Começa dia 04 de agosto, o Cerco de Jericó na Casa de Evangelização Canção Nova em São José do Rio Preto, encerrando com a Santa Missa na Catedral , dia 10 de agosto. Venha apresentar a Deus as suas intenções e rezar conosco esses 7 dias e 6 noites através dessa eficaz oração que é o Rosário diante de Jesus Eucarístico.

Intenções para este Cerco:

* Pelas intenções do Santo Padre;
* Pelo Ano Mariano;
* Pelo nosso bispo e Diocese;
* Pelo Projeto Dai-me Almas;
* Pela Missão Canção Nova em São José do Rio Preto;
* Pelas intenções deixadas na caixinha de oração e aqui no blog, facebook;
* Por nossas intenções particulares;

Venha rezar conosco e traga suas intenções!

 

Informações: 17 3233 4600
* Se você deseja assumir algum horário, por favor entre em contato conosco.

Saiba como surgiu o Cerco de Jericó!
(por Professor Felipe Aquino)

A Comunidade Canção Nova de São José do Rio Preto em unidade com a Catedral de São José, promovem um grande momento de Evangelização para a nossa diocese, o Acampamento de Oração, Cura e Libertação. O evento acontece nos dias 29 e 30 de Julho no salão da Catedral e contará com momentos de pregação, oração, adoração

ao Santíssimo, confissões e Santa Missa, conduzidos pelos missionários da Canção Nova padre Fábio Camargos e Ana Lúcia.

Loja da Canção Nova e a equipe do Clube de Evangelização, que atende os sócios, estarão presentes no evento trazendo muitas novidades oferecidas pela comunidade que neste ano completa 13 anos de missão em nossa diocese. Novidades também na Praça de Alimentação, que além dos salgados, lanches, doces e refrigerantes incluirá no cardápio marmitex no almoço do domingo, tudo com preço acessível.

As inscrições devem ser efetuadas através do telefone 17. 3233-4600 ou Casa de Missão da comunidade localizada na rua XV de Novembro, 3635, no Centro de São José do Rio Preto. A entrada é gratuita e o evento é aberto a toda a comunidade diocesana.

Forme sua caravana, traga sua família, convide seus amigos e venha participar conosco!

 

Evento                                                           
Acampamento de Oração, Cura e Libertação
Dia 29 de Julho, Sábado, das 15h às 21h | Dia 30 de Julho, Domingo, a partir das 8h

Local: Salão Paroquial da Catedral de São José | Rua Siqueira Campos, 3033 – Centro
Fone: 17. 3233-4600 São José do Rio Preto/SP

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O Acampamento RVJ tem como objetivo levar os jovens a uma experiência de reflexão e conversão através de provas físicas.

O nome Revolução Jesus surgiu a partir de uma palestra ministrada pelo pai-fundador da Comunidade Canção Nova, Monsenhor Jonas Abib que, antes de iniciar a comunidade já pregava retiro para jovens nos inícios da década de 70. Retiros estes conhecidos como Maranathá (palavra em grego que significa “Vem Senhor Jesus!”).

Resgatando a proposta da evangelização dos jovens através dos Maranathás e atualizando a sua metodologia para o século XXI, o Revolução Jesus está inserido nas principais questões que envolvem os jovens de hoje (e sempre) buscando uma linguagem atual dentro das novas tecnologias de comunicação social que constantemente surgem e se aperfeiçoam.

.Acreditamos que somente através de um encontro pessoal com Jesus Cristo e da busca de uma verdadeira vida sob a ação do Espírito Santo (batismo no Espírito) é que poderemos dar prosseguimento a esta Revolução iniciada a quase 2000 anos atrás quando o próprio Deus se encarnou e veio implantar o seu reino de amor.

.O Revolução Jesus é formado por missionários e colaboradores da Canção Nova, que acreditam que esta boa nova chamada Jesus Cristo deve ser propagada o mais alto possível e de todas as formas até que TUDO finalmente Lhe seja submetido.

