Catequese de hoje foi dedicada ao mandamento sobre honrar pai e mãe; Francisco destacou que os pais nunca devem ser insultados

Da Redação, com Boletim da Santa Sé

Papa Francisco na audiência geral / Foto: Vatican Media

Honrar pai e mãe. O quarto Mandamento foi o tema da catequese do Papa Francisco nesta quarta-feira, 19, dando continuidade ao ciclo de de reflexões sobre o Decálogo. 

Francisco partiu do significado de “honra”, explicando que a palavra hebraica indica a glória, o valor, a consistência de uma realidade. “Honrar pai e mãe quer dizer, portanto, reconhecer a sua importância também com atos concretos, que exprimem dedicação, afeto e cuidado. Mas não se trata somente disso”, explicou o Santo Padre. Ele destacou que este mandamento contém um êxito: honrar os pais leva a uma vida longa e feliz.  

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.: Outras catequese do Papa

O quarto mandamento não fala da bondade dos pais, nem requer que os pais e mães sejam perfeitos, acrescentou o Papa. Fala de um ato dos filhos, independentemente dos méritos dos pais, e fala de algo extraordinário e libertador: uma vida plena e feliz depende do reconhecimento para com quem nos colocou no mundo, mesmo que nem todos os pais sejam bons e nem todas as infâncias sejam serenas. 

“Pensemos em quanto esta Palavra pode ser construtiva para tantos jovens que vêm de histórias de dor e para todos aqueles que sofreram na juventude. Muitos santos – e muitos cristãos – depois de uma infância dolorosa viveram uma vida luminosa, porque, graças a Jesus Cristo, se reconciliaram com a vida”. 

Este mandamento, segundo o Santo Padre, dá a orientação que conduz a Cristo: Nele se manifesta o verdadeiro Pai, que oferece “renascer do alto”, que prepara a uma vida de filhos seus. As feridas, acrescentou Francisco, começam a ser potencialidades quando, por graça, descobre-se que o verdadeiro enigma não é “por que”, mas “por quem” aconteceu algo na vida. “Em vista de qual obra Deus me forjou através da minha história? Aqui tudo se inverte, tudo se torna precioso, tudo se torna construtivo. (…) Então podemos começar a honrar nossos pais com a liberdade de filhos adultos e com misericordiosa acolhida de seus limites”.

O Papa conclui a catequese lembrando que os pais devem ser honrados, foram eles que deram vida aos filhos. “Se você se afastou dos seus pais, faça um esforço e volte, volte para eles; talvez sejam idosos…Deram a vida a você. E depois, entre nós existe este costume de dizer coisas feias, também palavrões. Por favor, nunca, nunca, nunca insultar os pais dos outros. Nunca! Nunca se insulta a mãe, nunca insultar o pai. Nunca! Nunca! Tomem vocês mesmos esta decisão interior: de hoje em diante nunca insultarei a mãe ou o pai de quem quer que seja. Nos deram a vida! Não devem ser insultados”. 

A Comunidade Canção Nova em parceria com Catedral, realizou no último final de semana o Acampamento de Oração Cura e Libertação, com os pregadores Pe. Fábio Camargos e Ana Lúcia, membros da Canção Nova.

Muitas pessoas de São José do Rio Preto e Região vieram fazer uma experiência pessoal com Jesus e seu Evangelho, crescer na fé e vivenciá-la em sua Comunidade.

Os pais puderam participar com tranquilidade do evento, porque uma Equipe voluntária se dedicou com muito carinho, cuidando da evangelização seus filhos. A Canção Nova agradece a Dom Tomé, ao Padre Deusdet, Equipe de Comunicação da Diocese e todos aqueles que de uma maneira ou outra contribuíram para o bom êxito de deste Evento. 

Mais Informações sobre a Canção Nova e suas atividades:

Comunidade Canção Nova São José do Rio Preto

Rua XV de Novembro, 3635 – Centro

Fone: 17 3233-4600 ( Casa de Evangelização)

Redes Socias:

facebook.com/cnriopreto

Blog: riopreto.cancaonova.com

Instagram: @cnriopreto / @radioriopretocn

Fotos: @samucamolina

A Comunidade Canção Nova de São José do Rio Preto em unidade com a Catedral de São José, promovem um grande momento de Evangelização para a nossa diocese, o Acampamento de Oração, Cura e Libertação. O evento acontece nos dias 29 e 30 de Julho no salão da Catedral e contará com momentos de pregação, oração, adoração

ao Santíssimo, confissões e Santa Missa, conduzidos pelos missionários da Canção Nova padre Fábio Camargos e Ana Lúcia.

