Virgem Maria, modelo de esposa.

Filed under: Aprofundamento — terrasanta at 1:46 pm on Saturday, May 31, 2008

Pode parecer retórico falar da beata Virgem como modelo de esposa, sobretudo em um mundo no qual o valor do matrimônio, em geral e da pessoa em particular, é relativizado.

Não acredito que seja somente um fato de piedade e devoção considerar a mãe do Senhor como modelo de esposa. Isto deriva do fato de que a Sagrada Família de Jesus – José e Maria – é proposta à família humana de todos os tempos como modelo, pois essa foi constituída por Deus à luz da verdade da nova criação que Ele mesmo realizou nessa família.

É na harmonia do amor oblativo dos cônjuges que a família realiza a vontade dAquele que é no seu mistério inefável Família.

Escavações em Nazaré, IsraelHoje, mais do que nunca, temos necessidade de alguns pontos fortes de referência para a nossa realização como família e como indivíduos, e, neste sentido, nenhuma criatura o realizou de modo sublime como Maria de Nazaré.

Maria é modelo de esposa, é mulher de fé, obediente, simples e temente a Deus. Lemos em Provérbios: “A graça é falaz e a beleza é vã; a mulher inteligente é a que se deve louvar” (Pr 31,30). Este versículo é a conclusão de um belíssimo hino à perfeita mãe de casa, à esposa perfeita. De outro modo, como poderia uma mulher ser fiel ao próprio marido, zelosa pela própria casa, amante dos próprios filhos se não tivesse o temor de Deus e o amor a Deus?

Se não amamos Deus acima de todas as coisas, se não amamos os outros em Deus, de fato, vão é nosso esforço, porque o homem é frágil e inconsistente. Alguém poderia objetar o fato que entre Maria esposa e José esposo não houve um verdadeiro matrimônio porque este não foi consumado. A este propósito, Santo Agostinho adverte não ser possível que o evangelista, o qual chama José marido de Maria, “tenha negado que, entre Maria e José, não existisse um verdadeiro matrimônio por ela não ter gerado Jesus por meio dele, mas de modo virginal”. Por isso, os cônjuges cristãos podem entender, com clareza, que o matrimônio permanece e merece o seu nome quando, também de comum acordo, observa-se a castidade sem a união sexual.

Ninguém está negando que o ato sexual seja fundamental no matrimônio, mas esse aspecto não é único, nem o mais importante. Um exemplo para todos, do fato de que também fora do contexto cristão seja possível o matrimônio entre um homem e uma mulher privados do componente sexual, é aquele de Mahatma Ghandi, que, de comum acordo com sua esposa, viveu em castidade no matrimônio.

Por que Maria é modelo de esposa? Na Palavra de Deus, não encontramos como ela vivia sua vida ordinária em casa e com seu marido. Porém, como vivia de modo extraordinário as coisas simples do dia-a-dia e em tudo buscava fazer a vontade de Deus, torna-se claro, então, que sua profunda comunhão com ele se demonstrava em sua vida a partir de gestos concretos de amor com Jesus, com José seu esposo e com todos com os quais convivia.Padre Carlos Vanderlei de Melo

Padre Carlos Vanderlei de Melo,
mestre em Mariologia, atualmente trabalha na Basílica da Ressurreição em Jerusalém.

Venha conhecer a Terra Santa no Reconhecimento Pontifício da Canção Nova!

O que é peregrinar?

Filed under: Lugares Santos, Festas e celebrações — terrasanta at 10:26 am on Thursday, May 29, 2008

Vários nomes são dados ao ato de reunir um povo, um grupo e juntos caminharem com um objetivo: Estar mais perto do Senhor. Em nosso Brasil, as tão conhecidas romarias, excursões religiosas, passeios de grupos ligados à Igreja, que ouvimos falar, se resumem nesta palavra: PEREGRINAR. Se observarmos na Bíblia, os profetas, os salmistas e muitos outros trechos do Antigo Testamento, veremos que eles nos falam muito de peregrinação. Era o povo de Deus que caminhava unido, ora rumo à cidade santa ora para os lugares sagrados, o templo, entre outros. Vejamos alguns exemplos:

Todos nós nos lembramos da grande peregrinação que o povo de Deus fez durante os 40 anos pelo deserto, junto com Moisés. Nada lhes faltava. Havia a alegria da providência ao longo do caminho, mas também, a murmuração.

