• quarta-feira, março 17th, 2010


Os apresentadores do programa ‘Juntos Somos Mais’, vão alegrar e emocionar a todos com muitos testemunhos de pessoas que amam esta obra e doam sua vidas pela evangelização.

Apresentado diretamente da cidade de São José dos Campos (SP), a atração estará sendo transmitida AO VIVO da Paróquia Espírito Santo, localizada no Jardim Satélite.

Maria Renata e Cleto Coelho

Você de São José dos Campos e região está convidado a participar conosco a partir das 9h45.

Estamos esperando por você !!!

• terça-feira, março 16th, 2010

• terça-feira, março 16th, 2010

 

Eu quero convidar você para abrir a Palavra de Deus em Mateus 5,21-26.

Márcio Mendes
Foto: Wesley Almeida

 

A raiva é um sentimento humano. Um impulso que precisa ser dominado, controlado. Do contrário, eu vou agir com raiva e pecar. Todas as vezes em que trato alguém com raiva eu deixo de ser justo.

Existe um jeito de, ao sentirmos raiva, não pecarmos: é só não se deixar dominar por ela. O Espírito Santo nos ensina algo muito sério: Deus é amor e Ele quer que o nosso amor por Ele chegue até Sua presença através do nosso amor aos irmãos.

Amaldiçoar é uma forma de matar. Quando amaldiçoamos alguém, nós vamos minando a vida da pessoa, condicionando-a a partir do mal, do que é negativo. As palavras que dizemos a alguém, num momento de raiva, têm pouco de verdade e muito de mentira.

Nosso Senhor sabe que nossas palavras têm força, tanto para o bem, como para o mal. Estas palavras marcam a vida de uma pessoa. Por meio de uma palavra boa sua, dita a alguém que está desanimado, você o encoraja e o marca para o resto de sua vida. A nossa palavra tem força porque fomos criados à imagem e semelhança de Deus. Fomos criados a partir de uma palavra de Deus.

Mas do mesmo jeito que podemos colocar “vida” no coração de alguém, podemos também destruí-lo com nossas palavras. Amaldiçoar o outro é falar mal dele e lhe desejar o mal. E podemos matar a pessoa através dessas palavras malditas.

Quem já recebeu apelidos durante a vida sabe como isso pode minar a autoestima da pessoa. Imagine a vida toda ser chamado por aquele apelido? E o que é pior: nós damos apelidos para aqueles que nos são mais próximos e, assim, vamos “minando” a pessoa.

Nós castigamos as pessoas porque elas fazem o que nós não gostamos. E por isso as apelidamos. E também nisso nos tornamos vítimas. Todos nós.

Quaresma é tempo de purificação, de jogar fora o “vinagre” que ficou guardado dentro do coração. Essas feridas que vieram pelos apelidos precisam ser apresentadas a Deus. É tempo de pedir perdão pelo mal que fizemos ao apelidarmos as pessoas e também de pedir a Deus a cura pelos traumas, pelas lembranças dolorosas que vieram através dos apelidos que fomos recebendo.

O apelido é uma arma vulgar, que tacha as pessoas a partir do negativo. Quem de nós não ofendeu alguém e não foi ofendido? Por isso, Jesus hoje pede que o nosso coração perdoe àqueles que nos apelidaram. Reconcilie-se com seu irmão hoje. É preciso deixar para trás as coisas infantis. Ter um coração de criança sim! Mas não uma “cabeça” de criança: infantil, imatura, muitas vezes, até birrenta.

Você verá como este momento de reconciliação será um momento de cura para você e para a outra pessoa.

A cura e o perdão chegam juntos. A porta através da qual o perdão sai é a mesma através da qual a cura entra. Existem muitas pessoas que têm resistência à oração porque, nessas horas, vem à mente lembranças dolorosas. Saiba que é o Espírito Santo quem nos faz lembrar de tudo isso com o objetivo de nos curar.

