Oração do anjo da guarda para os amigos

Oração do anjo para os amigos
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Anjo guardião,
vele por aqueles cujos nomes estão em meu coração.
Guardai-os com todo cuidado
que o caminho seja fácil e o trabalho fecundo.
Seque suas lágrimas se choram;
santifique suas alegrias;
aumente a coragem, se enfraquecerem;
restaure a esperança se a perderem de seu coração.

Devolva a saúde, se ficarem doentes,
mostra-lhes a verdade, se erram e
arrependimento se falharem.

Amém!

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Maria Madalena nos mostra que precisamos ir ao encontro do Senhor mesmo acreditando que Ele está morto

“Mulher por que choras?” é a pergunta que Jesus faz a Maria Madalena quando a encontra na porta do Sepulcro. Mais uma vez o Senhor demonstra todo o amor que tem por ela, Jesus se compadece ao ver que Maria chora e a quer consolar.

Podemos observar que Maria Madalena foi cedo ao túmulo para embalsamar o corpo do Cristo. Porém encontra o túmulo vazio, imagino que naquela hora o chão lhe tenha saído dos pés e o desespero lhe tenha tomado o coração. Ninguém a havia amado como Jesus. Já havia sido uma dor enorme perdê-lo morrendo numa cruz, agora não ter o direito nem de embalsamar-lhe o corpo?

Devemos ir ao Senhor mesmo acreditando que Ele está morto
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Maria esperava encontrá-lo morto

Ainda que Jesus tivesse dito sobre sua ressurreição, e acredito que a Madalena a esperasse, naquele dia ela havia ido cedo ao sepulcro já conformada em encontrá-lo morto, porém foi surpreendida. A primeira vista não era bem uma surpresa, mas um susto! Roubaram o corpo!

O Senhor não a surpreende simplesmente, Ele lhe dá o privilégio de ser a primeira a vê-lo ressuscitado! Note a preocupação de Jesus em lhe consolar: “Mulher, por que choras?”. Inicialmente Ele a chama de mulher como todos os outros a chamavam, porém, quando Ele se refere a ela uma segunda vez dizendo: “Maria”, ela o reconhece imediatamente! O consolo daquele coração era estar com seu Senhor.

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Por que Maria o reconhece?

Maria de Magdala era chamada “quarteleira” por se prostituir nos quartéis daquela região. Era considerada uma qualquer, sem valor para si e para todos aqueles homens que só se aproveitavam dela. Ela só sabia buscar amor onde não podia encontrar.

Foi ao encontrar Jesus, ainda quando estava possuída por sete demônios, que Maria Madalena encontrou o amor que tanto buscava. No encontro com Cristo encontrou a si mesma e recebeu de volta a dignidade de de filha de Deus. Quando Jesus ressuscita e a chama pelo nome, ela logo O reconhece, pois, só Ele a chamava assim.

Ir ao Senhor mesmo acreditando que Ele está morto

Quantas vezes acontece como com Maria Madalena, você passa pela dor da perda, do desencontro, do desconsolo na alma e já gastou todas as fichas de fé e esperança?

Ainda assim você é chamado a ir ao encontro do Senhor, ainda que acredite que Ele esteja morto, que não te escute, ou que se esqueceu de você. Haverá um momento em que o Senhor lhe perguntará: “Homem, por que choras?”; “Mulher, por que choras?”

E Ele virá em seu socorro! Deus pode surpreender-lhe a qualquer instante. Talvez você já tenha se conformado com sua situação, saia do seu conforto, vá ao encontro de Jesus mesmo que chorando, ainda que com sua esperança morta, não fique parado vá ao encontro do Senhor.

Rogéria Nair – Comunidade Canção Nova

A Sagrada Eucaristia é um mistério de fé

Primeiro que tudo, queremos recordar uma verdade, que muito bem conheceis e é absolutamente necessária no combate a qualquer veneno de racionalismo. Verdade, que muitos mártires selaram com o próprio sangue, e célebres Padres e Doutores da Igreja professaram e ensinaram constantemente. É a seguinte: a Eucaristia é um Mistério altíssimo, é, propriamente, o Mistério da fé, como se exprime a Sagrada Liturgia: “Nele só, estão concentradas, com singular riqueza e variedade de milagres, todas as realidades sobrenaturais”, como muito bem diz o nosso predecessor Leão XIII de feliz memória.

A Sagrada Eucaristia é um mistério de fé

Sobretudo deste Mistério é necessário que nos aproximemos com humilde respeito, não dominados por pensamentos humanos que devem emudecer, mas atendo-nos firmemente à Revelação divina.