O que falar do salmista que nos narra a alegria que era quando ia para a casa do Senhor: “Que alegria quando me disseram, vamos para casa do Senhor: Eis que meus pés se estacam diante de tuas portas, oh Jerusalém” (Salmo 121, 1- 2).

Era uma alegria para o povo sair em caravana, partilhar uns com os outros seus pertences e “marchar” rumo à cidade santa, Jerusalém. A ela acorriam povos de todas as partes. Ainda hoje é assim.Peregrinos em direção ao Monte Tabor

Saindo do Velho e passando para o Novo Testamento, vemos que o próprio Jesus também era um peregrino. Seguido das tradições e das leis, vemos a ida d’Ele ao templo com seus pais. Como um bom judeu, saía da Galiléia em “peregrinação” e ia até a Judéia (Jerusalém) comemorar as grandes festas solenes: PÁSCOA, PENTENCOSTES, TABERNÁCULOS, entre outros.

Vendo tudo isso, podemos afirmar que peregrinar está no “sangue” do povo de Deus, desde os tempos remotos até os nossos dias. E um bom exemplo de peregrino dos nossos dias é o nosso saudoso e querido Papa João Paulo II, que, entre os vários títulos, recebeu o nome de “peregrino do amor”. Aquele que portava o amor e a paz por onde passava. O Papa que mais peregrinou na história da Igreja e que incentivava a todos os fiéis cristãos a também peregrinarem, seja para a Terra Santa, o lugar por excelência de peregrinação, seja aos santuários espalhados pelo mundo inteiro.

Peregrinar não é só viajar, tirar férias, passear com o povo da Igreja. Peregrinar tem um sentido maior: É levar algo ou acolher algo. Deus quer que o povo d’Ele peregrine e tem um plano para realizar na vida daqueles que são escolhidos para isso. Eu sempre falo aos grupos que vêm à Terra Santa, os quais acompanho: “Não pensem que vocês vieram aqui porque planejaram; porque tinham dinheiro ou porque estavam de férias. Também foi por isso. Mas, o motivo principal foi porque Deus escolheu cada um para estar aqui. Muitas vezes, vocês não entendem o porquê. Mas, depois vêem as graças que Deus realizou em suas vidas ou na vida dos irmãos da peregrinação”.

Com isso, eu quero dizer que eu, você e todos nós somos peregrinos, não importa se é indo à Terra Santa, aos santuários da Europa, Lourdes, Fátima ou ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida, etc., seja de trem, de avião, ônibus, navio ou jegue. O importante é sabermos que Deus nos convida. Sinta-se convidado por Ele para ser peregrino!

Peregrinos no Monte SiãoE quando falo que Deus quer que sejamos peregrinos, quero lembrar que a palavra “peregrinação” também tem o sentido de que aqui neste mundo somos eternos peregrinos. Estamos aqui só de passagem, porque rumamos em direção ao céu, pois lá é o nosso lugar.
Quando Deus nos criou, Ele deu para cada um de nós um plano para realizarmos aqui na terra, e precisamos executá-lo bem; mas, tendo em mente que a nossa meta é o céu. Tudo que aqui temos ou construímos, acabará, passará. Por isso, não devemos ser apegados a nada deste mundo, mas deixar tudo pelo Tudo. E o nosso Tudo é Jesus Cristo. Ele é nossa meta. Então, corramos para Ele! E enquanto não estamos com Ele no céu, vamos usufruir das maravilhas que Ele nos concede. Sabendo que nada é para sempre. Devemos peregrinar, nesta terra, nos lugares por onde podemos tocar o Deus vivo e vivido.