Loja da Canção Nova e a equipe do Clube de Evangelização, que atende os sócios, estarão presentes no evento trazendo muitas novidades oferecidas pela comunidade que neste ano completa 13 anos de missão em nossa diocese. Novidades também na Praça de Alimentação, que além dos salgados, lanches, doces e refrigerantes incluirá no cardápio marmitex no almoço do domingo, tudo com preço acessível.

As inscrições devem ser efetuadas através do telefone 17. 3233-4600 ou Casa de Missão da comunidade localizada na rua XV de Novembro, 3635, no Centro de São José do Rio Preto. A entrada é gratuita e o evento é aberto a toda a comunidade diocesana.

Forme sua caravana, traga sua família, convide seus amigos e venha participar conosco!

 

Evento                                                           
Acampamento de Oração, Cura e Libertação
Dia 29 de Julho, Sábado, das 15h às 21h | Dia 30 de Julho, Domingo, a partir das 8h

Local: Salão Paroquial da Catedral de São José | Rua Siqueira Campos, 3033 – Centro
Fone: 17. 3233-4600 São José do Rio Preto/SP

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O Acampamento RVJ tem como objetivo levar os jovens a uma experiência de reflexão e conversão através de provas físicas.

O nome Revolução Jesus surgiu a partir de uma palestra ministrada pelo pai-fundador da Comunidade Canção Nova, Monsenhor Jonas Abib que, antes de iniciar a comunidade já pregava retiro para jovens nos inícios da década de 70. Retiros estes conhecidos como Maranathá (palavra em grego que significa “Vem Senhor Jesus!”).

Resgatando a proposta da evangelização dos jovens através dos Maranathás e atualizando a sua metodologia para o século XXI, o Revolução Jesus está inserido nas principais questões que envolvem os jovens de hoje (e sempre) buscando uma linguagem atual dentro das novas tecnologias de comunicação social que constantemente surgem e se aperfeiçoam.

.Acreditamos que somente através de um encontro pessoal com Jesus Cristo e da busca de uma verdadeira vida sob a ação do Espírito Santo (batismo no Espírito) é que poderemos dar prosseguimento a esta Revolução iniciada a quase 2000 anos atrás quando o próprio Deus se encarnou e veio implantar o seu reino de amor.

.O Revolução Jesus é formado por missionários e colaboradores da Canção Nova, que acreditam que esta boa nova chamada Jesus Cristo deve ser propagada o mais alto possível e de todas as formas até que TUDO finalmente Lhe seja submetido.

“A característica de um Revolucionário é a perseverança”. (Monsenhor Jonas Abib)

Fotos do Acampamento RVJ na Canção Nova São José do Rio Preto

Se você quer a Canção Nova em sua Paróquia, Movimento, Grupo de Oração, Pastoral.. em entre contato conosco:

Fone: 17 3233-4600   facebook.com/cnriopreto   instagram: cnriopreto

 

Cn RP

Fonte:Jornal Diocese Hoje

CARTA PASTORAL POR OCASIÃO DO ANO DA FÉ

Aos padres, religiosos, religiosas, seminaristas, lideranças leigas e a todo o povo da Arquidiocese de Uberaba.