Hoje é dia de nos lembrarmos das pessoas que “flagelamos” com a nossa língua e pedir perdão a Deus pelo mal cometido. Também é necessário perdoar àqueles que nos machucaram pelas palavras malditas, pelos apelidos que tanto nos fizeram mal.

A vida inteira você que recebeu apelidos, na hora da ofensa, tem duas escolhas: ou ficar com raiva, lamentar-se e fechar-se em sua raiva; ou colocar diante de Deus tudo isso, enfrentar essa situação no Senhor e vencer o inimigo em seu território através do perdão concedido.

Jesus é o “divino lixeiro”. Ele quer recolher nossos entulhos. Mas quem coloca o lixo fora da casa para o lixeiro recolher somos nós. Faça isso hoje. Vá com o coração aberto e apresente a Cristo Jesus, ao Seu preciosíssimo Sangue, as pessoas que você machucou e aquelas que o machucaram também.

Márcio Mendes
Comunidade Canção Nova

Acompanhe pelo Podcast:

 

• terça-feira, março 16th, 2010

• segunda-feira, março 15th, 2010

As pessoas por quem você tem rezado, voltarão para Deus. Tudo o que de bom semeamos nos corações, vai nascer,crescer e dar frutos. Esta deve ser a nossa fé.
Pra quem você tem rezado?
Deixe seu Comentário, seu pedido de oração.

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• segunda-feira, março 15th, 2010

ESTAREMOS ESPERANDO POR VOCÊ !!!

• segunda-feira, março 15th, 2010

• segunda-feira, março 15th, 2010

O ponto central da fé cristã é a Redenção, realizada por Jesus através de Sua Paixão, Morte e Ressurreição. E o Se­nhor quis perpetuar a celebração da nossa Redenção pela san­ta Missa. “Eis o mistério da fé”, o sacerdote diz após a Consagra­ção, quando então o Calvário vivo se renova sobre o altar, em­bora de maneira incruenta. E o Senhor que continua a salvar os homens de todos os tempos e lugares.

Jesus veio ao mundo, assumindo nossa natureza, para res­gatar-nos da escravidão do pecado, do sofrimento e da morte eterna. Fazendo-se homem, Ele estava em condições de salvar o homem.

Mas, em que consiste essa salvação? Parece-me que esse é um ponto mal esclarecido e pouco ensinado aos fiéis, o que faz com que a maioria, infelizmente, não chegue  a compreender bem o verdadeiro “mistério da fé” e não possa saborear com entusiasmo as riquezas de nossas celebrações litúrgicas, especialmente as do tempo pascal.

A Tradição e o Magistério da Igreja nos asseguram que o homem foi criado por Deus, por amor, para ser plenamente feliz n’Ele (cf. Cat §1). Mas, com o pecado original - pecado de desobe­diência e de soberba - o homem perdeu a vida divina e os dons preter-naturais, principalmente a imortalidade. Com o peca­do, que não estava nos planos de Deus, entraram na vida do homem o sofrimento e a morte. São Paulo disse que: “O salário do pecado é a morte” (Rom 6,23) e que “o pecado entrou no mun­do, e pelo pecado, a morte, assim a morte passou a todos os homens” (Rom 5,12).

O pecado original é dogma de fé, e a Igreja combateu no século V, principalmente através de Santo Agostinho, a heresia do frade Pelágio (o pelagianismo), que negava a natureza de­caída pelo pecado original e, como conseqüência, a necessida­de da graça redentora de Cristo. Se não houvesse o pecado original, Cristo não precisaria ter morrido na cruz por nós. E por causa desse pecado que Santo Agostinho dizia: “O’ feliz culpa que nos fez receber um tão grande Salvador.”

