18 maio,2012  |  autor: michelle  |  Igreja, Opine

Campanhas publicitárias desrespeitam o sagrado

Infelizmente, já se tornou comum a prática de ofender a fé católica com protestos, propagandas e comerciais usando os símbolos católicos e as igrejas.

A Benetton, por exemplo, no ano passado, lançou um comercial intitulado “Unhate” (sem ódio), no qual manipulou as imagens do Papa Bento XVI e de um líder muçulmano – o imã do Cairo – com uma montagem. Nesta, ambos se beijavam na boca para uma campanha de marketing.

A imagem foi lançada, no dia 16 de novembro, em vários lugares de Roma, incluindo a ponte do Castelo Sant’Angelo a poucos metros do Vaticano.

A Santa Sé emitiu, no mesmo dia, uma dura declaração, anunciando que “tomaria as medidas necessárias para proteger, adequadamente, a imagem do Santo Padre de tal abuso”, mas não quis pedir uma indenização de natureza econômica.

Os “espertalhões” sabem chamar a atenção do público para seus produtos, mexendo com a fé católica, causando escândalo e sensacionalismo.

Agora, o Grupo Benetton divulgou uma nota, na qual expressa “pesar por ter ofendido a sensibilidade de Sua Santidade Bento XVI e dos crentes católicos”. Ela, agora, garante que “todas as imagens fotográficas da pessoa do Santo Padre foram retiradas do circuito comercial e não fará qualquer uso futuro da imagem de Bento VXI sem autorização prévia da Santa Sé”.

Só agora? Será que não daria para perceber que isso iria acontecer antes de lançarem a maldosa propaganda? Que direito tem uma empresa de zombar dos líderes religiosos das duas religiões que mais têm adeptos no mundo hoje? É falta de educação, de civismo, de respeito, de amor ao próximo.

Agora, vemos uma propaganda da marca “Melissa”, a qual usa o interior de uma igreja para a campanha de publicidade dos seus produtos. Ora, convenhamos, a igreja é um templo sagrado, abençoado pelo bispo para a celebração dos sacramentos e uso dos fiéis nas orações; não para ser profanada com campanhas de marketing.

Notamos, com frequência, que muitos atacam a Igreja, mas exigem respeito dos católicos; no entanto, não se comportam da mesma maneira com estes.

Outro fato escandaloso contra a fé católica foi o concurso gay realizado nos Estados Unidos da América para eleger o “Jesus Cristo mais sensual”. O evento ocorreu, no domingo de Páscoa, 8 de abril de 2012, em São Francisco, Califórnia. A ideia debochada extravasava o sentimento dos militantes gays contra o Cristianismo. O concurso escolheu a imitação mais sensual de Jesus Cristo.

O encontro é organizado há 33 anos pelo grupo gay “The Sisters of Perpetual Indulgence” (As Irmãs do Vício Perpétuo), os quais querem ser respeitados, mas não respeitam os católicos nem mesmo o Deus deles.

O Deputado Pastor Marco Feliciano fez um pronunciamento, na Câmara dos Deputados, na Sessão de 9 de maio de 2012, para manifestar sua indignação quanto a atitude de um apresentador de TV, em São Paulo. O homem, no seu programa levado ao ar em rede nacional, incitou seus telespectadores a pichar paredes de igrejas com a frase: “Deus é gay”. O parlamentar pediu providências ao Ministério Público de São Paulo.

Eu poderia citar, ainda, muitos outros fatos como esses acima, mas creio que os leitores já os tenham notado.

Vale a pena recordar o que disse São Paulo: “De Deus não se zomba” (Gálatas 6,7). Ele não é vingativo, mas se retirar de nós Sua bênção, pereceremos nos perigos desta vida.

Quem não é cristão e não aceita a moral que Jesus Cristo deixou com a Igreja, tem todo o direito de viver de acordo com sua crença e ser respeitado, mas precisa também respeitar a fé dos cristãos. Ninguém é obrigado a viver a moral cristã, mas que não transforme em zombaria aquilo que, para a maioria do povo brasileiro, é sagrado. Além do mais, de acordo com nosso Código Penal, tal atitude constitui crime.

Professor Felipe Aquino

30 março,2012  |  autor: redacao  |  Opine

A questão ética na TV brasileira

Não é difícil perceber que a ética, na TV brasileira, está em segundo plano em algumas emissoras; em outras, até mesmo deixando de existir. Parece que as empresas de comunicação não enxergam a ética como uma necessidade social, mas como uma alternativa, por isso dão lugar à baixaria em suas programações, abrindo mão de suas regras de conduta.

A programação da TV brasileira está em declínio e um importante fator desse drama é a competição pela maior audiência na TV aberta. Sendo assim, o homem já não é tratado como cidadão, mas como mero consumidor.

Apelação sexual, exposição dos indivíduos ao ridículo, sensacionalismo, exibição de violência, instrumentalização dos conflitos familiares, palavras de baixo nível, incitação ao sexo, estimulação ao divórcio, incentivo à inversão de valores, pornografia; esses são alguns temas dos conteúdos da TV brasileira que não agregam valores à vida de quem os assiste.

