8 ANOS REALIZANDO O SONHO DE DEUS

Autor: riopreto  //  Categoria: Casa de Missão

Estamos crescendo, já temos 8 anos… A Rádio Canção Nova do Coração de Maria, opera em 810 AM, em São José do Rio Preto, e está oficialmente completando 8 anos de transmissão e evangelização em nossa região. Tempo de muitas lutas, conquistas e de muita graça, não somente para a missão, mas também para esta cidade que recebeu de braços abertos toda a comunidade Canção Nova, e aquilo que nos é proposto… Evangelizar.
Nascemos por Graça Divina, e com essa graça, acreditamos que não estamos sozinhos, e que somos importantes pra Deus e por isso contamos com sua Providência, e a experimentamos diariamente. Tocamos na Misericórdia Divina, expressa providencialmente nas nossas necessidades.
Assim como Jesus pequenino, “crescemos em sabedoria e em graça”… Somos agraciados por Deus, pois somos desejo dele. A Canção Nova, assim como todo o Sistema de Comunicação administrado por ela, são obras sonhadas por Deus e idealizadas por Monsenhor Jonas Abib.
Isso nos torna homens e mulheres a serviço da evangelização pelos meios de comunicação… Seja pregando, apresentando programa, operando áudio, noticiando, produzindo, limpando, gravando, ou até mesmo dirigindo, a Rádio Canção Nova evangeliza a todo o momento. Somos membros de um único corpo, e sendo assim, trabalhamos juntos com o objetivo de evangelizar.
A Rádio Canção Nova é Graça de Deus em nossa vida porque através dela Deus fala, e está falando neste momento… Ligue o Rádio… Ouça… Reze, faça isso a qualquer momento. Quando escutamos uma música, quando transmitimos um Acampamento de Oração, quando Jesus entra em nossa casa numa quinta-feira de Adoração, Deus fala e age salvando muitas almas através das ondas Eucarísticas da Rádio Canção Nova.
A nossa missão é formar homens novos para um mundo novo.. É para isso que a Rádio Canção Nova do Coração de Maria existe, e por isso a Missão Canção Nova está hoje em São José do Rio Preto, para realizar o Sonho de Deus, de se fazer conhecido em todas as nações e que seu evangelho chegue a todas as criaturas em qualquer parte e em qualquer lugar.

RICARDO DONINI
Jornalista – Rádio Canção Nova

Eliana Ribeiro tem um convite para você!

Autor: riopreto  //  Categoria: Aniversário da Rádio, Casa de Missão, Comunidade, Eventos

Confira também a programação do Evento.

8º Aniversário da Rádio Canção Nova

Tema:Até aqui o Senhor nos ajudou!
(I Sam 7,12)

(06 / 05 / 2012)

Local: Palestra Esporte Clube

Domingo

09h00 – Animação: Ministério Canção Nova
09h30 – Pregação: Eugênio Jorge
10h30 – Intervalo
11h00 – Animação: Ministério Canção Nova e Eugênio Jorge
11h30 – Adoração ao Santíssimo
12h30 – Intervalo
14h30 – Santa Missa: Padre Toninho
16h30 – Intervalo
17h00 – Show com Eugênio Jorge
18h00 – Show com Eliana Ribeiro
19h00 – Encerramento

8º Aniversário da Comunidade Canção Nova em Rio Preto

Autor: riopreto  //  Categoria: Aniversário da Rádio, Eventos, Rádio AM 810

Quer um programa diferente para o seu final de semana?

Então anote na sua agenda. É dia 06 de maio no Palestra Clube em Rio Preto, o 8º aniversário da Rádio Canção Nova.