Na dimensão do Novo Plano Diocesano de Pastoral, celebramos os indicativos do Papa Bento XVI sobre o Ano da Fé. O momento é de enfrentamento dos desafios da nova cultura, supondo o empenho por uma Nova Evangelização. É hora de ir às fontes da fé, à Palavra de Deus, aos Documentos do Concílio Vaticano II e ao Catecismo da Igreja Católica, ambos solidificados pelo Espírito Santo na História e na Tradição da Igreja.
Na Carta “Porta Fidei” descobrimos que “a Fé é a Porta”, porta de entrada, que “implica embrenhar-se num caminho novo que dura a vida inteira” (Porta Fidei, 1), que evidencia a necessidade do encontro pessoal e permanente com Jesus Cristo. E Jesus mesmo disse: “Eu sou a porta” (Jo 10, 9). Porta que depende de fé viva, principalmente sabendo que Ele é sempre “o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14, 6).
Será que já entramos pela Porta da Fé, tornando-nos cristãos praticantes e comprometidos com o Reino de Deus? Já fizemos o caminho de iniciação à vida cristã como estão pedindo os bispos nas atuais Diretrizes Evangelizadoras na Igreja do Brasil? Como diz Bento XVI: Estamos preocupados com as consequências sociais, culturais e políticas da fé, deixando de lado a fé em si mesma, que pode ser até uma negação dela?
Estamos conscientes de que o caminho da fé só é possível com a força de Deus, o amor de Cristo no dom do Espírito Santo. É importante esta certeza, porque só com as forças naturais somos incapazes de percorrer um caminho que defenda a vida com dignidade e em conformidade com o projeto da Palavra de Deus. Devemos ir ao poço como o fez a samaritana através do encontro com Jesus (Jo 4, 14).
Ser discípulo exige intimidade com a Palavra de Deus e ter gosto por ela, tê-la como alimento para nossa fé. Por isto deve ser lida, escutada, meditada, rezada, contemplada e colocada em ação na convivência comunitária. No caminho do Ano da Fé, a Leitura Orante da Palavra de Deus é muito significativa e sugestionadora de novas atitudes de vida. É como beber na fonte de água pura e que dura para sempre.
Um destaque importante no Ano da Fé é a Celebração da Eucaristia. É espaço de contato com Cristo na Palavra ali proclamada e no Pão partilhado. É fundamental que as Celebrações sejam bem preparadas e participadas, revelando a riqueza da vida sacramental, capaz de abastecer a vida de fé e os compromissos que o cristão deve assumir como construtor da vida em Deus na nova cultura.
Necessitamos de uma Igreja que reza para dar vitalidade a sua fé. Oração pessoal, comunitária e litúrgica, sabendo que tudo isto expressa sintonia com os compromissos do batismo, no caminho de salvação. Quando rezamos, é a Igreja que reza. Que o Ano da Fé seja de mais oração e de maior compromisso com o conteúdo perene da fé contido e proclamado na recitação, ou na profissão de fé, isto é, no Credo.
Diz o Papa que “o Ano da Fé seja uma ocasião para intensificar o testemunho da caridade”, porque a fé sem caridade não dá fruto, e a caridade sem a fé seria um sentimento sujeito a dúvidas. Fé e caridade são fontes de testemunho de vida cristã, capaz de atrair outros a entrar pela porta da fé. Só na caridade que a nossa fé se torna testemunho que anuncia a salvação e atrai as pessoas para a vida cristã.
Acreditar em Deus significa aceitar livremente o mistério da fé. Para isto temos que usar todos os momentos formativos, tendo como uma das fontes o Catecismo da Igreja Católica. Estando conscientes, devemos ir ao encontro daqueles que ainda não fizeram a experiência de crer. A “Nova Evangelização” exige que, neste ano, seja reavivado o nosso zelo apostólico, que é sempre a alegria de partilhar a esperança com quem ainda não percebe os mistérios de Deus.
Esperamos que toda nossa Arquidiocese se mobilize, de forma efetiva, dentro do pedido de Bento XVI para o Ano da Fé. Isto deve acontecer nas celebrações, na catequese, nos momentos formativos, nos encontros de casais, de jovens, nos grupos de reflexão, na convivência familiar e comunitária etc. É um tempo privilegiado da ação do Espírito Santo na vida da Igreja e, de modo especial, para nossa Igreja Particular.
Maria, a Mãe de Jesus Cristo, e nossa Mãe, a “Estrela da Evangelização”, também da “Nova Evangelização”, seja o itinerário do Ano da Fé para todos nós. Ela, aberta ao convite do Anjo e determinada no seu SIM, seja nossa guia, com o título de Nossa Senhora da Abadia, padroeira da cidade de Uberaba e de paróquias de nossa Arquidiocese. Que Deus, através dela, nos abençoe.

Uberaba, outubro de 2012
Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo Metropolitano.

O ímpio tem uma lógica contra a vontade de Deus.
Ele não se preocupa com o bem comum. Seu objetivo é satisfazer desejos egoístas, contrapõe-se ao modo de pensar e de proceder da pessoa justa, inclusive perseguindo-a em suas atividades.
O justo teme a Deus e faz tudo respeitando os direitos e a justiça com as pessoas.
A inveja e as preocupações egoístas causam desordens e todo tipo de más ações na vida. É a prática dos injustos, dos hostis às leis e contrários aos princípios orientadores de Deus. Reina a prepotência, a afronta ao justo com calúnias, perseguições, podendo chegar até à morte. As consequências muitas vezes são drásticas.
Não é fácil a mudança de mentalidade de quem passou por um tipo de formação que marcou profundamente o seu modo de agir. Sendo na ambição pelo poder, uma mudança vai depender de exigências fortes. Pois, a ideologia dos poderosos é atraente.
Com isto a prática do serviço ao outro é trocada por disputas egoístas.
Na visão cristã, seguindo as orientações de Jesus, podemos dizer com o Evangelho: “Se alguém quer ser o primeiro, seja o último de todos e o servo de todos” (Mc 9, 35).
Entre o ímpio e o justo existe uma grande distância, que só vai ser superada quando houver abandono do “ser maior”, tornando-se “servidor” das pessoas.
Devemos entender que a sabedoria vem do alto, vem de Deus como proposta justa para uma boa convivência e respeito entre as pessoas. As diferenças egoístas causam insatisfação, sofrimento, lutas, guerras, cobiças, insensatez etc. Como podemos sonhar com um mundo fraterno se existem atitudes injustas por todo lado!?
Podemos nos orientar através de duas lógicas, a do ímpio, ou a do justo. Isto fica evidente no nosso modo normal de proceder. Sabemos da dificuldade de ser justo numa sociedade marcada por tantos sinais de corrupção, de injustiças e de morte.
Aí não está o reino da sabedoria que vem do alto, não é o Espírito de Deus como fonte do bem.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.