Programas como reality shows – criticados pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) -, apresentam uma grande apelação sexual. Com esse tipo de conteúdo, que não promove a pessoa humana, nota-se que o importante para as emissoras é o resultado das pesquisas do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE), mas não a ética.

Segundo a nota divulgada pela CNBB, no dia 17 de fevereiro de 2011, esses programas “atentam contra a dignidade da pessoa humana, tanto de seus participantes – fascinados por um prêmio em dinheiro ou por um fugaz momento como ‘celebridade’ -, quanto do público receptor, que é a família brasileira”. Para os bispos, programas como esses são um mal para a sociedade.

Outros programas desatentos à questão ética são aqueles que se utilizam dos dramas familiares, expondo pessoas ao ridículo, com o suposto objetivo de ajudá-las. Não é difícil perceber que, na verdade, não querem outra coisa senão estar à frente dos demais canais, então, usam desses casos para alcançar o lucro.

Até mesmo alguns programas de notícias, que se dizem comprometidos com a verdade e a imparcialidade, estão dando lugar ao sensacionalismo, enfocando notícias violentas, imagens trágicas que, ao contrário de levar o telespectador ao desejo de mudança da realidade, leva-o a um desejo de justiça, mas realizada por meio da vingança, o que só aumenta a violência.

O chamado “jornalista” desse tipo de programa apresenta-se ainda como um “super-herói” por ter a coragem de mostrar a realidade, quando, na verdade, o intuito de todo esse disparate é assegurar a audiência.

Há também outros tipos de jornais que tentam manipular a sociedade com aquelas notícias que já foram vendidas à custa de status, para não perder o domínio e o prestígio no mercado da comunicação. Essas emissoras não estão interessadas em esclarecer aos cidadãos sobre os seus direitos, a verdade que eles necessitam saber para, de alguma forma, mudar as situações à volta deles.

Outro ponto importante a ser mencionado é a publicidade na televisão, pois esta, além de estimular a demanda exagerada de bens materiais, apresentando o materialismo como estilo de vida, está ligada à incitação do sexo. Isso acontece já em qualquer horário, desrespeitando até mesmo a censura. Esse tipo de propaganda faz com que o telespectador sem senso crítico pense que a vida humana gira em torno do sexo. Sem contar a coisificação da mulher e o estímulo a casos extraconjugais como nas propagandas de cerveja.

Não se trata de apresentar um discurso moralista, mas sim de denunciar o fato de os meio de comunicação não levarem em consideração a questão ética, pois influencia a sociedade de forma negativa. Em muitos casos, até aliena o indivíduo, porque ele acredita que a vida é como as novelas, as propagandas e os jornais mostram. Esse tipo de programação faz com que o homem não tenha senso crítico diante de situações que ele deveria intervir como cidadão.

Portanto, são poucos os programas que contribuem, de fato, para a transformação da comunidade, a fim de aproximar o homem do conhecimento político, da realidade de mundo sem que essa seja alterada por aqueles que querem manipular a sociedade.

Willieny Isaias
Missionária da Comunidade Canção Nova

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21 março,2012  |  autor: redacao  |  Diversos, Opine

Revisar é muito mais do que eliminar erros

Revisão, edição, pesquisa, cultura geral e, sobretudo, paciência e amor pela função são algumas das atribuições de um revisor de textos. Além de corrigir e editar os erros na escrita, esse profissional também precisa ter uma visão geral do mundo por lidar com os mais variados assuntos. Conhecimentos sobre religião, política, educação, saúde, entre outros, são exigidos por esses amantes do português.

Ele deve eliminar os erros de comunicação, fazendo uso das normas gramaticais da linguagem padrão, para que haja coerência e coesão textuais, e sempre procurar manter a ideia e o estilo do autor. Um texto, para ser coeso e bem escrito, precisa apresentar um bom português, ser claro, fugir de ideias ambíguas e truncadas e, em nosso caso específico, evitar conteúdos polêmicos ou contrários aos ensinamentos e à doutrina da Igreja.

O revisor auxilia o produtor (autor) na elaboração de textos, de forma a ajudá-lo a aperfeiçoar suas ideias e a melhorar as técnicas de redação, com o uso de sinônimos, de regências adequadas, de acréscimos, mudanças e até eliminação de frases, palavras e informações, entre outros. Com o intuito de conferir-lhes [textos] correção, clareza, concisão e harmonia, agregando-lhes valor e os tornando inteligíveis ao destinatário ― o leitor (internauta).

Em muitos casos a ideia contida no texto é boa, mas não está bem escrita. A revisão textual é essencial para que o texto tenha clareza e, com isso, ganhe credibilidade e transmita a mensagem de forma eficiente ao leitor. Tendo em vista que este nem sempre tem acesso ao autor para esclarecer dúvidas.