Venha e traga sua família! Esperamos por você

Aniversário da Loja Canção Nova

Autor: riopreto  //  Categoria: Eventos

“CANÇÃO NOVA, UM CELEIRO DE EVANGELIZAÇÃO…”

A quinta-feira é um dia especial em toda a Igreja,
na qual o coração dos fiéis se volta a Jesus Sacramentado. São momentos de oração, pregação, adoração, e na Canção Nova, não é diferente.
Ainda mais neste dia 12 de abril,
em que São José do Rio Preto celebrou um dia inteiro de festa, o aniversário da Loja Canção Nova.
São 3 anos alimentando com os produtos do seu  ”Celeiro”, a espiritualidade da maior e mais bela cidade da Região dos Grandes Lagos,
no Noroeste do Estado de São Paulo.
Um ”Celeiro” criado a cerca de 30 anos, o DAVI -
Departamento de Áudio Visuais, se tornou, através dos lábios do Fundador da Canção Nova, Monsenhor Jonas Abib,
uma ”profecia proferida e cumprida”, fazendo com que São José do Rio Preto,
o Brasil e o mundo receba um acervo, que vem sendo armazenado pela Canção Nova durante décadas de evangelização,
em um verdadeiro ”Celeiro”.
Neste dia festivo para a Comunidade e todos os sócios da Canção Nova na cidade,
atipicamente, a Loja Canção Nova, iniciou seus trabalhos as 8 horas da manhã, recebendo na sequência,
alguns integrantes do Ministério Amor e Adoração e missionários da Canção Nova
em Cachoeira Paulista, Ana Lúcia Rocha, Emanuel Stênio, Ivanilson Thurler e Luciana Sitta,
que animaram a manhã de oração, transmitida para toda a Região de São José do Rio Preto,
pela Rádio Canção Nova do Coração de Maria, AM 810.
“Quem não adorar, não vai aguentar...” frase muito conhecida do Monsenhor Jonas Abib,  e expressa bem o que foi este dia.
Muitas e belas músicas ecoaram por toda a Casa de Missão, Loja e Rádio,
fazendo com que até as pessoas que passavam pela rua, se colocassem em oração.
A hora do almoço, que para muitos é o momento de, simplesmente, alimentar o corpo,
na Canção Nova é o momento de alimentar o espírito com a palavra de Deus e a eucaristia…
é o momento da Santa Missa, que neste dia,  foi celebrada em Ação de Graças
a esses 3 anos da loja em nossa cidade, por dois padres muito amigos da Comunidade,
padre Leandro e padre Anderson, que na homilia enfatizou a importância do trabalho realizado
na difusão do evangelho por esta obra de Deus, que é a Canção Nova, e com ela o DAVI, através dos seus produtos vestidos,
vistos e ouvidos,
por aqueles que precisam daquilo que é guardado por este ”Celeiro”.
Com muita animação, o Ministério Amor e Adoração evangelizou com suas músicas
todos os que estavam presentes na Loja, assim como os ouvintes da Rádio Canção Nova do Coração de Maria,
através do programa ”Conexão Canção Nova”.
Distribuindo autógrafos, eles também distribuíam evangelização, que é justamente o objetivo desta missão criada por Deus e movida por sua Providência.
A Canção Nova, é uma obra de Deus, sustentada por milhares de sócios de todas as partes do mundo, que contribuem para que a evangelização se difunda principalmente onde ela é mais necessária.
O DAVI, assim como todo o Sistema Canção Nova de Comunicação, prioriza essa difusão, e procura fazer com que cada vez mais pessoas em qualquer lugar,
possa receber conhecer a Misericórdia de Deus, contida neste ”Celeiro”.

Ricardo Donini
JORNALISTA DA CANÇÃO NOVA

Quero renovar o meu sim!

Autor: riopreto  //  Categoria: Comunidade, Vocação

Graça e Paz

O dia 02 de fevereiro é uma data memorável para nós, membros da Comunidade Canção Nova, pois no dia da apresentação do Menino Deus ao templo, toda a Comunidade Canção Nova, espalhada no Brasil e no mundo, renova o compromisso de entregar toda a vida pela causa do Evangelho.

Esse dia esconde o mistério o Cristológico do nosso Carisma, é a promessa que o Senhor fez ao Seu povo, e nós somos parte de povo portanto a promessa de que  o Senhor estaria com Seu povo, se estende a nós também, e por isso não existe razões para temer mal algum, por que Ele é o Emanuel.