Deus quer ver você peregrinando, seja para acolher ou para dar algo. Ele escolhe você hoje pessoalmente. Ele providenciará tudo. E você poderá cantar como o salmista: “Que alegria quando me disseram vamos à casa do Senhor. Que maravilhas Ele faz aos nossos olhos!”.Fernando Melo

Fernando Melo
Comunidade Obra de Maria
Missionário na Terra Santa

Peregrinações para Terra Santa em 2008

Em Jerusalém, procissão de Corpus Christi é ao redor do Sepulcro de Jesus

Filed under: Festas e celebrações — terrasanta at 3:57 pm on Thursday, May 22, 2008

Procissão ao redor do Sepulcro de JesusEm Jerusalém na manhã desta quinta-feira, 22, na Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, fiéis de várias nações e línguas diversas proclamaram ao redor do Santo Sepulcro: A Eucaristia é Jesus Ressuscitado.

A Solenidade é celebrada no interior da Basílica da Ressurreição. O presidente da celebração, Dom Tuad Fual, bispo coadjutor do patriarcado latino de Jerusalém, os concelebrantes e o povo em geral se reuniram ao redor do Sepulcro de Jesus.

Segundo a tradição do local, a cerimônia possui três etapas: as Laudes, em seguida a Santa Missa e após esta, uma procissão com o Santíssimo Sacramento ao redor do Sepulcro, onde se faz um giro por três vezes.

Qual o diferencial de celebrar esta solenidade neste local santo?

A Eucaristia é a entrega que Jesus fez de si mesmo, antecipada na última Ceia e concretizada no Calvário. Ao mesmo tempo é sua presença ressuscitada que permanece com a Igreja.Benção com o Sant�ssimo diante da entrada para o Sepulcro de Jesus Foi aqui no território onde está a Basílica que Jesus foi crucificado, morto, sepultado e onde ressuscitou.

O último momento da procissão é quando o sacerdote entra com o Santíssimo Sacramento dentro do sepulcro, no exato local onde foi colocado o Corpo do Senhor.

FOTOS: Detalhes da celebração e do local

VIDEO: Veja a cobertura feita pela equipe de Jornalismo Canção Nova na Terra Santa

Peregrino dá testemunho

Filed under: Peregrinações — terrasanta at 5:50 am on Thursday, May 22, 2008

Testemunho de Paulo MazzoniO peregrino Paulo Mazzoni, psicólogo, mora na cidade de São Caetano do Sul – São Paulo, testemunha o seu amor a Jesus Cristo e à Igreja promovendo “passeios religiosos”. Em 2005, acompanhado por sua esposa realiza sua primeira viagem para Assis, Roma, Veneza, Lanciano, dentre outros locais, durante uma semana.

Ao retornar para o Brasil contagia o coração dos amigos, parentes e conhecidos com o entusiasmo e a experiência desses lugares santos. Assim surge a idéia de retornar e levar mais pessoas, então junto a Comunidade Obra de Maria dá inicio à organização da primeira peregrinação para Europa.

A segunda peregrinação é para a Terra Santa, num batê-papo ele diz que aqui a fé ganha raízes ainda maiores, conta como iniciou essa viagem e testemunha sua experiência nos dois primeiros dias de peregrinação, confira o áudio: .

+ fotos da peregrinação

Confira as próximas peregrinações para a Terra Santa.

Entrevista com Dom Luigi Bettazzi, um dos bispos participantes do Concílio Vat. II

Filed under: Aprofundamento — terrasanta at 4:39 pm on Monday, May 19, 2008

Dom Luigi Bettazzi, bispo emérito de Ivrea, Itália, a convite das Faculdades Salesiana e Franciscana, ambas de Jerusalém, ministrou palestra em uma jornada de estudo, durante o mês de abril, sobre o tema “A Palavra de Deus na vida e missão da Igreja”. E para o terrasanta.cancaonova.com , fala com exclusividade, sobre a experiência de ter sido um dos Bispos que trabalharam nas sessões do Concílio Vaticano II.

Por que a Igreja, naquele período, se reuniu para o Concílio Ecumênico Vaticano II?