Conheça mais do nosso conteúdo:

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20 março,2012  |  autor: redacao  |  Diversos, Opine, Sem Categoria, Tecnologia, ePub

Artigos de formação para todos os toques

Atualmente, no Brasil, a internet deixou de ser um artigo de luxo, ainda que isso tenha acontecido com certo atraso, para popularizar-se. Dessa maneira, se o acesso à rede mundial de computadores era reservado apenas para órgãos federais, hoje, esse serviço rompeu as fronteiras da exclusividade e facilitou a vida de muitas pessoas, desde o estudante até os profissionais liberais que utilizam este veículo de comunicação para a realização de negócios.

Em virtude dessa popularização e dos avanços tecnológicos, as aplicações para os aparelhos celulares ganharam maior versatilidade. Se anteriormente eles só tinha como função  fazer chamadas telefônicas, hoje, os dispositivos móveis são enriquecidos com outras funções. Com o advento dos smartphones, eles passaram a ser instrumento de trabalho e lazer para muitas pessoas.

Os smartphones, assim como os tablets, toneram-se úteis também como agenda pessoal, para acessar o perfil nas mídias sociais e fazer o acompanhamento e interação das notícias e muito mais.

Pensando nesse público que está habituado a trocar todo tipo de arquivo, a Canção Nova oferece um conteúdo formativo também para esses usuários.

Neste ano, foi iniciado um novo trabalho no Portal Canção Nova. Um dos primeiros trabalhos propostos  é a adaptação dos nossos conteúdos a fim de que sejam também aplicáveis a esses dispositivos no formato ePub.

EPubs são arquivos disponíveis para smartphones e tablets que podem ser copiados para o próprio dispositivo e apresentado em forma de pequenas brochuras digitais. A intenção desse novo projeto é fornecer aos usuários a possibilidade deles criarem seus acervos com as coletânias de vários outros temas dentro de uma categoria por eles designada.

A vantagem dessa nova modalidade está na versatilidade do acesso à informação, pois, a qualquer momento, as pessoas poderão acessar o conteúdo anteriormente copiado para seu aparelho e, quando for oportuna a leitura, terão acesso às informações, mesmo que, naquele momento específico, não haja disponibilidade de sinal de conexão da internet.

Depois de aproximadamente seis anos atuando no canal de formação, hoje estou incumbido de produzir conteúdo para a mídia digital. Sendo assim, convido todos para conhecer nosso primeiro trabalho. Ainda que seja um programa piloto, aguardamos sugestões, comentários que poderão contribuir com os avanços dos nossos propósitos.

Acesse: Canção Nova e seu primeiro e-Pub

Um abraço,

Dado Moura

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21 outubro,2010  |  autor: redacao  |  Opine

Grupo de teatro blasfema contra os sagrados valores da fé católica

Mais uma grave blasfêmia contra os sagrados valores da nossa fé católica acontece nos palcos do Teatro. É a peça “Decameron – o sagrado profano” -, uma adaptação da obra de Giovanni Boccaccio, conhecido ator erótico do século XIV. A peça é realizada pelo grupo teatral “BlasFêmeas”, a ser apresentada em outubro.

Escondendo-se atrás da “arte”, os atores representam quatro das novelas da obra: “A sacanagem”, “O convento”, “A beatificação” e “O purgatório”, todas com cenas pornográficas envolvendo religiosos. A direção é de Wladimir Pereira.

A apresentação está prevista para acontecer no Centro Cultural da cidade de Taubaté (SP).

Não há como não ver uma tentativa de desenterrar uma obra erótica do passado para jogar lama na Igreja e nos religiosos. Pode ter havido erros dos filhos da Igreja – eles são também pecadores -, mas daí a levar esses erros a público, em forma de comédia satírica, é tentar desmoralizar a fé católica e os religiosos. Por que não se faz isso com outras crenças? Por que não daria Ibope? Por que haveria ameaças de morte? Por que não daria fama?

É notório que profanar a Igreja chama a atenção, porque ela é a Instituição mais bem avaliada diante do povo, como mostram as pesquisas. Então, investem nesse tipo de atividade aqueles que querem “faturar” à custa dela, numa aliança sórdida com o desejo também de profaná-la.

A liberdade de expressão existe e é necessária, mas desde que não se ofenda as pessoas e sua fé; especialmente, os seus sagrados valores. Isso é um desserviço à cidadania e ao bom relacionamento; provoca ódio e reações fortes nas pessoas. Não se pode confundir liberdade com libertinagem. O meu direito de dar socos no ar vai até o limite de eu não ferir o nariz do meu irmão. Isso não seria mais liberdade, mas libertinagem.

Cabe aos católicos e às pessoas de boa conduta, boa vontade e ética, e que ainda prezam pelos bons costumes, manifestarem–se contra essas ofensas e blasfêmias maldosas, de modo não violento nem agressivo, mas firme e corajoso. Defender a fé e os bons costumes é um preceito da nossa Igreja.

Professor Felipe Aquino

É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: “Escola da Fé” e “Trocando Idéias”.

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