São João Crisóstomo, que, como sabeis, tratou com tanta elevação de linguagem e tão iluminada piedade o Mistério Eucarístico, exprimiu-se nos seguintes termos precisos, ao ensinar aos seus féis esta verdade: “Inclinemo-nos sempre diante de Deus sem o contradizermos, embora o que Ele diz possa parecer contrário à nossa razão e à nossa inteligência; sobre a nossa razão e a nossa inteligência, prevaleça a sua palavra. Assim nos comportemos também diante do Mistério (Eucarístico), não considerando só o que nos pode vir dos nossos sentidos, mas conservando-nos fiéis às suas palavras. Uma palavra sua não pode enganar”.

A Eucaristia não é coisa que se possa descobrir com os sentidos

Idênticas afirmações encontramos frequentemente nos Doutores Escolásticos. Estar presente neste Sacramento o verdadeiro Corpo e o verdadeiro Sangue de Cristo, “não é coisa que se possa descobrir com os sentidos, diz Santo Tomás, mas só com a fé, baseada na autoridade de Deus. Por isso, comentando a passagem de São Lucas, 22,19: “Isto é o meu corpo que será entregue por vós”, diz São Cirilo: “Não ponhas em dúvida se é ou não verdade, mas aceita com fé as palavras do Salvador; sendo Ele a Verdade, não mente”.

Repetindo a expressão do mesmo Doutor Angélico, assim canta o povo cristão: “Enganam-se em ti a vista, o tato e o gosto. Com segurança só no ouvido cremos: creio tudo o que disse o Filho de Deus. Nada é mais verdadeiro do que esta palavra de verdade”.

Mais ainda: é São Boaventura quem afirma: “Estar Cristo no Sacramento como num sinal, nenhuma dificuldade tem; estar no Sacramento verdadeiramente, como no céu, tem a maior das dificuldades: é pois sumamente meritório acreditá-lo”.

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“Senhor, a quem iremos? Tens palavras de vida eterna!”

O mesmo dá a entender o Evangelho ao contar que muitos discípulos de Cristo, ao ouvirem falar de comer carne e beber sangue, voltaram as costas e abandonaram o Senhor, dizendo: Duras são estas palavras! Quem pode escutá-las? Perguntando então Jesus se também os Doze se queriam retirar, Pedro afirmou, com decisão e firmeza, a fé sua e a dos Apóstolos, com esta resposta admirável: “Senhor, a quem iremos? Tens palavras de vida eterna!”

Ao magistério da Igreja confiou o Redentor divino a palavra de Deus tanto escrita como transmitida oralmente, para que a guardasse e interpretasse. É esse magistério que devemos seguir, como estrela orientadora, na investigação desse Mistério, convencidos de que “embora não esteja ao alcance da razão e embora se não explique com palavras, continua sempre a ser verdade aquilo que há muito se proclama com a fé católica genuína e é objeto de crença em toda a Igreja”.

Ainda não é tudo. Salva a integridade da fé, é necessário salvar também a maneira exata de falar, não aconteça que, usando nós palavras ao acaso, entrem no nosso espírito, o que Deus não permita, idéias falsas como expressão da crença nos mais altos mistérios. Vem a propósito a advertência de Santo Agostinho sobre o modo diverso como falam os filósofos e os cristãos: “Os filósofos, escreve o Santo, falam livremente, sem medo de ferir os ouvidos das pessoas religiosas em coisas muito difíceis de entender. Nós, porém, devemos falar segundo uma regra determinada, para evitar que a liberdade de linguagem venha a causar maneiras de pensar ímpias, mesmo quanto ao sentido das palavras”.

Donde se conclui que se deve observar religiosamente a regra de falar, que a Igreja, durante longos séculos de trabalho, assistida pelo Espírito Santo, estabeleceu e foi confirmando com a autoridade dos Concílios, regra que, muitas vezes, se veio a tornar sinal e bandeira da ortodoxia da fé. Ninguém presuma mudá-la, a seu arbítrio ou a pretexto de nova ciência. Quem há de tolerar que fórmulas dogmáticas, usadas pelos Concílios Ecumênicos a propósito dos mistérios da Santíssima Trindade e da Encarnação, sejam acusadas de inadaptação à mentalidade dos nossos contemporâneos, e outras lhes sejam temerariamente substituídas? Do mesmo modo, não se pode tolerar quem pretenda expungir, a seu talante, as fórmulas usadas pelo Concílio Tridentino ao propor a fé no Mistério Eucarístico. Essas fórmulas, como as outras que a Igreja usa para enunciar os dogmas de fé, exprimem conceitos que não estão ligados a uma forma de cultura, a determinada fase do progresso científico, a uma ou outra escola teológica, mas apresentam aquilo que o espírito humano, na sua experiência universal e necessária, atinge da realidade, exprimindo-o em termos apropriados e sempre os mesmos, recebidos da linguagem ou vulgar ou erudita. São, portanto, fórmulas inteligíveis em todos os tempos e lugares.

