Comissão SSF da Câmara rejeita o aborto por unanimidade

Arquivado em: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 10:00 pm on Quarta-feira, Maio 7, 2008

Graças a Deus e ao trabalho de muitos brasileiros e cristãos, a Comissão de Seguridade Social e Família, da Câmara dos Deputados, rejeitou hoje (07/05/2008), por unanimidade, o Projeto de Lei 1135/91, que descriminaliza o aborto provocado pela própria gestante ou com seu consentimento. Foram 33 votos contrários, que seguiram o parecer do relator, deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP).

O Deputado José Aristodemo Pinotti, juntamente com a Deputada
Cida Diogo, apresentaram inicialmente seus votos a favor do projeto. José Aristodemo Pinotti, além de médico e deputado federal, é também desde os anos 70 membro do “Board of Trustees do Population Council”, entidade pertencente às organizações Rockefeller que, fundada em 1952, foi o cérebro que coordenou o desencadeamento internacional do controle populacional e da ofensiva atualmente vista a favor da implantação do aborto em todo o mundo.  

Em seguida, depois haverem sido rejeitados sucessivos requerimentos para adiar a votação, os deputados que já haviam apresentado seus votos a favor retiraram-se do plenário, sendo substituídos pelos respectivos suplentes.
http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=121441

Há poucos dias a “Folha de São Paulo”  noticiou que o seu Instituto de Pesquisa “Data Folha” constatou que 67% do povo brasileiro é contra a descriminalização do aborto; portanto, isso mostra que o povo não quer saber de aprovar o aborto.

         Felizmente, mais uma vez o aborto foi rejeitado no Brasil. Tudo isso foi,  sem dúvida,  a luta do povo católico e de boa vontade para afastar de nosso país essa praga hedionda, esse crime insano, de matar uma criança no ventre da mãe; algo que nem mesmo a cobra mais venenosa faz. A mobilização e a vigilância junto ao Congresso Nacional deve continuar para que não volte o assunto.  

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

A Casa de Nossa Senhora em Éfeso

Arquivado em: Nossa Senhora — Prof. Felipe Aquino at 8:49 pm on Quarta-feira, Maio 7, 2008

 O Papa Bento XVI em sua visita à Turquia, celebrou uma Missa no dia 29 nov 06, em Éfeso, ao lado da Casinha na qual, segundo a tradição, viveu Maria com São João. Muitos cristãos do Oriente e do Ocidente, desde os primeiros séculos, mencionaram a estadia do apóstolo João, acompanhado da Virgem, nesta cidade, na qual se encontrava a sede da primeira das sete igrejas recordadas no Apocalipse: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia, Laodicéia.  

A mais importante de todas as cidades era Éfeso, que na época devia ter cerca de 250 mil habitantes; era poderoso centro do império romano, capital da província romana na Ásia Menor. Nesta cidade foi realizado o importante Concilio de Éfeso, em 431, quando foi declarado o dogma da Maternidade divina de Maria, Mãe de Deus, “Theotokos”. Ainda existem lá os restos da Basílica onde o Concilio se reuniu. Na época grassava a heresia de Néstorio, patriarca de Constantinopla, que ensinava que em Jesus havia duas pessoas, uma humana e outra divina, e que Maria seria apenas a Mãe de Jesus homem, mas não de Jesus Deus. Um absurdo que foi condenado pelo Concílio. Em Jesus há apenas uma Pessoa, a do Verbo, que contém duas naturezas, humana e divina. E Maria é mãe verdadeira de Deus porque é mãe do Verbo humanado.  

Como se chegou a descobrir esta Casa Santa?
A descoberta aconteceu no final do século XIX. Em 29 de julho de 1891, dois sacerdotes da Congregação da Missão (Lazaristas) franceses, os padres Henry Jung e Eugène Poulin, cedendo às insistentes petições da irmã Marie de Mandat-Grancey, a superiora das Filhas da Caridade, que trabalhavam no hospital francês de Esmirna (Izmir), saíram em busca da casa de Maria, tendo como bússola as visões da mística alemã Anna Katharina Emmerick (1774-1824).  

