Igrejas Católicas Orientais acolhem Cardeal Sandri
Hoje em Nazaré, encerrou-se a visita do Cardeal Leonardo Sandri, Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais. Sua visita a Terra Santa iniciou-se nesta última segunda-feira, dia 25, com o “Ingresso Solene” na Basílica da Ressurreição em Jerusalém, finalizando nesta quinta-feira na Basílica da Anunciação. O objetivo de sua visita foi demonstrar a presença da Igreja em meio aos cristãos que sofrem nessa região.
Após o “Ingresso Solene” em Jerusalém, ontém em Belém, cidade pertencente aos territórios da Autoridade Palestina, foi também acolhido com solenidade na Basílica da Natividade. Ele explica o motivo de sua visita:
“Vim a terra de Jesus onde estão nossas Igrejas Católicas Orientais em Israel, Jordânia e Palestina. Vim para rezar, para unir-me a eles nos seus sofrimentos, sobretudo aos dos Palestinos. Diante de suas dificuldades, quis fazer-me presente com o amor de toda a Igreja e do papa. Demonstrar que todos nós sofremos com eles, e esperamos que um dia exista nesta terra a reconciliação, o amor, a vida serena e segura para todos”, afirmou o Cardeal.
Na Santa Missa celebrada hoje na cidade da Sagrada Família, ao redor da Gruta onde o anjo Gabriel anunciou a Maria o nascimento do Messias, enfatizou em sua homilía o que o mensageiro de Deus ali proclamou:
“Para Deus nada é impossível!”
Assista a cobertura feita no Santo Sepulcro em Jerusalém:

Qual a espiritualidade da Igreja neste tempo?
Sua primeira pergunta pode ser: Como existe um outro Evangelho, mas que não foi escrito? Que contradição é essa?
Nesse sentido, a Terra Santa é uma testemunha histórica da existência de Jesus de Nazaré e da história do povo de Deus. Nela encontramos a casa onde aconteceu o mistério da encarnação, os locais por onde Jesus passou, o
Há uma sede de plenitude presente em cada homem, muitas vezes não entendida, pois mesmo os sonhos mais profundos do coração se realizam, são insuficientes para nos tornar verdadeiramente preenchidos. Enfim, neste mundo onde quer que estejamos sempre necessitamos de entrar no deserto para saciar este anseio profundo, presente em cada um de nós. Neste artigo convido você a entrar na experiência do deserto da Judéia, o mesmo lugar onde Jesus passou quarenta dias antes de iniciar sua vida pública.
Estamos em tempo de chuva, é inverno em Israel. O deserto não é arenoso, mas formado por terra e pedra. Nesse período ele também começa a ficar verdejante por causa da chuva que recebe. O clima está mais fresco comparado as outras regiões da Judéia onde a temperatura é mais baixa. O silêncio é grande, se escuta somente o barulho do vento e dos próprios passos sobre as pedras. A visão é de terra e montanhas de baixo porte. A beleza enche o coração de quem contempla a vida nascer onde antes, sem a chuva, não havia quase nada.