15. maio 2008 · 15 comments · Categories: Aborto

O Instituto Católico para a Família e os Direitos Humanos (C – FAM) denunciou que a UNICEF (Fundo da ONU para a Infância) financia uma organização sulafricana que induz as meninas a manter um comportamento sexul e homossexual e a praticar abortos sem o consentimento de seus pais.
A organização abortista denominada “Lovelife” (Amor e Vida) assegura em sua página na Internet que a UNICEF  é a que “maiores fundos provê” para a realização desses programas.
Segundo a C-FAM “a organização parece muito ansiosa para empurrar as meninas para o aborto, já que lhes indica as clinicas abortivas como a Marie Stopes International, (MSI), totalmente grátis, entre outras coisas”.
Mediante a a campanha “Lovelife” difunde entre as meninas idéias como estas:
“Vocês têm direito a consultar a conselheiros em matéria sexual. Têm direito a praticar um aborto. Se as pessoas não querem ajudá-las, não desanimem. Sigam tentando. Vocês não necessitam de permissão de niguém para fazer um aborto”.
Além disso, a organização afirma que as meninas podem fazer um aborto pois é um procedimento descrito como uma “sucção benévola” e as exortam a conversar com um trabalhador da saúde ou um conselheiro… alguém em quem podem confiar”, mas não com seus pais.
Logo após praticar um aborto, “Lovelife” recomenda aos namorados “celebrar juntos” e ter relações sexuais “pouco  a pouco”, pois, segundo eles, a menina sentirá logo uma “sensação de alívio”.
Sobre a homossexualidade, com a pergunta ingênua “Por que permitir que as partes humanas limitem o amor?”, a organização sugere às crianças e adolescentes a prática da homossexulidade. E, em lugar de preveni-los da AIDS,  e da transmissão de doenças venéreas, asseguram que o preservativo é uma proteção segura, “a melhor coisa para o sexo”.
Por seu “árduo trabalho” com crianças sulafricanas, “Lovelife” ganhou a estima das Nações Unidas e sobretudo da UNICEFE. Em um recente comunicado, a organização abortista indicou que foi a única selecionadas pela ONU para ser sinalizada como modelo na reunião oficial sobre a ONU em Nova York. (Fonte: Wáshington,  28/01/02 – AICA)

15 Comentários

  1. sendo assim...

    Sendo assim, como católicos não devemos apoiar mais o “Criança Esperança” que envia integralmente os fundos para o Unicef?

  2. Antônio BH

    assustador; como se não bastassem os horrores da época do imperialismo europeu sobre a África nos séculos passados…

  3. Edem de Almeida

    A Santa Sé e a UNICEF

    Entre 1987 e 1990, a Unicef participou de forma substancial em programas de planeamento familiar no Nepal, Malawi, Jamaica, Burundi, Quénia, Tanzânia e China.

    Em 1987, na Conferência Internacional para melhorar a saúde de mulheres e crianças através do planeamento familiar, realizada em Nairobi (Quénia), a Unicef apoiou abertamente o aborto como «serviço legal, de boa qualidade e acessível a todas as mulheres».

    Em 1992, a Unicef fez pressões para legalizar o aborto nos países em que ele era ilegal. Estas pressões já se tinham verificado em 1990, motivo pelo qual, na sessão de 16 de Abril de 1990, o observador permanente da Santa Sé na ONU, o arcebispo Renato Martino, denunciou estas práticas.

    No dia 17 de Abril de 2004, Martino, diante do Executivo do Fundo da ONU para a Infância, denunciou que a Unicef se tinha convertido em promotora do aborto.

    A reiterada participação da Unicef em programas de redução dos nascimentos levou a Santa Sé a retirar em 1996 a simbólica contribuição anual que efetuava e que pretendia alentar a generosidade dos católicos.

    O anúncio teve lugar depois de um comunicado de imprensa da Unicef ter anunciado que tinha distribuído substâncias abortivas no Ruanda e no Zaire.

    Depois deste reconhecimento, Cardeal Martino considerou que a Unicef, em vez de destinar esses fundos a ajudar as crianças, os destinava a acabar com vidas humanas.

    Concretamente, a Santa Sé denunciou:

    – As pressões que a Unicef exerce sobre alguns países para que alterem a legislação que proíbe o aborto;

    – A participação em programas de distribuição de anticonceptivos.

    Embora tenha negado algumas das acusações da Santa Sé, a Unicef apresentou no relatório 2003 o planeamento familiar (que inclui o aborto) como «um dos meios mais eficazes para combater a pobreza».

    Extraído de Zenit, ZS01091403

  4. Edem de Almeida

    Igreja tira seu apoio a Anistia Internacional porque promove aborto

    Segundo anuncia o cardeal Renato R. Martino
    CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 13 de junho de 2007 (ZENIT.org) .- O Conselho Pontifício Justiça e Paz anunciou que retirará a ajuda econômica que oferecia a Anistia Internacional depois de que esta instituição decidiu apoiar o aborto.

    «A Igreja Católica deixará de financiar a Anistia Internacional devido à mudança de posição decidida», anunciou oficialmente o cardeal Renato Raffaele Martino, presidente desse organismo vaticano, em uma entrevista concedida ao semanário americano «National Catholic Register».