Esta religiosa, que foi beatificada por João Paulo II em 23 de outubro de 2004, desde seu leito, em um povoado de Westfalia, no qual passou os últimos doze anos de sua vida, tinha recebido as visões da vida de Jesus e de Nossa Senhora, recolhidas e publicadas depois de sua morte pelo literário alemão Clemens Brentano.
         Os dois sacerdotes, antigos soldados do exército francês, subiram o Bulbul Dag (que em turco quer dizer «a colina do rouxinol), que se eleva acima da planície de Éfeso. Junto a uma fonte, encontraram as ruínas de uma casa, que dava a impressão de ter sido utilizada como capela, e que correspondia perfeitamente à descrição de Emmerick. Era o «Panaya üç Kapoulou Monastri», como o chamavam os cristãos ortodoxos do lugar, ou seja, o «Mosteiro das três portas de Panaya, a Toda Santa», por causa dos três arcos da fachada.
         Esses cristãos gregos, que falavam turco, foram ao lugar em peregrinação na oitava da festa da dormição de Maria, em 15 de agosto. Os sacerdotes fizeram uma investigação entre os habitantes do lugar e puderam confirmar a existência de uma secular devoção que reconhecia na capela em ruínas o lugar da última residência terrena de «Meryem Ana», a Mãe Maria. 

Estudos arqueológicos realizados entre 1898 e 1899 trouxeram à luz, entre as ruínas, os restos de uma casa do século I, assim como as ruínas de uma pequena população que se desenvolveu ao redor da casa a partir do século VII.
         O Papa Leão XIII (1878-1903) se pronunciou favoravelmente sobre estas descobertas e restabeleceu no “Ordo Romanus” uma nota que por ocasião da festa da Assunção mencionava Éfeso como provável lugar da dormição da Virgem.  

O santuário «Meryem Ana», ante o qual o Papa celebrou a missa, ao ar livre, foi restaurado nos anos cinqüenta do século passado com pedras e material do lugar. Nesses momentos, a atenção pastoral foi encomendada aos freis capuchinhos.
         A Casa de Maria foi visitada por Paulo VI em 1967 e por João Paulo II em 1979, o que aumenta sem dúvida a sua importância. É meta de peregrinação também dos muçulmanos, pois Maria é apresentada no Alcorão como «a única mulher que não foi tocada pelo demônio».  

Na Missa celebrada pelo Santo Padre, os textos e as leituras bíblicas em particular sublinharam o mistério da maternidade de Maria em referência à sua presença, junto ao Apóstolo João, sob a Cruz do Senhor. As palavras de Jesus na Cruz: «Eis aí o teu filho… Eis aí a tua Mãe» (João 19, 26-27) foram acolhidas pela Igreja como um testamento especial no qual Cristo confiava à Virgem Maria todos os discípulos como filhos, e entregava aos discípulos a sua Mãe.  

A Casa de Nossa Senhora em Éfeso é um ícone da Igreja; dali ela certamente acompanhou as primeiras comunidades cristãs naquele primeiro século do Cristianismo nascente, perseguido severamente pelo Império Romano. Do alto das montanhas de Éfeso, a mais ou menos quatro kilometros da cidade, repleta de idolatria romana, Maria certamente velava e rezava pela Igreja do Seu amado Filho que começava na terra a gloriosa e sangrenta história de salvação da humanidade.

Prof. Felipe Aquino - www.cleofas.com.br

 

ENVIE SEU PROTESTO CONTRA O ABORTO

Arquivado em: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 3:50 pm on Quarta-feira, Maio 7, 2008

Se você desejar pode entrar no link abaixo e enviar seu repúdio à votação hedionda que vai ocorrer hoje (07/5/2008) na Comissão de Seguridade Social e Família, na tentativa de aprovar o aborto no Brasil. Recentemente a “Folha de São Paulo” constatou em pesquisa do “Data Folha”, que 67%  do povo naõ quer a descriminalização do aborto. Portanto, é uma grave ofensa e desrespeito ao povo brasileiro esta votação e esta tentativa maldosa de se querer aprovar o aborto contra a vontade do povo e contra a Lei sagrada de Deus. Não fique quieto; faça algo; não peque por omissão.

Prof. Felipe Aquino - www.cleofas.com.br

http://www.fundadores.org.br/abortonao/acao/050508/dcamp.asp?camp=5

DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA - Sobre células tronco

Arquivado em: Células tronco — Prof. Felipe Aquino at 3:03 pm on Quarta-feira, Maio 7, 2008

É com grande satisfação e alegria que publicamos em nosso Blog a importantíssima “Declaração de Brasilia”, deixando bem claro para o povo brasileiro a questão das células tronco embrionárias. Cumprimentamos os signatários da Declaração pelo belo trabalho em defesa da verdade e da vida. 