Mas Deus não quer vencer somente os medos que existem em nós, Ele quer vencer em nós. Uma vida consagrada que não tem Cristo como a primazia não consegue viver a dinâmica do Deus Conosco, do Cristo que se revela na simplicidade da manjedoura, e que nessa manjedoura tem o Seu lugar.

A vida do consagrado precisa ser essa manjedoura onde o Menino Deus se presente entre nós.

Feliz dia do Consagrado.

Karl Anderson

Missionário Canção Nova

Mensagem do Papa para a Quaresma

Autor: riopreto  //  Categoria: Igreja

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE
PAPA BENTO XVI
PARA A QUARESMA DE 2012

«Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos
ao amor e às boas obras» (Heb 10, 24)

Irmãos e irmãs!

A Quaresma oferece-nos a oportunidade de reflectir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.

Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da Carta aos Hebreus: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da fé» (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre actual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.

1. «Prestemos atenção»: a responsabilidade pelo irmão.

O primeiro elemento é o convite a «prestar atenção»: o verbo grego usado é katanoein, que significa observar bem, estar atento, olhar conscienciosamente, dar-se conta de uma realidade. Encontramo-lo no Evangelho, quando Jesus convida os discípulos a «observar» as aves do céu, que não se preocupam com o alimento e todavia são objecto de solícita e cuidadosa Providência divina (cf. Lc 12, 24), e a «dar-se conta» da trave que têm na própria vista antes de reparar no argueiro que está na vista do irmão (cf. Lc 6, 41). Encontramos o referido verbo também noutro trecho da mesma Carta aos Hebreus, quando convida a «considerar Jesus» (3, 1) como o Apóstolo e o Sumo Sacerdote da nossa fé. Por conseguinte o verbo, que aparece na abertura da nossa exortação, convida a fixar o olhar no outro, a começar por Jesus, e a estar atentos uns aos outros, a não se mostrar alheio e indiferente ao destino dos irmãos. Mas, com frequência, prevalece a atitude contrária: a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela «esfera privada». Também hoje ressoa, com vigor, a voz do Senhor que chama cada um de nós a cuidar do outro. Também hoje Deus nos pede para sermos o «guarda» dos nossos irmãos (cf. Gn 4, 9), para estabelecermos relações caracterizadas por recíproca solicitude, pela atenção ao bem do outro e a todo o seu bem. O grande mandamento do amor ao próximo exige e incita a consciência a sentir-se responsável por quem, como eu, é criatura e filho de Deus: o facto de sermos irmãos em humanidade e, em muitos casos, também na fé deve levar-nos a ver no outro um verdadeiro alter ego, infinitamente amado pelo Senhor. Se cultivarmos este olhar de fraternidade, brotarão naturalmente do nosso coração a solidariedade, a justiça, bem como a misericórdia e a compaixão. O Servo de Deus Paulo VI afirmava que o mundo actual sofre sobretudo de falta de fraternidade: «O mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem, dos recursos do universo» (Carta enc. Populorum progressio, 66).

A atenção ao outro inclui que se deseje, para ele ou para ela, o bem sob todos os seus aspectos: físico, moral e espiritual. Parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (Sal 119/118, 68). O bem é aquilo que suscita, protege e promove a vida, a fraternidade e a comunhão. Assim a responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades. A Sagrada Escritura adverte contra o perigo de ter o coração endurecido por uma espécie de «anestesia espiritual», que nos torna cegos aos sofrimentos alheios. O evangelista Lucas narra duas parábolas de Jesus, nas quais são indicados dois exemplos desta situação que se pode criar no coração do homem. Na parábola do bom Samaritano, o sacerdote e o levita, com indiferença, «passam ao largo» do homem assaltado e espancado pelos salteadores (cf. Lc 10, 30-32), e, na do rico avarento, um homem saciado de bens não se dá conta da condição do pobre Lázaro que morre de fome à sua porta (cf. Lc 16, 19). Em ambos os casos, deparamo-nos com o contrário de «prestar atenção», de olhar com amor e compaixão. O que é que impede este olhar feito de humanidade e de carinho pelo irmão? Com frequência, é a riqueza material e a saciedade, mas pode ser também o antepor a tudo os nossos interesses e preocupações próprias. Sempre devemos ser capazes de «ter misericórdia» por quem sofre; o nosso coração nunca deve estar tão absorvido pelas nossas coisas e problemas que fique surdo ao brado do pobre. Diversamente, a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem, precisamente, revelar-se fonte de um despertar interior para a compaixão e a empatia: «O justo conhece a causa dos pobres, porém o ímpio não o compreende» (Prov 29, 7). Deste modo entende-se a bem-aventurança «dos que choram» (Mt 5, 4), isto é, de quantos são capazes de sair de si mesmos porque se comoveram com o sofrimento alheio. O encontro com o outro e a abertura do coração às suas necessidades são ocasião de salvação e de bem-aventurança.