Dom Luigi BettazziFoi uma intuição do Papa João XXIII a partir de sua experiência. Quando ele estava em Roma, o Pontífice era amigo daqueles que depois se tornaram modernistas, pois ele era uma pessoa muito interessada. Em seguida, o enviaram para a Bulgária e ali conheceu os ortodoxos; em Constantinopla, conheceu os muçulmanos; na França, os grandes movimentos pré-conciliares de Paris. Assim ele foi compreendendo sua missão.

Dessa forma, ele foi compreendendo a importância de se realizar um concílio; e foi graças ao ele [concílio] que ele se tornou um grande Papa. Ele dizia que não queria um concílio dogmático, no qual se dissesse a verdade e em seguida excomungasse aqueles que não estivessem de acordo; mas sim, um concílio pastoral que amparasse, abraçasse e conduzisse as pessoas em direção à verdade. Ele disse que foi uma intuição do Espírito Santo, mas foi uma intuição sua, na qual o Espírito Santo se serviu dele. Haviam feito dele um “Papa de transição”, um velho, Cardeal Montini, e após alguns anos se tornou realmente um Papa de transição, pois fez a Igreja mudar!

Como o mundo acolheu a notícia de um novo Concílio?

O mundo era muito interessado nisso, pois urgia a necessidade de uma renovação da Igreja. Uma prova disso aconteceu 20 anos após a II Guerra Mundial, entre os anos 68 e 69, quando os jovens fizeram uma revolução, na qual diziam: “Façamos o amor e não a guerra! Queremos um mundo humano”.

As pessoas viam que a Igreja Católica mudava e assim diziam que se ela podia mudar, também nós podemos mudar. Pois os católicos eram a maior “massa” que existia no mundo. No entanto, havia mais alegria no mundo civil [leigo] que no mundo eclesiástico, o qual, por conta disso, sentia a necessidade de mudanças. Eu me recordo que olhavam para Roma com muita esperança.

Como eram as jornadas? O dia-a-dia durante o Concílio Vaticano II?

Levantávamos de manhã, celebrávamos a Santa Missa e depois íamos ao concílio. À tarde havia as comissões ou grupos de estudos que preparavam os documentos. E depois havia encontros separados, como por exemplo, o que se passava com os brasileiros, os quais convidavam bispos e teólogos para se encontrar nos quartos e discutir. Havia um francês e um belga que promoviam encontros com os Bispos da América Latina, para ajudar aqueles que em Roma se encontravam um pouco desorientados. Outros visitavam os santuários. Porém, eram momentos de um importante contato entre os Bispos. Era, de fato, uma Igreja Católica, Universal, pois não estávamos fechados em nossas nações, pois havia Bispos de todo o mundo.

Qual foi sua experiência pessoal durante esse encontro?

Eu tive a sorte de chegar para a segunda sessão do concílio. Fui auxiliar do Cardeal Lercaro, que era um dos quatro moderadores, os quais tinham Dom Dossettimo como secretário, um homem muito inteligente. Assim pude seguir todo o concílio, apesar de regressar semanalmente a Bologna, minha Diocese na época, onde eu era o Vigário Geral. Em seguida, escutava as ressonâncias do ambiente ao redor de Cardeal Lercaro. Foi uma grande graça que pude viver.

Como o senhor vê a Igreja em nossos dias após o Concílio Vaticano II?

Eu escrevi um livro que acaba assim: “Já e Ainda Não”, pois se olharmos para tudo aquilo que é anterior ao concílio, observamos que grandes mudanças foram feitas. Porém se olharmos para aquilo que poderia ter sido, há muito ainda a se fazer. Esperamos que se possa continuar.

Jovens mulçumanos, judeus e cristãos participam da Run4unity

Filed under: Terra Santa Notícias — terrasanta at 10:20 am on Saturday, May 17, 2008

Run4unityRun4unity é uma corrida esportiva promovida pelos Focolares para promover a fraternidade universal. Em Haifa, Israel encontramos jovens das três religiões monoteístas do Oriente Médio unidos com o objetivo de viver a regra de ouro divulgada por Chiara Lubich – que diz para faça ao seu próximo o que você gostaria que fosse feito a você.