Pode haver vantagem em explicar essas fórmulas com maior clareza e em palavras mais acessíveis, nunca, porém, em sentido diverso daquele em que foram usadas. Progrida a inteligência da fé, contanto que se mantenha a verdade imutável da fé. O Concílio Vaticano I ensina que nos dogmas “se deve conservar perpetuamente aquele sentido que, duma vez para sempre, declarou a Santa Madre Igreja, e que nunca é lícito afastarmo-nos desse sentido, pretextando e invocando maior penetração”.

Trecho da carta Encíclica Misterium Fidei do Papa Paulo VI.

Reze você também pelos enfermos com o padre Ivan

A família tem direitos e estes devem ser preservados

– o direito de existir e progredir como família, isto é o direito de cada homem, mesmo o pobre, a fundar uma família e a ter os meios adequados para a sustentar;  

– o direito de exercer as suas responsabilidades no âmbito de transmitir a vida e de educar os filhos;

– o direito à intimidade da vida conjugal e familiar;

Quais sao os direitos da família

Foto: 20878569, Milan Zeremski, By iStock getty images

– o direito à estabilidade do vínculo e da instituição matrimonial;

– o direito de crer e de professar a própria fé, e de a difundir;

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– o direito de educar os filhos segundo as próprias tradições e valores religiosos e culturais, com os instrumentos, os meios e as instituições necessárias;

– o direito de obter a segurança física, social, política, económica, especialmente tratando-se de pobres e de enfermos;

– o direito de ter uma habitação digna a conduzir convenientemente a vida familiar;

– o direito de expressão e representação diante das autoridades públicas económicas, sociais e culturais e outras inferiores, quer directamente quer através de associações;

– o direito de criar associações com outras famílias e instituições, para um desempenho de modo adequado e solícito do próprio dever;

– o direito de proteger os menores de medicamentos prejudiciais, da pornografia, do alcoolismo, etc. mediante instituições e legislações adequadas;

– o direito à distração honesta que favoreça também os valores da família;

– o direito das pessoas de idade a viver e morrer dignamente;

– o direito de emigrar como família para encontrar vida melhor.

Referência: Exortação Apostólica Familiaris Consortio de São João Paulo II.

Oração de uma mãe ao anjo da guarda dos filhos

Oração de uma mãe ao anjo da guarda dos filhosEu humildemente vos saúdo, ó fiel,
amigo celeste de meu filho!
Dou-lhe sinceros agradecimentos
por todo o amor e bondade que mostrais.

Em algum dia no futuro eu irei,
com agradecimentos mais dignos do que posso dar agora,
reembolsar o cuidado para com eles,
e diante de toda a corte celeste
reconhecer minha dívida para com a sua orientação e
proteção.

Continue a vigiá-lo.
Providenciar todas as suas necessidades do corpo e da alma.
Oro, da mesma forma, por mim,
para o meu esposo,
e toda a minha família,
que todos possamos um dia, nos encontrar alegres
na tua sociedade bem-aventurada.

Amém!

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Catedral de São José e Comunidade Canção Nova realizam Festa Junina

Arraia da catedral e cancao nova

Traga toda toda sua alegria e toda sua família para participar do “Arrraiá da Catedral e Canção Nova”, será no dia 11 de Junho de 2016, à partir das 20h, no salão da Catedral.

Atividades

Ao som do ministério de música Canção Nova haverá danças típicas, barracas de brincadeiras, barraca do milho, cachorro quente, pastel, churrasco, frango frito, caldos, doces e refrigerantes.

Ação entre Amigos

Você ainda pode participar da “Ação entre Amigos” no valor de R$ 15,00 e concorrer a prêmios no valor de R$ 1.000,00; R$ 500,00; R$ 250,00; R$ 150,00; além de ferro elétrico, liquidificador, churrasqueira, grill, batedeira e kit churrasco.