“A característica de um Revolucionário é a perseverança”. (Monsenhor Jonas Abib)

Fotos do Acampamento RVJ na Canção Nova São José do Rio Preto

Se você quer a Canção Nova em sua Paróquia, Movimento, Grupo de Oração, Pastoral.. em entre contato conosco:

Fone: 17 3233-4600   facebook.com/cnriopreto   instagram: cnriopreto

 

Não podemos deixar que as agitações do cotidiano nos tornem insensíveis a graça de Deus.

Diariamente precisamos nos abrir ao novo. Um dia nunca é igual ao outro e para cada dia o Senhor nos concede uma graça própria. A graça de ontem já passou e não volta mais; estejamos atentos à bênção de hoje. De maneira nenhuma deixemos passar a graça de Deus em nossa vida.

Vivemos preocupados com muitas coisas, agitados, presos aos nossos problemas e, por isso, muitas vezes incapazes de perceber a graça de Deus operando em nós. Continuamos com os mesmos costumes do velho homem quando nos apegamos aos nossos problemas. Hoje o Senhor nos convida a viver de forma diferente, dando-nos uma palavra de ordem:

“Necessário vos é nascer de novo” (João 3,7b).

Essa ordem é um desígnio divino de misericórdia, porque Deus nos quer cheios do Espírito Santo renovador. Com a efusão do Espírito Santo, tudo começa a mudar dentro de nós e ao nosso redor, pois o poder de Deus renova todas as coisas.

Permitamos que o Espírito Santo nos transforme e nos renove. Rezemos e peçamos: Vinde, Espírito Santo!

“Se enviais, porém, o vosso sopro, eles revivem e renovais a face da terra” (Salmo 103,30).

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago

Cofundadora da Comunidade  Canção Nova

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Formas de contribuição direta:

Formas indiretas de contribuição:

Oração do anjo da guarda para os amigos

Oração do anjo para os amigos
Foto: ImagineGolf, 17329893 , iStock photos by gett image

Anjo guardião,
vele por aqueles cujos nomes estão em meu coração.
Guardai-os com todo cuidado
que o caminho seja fácil e o trabalho fecundo.
Seque suas lágrimas se choram;
santifique suas alegrias;
aumente a coragem, se enfraquecerem;
restaure a esperança se a perderem de seu coração.

Devolva a saúde, se ficarem doentes,
mostra-lhes a verdade, se erram e
arrependimento se falharem.

Amém!

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Maria Madalena nos mostra que precisamos ir ao encontro do Senhor mesmo acreditando que Ele está morto

“Mulher por que choras?” é a pergunta que Jesus faz a Maria Madalena quando a encontra na porta do Sepulcro. Mais uma vez o Senhor demonstra todo o amor que tem por ela, Jesus se compadece ao ver que Maria chora e a quer consolar.

Podemos observar que Maria Madalena foi cedo ao túmulo para embalsamar o corpo do Cristo. Porém encontra o túmulo vazio, imagino que naquela hora o chão lhe tenha saído dos pés e o desespero lhe tenha tomado o coração. Ninguém a havia amado como Jesus. Já havia sido uma dor enorme perdê-lo morrendo numa cruz, agora não ter o direito nem de embalsamar-lhe o corpo?

Devemos ir ao Senhor mesmo acreditando que Ele está morto
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Maria esperava encontrá-lo morto

Ainda que Jesus tivesse dito sobre sua ressurreição, e acredito que a Madalena a esperasse, naquele dia ela havia ido cedo ao sepulcro já conformada em encontrá-lo morto, porém foi surpreendida. A primeira vista não era bem uma surpresa, mas um susto! Roubaram o corpo!

O Senhor não a surpreende simplesmente, Ele lhe dá o privilégio de ser a primeira a vê-lo ressuscitado! Note a preocupação de Jesus em lhe consolar: “Mulher, por que choras?”. Inicialmente Ele a chama de mulher como todos os outros a chamavam, porém, quando Ele se refere a ela uma segunda vez dizendo: “Maria”, ela o reconhece imediatamente! O consolo daquele coração era estar com seu Senhor.