Prof. Dr. Felipe Aquino - www.cleofas.com.br

Brasília, 5 de maio de 2008

1.      Nós, cientistas, parlamentares, juristas e lideranças nacionais de movimentos em defesa da vida humana, desde o seu início, temos a declarar o que segue sobre o que tem sido denominado de “pesquisa com células-tronco embrionárias humanas”.
 
2.      Com base na referida expressão, se designa uma linha de pesquisa científica que interrompe em caráter definitivo e irreversível o desenvolvimento do ciclo vital de seres humanos nos primeiros dias de sua existência, ou seja, que os destrói e os mata. Entendemos que o ser humano – em todas as fases de sua vida – não pode ser manipulado como um objeto ou coisa, dispondo-se de sua vida, não importando a finalidade alegada. O conhecimento científico, consolidado internacionalmente, apresenta vasta bibliografia da ciência médica, especialmente da embriologia, expressando claramente que a vida de cada indivíduo humano se inicia com a fecundação, quando um espermatozóide (a célula germinativa masculina),  penetre no ovócito ou óvulo (a célula germinativa feminina), determinando o patrimônio genético de um novo e irrepetível indivíduo da espécie. A partir desse momento estão definidos o sexo, as tendências físicas e psicológicas de um novo indivíduo ou pessoa humana. A natureza e a dignidade humanas são indissociáveis dos seres humanos, que só podem resultar de células germinativas humanas – constatação óbvia, mas que parece ignorada por muitos. A natureza e a indissociável dignidade humanas ou estarão presentes desde o início, ou seja, desde a fecundação, ou não estarão presentes nunca. É necessário reconhecê-las desde o primeiro instante, e que permanecem até a morte do indivíduo ou pessoa, que, como confirma o ensinamento da ciência médica, tem um desenvolvimento gradual, progressivo, sem saltos nem “metamorfoses”. Tal processo não se interrompe com o nascimento e prossegue até o início da idade adulta. Pretender classificar os seres humanos, desconsiderando sua realidade biológica e humanidade, adotando critérios utilitaristas ou de “investimento acumulado”, parece contrariar não só os dados da natureza, como também os da cultura nacional, incluído o Direito, que desde os primeiros projetos de codificação civil pátrios, no século XIX, reconhece e protege o nascituro e seus direitos “desde a concepção”.  O direito à vida é o primeiro e o pressuposto de exercício de todos os demais direitos.
 
3.      Pretende-se contrapor a vida dos embriões congelados na data da promulgação da Lei de Biossegurança, nº 11.105, de 24 de março de 2005, à terapia e cura de muitos que padecem de doenças graves em nosso País. Não temos receio em afirmar com toda ênfase, que tal dilema é falso; como consta de texto divulgado por 57 cientistas norte-americanos, em 27 de outubro de 2004, bastante atual: “Baseado nas evidências disponíveis, ninguém pode predizer com certeza se as células-tronco embrionárias humanas, em alguma época, produzirão benefícios clínicos, e, muito menos, benefícios que não sejam obtidos por outros meios menos problemáticos do ponto de vista ético”.
 
4.      Ao contrário do que tem sido veiculado e acriticamente aceito pela opinião pública, as células-tronco embrionárias não são a grande promessa para gerar terapias. Na verdade, são as células-tronco adultas que têm produzido expressivos resultados, que se apresentam ainda mais promissores depois do desenvolvimento da técnica de indução de pluripotencialidade em células adultas. Como o assunto envolve sofisticado conhecimento técnico, as pessoas ficam mais vulneráveis à manipulação da informação. Diante disso, faz-se necessário esclarecer alguns aspectos básicos, que passamos a expor muito sucintamente:
5.      As células-tronco embrionárias são, em tese, capazes de gerar todos os tipos celulares humanos (chama-se a isso pluripotência). Apenas em tese, pois isso é o que ocorre in vivo, no desenvolvimento normal e natural do organismo. Entretanto, não existem dados experimentais efetivos que garantam que o mesmo possa ser alcançado in vitro, ou seja, em laboratório, após a destruição e morte dos embriões, dos quais são extraídas suas células para fins de pesquisa. Mais ainda: em termos de terapia, após 10 anos de intensas pesquisas em muitos países com alto padrão de desenvolvimento científico e investimentos de centenas de milhões de dólares, não há nenhum protocolo aprovado com células-tronco embrionárias humanas para testes em pacientes, ou seja, as células-tronco embrionárias humanas, por apresentar graves riscos à vida e saúde dos pacientes, sequer podem ser testadas em seres humanos. No modelo animal, essas células têm resultado na formação de teratomas, rejeição, entre outros problemas graves, não havendo, portanto, segurança para que se iniciem experimentações em seres humanos.
 