Mais informações:

Secretaria da Catedral: (17) 3234-4879

Canção Nova: (17) 3233 – 4600

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O demônio usa de cinco principais formas para nos atacar

A vida nem sempre é fácil. Crianças, trabalho, escola, doenças, muitas vezes, interferem nos planos que fizemos para nós mesmos, e é durante os tempos de maior stress, dor e sofrimento que sofremos os maiores ataques do diabo.

Felizmente, Deus nos presenteou com um Livro Sagrado para nos guiar na dor infligida pelo inimigo.

Segundo Kelly Balarie existem cinco “pontos de vulnerabilidade os quais o diabo usa para atacá-lo”. Estes pontos são quando estamos com fome, irritados, incrédulos, feridos e cansados – Em Inglês estas palavras se tornariam a sigla  F.I.G.H.T., que na tradução quer dizer luta.

Cinco formas que o demônio nos ataca

Fome

Temos fome de algo que só Deus pode nos alimentar. Bem-aventurados os que têm fome e sede de retidão: eles serão saciados. – (Mateus 5, 6).

Ao tentar preencher a falta de  Deus, que é como um buraco em seu coração, o demônio ataca. É fácil ir atrás de alguém que não entende que Deus está faltando em sua vida – é ainda mais fácil quando alguém substitui a necessidade do amor de Deus com a sua necessidade de alegrias terrenas.

Isso não quer dizer que devemos parar de apreciar as pequenas coisas da vida – ou mesmo as grandes. Significa apenas que é importante manter forte nossa relação com Cristo através do estudo bíblico, oração e participação na Santa Missa, para preencher nosso vazio interior com a presença de Deus.

Irritabilidade

Mesmo se você está com raiva, não pequeis: não permita que o sol se ponha sobre a vossa ira (Efésios 4, 26)

Quando estamos chateados, muitas vezes, dizemos e ou fazemos coisas as quais podemos nos arrepender mais tarde. Às vezes, as coisas que fazemos quando estamos com raiva podem ter repercussões graves. Quando você estiver com raiva, se necessário, fique alguns minutos sozinho para pensar melhor na situação, rezar um pouco e controlar-se.

Lembre-se, o diabo ama quando nos sentimos um nada. Não lhe dê a satisfação de provocar você.

Incredulidade

“Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos”. (2 Timóteo 4-3,4)

Muitos acreditam que quando pecamos, Deus se afasta de nós. A verdade é que nós nos afastamos Dele. O Senhor nunca deixa de estar ao nosso lado, Ele está pronto para intervir sempre que pedimos. O diabo usa nossos momentos de incredulidade para reforçar a crença de que temos pecado contra Deus e não somos dignos de Suas promessas, não caia nessa!

Deus nos ama e sempre perdoa nossas transgressões. Tudo o que precisamos fazer é pedir perdão.

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Feridas

Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça“. (Isaías 41,10)

Quando estamos sofrendo estamos vulneráveis. Tornamo-nos ingênuos, irritados, queremos de qualquer maneira acabar com a dor e o diabo sabe disso.

Durante o sofrimento, precisamos confiar em Deus, nos voltarmos para Ele em oração, adoração. Se preciso procurar um religioso que possa ajudar na dor. Não permita que o diabo o induza a crer que Deus está contra você.

Cansaço

“Descanse somente em Deus, minha alma! Ele é a fonte de minha esperança.” (Salmo 62, 5)

Quando sentimos que já tentamos tudo o que podíamos, aí está a deixa para darmos tudo a Deus na confiança de que ele vai resolver todas as coisas.

Demasiadas vezes cedemos à nossa exaustão. Sentimos frustração e stress até que explode uma enxurrada de raiva, dor ou consequências ainda piores. Quando estamos cansados, devemos lembrar que Deus está sempre presente para nos levar em seus braços.

Embora o diabo goste de jogar com nossas emoções, é importante lembrar que nós também somos responsáveis por nossas próprias ações. Podemos escolher obedecer ao diabo ou confiar em Deus. O que você escolhe?

Fonte: Catholic Online

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O amor conjugal traz em si características próprias

Nesta luz aparecem-nos claramente as notas características do amor conjugal, acerca das quais é da máxima importância ter uma ideia exata.

Características do amor conjulgal

É, antes de mais, um amor plenamente humano, quer dizer, ao mesmo tempo espiritual e sensível. Não é, portanto, um simples ímpeto do instinto ou do sentimento; mas é também, e principalmente, ato da vontade livre, destinado a manter-se e a crescer, mediante as alegrias e as dores da vida cotidiana, de tal modo que os esposos se tornem um só coração e uma só alma e alcancem juntos a sua perfeição humana.

