], o mundo seria mais pobre! A vida consagrada testemunha a superabundância do amor que impulsiona a perder a própria vida, como resposta a superabundância de amor do Senhor, que por primeiro perdeu a sua vida por nós”.

O Portal Canção Nova entrevistou o missionário Samuel Ferreira de Almeida, que esteve durante 6 anos na França em missão. Ele nos relatou o que é viver a dimensão da vida consagrada no exterior.

“Viver na França, como missionário, foi para mim uma experiência muito rica, onde tive a oportunidade de conhecer uma nova língua, um povo e sua cultura, sempre em busca de levar Deus a essas pessoas de uma maneira nova, respeitando suas raízes e sua maneira de viver, mas na certeza de que não há portas fechadas para o Evangelho. Voltar ao Brasil é viver um tempo novo, uma nova etapa na minha vida, é também voltar às minhas raízes do carisma ao qual eu sou chamado.

A Vida Consagrada torna seus membros testemunhas de Cristo no mundo

'A vida consagrada torna seus membros testemunhas de Cristo no mundo'

Quero buscar acima de tudo a Deus para que Ele seja o centro da minha vida. Tenho certeza de que onde quer que estejamos, o Senhor sempre nos espera, e o lugar que Ele nos coloca é sempre um lugar propício para nos encontrarmos com Ele”.

A vida consagrada é um dos rastros concretos que a Santíssima Trindade deixa na história, para que os homens possam sentir o encanto e a saudade da beleza divina.

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30 janeiro,2012  |  autor: redacao  |  Comemorações

Dom Bosco tinha um jeito especial de catequizar os jovens

Num sonho profético, aos 9 anos de idade, ele anteviu sua futura missão de educador da juventude. Este sonho levou São João Bosco a entregar sua vida aos jovens. Sendo um inovador no seu tempo e um grande modificador das realidades, ao ver como estavam os jovens naquele período, não parou nas dificuldades e foi sempre além.

Ao visitar as prisões e verificar a situação em que se encontravam centenas de rapazes, o grande santo italiano foi se conscientizando dos males que atormentavam a sociedade naquela época. Suas pregações eram um alerta às autoridades, aos ricos e aos patrões, mas sem colocar operários contra patrões, pois sabia bem que sua missão passava pelo Cristo humilde.

Começou, então, a realizar um trabalho concreto para a solução da crise existente. Criou escolas noturnas, buscando a promoção dos jovens da época.

A primeira parceria com uma tipografia foi um ponto marcante dos trabalhos e da história de Dom Bosco, pois, desta forma, os jovens puderam desenvolver trabalhos profissionais e continuar os estudos: “Prometi a Deus que até o meu último suspiro seria para os jovens”, dizia o fundador da Congragação Salesiana.

Entre brincadeiras, conversas e muita diversão, Dom Bosco tinha um jeito especial de catequizar os jovens e ganhar a confiança deles.

Toda essa herança foi passada para a congregação fundada, chamada “Pia Sociedade de São Francisco de Sales” (Salesianos), aprovada em 1874 pelo Papa Pio IX.

A missão dos salesianos é presente em todo o mundo, de forma particular em países onde o amor aos mais necessitados é mais visível. No Continente Africano lutam em favor dos jovens em dificuldades. Em muitas áreas rurais, as comunidades precisam da ajuda dos missionários na proteção e na tutela das crianças, sobretudo órfãs, para enfrentar novas problemáticas na difusão da AIDS, na urbanização incontrolada e nas sangrentas guerras civis.

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No Brasil, esses missionários criaram escolas, paróquias, oratórios, obras assistenciais e sociais, escolas do nível infantil ao universitário, rádios comunitárias, editora, centros audiovisuais, além da obra missionária junto aos povos indígenas.

Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova, traz em si essa raiz salesiana, tendo em vista que foi ordenado sacerdote nessa congregação.

Dom Bosco, ao falecer, deixou escrito em seu testamento:

“Quem salva a alma, salva tudo. Quem a perde, perde tudo.”
“Quem protege os pobres será largamente recompensado pelo divino tribunal. Que grande recompensa teremos de todo o bem que fazemos na vida! Quem faz o bem em vida, encontra bem na morte: no Paraíso, gozam-se de todos os bens eternamente”.

Esse lema acompanha a missão da Canção Nova. Monsenhor Jonas apresentou à comunidade a qual fundara o exemplo de Dom Bosco: o seu empenho em dar a vida pelos irmãos; mais ainda: viver o ensinamento de uma frase do santo italiano, que norteava a sua vida: “Dai-me Almas e ficai com o resto”.