O Catecismo da Igreja diz que: § 397 – “O homem, tentado pelo Diabo, deixou morrer em seu coração a confiança em seu Criador (Gn 3,1-11) e, abusando de sua liberdade, desobedeceu ao mandamento de Deus. Foi nisto que consistiu o primeiro pecado do homem. Todo pecado, daí em diante, será uma desobediência a Deus e uma falta de confiança em sua bondade.” E mais: §389 – “A doutrina do pecado original é, por assim dizer, “o reverso” da Boa Notícia de que Jesus é o Salvador de todos os homens, de que todos têm necessidade da salvação e de que a salvação é oferecida a todos graças a Cristo. A Igreja, que tem o senso de Cristo, sabe perfeitamente que não se pode atentar contra a revelação do pecado original sem atentar contra o mistério de Cristo.”

A melhor explicação para o entendimento do “mistério da Redenção”, encontrei nos Sermões sobre o Natal e a Epifania, de São Leão Magno, Papa e doutor da Igreja (440-461),  conselheiro sucessivamente dos papas Celestino I (422-432) e Xisto III (432-440), contem­porâneo de Santo Agostinho. Vou deixar que ele mesmo, com suas palavras inspiradas, nos ensine sobre nossa Re­denção. Começa dizendo:

“Gloriava-se o demônio porque o homem, enganado por seu ardil, estava privado dos dons divi­nos e, despojado da imortalidade, encontrava-se sujeito a uma dura sentença de morte; assim, tendo um companheiro de pre­varicação, encontrava algum alívio em seus males (…).”

Em seguida São Leão Magno afirma que a razão profunda no fato de Cristo ter querido nascer de uma virgem foi “a de ocultar ao demônio que a salvação nascera para os homens, a fim de que, ignorando a geração espiritual, não julgasse que havia nascido de modo diferente aquele que via semelhante aos outros. Notando que Sua natureza era igual a de todos, supunha que Sua origem fosse a mesma; e não percebeu que estava livre dos laços do pecado aquele que não encontrou isen­to da fraqueza dos mortais. Deus, que em Sua justa misericór­dia dispunha de múltiplas maneiras de restaurar o gênero hu­mano, escolheu esse meio de salvação que, para destruir a obra do demônio, não recorreria a Seu poder; mas ã Sua justiça. Pois o antigo inimigo, em seu orgulho, reivindicava com certa razão seu direito à tirania sobre os homens e oprimia com po­der não usurpado aqueles que havia seduzido, fazendo-os pas­sar voluntariamente da obediência aos mandamentos de Deus para a submissão à sua vontade. Era portanto justo que só per­desse seu domínio original sobre a humanidade sendo venci­do no próprio terreno onde vencera”.

E São Leão Magno continua: “Conhecendo o veneno com que corrompera a natureza humana, jamais (o demônio) jul­gou isento do pecado original aquele que, por tantos indícios, supunha ser um mortal. Obstinou-se pois o salteador impru­dente e cobrador insaciável em se insurgir contra aquele que nada lhe devia; mas, ao perseguir n’Ele a falta original comum a todos os outros homens, ultrapassa os direitos em que se apoi­ava, exigindo daquele em quem não encontrou vestígio de culpa a pena devida ao pecado. Fica portanto anulada a sentença (cf. Cl 2,14) do pacto mortal que ele havia maldosamente ins­pirado e, por ter exigido contra a justiça além do que era devi­do, todo o débito é cancelado. Aquele que era forte é amarra­do com seus próprios laços. (…) O príncipe deste mundo é acorrentado, são-lhe tirados seus instrumentos de captura (…) a morte é destruída por outra morte, o nascimento renovado por outro nascimento, porque ao mesmo tempo a redenção põe fim a nosso cativeiro, a regeneração transforma nossa ori­gem e a fé justifica o pecador.”

O pecado de cada homem e de toda a humanidade ferem a Majestade Infinita  de Deus; então, não basta uma reparação de valor humano para reparar a Justiça Divina. Não havia um homem sequer que pudesse oferecer à Justiça Divina uma reparação suficiente. Então, o Filho de Deus se fez homem, se ofereceu para reparar diante dessa Justiça todo o pecado da humanidade. Deus é misericordioso, mas é Justo; e todo o mal precisa ser reparado; é uma exigência de Sua Justiça. Não é Deus quem exige o Sacrifício do Filho ùnico e amado, mas a Justiça divina sobre a qual  mundo foi criado.