6.      Muito do atual conhecimento sobre o desenvolvimento embrionário, em termos moleculares, advém de estudos feitos com embriões de animais de laboratório.

7.      Todos os resultados terapêuticos positivos em seres humanos veiculados pela mídia têm sido obtidos com o uso de células-tronco adultas multipotentes, extraídas da medula óssea, do cordão umbilical e de outros tecidos. Já há mais de 20.000 pacientes em tratamento clínico, envolvendo pelo menos 73 doenças diferentes, em geral com bons resultados para a qualidade de vida dos pacientes.
 
8.      No segundo semestre de 2007, dois importantes trabalhos científicos, um dos quais de um grupo norte-americano liderado pelo Dr. Thomson (o primeiro a obter uma linhagem de células-tronco embrionárias humanas) e outro, coordenado pelo Dr. Yamanaka, no Japão, mostraram a possibilidade de se obter, a partir de células adultas do próprio paciente, células-tronco humanas pluripotentes  sem destruir o embrião. Estes estudos levaram Ian Wilmut, o “criador” da ovelha Dolly, e uma das autoridades líderes no processo de clonagem por transferência nuclear em células somáticas, a anunciar que ele e sua equipe estavam abandonando, por questões técnicas, a pesquisa em clonagem para fixar-se na investigação de reprogramação celular, que em suas palavras, apresenta “muito mais potencial”.
 
9.      As chamadas células pluripotentes induzidas (iPCs, sigla do inglês), são obtidas diretamente de células adultas, acrescentando-se um pequeno número de fatores nestas células em laboratório. Estes fatores remodelam as células maduras convertendo-as em células-tronco com características funcionais equivalentes às células obtidas de embrião. Esta técnica pode ser usada, por exemplo, para gerar linhagens específicas de células-tronco para pacientes com doenças genéticas.
 
10.     A reprogramação de células humanas é um dos achados científicos mais significativos da atualidade; mais importante do que a clonagem da ovelha Dolly. Como diz o próprio Ian Wilmut, a reprogramação direta é “extremamente animadora e surpreendente”. O poder da reprogramação direta é tal que gera células-tronco geneticamente iguais às do paciente doador ( a partir de células da pele, por exemplo). Ainda têm a grande vantagem de não serem rejeitadas e comprovadamente não gerarem tumores, de acordo com o recente anúncio de resultado positivo em experiência científica feito em publicação especializada pelo grupo coordenado pelo Dr. Yamanaka em fevereiro de 2008. No mesmo mês, foi apresentada uma significativa melhora no método de obtenção das células iPC, num encontro sobre células-tronco, em Nova York, por John Sundsmo, presidente da PrimeGen, Irvine, CA, EUA. De acordo com Sundsmo, células de pele, de rim e retina incorporaram partículas de carbono que transportavam em suas superfícies proteínas responsáveis pela transformação destas células em células pluripotentes, mais rapidamente e com eficiência  muito maior, sem ricos de produzirem cânceres e sem haver manipulação genética. O processo está sendo patenteado. A nosso ver têm sido pouco divulgadas, ou mesmo negadas, informações tão relevantes à população em geral e aos portadores de doenças graves e suas famílias. Na falta da informação correta e precisa, luta-se pela liberação dos experimentos com células-tronco embrionárias humanas, muitas vezes desconhecendo o fato de que estas, até agora, somente foram injetadas em camundongos, gerando rejeição e, com freqüência, tumores, não podendo, portanto sequer serem testadas em seres humanos, em razão dos graves riscos à saúde e mesmo vida dos pacientes que isso poderia implicar.
 