O fundador da Canção Nova explicou que, a partir daquele momento, o que toda a comunidade iria viver era exatamente isso: dar a vida, o tempo, dar tudo o que Deus investiu em cada um; iria, na verdade, se sacrificar pelos outros, dando a vida para que estes vivam.

O carisma salesiano é presente em muitas gerações e contribui generosamente para a missão da Igreja diante dos desafios: “Essa querida juventude foi sempre terno objeto de minhas ocupações, dos meus estudos, do meu ministério sacerdotal e da nossa congregação”, declarou Dom Bosco.

Veja como será comemorado do dia de Dom Bosco em Roma

27 janeiro,2012  |  autor: redacao  |  Comemorações

Holocausto: a morte que gerou vida

Milhões de pessoas foram exterminadas durante a Segunda Guerra Mundial, o massacre que ocorreu nesse período foi denominado “Holocausto”. Neste dia lembramos, com pesar, todas as vítimas desse crime contra a humanidade.

Padre David Nehaus

Padre David Nehaus

Padre David Nehaus, judeu de origem, e vigário da comunidade católica hebraica de Jerusalém, contou-nos um pouco do que sua família viveu naquele período: “A minha família viveu durante séculos na Alemanha, tenho alguns tios que até morreram lutando no exército do país. Quando Hitler chegou ao poder, em 1933, tirou os judeus da sociedade alemã. Para eles foi um grande choque, porque eram cidadãos alemães, orgulhosos de servir o próprio país. Mas, graças a Deus, minha família entendeu a hora de sair e foi viver na África do Sul”, relatou-nos.

O Estado de Israel, onde o sacerdote vive hoje, foi fundado para fornecer abrigo aos sobreviventes do massacre.

Os ciganos também foram assassinados em grande número nessa época. Em 1933, a imprensa nazista começou a acentuar que eles [ciganos] eram raças estrangeiras, inferiores, e que teriam contaminado a Europa como um corpo estranho.

O primeiro grito de alarme oficial para o mundo cigano se fez ouvir em 17 de outubro de 1939, quando foram proibidos de abandonar seus acampamentos e iniciaram a transferência para a Polônia.

Em um boletim policial, datado de 25 de agosto de 1942, lê-se, entre outras coisas relativas aos ciganos, que “é pois indispensável exterminar esse bando integralmente, sem hesitar.”

Nesse período também a Igreja foi muito perseguida, quando muitos santos nasceram numa entrega total de amor.

Em julho de 1942, publicamente, os bispos holandeses emitiram sua posição formal contra os nazistas. Hitler considerou isso uma agressão da Igreja Católica local e revidou.

No mesmo dia, outros duzentos e quarenta e dois judeus católicos foram deportados para os campos de concentração.

Padre Carl Lampert foi considerado mártir do nazismo. O sacerdote não teve medo de se opor ao regime e testemunhar a fé em Cristo no trágico período de perseguição aos católicos na Áustria. Por causa de sua fé foi deportado e condenado à morte por decapitação em um campo de concentração.

Edith Stein, ou a “freira alemã” como era identificada pelos sobreviventes, diferenciou-se muito dos outros prisioneiros. Ela procurava consolar os mais aflitos, levantar o ânimo dos abatidos e cuidar, do melhor modo possível, das crianças.

No dia 7 de agosto de 1942, Edith Stein, e centenas de homens, mulheres e crianças foram de trem para o campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau. Dois dias depois, em 9 de agosto, foram mortas na câmara de gás e tiveram seus corpos queimados.

São Maximiliano Kolbe é conhecido como “o mártir da caridade” e deu abrigo a muitos refugiados, incluindo cerca de 2 mil judeus. Em 17 de fevereiro de 1941 foi preso pela Gestapo e transferido para Auschwitz em 25 de maio como prisioneiro número 16670.

Em julho de 1941, um homem do bunker de Kolbe fugiu e, como represália, os nazistas  enviaram para uma cela isolada outros dez outros prisioneiros para morrer de fome e sede (o prisioneiro fugitivo é mais tarde encontrado morto, afogado numa latrina).

Um dos dez lamenta-se pela família que deixaria, dizendo que tinha mulher e filhos, e Kolbe pede para tomar o seu lugar. O pedido é aceito.

Pio XII

Pio XII

Papa Pio XII deu um testemunho incensante de fé e coragem ao esconder judeus, criando em Roma e em várias casas religiosas outros tantos abrigos para os judeus perseguidos.

O sofrimento desses homens e mulheres não foi estéril, foi capaz de transformar a morte em vida, pois encontraram o seu sentido pela união com Cristo.

Assista ao vídeo que mostra como é vivido no Estado de Israel o dia da lembrança das vítimas do Holocausto:

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