A Carta aos Hebreus explica isso: “Eis por que, ao entrar no mundo, Cristo diz: Não quiseste sacrifício nem oblação, mas me formaste um corpo. Holocaustos e sacrifícios pelo pecado não te agradam. Então eu disse: Eis que venho (porque é de mim que está escrito no rolo do livro), venho, ó Deus, para fazer a tua vontade (Sl 39,7ss). Disse primeiro: Tu não quiseste, tu não recebeste com agrado os sacrifícios nem as ofertas, nem os holocaustos, nem as vítimas pelo pecado (quer dizer, as imolações legais). Em seguida, ajuntou: Eis que venho para fazer a tua vontade. Assim, aboliu o antigo regime e estabeleceu uma nova economia. Foi em virtude desta vontade de Deus que temos sido santificados uma vez para sempre, pela oblação do corpo de Jesus Cristo. Enquanto todo sacerdote se ocupa diariamente com o seu ministério e repete inúmeras vezes os mesmos sacrifícios que, todavia, não conseguem apagar os pecados, Cristo ofereceu pelos pecados um único sacrifício e logo em seguida tomou lugar para sempre à direita de Deus.” (Hebreus 10,5-12).

Prof. Felipe Aquino

Comunidade Canção Nova

• domingo, março 14th, 2010

Ouça a Reflexão da listurgia do domingo, 14/03 - Pe. Thiago ( Resumo da Homilia da Missa na Capela Nossa Senhora de Fátima - Paróquia da Catedral de São Dimas - SJC )
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• sábado, março 13th, 2010

• sábado, março 13th, 2010

Ouça a Liturgia do domingo, 14/03 - Dom Moacir Silva - Bispo diocesano de São José dos Campos.
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• sábado, março 13th, 2010

A teia de complexidade que envolve o viver humano é, por demais, interessante. Um misto de dor, alegria, euforia, tristeza, excitação, prazeres. Vive-se, ao longo de um dia, apenas, todas essas emoções e sentimentos. Como é difícil administrar tudo isso. Muitos conseguem, outros tentam e, uma maioria, já perdeu a coragem de se enfrentar e crescer, e mudar, e administrar-se. Muitos perdem a capacidade de perceber suas riquezas de ser e de confiar em suas possibilidades e suas intuições.

Talvez não exista um termômetro tão eficaz para um mergulho em nossa alma do que as nossas lágrimas. As lágrimas que choramos são extraídas do poço que somos nós. A lágrima tem vida própria: fala, grita, acalma, conforta, silencia, agradece, denuncia. É muito rebelde. Em certos momentos, sai sem autorização. É autônoma e só faz o que quer. Por vezes, é hipócrita, fingida, interesseira e dissimulada. Mas, nós poderíamos crescer muito se ouvíssemos mais as nossas lágrimas. Elas afloram por razões esquisitas e, sem qualquer razão também, e nenhuma força terrena pode retê-las.

Se pensarmos em todas as lágrimas que choramos ao longo de nossa vida, poderíamos nos dar conta de que construímos um diário lacrimal. Elas diriam muito de quem somos hoje. E não são as lágrimas de uma traquinagem de infância, das quedas ao aprender andar de bicicleta, da cabeça que bateu em algum lugar, de um arranhão, mas lágrimas que vêm de um lugar que nem mesmo sabemos onde, mas que ela conseguiu tocar e atingir. Cada lágrima que rola em meu rosto, é um texto de mim mesmo que acabo de escrever.

Seria muito oportuno ouvir nossas lágrimas. Elas poderiam dizer-nos que já choramos demais por motivos fúteis, que choramos demais amores impossíveis, que choramos demais situações que nem sempre podemos resolvê-las, que choramos demais e ficamos, apenas, parados esperando que outros resolvam nossos problemas, que choramos muito por orgulho e medo de pedir ajuda, que choramos muito sem motivos aparentes, o que pode ser sinal de algo mais grave.