11.     Manifestamos nossa solidariedade aos portadores das diversas doenças que podem ser tratadas com as células-tronco adultas, com a linha de pesquisa dos fatores celulares, que também já tem dado resultados positivos, ou com as novas células-tronco pluripotenciais induzidas (iPCs), quando estiverem em fase de teste clínico, o que, confiamos e esperamos,  possivelmente não deverá demorar, beneficiando assim os pacientes e seus familiares.
 
12.      Colocamos-nos solidários, também, com as crianças resultantes de fecundação in vitro e suas famílias. Entendemos que o único destino dessas meninas e meninos, conforme sua intrínseca e inalienável dignidade humana, é o mesmo que motivou sua fecundação, ou seja, serem filhas ou filhos, inseridos em uma família. Deve se buscar, pois, condições e soluções para que prossigam o seu ciclo vital, mediante implantação no útero de suas mães biológicas, ou de outras que os acolham ou adotem. O tempo de congelamento não é empecilho para tal, como foi demonstrado recentemente por Vinícius, com oito meses de nascido, após oito anos de congelamento, acolhido no útero de sua mãe, Maria Roseli. Ele é uma das mais de 400 crianças nascidas, após haverem sido crioconservadas (congeladas) “a maioria acima de três anos de congelamento”, em uma só clínica de fertilização. Esclarece o médico responsável pela clínica: “É uma loucura falarem que embrião congelado há mais de três anos é inviável. E isso não tem nada a ver com religião. A viabilidade é um fato e ponto.” (Folha de S. Paulo, 9 de março de 2008, “O Bebê que Saiu do Frio”). Vinícius e outras crianças que estiveram congeladas por mais de três anos o demonstram claramente.
 
13.     Sendo o Brasil um país que não dispõe de grandes recursos para aplicação em pesquisa, é crucial que sejam bem empregados. No que se refere à busca de terapias, certamente o campo das células-tronco adultas é já uma realidade, e muito mais promissor para o futuro, conforme reconhecido por grandes cientistas internacionais. Verifica-se, do que foi exposto, que o respeito à vida e à dignidade do ser humano, que deve informar toda a pesquisa científica, não está dissociado de resultados terapêuticos positivos, mas sim a ele associado.
 
Assinam a declaração:
 
Dra. Alice Teixeira Ferreira – Professora Associada de Biofísica da UNIFESP/EPM na área de Biologia Celular

Dra. Cláudia Maria de Castro Batista – Professora do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ

Dr. Cláudio Fonteles – Subprocurador Geral da República

Prof. Hermes Rodrigues Nery –Comissão Diocesana em  Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida da Diocese de Taubaté - SP

Dr. Humberto Leal Viera – Presidente da Associação Nacional Pró-Vida-Família

Jaime Ferreira Lopes – Assessor Parlamentar

Dra. Lenise Aparecida Martins Garcia - Professora do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília

Dep. Luiz Bassuma – Deputado Federal – BA

Marco Antonio G. Araújo – Assessor Parlamentar

Dra. Maria Dolly Guimarães – Presidente da Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida de SP

Dep. Miguel Martini – Deputado Federal - MG

Dr. Paulo Fernando Melo Costa – Assessor Parlamentar

Dr. Paulo Silveira da Silva Martins Leão Junior – Presidente da União de Juristas Católicos do RJ

Dra. Renata Braga Klevenhusen - Coordenadora Adjunta do Programa de Pós-graduação em Direito da Universidade Estácio de Sá

Susy Gomes – Assessora Parlamentar

Dep. Dr. Talmir Rodrigues – Deputado Federal - SP


 

Encontro Diocesano em Defesa da Vida

Arquivado em: Aborto, Eventos — Prof. Felipe Aquino at 1:45 pm on Quarta-feira, Maio 7, 2008

No dia 18 de Maio de 2008 à partir das 13hrs acontecerá o Encontro Diocesano em Defesa da Vida.

Local: Ginásio Poliesportivo de São Bernardo do Campo - End.: Av. Kennedy, 1155

Programação:
13:30 : Acolhida
14:00 : Santa Missa celebrada pelo Bispo Diocesano Dom Nelson Westrupp, Scj
Presença do Pe. Silvio Andrei
Á partir das 15h30 shows e apresentações teatrais evidenciando os valores da vida e da família.

Que este encontro marque profundamente nosso compromisso com a vida!
Unamos nossas forças para lutarmos pela vida!!
Sua presença tratá mas brilho a este grande evento!!
Contamos com você!!

Próxima Página »