O facto de «prestar atenção» ao irmão inclui, igualmente, a solicitude pelo seu bem espiritual. E aqui desejo recordar um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: a correcção fraterna, tendo em vista a salvação eterna. De forma geral, hoje é-se muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro. Lemos na Sagrada Escritura: «Repreende o sábio e ele te amará. Dá conselhos ao sábio e ele tornar-se-á ainda mais sábio, ensina o justo e ele aumentará o seu saber» (Prov 9, 8-9). O próprio Cristo manda repreender o irmão que cometeu um pecado (cf. Mt 18, 15). O verbo usado para exprimir a correcção fraterna – elenchein – é o mesmo que indica a missão profética, própria dos cristãos, de denunciar uma geração que se faz condescendente com o mal (cf. Ef 5, 11). A tradição da Igreja enumera entre as obras espirituais de misericórdia a de «corrigir os que erram». É importante recuperar esta dimensão do amor cristão. Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem. Entretanto a advertência cristã nunca há-de ser animada por espírito de condenação ou censura; é sempre movida pelo amor e a misericórdia e brota duma verdadeira solicitude pelo bem do irmão. Diz o apóstolo Paulo: «Se porventura um homem for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi essa pessoa com espírito de mansidão, e tu olha para ti próprio, não estejas também tu a ser tentado» (Gl 6, 1). Neste nosso mundo impregnado de individualismo, é necessário redescobrir a importância da correcção fraterna, para caminharmos juntos para a santidade. É que «sete vezes cai o justo» (Prov 24, 16) – diz a Escritura –, e todos nós somos frágeis e imperfeitos (cf. 1 Jo 1, 8). Por isso, é um grande serviço ajudar, e deixar-se ajudar, a ler com verdade dentro de si mesmo, para melhorar a própria vida e seguir mais rectamente o caminho do Senhor. Há sempre necessidade de um olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa (cf. Lc 22, 61), como fez, e faz, Deus com cada um de nós.

2. «Uns aos outros»: o dom da reciprocidade.

O facto de sermos o «guarda» dos outros contrasta com uma mentalidade que, reduzindo a vida unicamente à dimensão terrena, deixa de a considerar na sua perspectiva escatológica e aceita qualquer opção moral em nome da liberdade individual. Uma sociedade como a actual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! O apóstolo Paulo convida a procurar o que «leva à paz e à edificação mútua» (Rm 14, 19), favorecendo o «próximo no bem, em ordem à construção da comunidade» (Rm 15, 2), sem buscar «o próprio interesse, mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos» (1 Cor 10, 33). Esta recíproca correcção e exortação, em espírito de humildade e de amor, deve fazer parte da vida da comunidade cristã.