Lágrima, também, tem gosto. É um líquido composto de água, sais minerais, proteínas e gordura. Óbvio que não é uma combinação das mais gostosas, mas a lágrima tem o gosto das nossas vitórias e conquistas, das realizações dos nossos sonhos, das dores do nosso próprio viver, das perdas inevitáveis daqueles que amamos, das desilusões que vivemos, das decepções nas amizades, do golpe da infidelidade, da sensação de não sermos ouvidos por Deus.

Nossas lágrimas são companheiras inseparáveis de nossos momentos de solidão. Começamos sozinhos, mas ela sempre chega, silenciosa, sorrateira, vai nos envolvendo, nos comovendo e, quando nos damos conta, ela já rolou. Pensamentos tristes, sentimentos doídos, tristezas mal curadas, são, por demais, insuportáveis sem a companhia de lágrimas. Mas, Deus pode nos curar num momento como esse. O choro é uma das respostas essenciais do sistema límbico, é uma experiência profunda das emoções. Jesus chamou de bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Se a dor lhe toma, se o mundo lhe esqueceu, se os problemas são maiores que você, se o tempo parece que fechou para o seu lado, se aquela doença insiste em lhe maltratar, se o sofrimento de alguém que você ama lhe corta o coração, saiba que Jesus quer aliviar, pelas suas lágrimas, a sua dor.

O mestre também chorou! Poderia ser estranho ver Jesus chorando, mas é um momento extraordinário da humanidade de Deus. Sente como nós sentimos, chora como nós choramos. É gente como a gente. Então porque chorou? Chorou porque era hora de chorar. Há tempo pra tudo debaixo do céu, inclusive tempo de chorar. Cristão que é cristão chora. Se não chora por seus motivos, chora por motivos alheios, pois devemos chorar com quem está chorando. Somente as pessoas que já morreram nos seus sentimentos não choram. Seus corações estão tão ressecados que não conseguem escorrer uma lágrima. Pessoas assim estão mortas na sua tristeza, angústia, depressão ou até mesmo dentro de um falso sorriso. Por fim, cada lágrima é sabedoria para viver a vida. Se você seguir suas lágrimas, achara seu coração.

 

Frei Mário Sérgio dos Santos Souza, ofmcap
Salvador⁄BA

• sexta-feira, março 12th, 2010

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• sexta-feira, março 12th, 2010

• quinta-feira, março 11th, 2010

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• quinta-feira, março 11th, 2010

 

Monsenhor Jonas

O Senhor é o primeiro a querer a salvação de todos. Jesus disse “Eu não vim para fazer a minha vontade e sim daquele que me enviou, que eu não perca nenhum dos que Ele me Confiou.” Mais do que você esteja interessado na salvação dos seus pais, filhos, esposo. Ele está mais interessado na salvação do que você. O Senhor não desanima, não desiste de ninguém, então não desanime, não desista. Mesmo que demore, as pessoas são livres e Deus não obriga a ninguém. Mas creia Ele quer a conversão a mudança de vida. Ore por quem você ama, espere em Deus, e os seus irão acabar se encontrando com Ele. 

  • Ouça o podcast desta pregação:

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• quinta-feira, março 11th, 2010

• quarta-feira, março 10th, 2010

São poucos os que hoje compreendem o teor de vida que levam, no silêncio dos seus conventos, as pessoas que decidiram viver no recolhimento austero e feliz da vida contemplativa. Há na Igreja Ordens Religiosas - são muitas felizmente - cuja finalidade é, entre outras, a educação da juventude ou a pregação do Evangelho às nações onde ainda não brilhou a luz da mensagem cristã.

A Igreja, fundada por Cristo e por Ele encarregada de levar a Boa Nova, isto é, o Evangelho a todas as nações, vem desde seu início dedicando-se a esta tarefa missionária de tornar Cristo conhecido, amado e servido por todos os homens. São muitas as Congregações e Ordens religiosas, cuja finalidade é a nobre missão de anunciar Cristo e sua doutrina.

