Vem aí o Retiro Popular 2014!

Autor:  //  Categoria: Loja Canção Nova

Preparado para viver a Quaresma? 

Abertura da Campanha da Fraternidade 2014

Autor:  //  Categoria: Sem Categoria

Convite para a Abertura da Campanha da Fraternidade 2014 – Diocese de São José do Rio Preto/SP.

Cerco de Jericó na @CNRioPreto

Autor:  //  Categoria: Sem Categoria

7 quintas-feiras por Cura e Libertação

De 27/02 a 10/04/2014 no nosso grupo de Oração que acontece na Sé Catedral São José, a partir das 19:30hs. Durante essas 7 semanas vamos abordar temas ligados a Cura e Libertação e no dia 10/04/2014 encerraremos com a Santa Missa por Cura e Libertação.

Grupo Oração – Novo local

Autor:  //  Categoria: Sem Categoria

Nosso Grupo de Oração em 2014 em um novo local.

Quinta-feira ás 19:30 na Catedral de São José Rio Preto. (Rua Siqueira Campos, 3033 – Centro)

Esperamos por você!!! 

Aniversário da Canção Nova

Autor:  //  Categoria: Casa de Missão

Confira tudo o que aconteceu nos 9 anos da missão Canção Nova,
em São José do Rio Preto…

Acesse agora:

e fique por dentro de tudo o que aconteceu!!!!

Missa das Cinzas

Autor:  //  Categoria: Diocese de SJRP

Santa Missa presidida por Dom Tomé Ferreira da Silva,
na Sé Catedral, por ocasião da Quarta-Feira de Cinzas.

TEMPO DE QUARESMA

Autor:  //  Categoria: Diocese de SJRP

“O que estamos fazendo nessa manhã é um gesto perfeito diante do mundo que fecha os seus olhos para a eternidade.

No Evangelho, Jesus Cristo nos fala como deve ser feito o jejum, a oração e a caridade.
Tenho comigo que é preciso ensinar as pessoas a rezarem, ensinar as pessoas à viver o jejum e a caridade.
O mundo parece ter esquecido do jejum, da oração e da caridade.
È preciso resgatar no coração das pessoas a necessidade do jejum, a necessidade da oração e a necessidade da caridade.

O tempo que iniciamos hoje, é o tempo da graça, mas para isso, precisamos ter consciência;
– é tempo de reconciliação!
Somos pecadores, e como pecadores precisamos deste tempo de graça.
Que o nosso jejum quaresmal, possa reverter-se no Domingo da Ressurreição, em prol da Campanha da Fraternidade.
A Campanha da Fraternidade associada à quaresma é um tempo de graça.
“Onde estão os jovens em sua vida de fé?”

Um jovem que vivi a paixão por Jesus Cristo, será sempre um vencedor!

– trecho da Homilia de Dom Tomé Ferreira da Silva,
por ocasião da Santa Missa de Quarta-feira de Cinzas

ALEGRIA e ESPERANÇA

Autor:  //  Categoria: Formação

Está chegando mais um Natal de alegria e de esperança para o mundo, porque ele tem como objetivo a presença de Deus em nosso meio. É o divino que se torna humano, fazendo com que o humano seja mais divino. Esta é a real novidade própria deste momento natalino, porque daí nasce a “vida”, que traz vida para todas as pessoas de boa vontade no caminho do bem.

Deus, na sua infinita bondade, partilha conosco a sua própria vida, como alimento de nossa sobrevivência ou de subsistência. Ele é o Criador e preservador de tudo que criou. Essa tarefa é colocada em nossas mãos, mas, em muitos casos, agimos como destruidores e ameaçadores da vida com atitudes desonestas.
O Natal dos cristãos deve ser o anúncio da identidade do Messias, daquele que proclama a justiça e o amor como itinerário da vida em Deus. Na verdade, Jesus nasce para anunciar um mundo novo, um reino de amor e proclamar a felicidade, que está dentro de nós mesmos. Podemos dizer que isto é a essência do ser humano.
Pensar no Natal é entusiasmar e apaixonar-se por Jesus Cristo, fazendo as coisas corretas, superando todas as atitudes de maldade que impedem a realização da felicidade. Para isto é necessário “fazer ao outro aquilo que fazemos a nós mesmos” e entender que Deus está dentro e presente em cada pessoa humana.
A alegria interior deve se manifestar externamente pela nossa voz e por nossos sinais, revelando a chegada do tempo da salvação. Isto significa eliminar da sociedade, e de nós mesmos, os atos de corrupção e desmandos. Acontece um novo estado de coisas em virtude da intervenção de Deus, ocasionando esperança.

A hora é de recobrar o ânimo, de revigorar as forças, tendo como garantia de tudo, a presença forte e renovadora de Deus. Por isto é necessário alegrar-se sempre com gestos de bondade, sabendo do valor de eternidade presente em cada atitude responsável que realizamos. É a alegria e a esperança que causam verdadeira paz.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.

O milagre da multiplicação…

Autor:  //  Categoria: Formação

O Milagre da segunda multiplicação.