Os discípulos do Senhor, unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação. Tocamos aqui um elemento muito profundo da comunhão: a nossa existência está ligada com a dos outros, quer no bem quer no mal; tanto o pecado como as obras de amor possuem também uma dimensão social. Na Igreja, corpo místico de Cristo, verifica-se esta reciprocidade: a comunidade não cessa de fazer penitência e implorar perdão para os pecados dos seus filhos, mas alegra-se contínua e jubilosamente também com os testemunhos de virtude e de amor que nela se manifestam. Que «os membros tenham a mesma solicitude uns para com os outros» (1 Cor 12, 25) – afirma São Paulo –, porque somos um e o mesmo corpo. O amor pelos irmãos, do qual é expressão a esmola – típica prática quaresmal, juntamente com a oração e o jejum – radica-se nesta pertença comum. Também com a preocupação concreta pelos mais pobres, pode cada cristão expressar a sua participação no único corpo que é a Igreja. E é também atenção aos outros na reciprocidade saber reconhecer o bem que o Senhor faz neles e agradecer com eles pelos prodígios da graça que Deus, bom e omnipotente, continua a realizar nos seus filhos. Quando um cristão vislumbra no outro a acção do Espírito Santo, não pode deixar de se alegrar e dar glória ao Pai celeste (cf. Mt 5, 16).

3. «Para nos estimularmos ao amor e às boas obras»: caminhar juntos na santidade.

Esta afirmação da Carta aos Hebreus (10, 24) impele-nos a considerar a vocação universal à santidade como o caminho constante na vida espiritual, a aspirar aos carismas mais elevados e a um amor cada vez mais alto e fecundo (cf. 1 Cor 12, 31 – 13, 13). A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efectivo sempre maior, «como a luz da aurora, que cresce até ao romper do dia» (Prov 4, 18), à espera de viver o dia sem ocaso em Deus. O tempo, que nos é concedido na nossa vida, é precioso para descobrir e realizar as boas obras, no amor de Deus. Assim a própria Igreja cresce e se desenvolve para chegar à plena maturidade de Cristo (cf. Ef 4, 13). É nesta perspectiva dinâmica de crescimento que se situa a nossa exortação a estimular-nos reciprocamente para chegar à plenitude do amor e das boas obras.

Infelizmente, está sempre presente a tentação da tibieza, de sufocar o Espírito, da recusa de «pôr a render os talentos» que nos foram dados para bem nosso e dos outros (cf. Mt 25, 24-28). Todos recebemos riquezas espirituais ou materiais úteis para a realização do plano divino, para o bem da Igreja e para a nossa salvação pessoal (cf. Lc 12, 21; 1 Tm 6, 18). Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua. Queridos irmãos e irmãs, acolhamos o convite, sempre actual, para tendermos à «medida alta da vida cristã» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31). A Igreja, na sua sabedoria, ao reconhecer e proclamar a bem-aventurança e a santidade de alguns cristãos exemplares, tem como finalidade também suscitar o desejo de imitar as suas virtudes. São Paulo exorta: «Adiantai-vos uns aos outros na mútua estima» (Rm 12, 10).

Que todos, à vista de um mundo que exige dos cristãos um renovado testemunho de amor e fidelidade ao Senhor, sintam a urgência de esforçar-se por adiantar no amor, no serviço e nas obras boas (cf. Heb 6, 10). Este apelo ressoa particularmente forte neste tempo santo de preparação para a Páscoa. Com votos de uma Quaresma santa e fecunda, confio-vos à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e, de coração, concedo a todos a Bênção Apostólica.

Vaticano, 3 de Novembro de 2011

BENEDICTUS PP. XVI

fonte: www.vatican.va

Autor: riopreto  //  Categoria: Acampamento Sênior

Entre os dias 27 e 31 de agosto a missão Canção Nova de São José do Rio Preto realizou o 8º Acampamento Sênior. Foram 5 dias inesquecíveis para os 96 campistas e também para a equipe de trabalho. Venha viver essa maravilhosa experiencia com Deus.

Fotos do Acampamento

VEJA AS FOTOS

PRÓXIMOS ACAMPAMENTOS:
CASAIS: De 02 a 04/09/2011
FAC (Adolescentes de 13 a 16 Anos): 12 a 15/11/2011

INFORMAÇÕES:
Canção Nova Rio Preto
Rua Quinze de Novembro, 3131
(17) 3233-4600

Mensagem do Papa para a Campanha da Fraternidade 2012

Autor: riopreto  //  Categoria: Formação

Ao Venerado Irmão
CARDEAL RAYMUNDO DAMASCENO ASSIS
Arcebispo de Aparecida (SP) e Presidente da CNBB

Fraternas saudações em Cristo Senhor!