Mas não faltam também na Igreja instituições de vida contemplativa: almas que amam o silêncio e que dedicam o maior espaço de seu tempo à oração e à contemplação da grandeza e beleza de Deus. São vocações peculiares, irradiando vida interior, com comunhão íntima com Deus. É claro que este teor de vida exige momentos de pausa, de descanso e de convivência fraterna.

Felizmente a Igreja de Uberaba conta com a presença gratificante destas casas contemplativas. No último domingo tive o privilégio de presidir a santa Missa, em que uma jovem fez seus primeiros votos de consagração a Deus e seu compromisso de viver no silêncio fecundo da regra carmelitana. Poderia alguém pensar que haja na vida claustral um vazio incômodo, sem sentido e sem razão de ser? Ledo engano.

A oblação de si a Deus na vida religiosa contemplativa é uma entrega de amor total em que a criatura vive da plenitude do Ser supremo, isto é, de Deus num calmo ambiente de silêncio fecundo e de alegria interior.

Para os que vivem no barulho do mundo não é fácil compreender a fecundidade espiritual que o silêncio propicia. Acostumados a ter o rádio ligado em casa o dia todo, a televisão gritando nos nossos ouvidos as propagandas comerciais e as notícias do momento, não se tem espaço livre para a fecundidade do silêncio que nos enriquece de reflexões e nos dispõe para nos encontrarmos com Deus. Temos de nos reeducar.

Para o estudo, o repouso, a produção fecunda e sobretudo ter os ouvidos abertos à voz de Deus, o silêncio é rico e indispensável. Nisto e em outros pontos temos de nos reeducar. O silêncio não soa, mas é uma voz serena, sábia e fecunda.


Dom Benedicto de Ulhoa Vieira

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• terça-feira, março 09th, 2010

Uma mulher que não tinha muitos recursos financeiros encontrou um ovo. Chamou toda a família e disse com entusiasmo: “Atenção, todas as nossas preocupações acabaram! Nós não iremos comer este ovo, pediremos à nossa vizinha que seja chocado pela galinha dela. Teremos um pintinho que logo se tornará uma galinha e com ela teremos muitos outros ovos, rapidamente teremos muitas outras galinhas. Não comeremos nada, nem ovos e nem galinhas, poderemos vendê-las e comprar uma bezerrinha que, em pouco tempo, nos dará leite e outros bezerros. Assim poderemos vender os bezerros, comprar uma roça, criaremos galinhas, vacas, compraremos, venderemos…” Mas a mulher, enquanto falava, se empolgava, agitava os braços. Com isso o ovo escorregou da sua mão e acabou se espatifando no chão. Todos os grandes projetos dela acabaram de vez.

Coisas que acontecem com quem não tem paciência e quer tudo, logo. Provavelmente não conseguirá nada, nem na hora e nem nunca. Ou alcançará muito menos do que esperava, ou poderia ter conseguido se tivesse procedido com mais calma, sem apressar o que tem os seus ritmos naturais e humanos.  A paciência é a virtude daqueles que sabem construir aos poucos a própria vida, que sabem que para mudar as coisas e mais ainda o coração das pessoas precisa de carinho, muito diálogo e o tempo necessário para amadurecer. Exemplo de pessoa paciente é o agricultor, quando sabe que a natureza tem os seus ritmos e estações e que não adianta forçar a barra porque a pressa pode destruir o que foi plantado e que vai crescer no tempo oportuno. Quem semeia em lágrimas, diz o Salmo 126,5, colherá com alegria. Somente quem sabe confiar e ter paciência colherá bons frutos. Os apressados colherão pouco e sem perspectivas futuras.