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Por que Maria o reconhece?

Maria de Magdala era chamada “quarteleira” por se prostituir nos quartéis daquela região. Era considerada uma qualquer, sem valor para si e para todos aqueles homens que só se aproveitavam dela. Ela só sabia buscar amor onde não podia encontrar.

Foi ao encontrar Jesus, ainda quando estava possuída por sete demônios, que Maria Madalena encontrou o amor que tanto buscava. No encontro com Cristo encontrou a si mesma e recebeu de volta a dignidade de de filha de Deus. Quando Jesus ressuscita e a chama pelo nome, ela logo O reconhece, pois, só Ele a chamava assim.

Ir ao Senhor mesmo acreditando que Ele está morto

Quantas vezes acontece como com Maria Madalena, você passa pela dor da perda, do desencontro, do desconsolo na alma e já gastou todas as fichas de fé e esperança?

Ainda assim você é chamado a ir ao encontro do Senhor, ainda que acredite que Ele esteja morto, que não te escute, ou que se esqueceu de você. Haverá um momento em que o Senhor lhe perguntará: “Homem, por que choras?”; “Mulher, por que choras?”

E Ele virá em seu socorro! Deus pode surpreender-lhe a qualquer instante. Talvez você já tenha se conformado com sua situação, saia do seu conforto, vá ao encontro de Jesus mesmo que chorando, ainda que com sua esperança morta, não fique parado vá ao encontro do Senhor.

Rogéria Nair – Comunidade Canção Nova

A Sagrada Eucaristia é um mistério de fé

Primeiro que tudo, queremos recordar uma verdade, que muito bem conheceis e é absolutamente necessária no combate a qualquer veneno de racionalismo. Verdade, que muitos mártires selaram com o próprio sangue, e célebres Padres e Doutores da Igreja professaram e ensinaram constantemente. É a seguinte: a Eucaristia é um Mistério altíssimo, é, propriamente, o Mistério da fé, como se exprime a Sagrada Liturgia: “Nele só, estão concentradas, com singular riqueza e variedade de milagres, todas as realidades sobrenaturais”, como muito bem diz o nosso predecessor Leão XIII de feliz memória.

A Sagrada Eucaristia é um mistério de fé

Sobretudo deste Mistério é necessário que nos aproximemos com humilde respeito, não dominados por pensamentos humanos que devem emudecer, mas atendo-nos firmemente à Revelação divina.

São João Crisóstomo, que, como sabeis, tratou com tanta elevação de linguagem e tão iluminada piedade o Mistério Eucarístico, exprimiu-se nos seguintes termos precisos, ao ensinar aos seus féis esta verdade: “Inclinemo-nos sempre diante de Deus sem o contradizermos, embora o que Ele diz possa parecer contrário à nossa razão e à nossa inteligência; sobre a nossa razão e a nossa inteligência, prevaleça a sua palavra. Assim nos comportemos também diante do Mistério (Eucarístico), não considerando só o que nos pode vir dos nossos sentidos, mas conservando-nos fiéis às suas palavras. Uma palavra sua não pode enganar”.

A Eucaristia não é coisa que se possa descobrir com os sentidos

Idênticas afirmações encontramos frequentemente nos Doutores Escolásticos. Estar presente neste Sacramento o verdadeiro Corpo e o verdadeiro Sangue de Cristo, “não é coisa que se possa descobrir com os sentidos, diz Santo Tomás, mas só com a fé, baseada na autoridade de Deus. Por isso, comentando a passagem de São Lucas, 22,19: “Isto é o meu corpo que será entregue por vós”, diz São Cirilo: “Não ponhas em dúvida se é ou não verdade, mas aceita com fé as palavras do Salvador; sendo Ele a Verdade, não mente”.

Repetindo a expressão do mesmo Doutor Angélico, assim canta o povo cristão: “Enganam-se em ti a vista, o tato e o gosto. Com segurança só no ouvido cremos: creio tudo o que disse o Filho de Deus. Nada é mais verdadeiro do que esta palavra de verdade”.

