Mês de Maio, mês de Maria! Temos muito a aprender com Nossa Senhora…Lendo a Bíblia, podemos perceber que Maria fala muito pouco, mas o que esse silêncio representa?

Neste vídeo, o Prof. Felipe Aquino nos fala sobre os ensinamentos que podemos tirar do “silêncio de Maria”. More »

São Lucas, evangelista e patrono dos pintores e médicos, ele é o autor do terceiro livro dos evangelhos que tem o seu nome e do Atos dos Apóstolos. More »

Santo_Sudario_01O site da Gaudim Press publicou hoje, 12 de fevereiro de 2015, uma notícia importantíssima sobre os Sudários que envolveram o corpo de Jesus Cristo, o de Turim (que envolveu todo o corpo de Cristo) e o de Oviedo na Espanha (que envolveu apenas a cabeça).
O Sudário de Oviedo é um dos maiores tesouros da Igreja na Espanha. Segundo a tradição, neste pano ficou gravado um rosto masculino com marcas correspondentes àquelas registradas no relato da Paixão de Jesus Cristo, é a mesma que envolveu a cabeça de Jesus de acordo com a tradição da época, e narrado por São João em seu Evangelho: “Viu também o sudário que estivera sobre a cabeça de Jesus. Não estava, porém com os panos, mas enrolado num lugar a parte” (Jo 20,7). More »

PilatosPôncio Pilatos desempenhou o cargo de prefeito da província romana da Judeia desde o ano 26 d.C até ao ano 36 ou início de 37 d.C. A sua jurisdição estendia-se também à Samaria e Idumeia. Não sabemos nada de certo sobre a sua vida antes dessas datas. O título do cargo que desempenhou foi o de praefectus, como era chamado até ao imperador Cláudio e como o confirma uma inscrição descoberta em Cesareia. O título de procurator, utilizado por alguns autores antigos referindo- se ao seu cargo, é um anacronismo. Os Evangelhos referem-se a ele pelo título genérico de “governador”.

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Já consideramos o chamado “Evangelho de Maria” em PR 529 pp. 290ss. Voltamos ao assunto a propósito do livro assim intitulado, que traz o texto de tal apócrifo com os comentários de Jean-Yves Leloup1.
Jean-Yves Leloup não distingue entre apócrifos de origem cristã e apócrifos de origem gnóstica. Por isto equipara uns e outros entre si como fontes fidedignas para reconstituir o surto do Cristianismo. Daí a afirmação: “Trata-se do Evangelho de Maria, atribuído a Miriam de Magdala, primeira testemunha da ressurreição e, por causa disto, considerada pelo apóstolo João como sendo, bem antes de Paulo e de sua visão a caminho de Damasco, a fundadora do cristianismo” (p. 8).O apócrifo Evangelho de Maria é de origem gnóstica e foi encontrado em nag Hammadi. Propõe em termos vivazes o relacionamento de Maria Madalena com Jesus como o de uma companheira privilegiada em convívio com o seu Amado.