Hoje o Evangelho nos fala da segunda multiplicação do pães.
(Mt 15,29-37)
Jesus, saindo da Região de Tiro e Sidônia, seguiu em direção às margens do Mar da Galileia para onde muitos O acompanharam, pois desejavam fazer uma experiência com o Senhor.
Ali, Jesus cura pessoas com diversas enfermidades: faz cegos enxergarem, coxos e aleijados andarem. Mas Jesus quis ir além das curas; Jesus quis mostrar que Deus Pai cuida de nós, que Ele está atento às mínimas coisas, aos detalhes de nossas vidas, Ele provê as necessidades mais comuns do dia-a-dia.
O povo estava por três dias seguindo Jesus e já não havia mais com o que se alimentarem naquele lugar.
A solução mais plausível seria mandá-los embora. O Senhor já lhes havia feito muito. Já havia ensinado, curado.
Jesus se atenta então para a necessidade daquela hora e diz aos discípulos: “Tenho piedade desta multidão”. E com o olhar compadecido pelo povo, Jesus não permitiu que partissem sem serem saciados.
A compaixão, o amor não permite que o outro saia de nossa presença sem o necessário. E como não bastasse Deus sempre vai além de nossas expectativas, quer nos dar o algo a mais.
A nossa memória, no entanto, é muito limitada acerca dos feitos de Deus em nossas vidas. Basta olhar o questionamento dos discípulos a respeito da multidão: “Onde vamos achar tantos pães para saciar tão grande multidão?”
A mesma pergunta já Lhe haviam feito em outra ocasião (Mt 15,15).
Essa era a segunda vez que Jesus faria o milagre da multiplicação.
O nosso questionamento é o mesmo: “Como Deus pode fazer isso na minha vida?”
Se pararmos para pensar, concluiremos que a nossa vida é cheia dessas interrogações.
Observemos o tempo e a caminhada dos discípulos com Jesus entre a primeira e a segunda multiplicação dos pães. A cena é praticamente a mesma. (Ver Mt 14,13-21). O povo segue Jesus; mas, envolvidos que são por Ele e pelos seus ensinamentos, esquecem de levar a provisão (o alimento) suficiente para aqueles dias. Jesus não quer vê-los desfalecer; por isso, é tomado por uma grande piedade. Isto para dizer que, quantas vezes for preciso, o Senhor estará atento às nossas necessidades.
Quanta dificuldade temos em exercitar nossa memória! É muito mais fácil recordar aquilo que ainda não conseguimos de Deus.
Pergunto-me então: “Quais as recordações que tenho do que Deus já fez a meu favor? Consigo enumerá-las?”
É preciso ter a coragem de acompanhar Jesus para o deserto. No deserto, Deus nos fala ao coração e não nos deixa faltar nada. É possível ir ao deserto e voltar saciado. Uma multidão teve a coragem de fazer essa experiência e encontrar com o Senhor sem levar provisão alguma. Ali, onde nada se tinha, porque tinha o Senhor, a multiplicação aconteceu.
Vamos ao deserto sem reservas!
Deixemos que o Senhor nos surpreenda!
Façamos o nosso deserto, mas não sozinhos.
Vamos com o Senhor. Lá Ele nos alimentará, renovará nossas forças e multiplicará aquilo que em nós foi subtraído.
É possível encontrar alimento no deserto, pois o Senhor está conosco. Quando já não temos nada o Senhor nos dá o necessário.

Deus abençoe.

Arlane Moreira
Comunidade Canção Nova Rio Preto

FÉ não exige provas!

Autor:  //  Categoria: Formação, Sem Categoria

Quero partilhar com você a minha experiência com a Palavra de Deus no dia de hoje.
O Evangelho de hoje (Mt 8,5-11) conta o encontro de Jesus com o Centurião que suplica a cura do seu servo que está acamado.
Ao que Jesus responde: Eu irei e o curarei.
Responde-lhe o centurião:
– Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa.
Dizei uma só palavra e o meu servo ficará curado.

-Me coloquei diante desta experiência de fé do centurião e da disposição de Jesus.
Jesus é aquele que cura. Do outro lado, precisa existir em mim e em você a mesma disposição de fé que existia no centurião:
Apresentar para Jesus o problema.
Mais que acreditar no poder da cura de Jesus, foi a fé naquilo que não se vê. – Senhor, não precisa ir até a minha casa. Eu acredito que o Senhor fará o milagre. Assim como eu acredito que os meus subordinados cumprem aquilo que lhes peço, acredito também no Senhor. No coração do Centurião não existia desconfiança, mas uma fé genuína, madura, pura.
Preciso trazer Deus para as situações. Preciso pedir ao Senhor que também cure as minhas paralisias. É desejo de Deus que saiamos do leito de morte e de dor que muitas vezes nos encontramos.
Um outro fato importante que este Evangelho me ensinou com a resposta de fé do Centurião a Jesus é que embora não vendo Jesus entrar em sua casa, ele acreditou que ele estava fazendo a obra. Não cobrou a Jesus uma prova de sua visita, apenas acreditou e a graça aconteceu.
Quantas vezes temos a impressão que Jesus não visita a nossa casa, a nossa família, a nossa profissão, a nossa história. Parece que Deus não se importa conosco. Não é verdade. É uma falsa concepção que fazemos a respeito de Deus. Digo a você: Mesmo que você não consiga enxergar a presença Dele em sua vida, Ele aí está. Precisamos ter um olhar de esperança, de fé, de confiança.
Me edificou a experiência de fé deste homem. A fé não exige provas, apenas crê. A fé nos faz contemplar de antemão o milagre.
Que Deus lhe abençoe.

Arlane Moreira
Comunidade Canção Nova /Rio Preto