Mais ainda: é São Boaventura quem afirma: “Estar Cristo no Sacramento como num sinal, nenhuma dificuldade tem; estar no Sacramento verdadeiramente, como no céu, tem a maior das dificuldades: é pois sumamente meritório acreditá-lo”.

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“Senhor, a quem iremos? Tens palavras de vida eterna!”

O mesmo dá a entender o Evangelho ao contar que muitos discípulos de Cristo, ao ouvirem falar de comer carne e beber sangue, voltaram as costas e abandonaram o Senhor, dizendo: Duras são estas palavras! Quem pode escutá-las? Perguntando então Jesus se também os Doze se queriam retirar, Pedro afirmou, com decisão e firmeza, a fé sua e a dos Apóstolos, com esta resposta admirável: “Senhor, a quem iremos? Tens palavras de vida eterna!”

Ao magistério da Igreja confiou o Redentor divino a palavra de Deus tanto escrita como transmitida oralmente, para que a guardasse e interpretasse. É esse magistério que devemos seguir, como estrela orientadora, na investigação desse Mistério, convencidos de que “embora não esteja ao alcance da razão e embora se não explique com palavras, continua sempre a ser verdade aquilo que há muito se proclama com a fé católica genuína e é objeto de crença em toda a Igreja”.

Ainda não é tudo. Salva a integridade da fé, é necessário salvar também a maneira exata de falar, não aconteça que, usando nós palavras ao acaso, entrem no nosso espírito, o que Deus não permita, idéias falsas como expressão da crença nos mais altos mistérios. Vem a propósito a advertência de Santo Agostinho sobre o modo diverso como falam os filósofos e os cristãos: “Os filósofos, escreve o Santo, falam livremente, sem medo de ferir os ouvidos das pessoas religiosas em coisas muito difíceis de entender. Nós, porém, devemos falar segundo uma regra determinada, para evitar que a liberdade de linguagem venha a causar maneiras de pensar ímpias, mesmo quanto ao sentido das palavras”.

Donde se conclui que se deve observar religiosamente a regra de falar, que a Igreja, durante longos séculos de trabalho, assistida pelo Espírito Santo, estabeleceu e foi confirmando com a autoridade dos Concílios, regra que, muitas vezes, se veio a tornar sinal e bandeira da ortodoxia da fé. Ninguém presuma mudá-la, a seu arbítrio ou a pretexto de nova ciência. Quem há de tolerar que fórmulas dogmáticas, usadas pelos Concílios Ecumênicos a propósito dos mistérios da Santíssima Trindade e da Encarnação, sejam acusadas de inadaptação à mentalidade dos nossos contemporâneos, e outras lhes sejam temerariamente substituídas? Do mesmo modo, não se pode tolerar quem pretenda expungir, a seu talante, as fórmulas usadas pelo Concílio Tridentino ao propor a fé no Mistério Eucarístico. Essas fórmulas, como as outras que a Igreja usa para enunciar os dogmas de fé, exprimem conceitos que não estão ligados a uma forma de cultura, a determinada fase do progresso científico, a uma ou outra escola teológica, mas apresentam aquilo que o espírito humano, na sua experiência universal e necessária, atinge da realidade, exprimindo-o em termos apropriados e sempre os mesmos, recebidos da linguagem ou vulgar ou erudita. São, portanto, fórmulas inteligíveis em todos os tempos e lugares.

Pode haver vantagem em explicar essas fórmulas com maior clareza e em palavras mais acessíveis, nunca, porém, em sentido diverso daquele em que foram usadas. Progrida a inteligência da fé, contanto que se mantenha a verdade imutável da fé. O Concílio Vaticano I ensina que nos dogmas “se deve conservar perpetuamente aquele sentido que, duma vez para sempre, declarou a Santa Madre Igreja, e que nunca é lícito afastarmo-nos desse sentido, pretextando e invocando maior penetração”.

Trecho da carta Encíclica Misterium Fidei do Papa Paulo VI.

Reze você também pelos enfermos com o padre Ivan