De bom grado me associo à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil que lança uma nova Campanha da Fraternidade, sob o lema “que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8), com o objetivo de suscitar, a partir de uma reflexão sobre a realidade da saúde no Brasil, um maior espírito fraterno e comunitário na atenção dos enfermos e levar a sociedade a garantir a mais pessoas o direito de ter acesso aos meios necessários para uma vida saudável.

Para os cristãos, de modo particular, o lema bíblico é uma lembrança de que a saúde vai muito além de um simples bem estar corporal. No episódio da cura de um paralítico (cf. Mt 9, 2-8), Jesus, antes de fazer com que esse voltasse a andar, perdoa-lhe os pecados, ensinando que a cura perfeita é o perdão dos pecados, e a saúde por excelência é a da alma, pois «que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua alma?» (Mt 16,26). Com efeito, as palavras saúde e salvação têm origem no mesmo termo latino salus e não por outra razão, nos Evangelhos, vemos a ação do Salvador da humanidade associada a diversas curas: «Jesus andava por toda a Galiléia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo o tipo de doença e enfermidades do povo» (Mt 4,23).

Com o seu exemplo diante dos olhos, segundo o verdadeiro espírito quaresmal, possa esta Campanha inspirar no coração dos fiéis e das pessoas de boa vontade uma solidariedade cada vez mais profunda para com os enfermos, tantas vezes sofrendo mais pela solidão e abandono do que pela doença, lembrando que o próprio Jesus quis Se identificar com eles: «pois Eu estava doente e cuidastes de Mim» (Mt 25,36). Ajudando-lhes ao mesmo tempo a descobrir que se, por um lado, a doença é prova dolorosa, por outro, pode ser, na união com Cristo crucificado e ressuscitado, uma participação no mistério do sofrimento d’Ele para a salvação do mundo. Pois, «oferecendo o nosso sofrimento a Deus por meio de Cristo, nós podemos colaborar na vitória do bem sobre o mal, porque Deus torna fecunda a nossa oferta, o nosso ato de amor» (Bento XVI, Discurso aos enfermos de Turim, 2/V/2010).

Associando-me, pois, a esta iniciativa da CNBB e fazendo minhas as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias de cada um, saúdo fraternalmente quantos tomam parte, física ou espiritualmente, na Campanha «Fraternidade e Saúde Pública», invocando – pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida – para todos, mas de modo especial para os doentes, o conforto e a fortaleza de Deus no cumprimento do dever de estado, individual, familiar e social, fonte de saúde e progresso do Brasil, tornando-se fértil na santidade, próspero na economia, justo na participação das riquezas, alegre no serviço público, equânime no poder e fraterno no desenvolvimento. E, para confirmar-lhes nestes bons propósitos, envio uma propiciadora Bênção Apostólica.

Vaticano, 11 de fevereiro de 2012

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=285332

8º Acampamento Senior

Autor: riopreto  //  Categoria: Acampamento Sênior

Entre os dias 27 e 31 de agosto a missão Canção Nova de São José do Rio Preto realizou o 8º Acampamento Sênior. Foram 5 dias inesquecíveis para os 96 campistas e também para a equipe de trabalho. Venha viver essa maravilhosa experiencia com Deus.

flickr rio preto

PRÓXIMOS ACAMPAMENTOS:
CASAIS: De 02 a 04/09/2011
FAC (Adolescentes de 13 a 16 Anos): 12 a 15/11/2011

INFORMAÇÕES:
Canção Nova Rio Preto
Rua Quinze de Novembro, 3131
(17) 3233-4600

Fotos do II Acampamento Juvenil

Autor: riopreto  //  Categoria: Acampamento Juvenil

Acampamento Juvenil da Canção Nova de São José do Rio Preto e Movimento Mariana Braga, que aconteceu de 09 a 12 de março de 2011.