“A este Jesus, Deus o ressuscitou: do que todos nós somos testemunhas. Exaltado pela direita de Deus, havendo recebido do Pai o Espírito Santo prometido, derramou-o como vós vedes e ouvis” (At 2, 32-33)

Cinquenta dias depois da Páscoa, o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos, reunidos no Cenáculo em Jerusalém no dia de Pentecostes, que era uma das festas judaicas. Sete semanas após a Páscoa, no quinquagésimo dia – geralmente 6 de Siwan (Maio/Junho) – os judeus ofereciam as primícias do pão feito com o trigo da nova colheita. Esta festa também era chamada da “Festa das Semanas”. Alguns ambientes judaicos comemoravam a promulgação dos Dez Mandamentos entregues a Moisés sobre o monte Sinai. São Lucas narra: More »

Após o domingo de Páscoa a Igreja vive o Tempo Pascal; são sete semanas em que celebra a presença de Jesus Cristo Ressuscitado entre os Apóstolos, dando-lhes as suas últimas instruções (At 1,2). Quarenta dias depois da Ressurreição Jesus teve a sua Ascensão ao Céu, e ao final dos 49 dias enviou o Espírito Santo sobre a Igreja reunida no Cenáculo com a Virgem Maria. É o coroamento da Páscoa. O Espírito Santo dado à Igreja é o grande dom do Cristo glorioso.

O Tempo Pascal compreende esses cinquenta dias (em grego = “pentecostes”), vividos e celebrados “como um só dia”. Dizem as Normas Universais do Ano Litúrgico que: “os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, “como se fosse um único dia festivo”, como um grande domingo” (n. 22). More »

Toda a nossa alegria e esperança estão na Ressurreição do Senhor; por isso a Páscoa é a maior festa do calendário litúrgico. A ressurreição do Senhor é a garantia da nossa ressurreição para a vida eterna em Deus, quando então, como nos assegura São Paulo, “Deus será tudo em todos” (1 Cor 15,28).

Cristo passou pela morte para destruir a nossa morte e ressuscitou para nos dar uma nova vida, pois: “Todo aquele que está em Cristo, é uma nova criatura. Passou o que era velho; eis que tudo se fez novo!” (2 Cor 5,17). More »

Neste dia celebramos a paixão e morte de Jesus Cristo. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este dia que, ao contrário do que muitos pensam, não deve ser vivido em clima de luto, mas de profundo respeito diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna.

Às 15 horas, horário em que Jesus foi morto, é celebrada a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Depois deste momento não há mais comunhão eucarística até que seja realizada a celebração da Páscoa, no Sábado Santo. More »

Aqui começa o Tríduo Pascal, a preparação para a grande celebração da Páscoa, a Vitória de Jesus Cristo sobre a morte, o pecado, o sofrimento e o inferno.

Este é o dia em que a Igreja celebra a instituição dos grandes Sacramentos da Ordem e da Eucaristia. Jesus é o grande e eterno Sacerdote; mas quis precisar de ministros sagrados, retirados do meio do povo, para levar ao mundo a Salvação que Ele conquistou com a sua Morte e Ressurreição. More »