A Comunhão foi ministrada nas mãos dos fiéis até o século IX. Por causa de abusos e profanações, a partir daí a Igreja preferiu ministrar a Comunhão na boca.

Depois do Concilio Vaticano II a prática antiga da Comunhão nas mãos foi restaurada, sob certas condições. No dia 3 de abril de 1985 a Sagrada Congregação Para o Culto Divino, publicou a seguinte notificação: More »

Se cada sacramento dá (ou aumenta) a graça santificante à alma, por que Jesus instituiu sete? Não teria bastado instituir um só, que receberíamos conforme necessitássemos?

Assim seria se a graça santificante fosse a única espécie de graça de Deus tivesse querido dar-nos, e se a vida espiritual que a graça santificante institui fosse a única ajuda que Deus tivesse querido dar-nos. Mas Deus, de quem procede toda a paternidade, não determinou prover-nos de vida espiritual e depois deixar-nos entregues à nossa sorte. Os pais não dizem ao filho recém-nascido: “Nós demos a vida a você, mas não haverá alimento quando você tiver fome, nem remédios quando adoecer, nem o apoio de um braço quando se sentir fraco. Portanto, arranje-se e viva como puder”. More »

São Pedro escreveu uma grande obra sobre a Eucaristia; era devotíssimo de Jesus Sacramentado. Eis alguns de seus ensinamentos:

1. Na Sagrada Hóstia Jesus não está escondido, mas apenas velado. Uma coisa escondida não se sabe onde está.

2. Legiões de anjos adoram o Verbo reduzido a um estado tão próximo do nada. More »

“Quando dava a Sagrada Comunhão, aquele sacerdote tinha vontade de gritar: aí te entrego a Felicidade!” (Forja, nº 267).

“Não abandones a visita ao Santíssimo. – Depois da oração vocal que tenhas por costume, conta a Jesus, realmente presente no Sacrário, as preocupações do dia. – E terás luzes e animo para a tua vida de cristão” (Caminho, nº 554).

“Quando te aproximares do Sacrário, pensa que Ele… há vinte séculos que te espera” (Caminho, nº 537). More »

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus é muito antiga; os Padres da Igreja já falavam dela; tudo brota daquele Coração “manso e humilde” que por nós foi transpassado pela lança do soldado Longuinho, na Cruz do Calvário. Dele saiu sangue e água, símbolos do Batismo e da Eucaristia, e também da Igreja, Esposa de Cristo, que nasce do lado aberto do novo Adão, como Eva nasceu do lado aberto do primeiro.

Após uma fase de eclipse, esta devoção ganhou novo impulso após as visões de Santa Margarida Maria Alacoque (1647-1690), difundidas por seu confessor São Claude de la Colombière (1673-1675). Era uma época difícil, onde havia uma heresia chamada Jansenismo, de Jansen, que pregava um cristianismo triste, onde poucos se salvavam, onde se disseminava um medo de receber Jesus eucarístico, etc. More »