A parábola da figueira, que por três anos não tinha produzido frutos, ofereceu a Jesus a possibilidade de nos explicar a bondade e a paciência de Deus. Exatamente o contrário do que experimentamos hoje. Vivemos numa sociedade louca por resultados. Sobretudo quando está em jogo o sucesso das vendas, dos lucros, das campanhas publicitárias. Tudo é medido pelo crescimento, os índices das pesquisas servem para divulgar as metas alcançadas e até a superação das expectativas. Quem vê os índices da sua popularidade, das vendas, ou das ações na bolsa valores despencar, já fica desesperado: precisa fazer algo para reverter a situação, porque se cair mais, a concorrência - ou o outro candidato - vai engolir tudo!

Pela parábola de Jesus, o dono da vinha não tem tanta pressa, a pedido do vinhateiro vai dar mais um ano para ver se a bendita figueira, com adubo e limpeza, produzirá. No que parece o dono sabe que precisa tempo, trabalho e esforço para chegar a algum resultado. Não é um patrão simplesmente exigente. Mesmo que a figueira esteja demorando a produzir e ocupando inutilmente o terreno, ela ainda terá chance. Será tratada com carinho e atenção, não será desprezada e nem cortada, ao contrário estará no centro das preocupações do vinhateiro.

Nesta altura da reflexão é fácil pensar cada um na própria vida, naquele espaço de tempo e de lugar que ocupamos na história. Nesta rápida viagem pelo mundo, pela vida, quais os frutos que estamos produzindo? Quais os frutos que Deus gostaria que nós produzíssemos? Se entendermos que a nossa vida, como a vida de todos, é um dom a ser bem empregado e bem gasto, produzir alguns frutos bons deveria ser a alegria e a esperança de todos nós. Não estamos falando daqueles resultados que muitas vezes a sociedade nos cobra como riqueza, sucesso, boa posição social. Esses não interessam a Deus a não ser que os usemos para outros frutos mais preciosos e valiosos aos olhos dele como a bondade, a fraternidade, a paz e a justiça. Se ficarmos presos aos índices de produtividade, de lucro, de sucesso e popularidade, pouco estaremos produzindo para o reino de Deus. Precisamos sair dessa prisão para livremente assumir riquezas mais duradouras, tesouros para a vida eterna. Coragem, vamos aproveitar enquanto temos tempo, enquanto temos a palavra e o exemplo de Jesus e, sobretudo, a amorosa paciência do Pai.

Dom Pedro José Conti

• terça-feira, março 09th, 2010

 

Alguns pensam que todas as profecias se realizaram na primeira vinda de Jesus, mas a verdade é que muito do que foi dito no Antigo testamento ainda não se realizou. Em sua primeira vinda, o Senhor não chegou com poder. Estendo os braços soberanamente. Isso era feito por reis e generais da época que voltavam vitoriosos de uma batalha e traziam reféns e tesouros do povo vencido, frutos da conquista. Ao contrário, Jesus, em sua primeira vinda, chegou humilde, simples, pobre, nascido em uma manjedoura; porém agora virá como Rei, como Soberano.
Jesus ainda não retornou para aniquilar seus inimigos, como Rei, como Senhor, porque está esperando nossa conversão, mas certamente logo entrará em ação e vencerá. Seus inimigos pensam que poderão destruí-lo ao anunciar um outro Cristo, mas tenhamos a certeza de que o vencedor é Jesus – que nasceu, viveu e morreu por nós; em obediência a seu Pai, deu todo seu sangue para nossa salvação. A cruz de Cristo não é fracasso, e sim vitória, salvação. 
Somos a geração bem aventurada que realizará o “acabamento” à obra de Deus. Se é um privilégio construir os alicerces de uma casa, quem dirá dar o acabamento. Para isso é que fomos escolhidos, portanto, não devemos temer, e sim nos sentir honrados.O Senhor quer que nós e as pessoas que amamos rompam com o pecado. Esta é a maneira de nos prepararmos para a vinda de Jesus, que já está próxima.

Retirado do livro “Caminho para a santidade”

 Monsenhor Jonas Abib
Fundador Comunidade Canção Nova