Compartilham  todas as coisas, sem reservas

É depois, um amor total, quer dizer, uma forma muito especial de amizade pessoal, em que os esposos generosamente compartilham todas as coisas, sem reservas indevidas e sem cálculos egoístas. Quem ama verdadeiramente o próprio consorte, não o ama somente por aquilo que dele recebe, mas por ele mesmo, por poder enriquecê-lo com o dom de si próprio.

Amor fiel e exclusivo, até à morte

É, ainda, amor fiel e exclusivo, até à morte. Assim o concebem, efetivamente, o esposo e a esposa no dia em que assumem, livremente e com plena consciência, o compromisso do vínculo matrimonial. Fidelidade que por vezes pode ser difícil; mas que é sempre nobre e meritória, ninguém o pode negar. O exemplo de tantos esposos, através dos séculos, demonstra não só que ela é consentânea com a natureza do matrimônio, mas que é dela, como de fonte, que flui uma felicidade íntima e duradoura.

Filhos, dom mais excelente do matrimônio

É, finalmente, amor fecundo que não se esgota na comunhão entre os cônjuges, mas que está destinado a continuar-se, suscitando novas vidas. “O matrimônio e o amor conjugal estão por si mesmos ordenados para a procriação e educação dos filhos. Sem dúvida, os filhos são o dom mais excelente do matrimônio e contribuem grandemente para o bem dos pais”.

Missão de “paternidade responsável”

Sendo assim, o amor conjugal requer nos esposos uma consciência da sua missão de “paternidade responsável”, sobre a qual hoje tanto se insiste, e justificadamente, e que deve também ser compreendida com exatidão. De fato, ela deve ser considerada sob diversos aspectos legítimos e ligados entre si.

Em relação com os processos biológicos, paternidade responsável significa conhecimento e respeito pelas suas funções: a inteligência descobre, no poder de dar a vida, leis biológicas que fazem parte da pessoa humana.

Em relação às tendências do instinto e das paixões, a paternidade responsável significa o necessário domínio que a razão e a vontade devem exercer sobre elas.

Em relação às condições físicas, econômicas, psicológicas e sociais, a paternidade responsável exerce-se tanto com a deliberação ponderada e generosa de fazer crescer uma família numerosa, como com a decisão, tomada por motivos graves e com respeito pela lei moral, de evitar temporariamente, ou mesmo por tempo indeterminado, um novo nascimento.

Paternidade responsável comporta ainda, e principalmente, uma relação mais profunda com a ordem moral objetiva, estabelecida por Deus, de que a consciência reta é intérprete fiel. O exercício responsável da paternidade implica, portanto, que os cônjuges reconheçam plenamente os próprios deveres, para com Deus, para consigo próprios, para com a família e para com a sociedade, numa justa hierarquia de valores.

Na missão de transmitir a vida, eles não são, portanto, livres para procederem a seu próprio bel-prazer, como se pudessem determinar, de maneira absolutamente autônoma, as vias honestas a seguir, mas devem, sim, conformar o seu agir com a intenção criadora de Deus, expressa na própria natureza do matrimônio e dos seus atos e manifestada pelo ensino constante da Igreja.

Respeitar a natureza e a finalidade do ato matrimonial

Estes atos, com os quais os esposos se unem em casta intimidade e através dos quais se transmite a vida humana, são, como recordou o recente Concílio, “honestos e dignos”; e não deixam de ser legítimos se, por causas independentes da vontade dos cônjuges, se prevê que vão ser infecundos, pois que permanecem destinados a exprimir e a consolidar a sua união. De fato, como o atesta a experiência, não se segue sempre uma nova vida a cada um dos atos conjugais. Deus dispôs com sabedoria leis e ritmos naturais de fecundidade, que já por si mesmos distanciam o suceder-se dos nascimentos. Mas, chamando a atenção dos homens para a observância das normas da lei natural, interpretada pela sua doutrina constante, a Igreja ensina que qualquer ato matrimonial deve permanecer aberto à transmissão da vida

Trecho da Encíclica Humanae Vitae do Papa Paulo VI

Missão da Canção Nova em São José do Rio Preto completa 12 anos

Mensagem de Dom Tomé

Completa-se 12 anos que a  missão da Canção Nova está em São José do Rio Preto. O Bispo local, Dom Tomé, deixou uma mensagem dando os parabéns. Ouça:

Participe da comemoração dos 12 anos da Missão, neste domingo dia 15 de Maio, à partir das 8h no salão de eventos da Catedral de São José em Rio Preto.

Mais informações: (17) 3233 – 4600