    Em 25 de março passado, em sua Conferência nacional anual, em Edimburgo, os cerca de 400 membros britânicos de Anistia Internacional expressaram com um voto a decisão de comprometer-se na despenalização do aborto e na promoção de serviços de apoio aos programas de controle demográfico, que incluem a legalização e o acesso gratuito ao aborto.

    O cardeal denunciou «os ‘lobbies’ internacionais que trabalham a favor do aborto e a propaganda que promovem no marco do qual João Paulo II chamava de ‘a cultura da morte’».

    «É sumamente grave que uma organização tão valente como Anistia Internacional ceda às pressões destes “lobbies”», lamentou o purpurado italiano.

    O presidente do Conselho Pontifício concluiu convidando os católicos e a toda pessoa de boa vontade a «intensificar seu compromisso em defesa do direito à vida de todos os que estão por nascer, sem distinções impossíveis entre casos nos quais o assassinato da criança no seio da mãe seria justo ou injusto».

    «A eliminação voluntária de toda vida humana inocente é sempre um delito», recordou.

    Em 1996, a Santa Sé tomou uma medida similar contra a UNICEF, o fundo das Nações Unidas para a Infância, depois de que também adotara a decisão de promover o aborto em certas circunstâncias.

  5. Precisamos tomar muito cuidado com essas campanhas, achamos que estamos ajudando e descobrimos que estão agindo contra nossos princípios, decepcionante. Acredito que seria melhor colaborarmos nas nossas paróquias, e estar sempre atentos como está sendo empregado o dinheiro. Tenho restrições nessas campanhas pois não temos como saber se tudo é destinado realmente para o que estão falando. Prefiro ajudar os meus próximos.
    Essas coisas não são divulgadas,e muitos católicos que colaboram acham que estão fazendo o bem, tem que haver mais divulgação, esclarecimentos entre nós.

  6. Sempre desconfiei de iniciatiivas que empregam o termo “controle da natalidade” e “educação sexual”. Quando pesquisadas incluem apenas aborto e uso de preservativos sexuais (leia-se distribuição de camisinhas). O governo Lula está espenhado nestas duas iniciativas citadas. Graças a Deus a lei de descriminilação do aborto foi rejeitado pelo congresso. Resta lutarmos para que as campanhas do governo que teimam em limitar educação sexual a simples distribuição de camisinhas aos jovens seja eliminadas.

  7. Professor Felipe! é inacreditável que a unicef financia aborto. imagine os senhores quantos brasileiros já ajudaram financuiar o aborto sem ter conhecimento do que está fazendo, quantos brasileiros doam quantidades grandes na campanha da UNICEF no Brasil feitas pela TV globo e nós nem se quer sabia o fim dessas doações. quanto brasileiros estão ajudando a assassinar inocentes com suas ajudas.
    MEU DEUS… Carlos Firmino Maringá Paraná.

  8. esta notícia é chocante quantos brasileiros já ajudaram a assassinar inocentes, quando ajudaram a TV Globo nas campanha da UNICEF no Brasil.
    MEU DEUS!!

  9. carlos firmino Maringá, Paraná.
    Profesor Felipe!é inacreditável esta notícia de que a UNICEF

  10. Luciana Silveira

    Ainda bem q há mto tempo ñ me deixo envolver pelos apelos financeiros q a Unicef faz na época do criança esperança. É bom q todos q doam dinheiro a eles saibam q estão financiando o aborto.
    Luciana/Itabira-MG

  11. Criança esperança é apoiado pelo Unicef, para financiar abortos na Africa. Meus amigos, não deem mais fundos para tal campanha, pois estareis tingindo as mãos de sangue e eu vos digo não queirais ter isto na conciencia.

  12. Que a ONU se aquiete que o negócio dela é garantir
    a paz mundial.Cadê a ONU para impedir a ocupação
    americana no Iraque,ou já que a ONU tem forte influência dos Estados Unidos,cadê a ONU para ter
    evitado a Guerra do Vietnã?A única coisa que a ONU
    faz e mandar soldados que só ficam posando para
    fotos em jornais fingindo serviço,e ficar apoiando
    o aborto.

  13. Mauro Cristóvão

    Uma importante notícia a ser divulgada em nossas comunidades. O globo, particularmente, tem se interessado muito sobre o tema aborto, vide as suas últimas publicações.

  14. sempre me questiono quando vejo a propaganda do Criança esperança,
    e fico desconfiado
    acho muito fraco os projetos que eles apoiam, para o tamanho da campanha que
    fazem,
    até agora ví poucos projetos, que realmente salvam vidas, como apoio a
    pastoral da criança,
    uma noticia desta, preocupa muito, por que de repente em vez de estar
    ajudando as crianças e dando esperança
    a estas vidas, o Brasil na realidade poderia estar apoiando campanhas que
    tirassem toda a esperança de vida destas
    crianças que estão sendo abortadas e incentivam deterioração da juventude .
    Precisaria que ficasse mais transparente para a sociedade as atividades
    destas entidades
    para que realmente pudessem ou não serem apoiadas.

  15. O Criança Esperança, hoje, é parceiro da Unesco, desde 2003, não mais Unicef, e tem parceria tb com a Pastotal da Criança. E tudo que é arrecadado fica nos projetos do Brasil. Além do mais, doação é que nem voto. Vc doa e tem que acompanhar o que é feito do seu $. Se as pessoas fossem menos alienadas, o mundo seria melhor. Ficar “só” horrorizadas com isso ou aquilo não significa nada efetivamente.

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