Confira as entrevistas com os participantes no vídeo.

Pentecostes em Jerusalém

Filed under: Terra Santa Notícias — terrasanta at 7:35 pm on Monday, May 12, 2008

Em Jerusalém, neste Domingo a Igreja se reúne no local de seu nascimento para festejar Pentecostes. Muitas são as riquezas presentes no ambiente onde tudo aconteceu, por meio dessas se pode entender com maior clareza o porquê hoje em todo mundo se clama: Vinde Espírito Santo!No atual Monte Sião, no tempo de Jesus, era onde residia várias famílias sacerdotais. Portanto eram casas grandes com dois andares, no andar superior era onde se encontrava um grande sala, geralmente muito requintada com belas pinturas nas paredes. As ruas eram estreitas para a grande multidão de judeus que vinham de todos os países.

Foi em uma dessas casas que aconteceu vários dos principais momentos da vida de Jesus: o Cenáculo, onde foi celebrado a última ceia e também onde, após ressuscitar, Jesus lhes apareceu e disse: “recebei o Espírito Santo, a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados”. Também foi aqui que aconteceu o primeiro Concílio da Igreja, onde foi admitido e reconhecido o derramamento do Espírito Santo sobre os gentios.

Pentecostes em Jerusalém

O Patriarca latino de Jerusalém, Dom Michel Sabbah, pela manhã, celebrou na Igreja da Dormição, a tarde o custódio, padre Pierbattista Pizzaballa e frades franciscanos realizaram na sala onde aconteceu o Pentecostes um momento especial de oração rezando o Pai Nosso em diversas línguas, contando com a presença de peregrinos vindos de diversas partes do mundo.

No local onde nasceu a Igreja, ainda hoje se percebe uma característica singular: Deus não faz acepção de pessoas, se une a cada homem e o santifica tornando o mais divino.

+ fotos

60 anos da Independência de Israel

Filed under: Terra Santa Notícias — terrasanta at 3:14 pm on Thursday, May 8, 2008

Lurdinha Nunes,
Terra Santa Notícias, Israel

Fogos de artíficio, danças, apresentações teatrais e a bandeira israelense nos prédios, avenidas, ruas e carros marcam os 60 anos da Indepêndencia de Israel. Confira mais no video:

Acompanhe as principais notícias da Terra Santa, todo domingo, no Repórter Canção Nova, às 18h30. Sintonize a TV Canção Nova.

Festa dedicada à Santa Cruz de Jesus

Filed under: Terra Santa Notícias — terrasanta at 8:26 pm on Wednesday, May 7, 2008

Jerusalém celebra a festa dedica à Santa Cruz de Jesus encontrada numa gruta próxima ao Santo Sepulcro por Santa Helena três secúlos após a morte de Cristo.

Por Lurdinha Nunes, Jerusalém, Israel

Dia da Lembrança em Israel

Filed under: Terra Santa Notícias — terrasanta at 4:36 pm on Wednesday, May 7, 2008

Às 11 horas desta quarta-feira (7), a sirene soou por dois minutos em memória dos soldados abatidos em guerras de Israel e das vítimas do terrorismo. Os cidadãos israelenses param e em silêncio fazem memória à sua história.

O toque da sirene segue o Dia da Lembrança, que se iniciou ontem, 6 de maio, às 20h, ao mesmo som, por um minuto, em todo o país. Desde esse momento várias cerimônias aconteceram nos 43 cemitérios militares, incluindo o cemitério nacional do Estado de Israel, Monte Herzl, em Jerusalém, onde estão enterrados os dirigentes do Estado.

“O Dia da Lembrança é um dia triste, mas desprovido de todas as lutas e particularmente israelense… Qualquer um que se identifique com a bandeira… mesmo que ele esteja no outro extremo do planeta, irá se identificar com este dia,” declarou o primeiro ministro, Ehud Olmert, em seu discurso de abertura desta quarta-feira.

Carros, casas e varandas são enfeitados com bandeiras durante estes dias de celebrações.

Remembrance Day