HISTÓRIA DA QUARESMA DE SÃO MIGUEL

A quaresma de São Miguel Arcanjo começou com São Francisco que era devoto do Arcanjo; São Francisco sentia o desejo de experimentar no corpo e na alma a Paixão de Cristo sua dor e também o imenso amor por se entregar ao imenso sofrimento por nós.
No ano de 1224, realizou a primeira quaresma de jejum e oração no Monte Alverne, local deserto, distante, próprio para oração.
São Francisco disse: “Para honra de Deus, da bem-aventurada Virgem Maria e de São Miguel Arcanjo, príncipe dos anjos e das almas, quero fazer aqui uma quaresma”.

No dia 17 de setembro, durante a quaresma, enquanto estava em oração, teve a visão de um serafim, o qual logo se aproximou,
este tinha seis asas de fogo, e também estava crucificado,
mãos e pés estendidos e amarrados numa cruz.
Duas asas elevavam-se por cima de sua cabeça, duas outras estavam abertas para o vôo, as duas últimas cobriam-lhe o corpo.
E através desta visão Francisco pode compreender melhor o verdadeiro sentido da Paixão.
Quando chegou a Festa em honra a São Miguel Arcanjo, Francisco desceu o Monte Alverner, este trazia nos pés e mãos os estigmas de Jesus, e como achava-se indigno de se tornar igual a Jesus que ficou em total jejum, no final daqueles dias bebeu água e comeu um pedaço de pão.
Importante lembrar que a quaresma pode ser realizada a partir de qualquer data do ano, sendo agosto a setembro um momento especial. E que você possa reunir juntamente com sua família, amigos e namorado(a), para rezar pelas intenções que você traz no seu coração.
“Os anjos existem, são enviados pela Divina Providência, para que nos ajudem a alcançar a santidade da vida” (João Paulo II).
Esta quaresma deve ser rezada diariamente entre os dias 15 de agosto e 29 de setembro, dia da Festa de São Miguel.Providenciar um altar para São Miguel com uma imagem ou uma estampa.

Todos os dias:

Acender uma vela benta.
– Oferecer uma penitência.
– Fazer o sinal-da-cruz.
– Rezar a oração inicial.
– Rezar a ladainha de São Miguel.

REZE A QUARESMA AGORA!
(clique no link abaixo)

Um grande sinal

Não sabemos para onde apontam os sinais da realidade brasileira em momentos de campanhas eleitorais e do cenário de julgamento do mensalão. Será que, em tudo isto, está a vitória do povo brasileiro? Quem sairá ganhando e, também, quem vai perder? É a grande incógnita de um país que não se prima pela justiça.
A Festa da Assunção de Maria contempla a vitória de Jesus Cristo sobre todos os poderes que tentam impedir a construção do reino de Deus. Maria é sinal da Igreja, daquela que tem a missão de conduzir o povo para a condição de liberdade e de vida feliz. Isto acontece na prática da fraternidade e da partilha em gesto de justiça.
A fé e o compromisso com o reino da vida são fundamentais. Isto é condição para que a pessoa seja sinal e aponte para o bem de forma correta. A fé na Palavra de Deus gera compromisso e faz das pessoas discípulas e missionárias de uma cultura de paz. Isto supõe dizer, nas palavras de Maria: “Eis a serva do Senhor” (Lc 1, 38).
Ir ao encontro do outro, como o fez Maria em relação a Isabel, algo de revelador acontece. É a generosidade, o serviço, o querer ajudar os mais necessitados. Acaba sendo sinal da presença de Deus, fazendo a pessoa superar todo tipo de atitude egocêntrica, egoísta e alheia às carências dos marginalizados da comunidade.
Tudo na natureza e na história está submetido ao poder de Deus. Mas é uma realidade também sujeita à ação do mal. O Apocalipse apresenta a figura do “dragão” que está, a todo momento, desarticulando os planos do Criador. É o retrato de quem sinaliza o poder destruidor, seja de autoridades ou de pessoas comuns.

Não podemos viver esperanças vãs e nem uma fé inútil, porque deixamos de ser sinal de vida para o mundo. Maria, com muitos títulos, a Mãe de Deus, foi sinal de uma nova realidade. Ela é sinal da Igreja, com a missão de levar Cristo para as pessoas.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.